Design doing

29 29UTC Dezembro 29UTC 2009 por jabaldaia

Pensar design Fazer design

Design pode ser traduzido por uma forma que cria uma experiência de satisfação no utilizador ou uma viagem física e emocional para o utilizador em termos espaciais.

Criatividade é a capacidade de criar algo novo. Design é acerca do processo de fazer alguma coisa nova.

Pensar design é procurar a resolução geral de problemas e reformular oportunidades no sentido estratégico.

Importa partir do “pensar Design” para o “fazer design”.

Fazer design não tem a ver com as regras, mas sim com a cultura da organização. Trata-se de reformular o estado de espírito colectivo e métodos de trabalho de forma a impulsionar na cultura da organização o espírito de inovação de forma consistente e sustentável.

É o estado de espírito que define as condições em que a organização se desenvolve e por isso é necessário extrair a “atitude” por trás do design, colaboração de mente aberta, coragem e convicção.

Fazer!

Segundo Heather Fraser “fazer design” passa por:

Abertura – Toda a gente na equipa tem de estar receptiva a toda a gente e a tudo de forma a encontrar algo suficientemente valioso.

Sair fora das bordas – As circunstâncias emocionais certas inspiram coragem para experimentar e jogar com novas ideias.

Não desistir – Nenhum grande design é realizado sem grande convicção.

A metodologia é engrenar – Com as condições emocionais adequadas o passo seguinte é fazer algo juntos, focando poucos componentes nucleares. Compreensão dos utilizadores, múltiplos protótipos e design de estratégia de negócio.

Recompensa dos princípios de design – Quando as condições para inovação são colocadas e os princípios gerais e metodologia de design são postos em jogo, é impressionante o quanto pode ser o impacto.

“Além disso, os princípios do pensamento projecto vir a ser aplicável a uma ampla gama de organizações, não apenas para as empresas em busca de novos produtos. Um designer competente pode sempre melhorar um último componente do ano passado, mas uma equipa interdisciplinar de pensadores design qualificados está numa melhor posição para enfrentar problemas mais complexos. Da obesidade pediátrica e a prevenção da criminalidade à mudança climática, o pensamento projecto está a ser aplicado a uma série de desafios que carregam pouca semelhança com os objectos de mesa que ainda enchem as páginas de hoje em publicações e tablóides.” – Tim Brown – Change By Design

“Design não é uma aplicação de uma vacina; é um “programa de inovação  fitness” que põe a organização no topo da sua actividade”- Heather Fraser

A diversidade e as emoções

28 28UTC Dezembro 28UTC 2009 por jabaldaia

Se estamos felizes podemos ser excessivamente generosos.

A dissonância cognitiva sugere que as nossas acções parecem maiores do que as condições em que as decisões foram tomadas.

Quando enfrentamos uma situação a nossa mente procura um precedente sem levar em conta as emoções do momento passado.

Isto significa que não “descontamos” os efeitos causados pelas emoções em tomadas de decisão efectuadas antes e somos influenciados positiva ou negativamente nas situações novas com que nos deparamos.

As emoções nas organizações abrangem áreas de estudo como a teoria do humor, trabalho emocional, a teoria dos eventos afectivos, e inteligência emocional. A evolução destes quatro domínios tem implicações significativas no comportamento organizacional.

No local de trabalho as emoções são uma das principais áreas de desenvolvimento no pensamento e na prática de gestão nos anos que se avizinham e tal como elas a diversidade, facilitada pelas redes sociais, têm um papel especial na criatividade e inovação das empresas.

Estaremos a assistir a um novo Renascimento?

“Graças à família Medici e alguns outros como eles, escultores, cientistas, poetas, filósofos, financiadores, pintores, arquitectos convergiram sobre a cidade de Florença. Ali, encontraram-se, aprenderam uns com os outros, e quebraram as barreiras entre as disciplinas e culturas. Juntos, forjaram um novo mundo baseado em novas ideias – que ficou conhecido como o Renascimento. Como resultado, a cidade se tornou o epicentro da explosão criativa, uma das eras mais inovadoras na história.”
Frans Johansson, O Efeito Medici

A internet é uma Florença virtual, onde a diversidade impera, se relatam emoções e se dão a conhecer novas experiências, sucessos e erros.

