Archive for Janeiro, 2009

JÁ HOUVE MAU TEMPO!

30 de Janeiro de 2009

Sempre me pareceu facilitador de uma boa aceitação das palavras, pensamentos, ideias ou projectos, a criação de um clima propício para o efeito. Como diria Brecht : “Sente-se!…Está sentado?…”.

 À partida!

Talvez…! É a palavra que muitas vezes faz de porta entreaberta e, “talvez” por isso tantas vezes é usada. Sendo ambígua cria ansiedade e incerteza. Provoca a falta de consciência ou pelo menos procura induzi-la.

 Por isso quando pretendemos um bom ambiente, um bom momento o “talvez” poderá não ser a melhor opção.

Pode passar a altura certa. Estamos a falar de quando devemos agir. Que variedade de atitudes possíveis eu me apresento em situações delicadas? Que gradiente eu criei para mim? Será insegurança eu não aceitar o “talves” ou incapacidade de o gerir?

 

Falta-me a paciência!

 

Tomemos consciência destas possibilidades e actuemos sempre na procura da direcção certa. Uma indecisão quando demasiado prolongada pode criar mal estar por parte de quem aguarda e um acumular de tarefas pendentes por parte do decisor. Mesmo que sejam só exercícios mentais.

Eu pensava e decidia rapidamente a maior parte das vezes, ponderando rapidamente os prós e os contras. Não conhecia ainda os pontos fortes e os fracos (meus e deles), nem sobre eles reflectia. Não me tinham sido dada a conhecer uma forma estruturada de análise.

Dava pouca importância a aspectos colaterais e à contingência (palavra “cara” quando a utilizei pela primeira vez e tentava explicar o que era uma abordagem contingencial, tal como hoje acontece quando se fala em “disruptiva”).

 

À medida que fomos evoluindo, eu e eles, à medida que o tempo foi passando, fomos experimentando e corrigindo formas de dizer e de agir, de pensar e até de reflectir.

O facto de ter tomado consciência desta minha necessidade de pensar as coisas e sobre as coisas, acarretou cansaço e choque com terceiros. Esta mania de ter de pensar em quase tudo, de explorar todas as possibilidades, prevendo problemas e procurando soluções antecipadamente acabou por se transformar em serenidade e criou uma resistência de fundo para ultrapassar obstáculos. Mas, nem sempre foi assim!

 À procura!

Eu não sabia, em determinadas alturas, que era capaz de imprimir dinâmica e vitalidade aos meus dias. O futuro passou a crescer comigo, os objectivos alargaram-se, multiplicaram-se e surgiram resultados. 

Mesmo quando para muitos, algumas realizações muito importantes evoluíam, principalmente do ponto de vista financeiro, eu continuava a procurar investir nessa meta comunicação. Não porque não desejasse essa mesma melhoria, mas porque era tempo de reprocessar os traçados para lá chegar.

Imergir nas formas de pensamento, no porquê das palavras, no seu conteúdo e no seu uso e nas articulações.

Verificar que afinal há tempo para cimentar as boas estruturas, criar muros que impeçam cheias de informação e canais que distribuam a energia gerada por tantas experiências vividas.

 

Talvez...!Há mares de calmia e há mares revoltos!

Há planicíes de alegria e montanhas de sofrimento!

Há flores de todas as cores e põr do sol no horizonte!

Há rios que transbordam à minha passagem e portas que se fecham!

Há felicidade sem juros e amizade sem conta!

Há vontade e tempo, de dia e de noite!

Há fogo que alimenta este querer ser!

Há apatia e emoção!

Há paz e raiva em erupção!

Mas o que importa

É amar!

 

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BOM DIA!

29 de Janeiro de 2009

 

 

..e um bom trabalho!

..e um bom trabalho!

 

Eu sabia, porque os meus pais me ensinaram, onde, quem, como e quando deveria cumprimentar esta ou aquela pessoa.

Eu sabia que tinha que me adaptar até à cultura da região por onde passava.

