Archive for Novembro, 2009

Design Thinking no WEF

30 de Novembro de 2009
 
 
 
 
 

DUBAI

 

Preparar o futuro!

“O design é um agente de mudança que nos permite compreender as mudanças e os problemas complexos, e transformá-las em algo útil.”

Notas a propósito da reunião do Conselho sobre Design no WEF – Dubai

O conselho sobre Design identificou seis princípios de design, que nos devem ajudar a desenvolver novas ideias e estratégias para resolver os problemas de todos nós e que podem ajudar os sistemas de cooperação internacional:

  1. Clareza ou transparência: Problemas complexos exigem soluções simples, claras e honestas.
  2. Inspiração: Soluções bem sucedidas irão mover as pessoas, satisfazendo as suas necessidades, dando sentido às suas vidas, e aumentando as suas esperanças e expectativas.
  3. Transformação: Problemas excepcionais exigem soluções excepcionais que podem ser radicais e até mesmo perturbadoras.
  4. Participação: As soluções eficazes serão colaborativas, inclusivas e desenvolvidas com as pessoas que as irão utilizar.
  5. Contexto: Nenhuma solução deve ser desenvolvida ou entregue isoladamente, mas deve reconhecer o seu contexto em termos de tempo, lugar e cultura.
  6. Sustentabilidade: Toda solução deve ser robusta, de fundo, e projectada com respeito ao seu impacto de longo prazo sobre o ambiente e a sociedade.

Um novo dia!

Algumas iniciativas a promover no âmbito deste trabalho:

Criar símbolos universais para incentivar o consumo sustentável – Duas “pegadas” uma para a água utilizada em produtos e embalagens e outra para o uso de combinados de carbono.

Design a pensar na educação – Proporcionar uma metodologia que permita identificar e compreender os desafios globais, fomentando a criatividade de forma a promover a concepção e implementação de soluções.

Ciclo de vida ajustado aos sistema de valores – Alterar o sistema de valores, avaliando os custos para a sociedade resultantes do nossos modo de vida. É uma mudança radical, para que uma geração cria activos para a geração seguinte, em vez de dívidas

(Fontes: Tim Brown e Brian Collins)

Os membros do  Conselho sobre Design, que chegou a Dubai incluíam Paola Antonelli, Tim Brown (presidente), Craig Branigan, Kigge Hvid, Chris Luebkeman, John Maeda, Mokena Makeka, Toshiko Mori (Vice-Presidente), Kohei Nishiyama, Alice Rawsthorn, Sudhir Sharma e Jens Martin Skibsted com a liderança de Emma Loades no Fórum Econômico Mundial.

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Permissão para não ter más ideias!

29 de Novembro de 2009

De entre algumas leituras,

 Em “Innovation Perspectives -Blogging Innovation”, podemos encontrar um conjunto de artigos escritos por vários autores com formações e orientações diversas que são credores de uma leitura contínua. Eis um exemplo:

 Steve Todd – Do you need permission to innovate?

…“Do I need permission to be productive? Absolutely not! Productive people earn the right to innovate. When an employee not only meets but exceeds their corporate goals, they’ve given themselves the right to explore new opportunities. So go ahead and get started. The worst thing that can happen is that management might be surprised to see your extra effort (hopefully they’ll be pleasantly surprised). Managers are also likely to be forgiving if they know that you’re someone who delivers.

Of course, lack of productivity works against you. If you can’t do your day job effectively, who’s going to believe you when you propose something innovative?”

 Jose Baldaia said…

Hello Steve!
This is a very clear and motivational article.
I think besides your permission an innovator needs her permission. In fact fear must be changed by audacity. Being part of productive people he may consider the permission already given.
If it is necessary, sometimes big ideas need it, he may forgot the command chain and make deliveries directly to the top. And if he had strong collaboration he has all the supports he needs to not have unethical behavior.

 

Já em “The heart of innovation”  blog de “Idea Champions”, Mitch Ditkoff fala-nos da conversão de ideias que é uma boa ajuda para combater o criticísmo e aumentar a auto-estima.