“Quando se pisa uma intersecção de domínios, disciplinas ou culturas, é possível combinar conceitos existentes num número extraordinário de novas ideias.” – Frans Johansson

Simplicidade

26 26UTC Dezembro 26UTC 2009 por jabaldaia

Vale a pena ver e procurar a direcção!

“Três regras de trabalho: Fora da desordem encontrar simplicidade; Da discórdia encontrar harmonia, No meio da dificuldade reside oportunidade.” – Albert Einstein

Books – Uma opinião impossível!

23 23UTC Dezembro 23UTC 2009 por jabaldaia

Excesso de oferta causa congestionamento na central de tomada de decisão! 

Existe concerteza muita matéria útil e com pontos comuns, mas uma tão vasta gama de artigos, dificulta as opções de natal ou as leituras de alguém interessada nas matérias. 

Numa rápida busca, na Amazon, com temas resultantes de brainstorming, surgiram-me resultados surpreendentes: 

O conjunto de resultados é cópia directa do site da Amazon. 

Books“The future business” 

Showing 1 – 12 of 63,513 Results 

Dividido

Books › “Emotional business“ 

Showing 1 – 12 of 10,603 Results 

  Books › “Design thinking business“ 

 Showing 1 – 12 of 1,085 Results 

Books › “Design thinking“ 

Related Searches: design

Showing 1 – 12 of 11,158 Results 

 Books › “creativity and innovation business

 Showing 1 – 12 of 2,268 Results

Books › “change and management“ 

Showing 1 – 12 of 71,084 Results 

O conjunto de resultados é cópia directa do site da Amazon.

Talvez só um acto de serependidade possa resolver o problema de escolha, ou então teremos que ir já munidos de requisitos e decidir.

Estes livros fazem parte de um universo de cerca de 5 milhões disponíveis por esta via.

O mais natural será escolher o autor ou o título mais falado ou escrito recentemente. Mas se tivermos uma orientação a redução é catastrófica.

Leia e pense! Um bom conteúdo é como um bom pequeno almoço, dá energia, logo pela manhã!

Ver em 2010

22 22UTC Dezembro 22UTC 2009 por jabaldaia

Ao ver, olhei e…

Fomos ensinados a colocar uma grande importância na conclusão, mas há também uma grande sabedoria em saber parar.

Parar para ver o que se passa e o que aconteceu.

Ver e olhar, remexendo nos pormenores que são muitas vezes estímulos para a criatividade.

Parar para rir e encontrar alegria nas pessoas que trabalham connosco. Parar para pensar que há mudanças à nossa volta e que se traduzem em pessoas com necessidades diferentes daquelas que nos ensinaram como tendo prioridade em satisfazer.

Hoje a geração mais idosa tem idades nunca antes atingidas e para satisfazer as necessidades das pessoas com essa idade não temos a experiência para nos guiar.

É um ponto de honra: Nunca ninguém observou, viu ou olhou uma geração com essas características.

Há necessidade portanto de agir! Há necessidades que nunca foram sentidas, há emoções e à pessoas que apelam à nossa criatividade.

Não há idade para aprender nem para ser feliz.

As famílias mantêm a expectativa de soluções para resolver os problemas de idosos e das gerações futuras. Importa planear 2010 e anos seguintes para conciliar necessidades tão diferentes.

As escolas e os estabelecimentos de apoio a qualquer geração precisam de um novo design. Os cuidados de saúde são pioneiros nessas tarefas e todas as áreas ou ambientes que alimentam o bem-estar desses consumidores deverão procurar o seu próprio desenho.

A criatividade centrada nas pessoas é um caminho eficaz para encontrar soluções. Há que refinar grandes projectos, acessibilidades e provocar a simplicidade.

Pela aplicação da subtracção poder-se-á simplificar a utilidade de muitos produtos e serviços e torná-los portanto queridos dos consumidores. A usabilidade aliada à elegância cria satisfação e facilita as escolhas.

Refinar é um acto de transformação do supérfluo em necessário, do complicado em simples, do manual em nota, do inacessível em possível.

As organizações em que os seus membros comunicam entre si e tem abertura para o exterior são aquelas que estão prontas para os desafios da competitividade.

A tecnologia acelera sem discriminação e talvez por isso produza tanto resíduo não reciclável.