Hoje também sei! Mas só porque isso é possível e se me interessar. Se dedico parte do meu tempo a aprofundar conhecimento sobre crenças e costumes de pessoas, de grupos. Só catalogando!

Nem tanto ao mar nem tanto à terra, porque aquilo que eu não sabia era que, um dia um fenómeno de internacionalização, iria banalizar gestos, palavras, sinais, formas de estar e assim reduzir o número de peças a jogar neste tabuleiro de “cumprimentar os outros”.

O mesmo fenómeno alargou-se a uma vasta área do conhecimento onde as formas para o desenvolver são inúmeras.

Não imaginava, quando não era pai, nem tão pouco me preocupava, como seriam os meus diálogos ou conversas com os meus filhos. Imaginava sim, como iria transmitir o que tinha aprendido até então e, à medida que fossem crescendo iria explicar o porquê, de tantas coisas que eles iriam pensar, imaginar, sonhar ou vivenciar.

Procurava informação que me ajudasse a dar credibilidade á respostas possíveis às perguntas que eles iriam colocar. Calculava os momentos de silêncio adequados à sua legítima privacidade ou à minha pouca experiência em dizer, “..não sei!” ou “…não dou!”.

 

No fundo trata-se apenas...

 

E passo a passo fui corrigindo algumas atitudes e solidificando a minha assertividade.

Este aspecto parece-me uma das atitudes de reflexão mais profícuas que experimentei.

Não só foi lapidando respostas, como as fui adequando a uma forma de estar que me granjeou serenidade e que, ao tentar transmiti-la a estes meus interlocutores privilegiados senti que, fui premiado com uma descendência, também ela com Sol.

Curioso notar que em alguns momentos, esta capacidade de saber dizer “sim” e saber dizer “não”, de acordo com aquilo que considero serem os meus valores e princípios,se confundia com arrogância, rebeldia ou autoritarismo.

A receita não seria completa senão lhe permitíssemos um pouco de humildade, q.b.,

 

O “saber” reconhecia o erro, não perpetuava discórdias, acalentava soluções.

 

Mas sé é certo que se trata de um núcleo restrito, eu e eles, também noutros grupos haveria de funcionar.

Veio-me à memória (como dizia Sérgio Godinho) a minha experiência como formador. Passe a modéstia, esta actividade foi crescendo em qualidade à medida que o polimento das arestas foi sendo realizado.

 

De indivíduo sabedor, com estatuto e qualificação, até parceiro de actividade, provocando reciprocidade na transmissão do saber e na procura do melhoramento da aprendizagem de algo bem como da sua aplicação fui refinando a nossa assertividade.

A experiência resultante da aprendizagem com tutor, faz lembrar uma àrvore adulta que suportou no seu crescimento uma estaca, ´´e aprumada e robusta!

No fundo tratava-se apenas de uma estratégia de abertura, sem barreiras mas com sinalização, procurando conhecer e dando a conhecer o meio ambiente.

 

Aquele “bom dia!”, que os meus pais, tanto questão faziam, que eu aplicasse bem…É lindo!

 

Boa tarde e até depois…

A aprendizagem..

28 de Janeiro de 2009
 

A aprendizagem é cada vez mais uma forma de sobrevivência. Cada experiência transforma-se em matéria de ensino, seja para aplicar seja para evitar.

Como gerir esta necessidade de estar na moda e ser capaz de vislumbrar o sol todos os dias?

Entenda-se moda, a actualidade, o estar actualizado, o ser capaz de dar respostas, dia-a-dia, sem a preocupação de ouvir o “já não se usa” ou “Isso já foi, agora…”.

Recordo-me bem de ter utilizado estas expressões a propósito do “foi assim que aprendi” e do “…ora pergunta à tua mãe…”.

O Sol que transmite energia é bem o símbolo daquilo que todos os dias necessitamos para garantir o (nosso) bem-estar. Isto claro para quem se preocupa com o crescimento e uma vida saudável intelectualmente.