“The Good Thing About Bad Ideas

“…The key for aspiring innovators? To find the value in what seems to be a “bad idea” and then use that extracted value as a catalyst for further exploration. The following technique, excerpted from Awake at the Wheel, shows you how…

…HOW IT WORKS:

1. Bring a challenge, question, or problem to mind.
2. Conjure up a really bad idea in response to it.
3. Tell another person about your bad idea.
4. The other person thinks of something redeemable about your bad idea — and tells you what it is.
5. Using this redeemable essence as a catalyst, the two of you brainstorm new possibilities….”

Hi Mitch!
This is what I call work on others ideas. It is very useful because we “can use the six hats” to mix the contents with different roles and it turns everyone more productive. May be with a large group this can transform brainstorming in a Fun Factory.

Posted by: Abaldaia.wordpress.com

São dois bons exemplos para combater sentimentos de fracasso na coloboração necessária para a mobilização de estratégias de inovação.

“The best ideas come as jokes. Make your thinking as funny as possible”.- David Ogilvy

O que se faz com uma boa ideia?

28 de Novembro de 2009

Ter uma boa ideia já não chega!

Resultado de alguns processos de facilitação de geração de ideias aparece uma que se distingue e merece um aplauso. Ela está no pódio porque passou com nota máxima na avaliação incluindo o alinhamento com a estratégia da empresa.

Mesmo quando as métricas estão bem uma ideia mal executada pode falhar.

O problema pode estar no desenho físico do produto: muito pesado, muito grande ou muito complexo. Demasiadas incrementações num só pacote podem levar a realizações imperfeitas.

É importante que esse desenho tenha em conta as necessidades do consumidor e que implique uma participação activa deste e não um consumismo passivo.

Daniel Pink fala da Psicodinâmica da afluência e diz: “Uma vez as satisfeitas as nossas necessidades tendemos a olhar para experiências emocional e significativamente satisfatória.

DP

Muitos serviços e produtos já ultrapassaram a barreira das nossas necessidades.

 Segundo Tim Brown o Design tem o poder de enriquecer as nossas vidas ao comprometer as nossas emoções através da imagem, forma, textura, cor, som e cheiro.

Devemos usar a nossa empatia e conhecimento das pessoas para desenhar experiências que criem oportunidades para uma aliança e participação activa por parte do consumidor.

Isso consegue-se com a chamada “engenharia das experiências”

Ver, Planear, Actuar, Refinar, Comunicar.

É com base na observação e contacto com as experiências dos utilizadores que se preenchem paredes com apontamentos, fluxogramas, fotografias, etc., e se parte para um protótipo que é construído para nos ajudar a pensar.

Pensar design pode ser aplicado não só a produtos e experiências mas também ao processo de inovação.

Constrói-se uma cultura de experiência fazendo de todos, pensadores design. Para isso é necessário olhar para trás do genérico e desenhar as experiências vividas e percebidas como únicas para o consumidor.

Para uma ideia se transformar numa experiência tem de ser tratada com o mesmo carinho com que foi concebida.

Uma experiência de sucesso requer uma participação activa do consumidor. Essa experiência do consumidor que parece autêntica, genuína e forte deve ser trabalhada por empregados inseridos numa cultura de experiências. Cada pormenor deve ser desenhado com profunda reflexão e precisão.

“Não é uma coisa tão difícil de fazer. A parte mais difícil é dar o primeiro passo – rompendo com sua maneira habitual de trabalhar e sair para o mundo.” Tim Brown (em Fast Company-2007)

Sê simpático ao inovar!

27 de Novembro de 2009

Os bons conselhos não se dão. Ou se partilham ou se vendem caro, mas há alguns que não tem preço.

Da Vinci gostava de observar os cursos de água como inspiração e conhecimento (analogias) para encontrar soluções que satisfizessem problemas que lhe eram apresentados.

Ao procurar resolver um problema sê simpático com os sentimentos negativos. A solução vai aparecer, não desistas.Inversão para negar o negativo!

Clarifica de novo o problema. Liberta a água dos resíduos tóxicos e poluentes.

Gera cursos de acção alternativos. Constroem barragens ao impossível.