O tempo e os livros

21 21UTC Dezembro 21UTC 2009 por jabaldaia

Tempo para criar e tempo para ler

Sempre às voltas com o tempo ainda há espaço para visitar alguns blogs.

A época é de oferta e de balanço e aqui ficam dois tópicos:

Innovation is Not Free by Paul Sloane – Blogging Innovation

 “The message is clear. The leader has to free time for innovation in order to empower people to come with great ideas and to explore them. Whether it is one day a week or one day a quarter, time for innovation is critical.”       

Jose Baldaia said…

It is true, innovation is not free. But we must see the time spended in ideation as an investment. Innovation brings business when we have a good direction. People who works in organizations have needs: responsibility for results, respect for ideas and recognition. I think rewards are necessary but they are not so important as time to liberate ideas and to think how much of me is part of the final outcome.
Normally an organizations say :”We have no time to think about time” what means “we have no time to think about people”, therefore they don’t think about them self’s, they don’t think!

Tem-se assistido a uma nova fase de reflexão sobre a utilização das redes sociais e outras ferramentas de socialização.

O Outono

Ficam algumas interrogações!

Are Books Really Critical Or Just On A Steep Decline?  - Stefan Lindegaard

“Harvard Business Review is a good example on this. I have read great articles that delivers a lot of substance over 10-15 pages. I have often been disappointed when I then read a book on the topic from the same authors as it was often too long and not to the point.”

Jose Baldaia

Hi Stefan!
A good book shapes my perception of the truth at least during some time and motivates me to learn more about the subject proposed in the book.
I know it is the single opinion of the author and I search for the contradictory to be aware from reality.
Posts in blogs allowed me to see many perspectives (different backgrounds) on the same subject and different opinions about the way we should read the authors.
Combine books and blogs is the best way to be critical, and we often do that, and it will be the same way with your next book.

É bom não ver passar o tempo sem uma pequena reflexão!

Liderança e Inovação

19 19UTC Dezembro 19UTC 2009 por jabaldaia

Os líderes construtores em tempo de inovação

A base da competitividade, mudou de forma decisiva para, a inovação.

A maioria das ferramentas de gestão e abordagens ainda são orientados para explorar ideias estabelecidas em vez de explorar novos caminhos.

A gestão tem de ser reinventada de forma a:

Desenvolver a colaboração entre pessoas com diferentes perspectivas sobre um problema

Acreditar que a criatividade se desenvolve em situações onde disponibilidade temporal.

Repensar os sistemas de incentivo à luz do que realmente motiva a criatividade, um desafio intelectual e de afirmação pública.

Permitir a criatividade de todos e não apenas de alguns “escolhidos”

A liderança tal como é vista hoje é muitas vezes associada ao não benéfico, como são exemplo alguns líderes políticos espalhados pelo globo. Liderança é a arte produzida por um líder. Hoje numa sociedade mais colaborativa e com as ferramentas facilitadoras disponíveis importa ir lado a lado com os colaboradores da organização ou equipa

Construir

 Umair Haque em “ O Manifesto dos construtores” – HBR deixa alguns princípios para construir um amanhã melhor:

  • “O chefe depende da autoridade, o líder da boa vontade. O Construtor depende do bom.
  • O chefe inspira medo, o líder inspira entusiasmo. O Construtor é inspirado – por mudar o mundo.
  • O chefe diz “eu”, o líder diz “nós”. O construtor diz que “todos” – as pessoas, comunidades e sociedade.
  • O chefe atribui a tarefa, o líder estabelece o ritmo. O construtor vê o resultado.
  • O patrão diz: “chegar a tempo,” o líder chega lá antes do tempo. O construtor garante que “chegar lá” importa.
  • O chefe corrige a culpa pelo colapso; O líder corrige o colapso. O construtor impede o colapso.
  • O patrão sabe, o líder mostra como. O Construtor mostra por quê.
  • O patrão faz do trabalho penoso; o líder faz do trabalho um jogo. O Construtor organiza o amor, não o trabalho.
  • O patrão diz: “Vai”; o líder diz, “vamos”. O construtor diz: “venham”.”

 Todos temos a nossa concepção de liderança correcta e todos estamos conscientes de que não há modelos eternos.

Criar ou desenvolver novas competências de liderança é uma atitude que demonstra querer abraçar a Inovação.