Já agora uns minutos de descanso em :

 Concerto de Aranjuez

Só o facto de reflectir sobre este bem-estar, é, de per si, sinal de preocupação dessa saúde.

Por, isso à medida que vamos procurando adequar

Avaliação sem ondas!

Avaliação sem ondas!

 a informação, que nos chega (hoje a quantidade é tão grande!), às necessidades que diagnosticamos para o nosso trajecto, vemo-nos obrigados a avaliar não só conteúdos como a sua origem.

E cá estamos nós, outra vez, frente a um interlocutor, que sendo muitas vezes passivo, isto é, não permitindo a interrogação sobre a validade dessa informação, nos coloca em níveis de segurança não desejáveis.

Eu sabia, e sempre houve, que havia necessidade de separar o trigo do joio, só que não imaginava que teria de utilizar, instrumentos, ferramentas que me permitissem seriar tanta informação e tão rapidamente.

Daí que não pensava que teria de aprender a aprender e que aquilo que parecia intangível, afinal é alcançado por tanta gente.

Então onde está aquela segurança que sentimos quando julgamos ser “iluminados”? Afinal hoje parece haver tantos e bons “iluminados”. Ainda bem!

 

Mas esse Sol que afinal brilha para tantos, cuja energia finita, apenas se esgota quando provocamos sombra ou criamos a noite, está lá para nós também. Basta querer.

 

Ontem eu sabia que aquela cultura geral tão boa, mesmo que não bem fundamentada, muitas vezes apenas significava que o meu tempo também era ocupado com leitura e reflexão.

Aquela especialidade generalista é mais facilmente reconhecida se for encarada como um conjunto de especialidades a que dediquei trabalho, investigação experiência e alguma divulgação.

 

Todos os dias repensamos a forma de clarificar e evidenciar o conhecimento.

Catalogamos os nossos interesses, criamos caminhos ou vias de abordagem diferenciados. Apontamos as nossas reservas a alvos privilegiados, fazemos o balanço e catapultamos para outro dia cheio de emoções e novidades. Procuramos a nova. Adaptamos o criado e inovamos para satisfazer necessidades e até sonhos.

 

Sonhar é fácil?

Falar sobre o que penso, para sabe agir!

26 de Janeiro de 2009

“Innovation – any new idea – by definition will not be accepted at first. It takes repeated attempts, endless demonstrations, monotonous rehearsals before innovation can be accepted and internalized by an organization. This requires “courageous patience.”

 

– Warren Bennis 

 

de lá para cá
de lá para cá

 

 

 

 

Nestes passeios de lá para cá e de cá para lá, mexendo num qualquer galho partido, olhando as nuvens, calculando o tempo que o sol demora a voltar a resplandecer, criamos intervalos numa pretensa linha de raciocínio e julgamos saber que pensar é bom, principalmente porque não vamos encarar o sofrimento.

 

Isto era o que eu não sabia!

 

Cor e aroma

Cor e aroma

Privilegiar o princípio do prazer em detrimento do princípio da realidade, são atitudes que devem ser ponderadas a todo o momento. Daqui uma noção de pertinência a explorar.

 

Hoje eu penso que sabia quais as minhas obrigações e como deveria construir o modelo que eu julgava vir a ser.

A informação que recolhi, seleccionei, arrumei e supus consolidada, entenda-se consolidação como factor que permite o uso desse saber como útil, é aplicável em qualquer tempo. Essa informação é agora invariavelmente utilizada através de um processo de reciclagem contínuo.

 

Muda-se o referencial, não só pelo sentimento que emerge juntamente com a lembrança, como pelo referencial dos meus interlocutores também esse em mutação constante.

Este aspecto mais parecido com a história da evolução da fotografia, desde ” a preto e branco” até ao vídeo em HD, acumula a necessidade de um estudo permanente e portanto actualizado dos actores que preenchem a nossa vida.

Transmitir informação, seja ela através de um olhar ou um gesto repentino e agressivo, ou por um conjunto de palavras, sonorizadas com um trotear, obriga à percepção do outro e do meio ambiente. Devo ser “respeitador” do outro, isto é, devo pelo menos ter consciência do outro e do que ele implica.