Avalia as alternativas e selecciona o curso da acção. Trabalha como se estivesses a procurar conhecer  um rio de montante a jusante.

Inicia a acção mantendo a flexibilidade. Sê resilento  (capacidade de se recuperar rapidamente da doença, alteração ou infortúnio). Um curso de água facilmente volta para o seu leito.

Descobre a oportunidade na incerteza e na mudança. Um bom projecto pode criar albufeiras sem danificar eco sistemas.

Trabalha as ideias de outros que muitas vezes são abandonadas ou rejeitadas. Adopta-as.

Pede ajuda se necessário

O vídeo  inserido abaixo foi indicado pelo(a) Hypios através do seu blog e procura mostrar alguns aspectos de comportamento de um inovador. Curioso notar que este vencedor de um concurso utilza uma prática peripatética para pensar quando procura resolver problemas. (ver outros vídeos da Hypios)

Imaginação e fantasia trazem cor e alegria.

Convergência, simplicidade e elegância!

26 de Novembro de 2009

Afunilo um monte de ideias…

a que chamo convergência (apróximação a um valor definido de uma visão comum ou opinião ou ainda para um estado de equilibrio).

No linguagem de negócios podemos dizer que se trata de uma técnica, onde ideias de diferentes àreas ou participantes de um grupo de trabalho são colocadas juntas para encontrar uma única solução óptima a um problema definido de forma clara.

Ao procurar resolver um problema não devo apenas procurar a única solução.

É importante que seja única e se possível que resulte da subtração de elementos não rentáveis ou meramente acessórios. Algumas aplicações informáticas são um bom exemplo disso (excesso de funcionalidades).

Esta possibilidade (subtrair) vai de alguma forma comprometer um velho hábito que é “…e se tivesse mais isto? Ficava mais completo!”.

Eu diria ficava mais completamente complicado, (não confundir com complexo).

Importa a simplicidade, sinónimo de agilidade de processo e de rapidez. A simplicidade facilita a aprendizagem e permite a abragência da população a que se destina o processo ou produto e promove a elegância.

Um conceito, que emerge e que acomanha muitas vezes o negócio, chamado elegância, aquilo que não é habitual e é simples ou uma questão de bom gosto até nas palavras. 

 

De uma nuvem de ideias convergiu uma solução fruto de subtracções cujo resultado foi a elegância com requintes de simplicidade!

A inovação!

Aconselhamento: Leitura sobre o trabalho de John Maeda

Pensar design e a subtracção

25 de Novembro de 2009

A viragem comportamental não se assiste apenas em quem pede, ela é fundamentel para quem trabalha a necessidade.

Para além da capacidade de observação e da necessidade de empatia  com os

Conforto e simplicidade

Conforto e complexidade

membros dos grupos onde o pensador design se insere é importante que ele seja capaz de converter uma necessidade num pedido.Interiorizar que é preciso aprender com a vida dos outros e não se centrar na validação das suas ideias. Isto é um passo para óptimas realizações.

 Nem sempre as ideias são boas e muitas vezes ao fazer o balanço da sua vida, o pensador verifica que no seu portfólio, há muitos insucessos.

Lentos e pesados

 David Kelley da IDEO guarda muitos desses insucessos e Tim Brown declinou a um dos seus mais antigos funcionários o pedido de um hangar para guardar protótipos de uma vida de trabalho.        

Elegante e potente

É necessária uma viragem comportamental de dentro para fora, para além do indivíduo.

Para se poder libertar o poder do pensar design (Kevin Clark e Ron Smith-IBM) é necessário que o pensador design recorra a:

Inteligência emocional – Conectar os dois hemisférios docérebro e alinhar a “cabeça, o coração e o “estômago” (Marc Gobé)

Inteligência integral – Manter a ideia geral na cabeça.

Inteligência experiencial – Compreender, observar, conceptualizar, validar e implementar.

Se um pensador design não puder usar desta liberdade corremos o risco de sermos absorvidos por uma  complexidade inútil.

A inovação passa pela simplicidade e elegância.