                “

O meu tempo para ser criativo

18 18UTC Dezembro 18UTC 2009 por jabaldaia

Não tenho tempo!

Aos colaboradores de uma organizam que pretendam explorar um projecto da sua autoria dentro do seu horário numa organização, é colocado um ambiente negativo de interrogações.

Não as interrogações que geram inovação como, “E se…?”, mas aquelas que andam aliadas ao cálculo e análise, e que se resumem em:

Quanto custa?

E se não resultar?

Há experiências por todo o mundo que comprovam que, a cedência de parte do tempo de trabalho de um colaborador para a criação e desenvolvimento de projectos, dá resultados, como na Google. Uma pequena ronda pela Web e criaremos uma listagem com dimensão suficiente para compreender a importância deste tema.

O tempo disponibilizado ou a disponibilizar traz autonomia ao colaborador o que se traduz em motivação.

A responsabilização pelos resultados num ambiente em que o relógio faz parte da liberdade criativa do colaborador é vista como uma reconhecimento.

E se resultar?

O colaborador deve ser devidamente e imediatamente reconhecido pelo seu trabalho.

Quanto custou?

É a hora de verificar que não foi uma despesa inútil, antes um investimento.

As organizações que procuram desenvolver (design thinking) as motivações intrínsecas tem uma vantagem acrescida em relação àquelas que preferem a “cenoura”, a aceitação por parte dos colaboradores de que fazem parte de uma grande equipa.

Essa equipa preocupa-se em aprender uns com os outros, em retirar do aborrecimento os seus colaboradores, e criar a colaboração e não a competição.

“A competição entre indivíduos, especialmente do género “o vencedor ganha!”, inibe a criatividade.

As restrições, como prazos, inibem a criatividade, embora existam algumas pessoas que têm consistentemente altas taxas de criatividade em tais condições.” Teresa Amabile – Wayne State University

reBlog from avc.com: A VC

18 18UTC Dezembro 18UTC 2009 por jabaldaia

I found this fascinating quote today:

First WordPress allowed posting and reading wordpress blogs via the Twitter API.avc.com, A VC, Dec 2009

You should read the whole article.

Foco na Inovação

17 17UTC Dezembro 17UTC 2009 por jabaldaia

O futuro da Inovação

 

A orientação com foco no consumidor ou utilizador de pensar design, também chamada por Idris Mootee de engenharia do “desejo humano” ajuda a criar novos produtos ou serviços, que têm mais significado para o consumidor e para o mercado.

Segundo Idris e, com base na sua própria experiência de 25 anos de consultoria em estratégia, 60% dos problemas de negócios do mundo podem ser resolvidos pelo pensamento de design, 20% é sobre os problemas das pessoas e os outros 20% simplesmente não são resolúveis.

No pensar design a experimentação utilizada em estágios iniciais de um projecto, protótipos, que produzem ideias suficientemente rápidas para falhar e aprender.

Os constantes refinamentos de um plano inicial traduzem as ideias em conceitos e, finalmente, em produtos ou serviços e guiam a equipa no balanço certo da fiabilidade, viabilidade e desejabilidade.

Futuro?

Quando se mantém uma imagem abrangente sobre o projecto e em qualquer momento, mesmo quando trabalhando nos detalhes da solução, tem-se em consideração em que ambiente, um serviço ou produto, se irá mover.

 As equipas que mergulham ou se movem junto a um projecto beneficiam da interdisciplinaridade. Por muito ambíguas que sejam as ideias e, porque não há lugar a respostas certas ou erradas, gera-se o benefício mútuo dos conceitos que emergiram.

A narração que ultrapassa os conceitos pode dar lugar a uma facilitação da viabilidade e da desejabilidade.

“Inovação só é possível quando se desafiar a norma e uma breve interrogação for efectuada, torna-se inerente ao trabalho quando tentamos encontrar a melhor resposta possível para um problema. Mais precisamente quando encontrar oportunidade se torna mais importante do que a resolução de problemas, o que leva a respostas que não eram aparentes ou inexistentes – onde design é intimamente relacionado com o inventar.” Christiane Drews

 Design a pensar na estratégia de negócios pode ajudar a explorar as oportunidades de crescimento, resolver problemas complexos, e atingir uma diferenciação significativa. Idris Mootee