 

Raramente isto acontece porque quase sempre sou não suficientemente egoísta mas demasiado egoísta.

 

Aquilo que eu pensava que sabia, era que quase sempre tinha razão, até porque lia com frequência, memorizava com facilidade e possuía uma certa habilidade para trabalhar conceitos e reacções.

Acima de tudo eu pensava que éramos poucos os que conseguiam essa aureola de “à direita da curva normal”. E pensava assim porque era reconhecido e compensado com elogios, com crescimento no meio ambiente, com os trajectos, com que muitos sonhavam, realizados.

Para além disso, essa minha forma de estar, era resguardada pela não preocupação em saber como iam as coisas lá fora (de mim!). Não as conhecendo não criava a necessidade!

Esta é aliás uma boa desculpa para se ser perito em áreas desusadas ou particularmente específicas. Tudo isto, apesar de ser gente de cultura vasta. Um pouco a imagem de quem percorre livrarias e memoriza títulos e, de quando em vez, lê o índice a par de algumas criticas em revistas da especialidade.

Figuras já conhecidas em muitas praças.

Todos nós conhecemos ou até já fomos autores de trabalhos com origem em três ou quatro tópicos e com a atrás referida habilidade construímos um texto lógico, avaliado de bom. Sabe-se lá por quem!

Esta estratégia, se assim se pode chamar, continua em grande desenvolvimento, passando de geração em geração.

 

The person who reads too much and uses his brain too little will fall into lazy habits of thinking.”

 

 

Cruz de einstein

 

– Albert Einstein  (1921, Nobel Prize in Physics) 

 

 

A ambiguidade surge agora em tentar reconhecer no outro que planos estão desenhados ou quais os objectivos pretendidos.
 
Continuamos a fazer de conta que sabemos e procuramos iludir o nosso interlocutor, ou falamos do tempo e do preço que se altera nas férias ou na feira do livro.

Em alternativa procuramos outras formas de mostrar que sabemos, que temos razão, ao falar alto ou rápido, apelidando ou menosprezando.

Afinal, como se constrói uma boa conversa? Afinal, até que ponto eu sou capaz de transmitir informação e ao mesmo tempo ter a noção de que sou bem recebido e útil?

Se a minha intenção é afirmar e confirmar o meu papel, seja ele pai, companheiro ou amigo, filho ou simplesmente um qualquer ausente naquele cenário (eu quero sair daquele filme), qual a roupagem que devo vestir?

Começo por fazer uma revisão de tudo aquilo que representa o meu histórico, as minhas raízes, o meu tronco, rama, flores e o seu aroma, os seus frutos. Arrumo tudo aquilo de que não necessito, deixando por perto algo que me possa ser útil, como se esperasse mudança de tempo.

 Posiciono a informação que considero pertinente para transmitir e preparo o ataque e as defesas, mesmo que singelas. Apesar de tudo mesmo um “Bom dia”, tão rápido a proferir, pode demorar a digerir , quer ele quer a expectativa gerada.

Ontem, eu sabia quem era o destinatário, aquilo que dizia ou escrevia, à parte as espionagens que comparativamente com os dias de hoje eram diminutas.

Era a diferença conhecida entre, aqueles que tinham qualificação escolar ou viajavam, os que tinham informação privilegiada, e os que não tinham qualificação ou contactos exteriores ao seu sítio do costume, que permitia o estatuto diferenciador do conhecedor, do modelo.

 

Viveu-se durante muito tempo, talvez os últimos cinquenta anos, a duas velocidades, aprender hoje e ensinar toda a vida.

 

Hoje é um pouco diferente. Aprender hoje, a aprender o amanhã e, o saber com um leque temático cada vez maior, é efémero mas intenso.

 

 

Do how?…ao Uhauuu!!…

25 de Janeiro de 2009

 

 

 
Fruto que suporta a crise

Fruto que suporta a crise

“Just as energy is the basis of life itself, and ideas the source of innovation, so is innovation the vital spark of all human change, improvement and progress.”

– Ted Levitt  ( Marketing Guru)
 
 
 
 
 
 
  Se é verdade que, a ideia de sucesso produz sucesso ou, a ideia de ideia produz actividade, então a minha “ideia de inovação”, produz alguns pensamentos, sobre o que se passa no mundo maravilhoso da Inovação.

Confundir criatividade com inovação é um hábito comum a quase todos os interessados em novidades.

Dados, informação, conhecimento, sabedoria são estádios do nosso pensamento sobre que vale a pena reflectir.

 

 

“Imagination grows by exercise, and contrary to common belief, is more powerful in the mature than in the young.”

– W. Somerset Maugham  ( English novelist and playwright , 1874-1965)
 
 
  
 via...O QUE EU PENSAVA QUE SABIA 

(Em jeito de pensamento corrido e recorrendo às memórias de algumas experiências, mesmo contando com algumas deformações, porque há alguma coisa não quer que eu escreva como deve ser. Mais adiante se verá!)

 

A autoconfiança no domínio do conhecimento, que julgamos possuir, deve levar-nos pelo menos à interrogação, ao levantar de questões sobre a pertinência do saber, da sua validade ou da sua realidade.

Em dado momento aquilo que, pensamos saber e nos parece interessante abordar, até numa pequena conversa ao jantar, pode muitas vezes transformar-se em fósforo para incendiar irritações, criar aborrecimentos ou ser entendido como falta de respeito.

Da mesma forma aquilo que em dado momento seria uma atitude assertiva e, sendo colocada com aquela “certeza”, a que muitas vezes nos habituamos mal, transforma-se em arrogância e, não menos grave, sendo de pai para filho em autoridade desusada e sem crédito ou proveito para o futuro de ambos.

 

Aquela verdade que, não sendo apodíctica, nos soava a conforto quando a proclamávamos, aquela verdade que serviu de alicerce a tantas realizações, treme de ansiedade ao ser posta à prova naquele, tão inapetecível momento em que me confronto com “este não é o meu tempo”.

 

É que o tempo “corre” , a velocidades, cada vez mais difíceis de controlar.

 

O meu tempo, esse meu tempo com aroma a” já era”, só o é porque, eu não parei para me inscrever nessa maratona.

O meu tempo é o tempo que eu conseguir, a cada momento, enquadrar nos objectivos que pretendo atingir.

Quero ter tempo para estar no ambiente que escolhi quando quis crescer.

 

Agora que sou grande também quero ter tempo para ser criança, para ensinar aquilo que achava que sabia e que, sirva pelo menos para que se discuta qual a verdade que dá mais jeito nesta ou naquela circunstância.

 

O que eu sabia era que havia valores, cultura (hábitos e costumes), saber, felicidade e dor, riso e alegria, bem-estar e incómodos, certezas e inverdades, dúvidas e realidade.

Aquilo que eu sei é que vale a pena tentar pensar sobre o que aprendi e como vou utilizar isso com os outros.

 

Por vezes pensar, sem limites temporais ou sem local escolhido para o efeito, traz algumas novidades que eventualmente já experimentamos, mas que agora nos parecem mais úteis.

 

Também sem posturas pré-concebidas, como “preciso do meu canto para pensar”, ou com atitudes peripatéticas, sem julgar ser Aristóteles ou ainda com dúvidas metódicas, deambulamos, provocando a incerteza à procura de uma resposta. Quase sempre não sabemos a que questão mas que importa seja de modo a não nos incomodar.

 como num poço com fundo...

Que bom pensar por simples prazer, fantasia, imaginar um qualquer cenário, afastando tudo o que se prevê portador de ansiedade ou angústia.

É o medo do desconhecido, do receio de não ser capaz de aguentar a pressão, o medo de ser apontado, qual caricatura do desajeitado, ou pior, ignorado.

Será que pensar cansa?