O meu Pensar Design

24 de Novembro de 2009

O pensar design no nosso sistema de conhecimento

Roger Martin em “The Opposite Mind” introduz o conceito de Sistema Pessoal de Conhecimento como sendo a forma de pensar como é que adquirimos conhecimento e nos tornamos peritos.

Este sistema deve ser desenvolvido de forma consciente e explícita.

O nosso sistema pessoal de conhecimento é constituído por três componentes, postura, ferramentas e experiências.

Um pensador design dedica tempo e prática a dominar as suas ferramentas e competências inerentes ao papel que desempenha na organização. Mas ao mesmo tempo procura, conscientemente e explicitamente, experimentar novas coisas e atravessar novas fronteiras.

São competências únicas.   

Os desafios, para o pensador design, surgem porque se vê confrontado com, aquilo que é o modelo geral do mundo dos negócios, a orientação para o que é confiável.

Numa organização há, no entanto, necessidade de validar situações não exploradas o que permite a entrada do pensamento design.

Apesar de um dos seus principais atributos ser fazer perguntas (e especificamente: porquê?) ele deve suavizar pontos de vista extremos, tais como, considerar que o pensamento analítico não tem utilidade.

O pensador design deve criar empatia com os colegas de trabalho e deve ser capaz de falar as duas línguas: a “confiabilidade” (consistência da medida, estimativa) e a “validade” (força das conclusões).

Porqê? ...Porquê?... Porquê?

Então o que devemos fazer como pensadores design?

É importante abrir os olhos. A observação era um passatempo para Da Vinci, desde a observação da gota de água a cair num lago até às nervuras de uma folha.

Também como se pode apreciar no trabalho de Leonardo o pensar visualmente é uma abordagem que garante a obtenção de pontos de vista únicos.

Faça perguntas, muitas perguntas. Não pergunte: o quê?

Pergunte: Porquê? (Tim Brown)

Faça a sua encomenda de opções seguindo o caminho da divergência. Quanto mais opções melhor a solução, nem que para isso tenha de trabalhar sobre as ideias dos outros.

Os trabalhos de um pensador design são passíveis de sensibilizar qualquer um dos nossos cinco sentidos. Pegue no seu portfólio e faça um balanço.  O Design da sua vida de pensador tem uma história.

Emoção, Inovação e Diversão

23 de Novembro de 2009

Resolver problemas com emoção

À parte as questões da neurociência e de quem as controla, se hoje é o sistema límbico ou se amanhã é ele com a ajuda de outros sistemas, as emoções nos negócios são sempre vistas de dois ângulos: o do produtor/vendedor e o do consumidor/pagador.

Numa entrevista a “Ideaconnection” , Tom kelly, autor de “the Art of Innovation” fala um pouco sobre o papel das emoções no processo de inovação:

VB: Você diz: “A medida que você observa as pessoas nos seus ambientes naturais, não deve apenas olhar para as nuances do comportamento humano, mas também esforçar-se por inferir da motivação e emoção.” Quer falar sobre o papel da emoção no processo de inovação?

Tom Kelley: Uma parte de fazer o trabalho de inovação é compreender e pôr-se na pele dos clientes, a fim de resolver as suas questões. A vida não é sobre o que se costumava chamar de “apenas os factos”.

Se você se concentrar apenas nas especificações de um produto ou um serviço, você pode deixar de fora muita coisa. Na verdade, uma grande parte das descobertas de um antropólogo é a diferença entre o que as pessoas deveriam fazer, ou mesmo o que as pessoas dizem que fazem e o que eles realmente fazem. Mesmo se o que eles realmente fazem é irracional, você ainda tem que responder a isso.  

 Se você deixar de fora o conteúdo emocional, você pode ter as melhores especificações no mundo, mas as pessoas não podem comprar o seu produto ou serviço.

 Será que o iPod da Apple têm especificações melhores, ou melhor armazenamento de dados por dólar gasto do que outros leitores de MP3? Eu não penso assim, mas isso refere-se à emoção. Na IDEO tentamos lembrar o componente emocional em todos os nossos trabalhos.”

A natureza das emoções não só é posta em discussão na relação produtor/consumidor mas também entre a equipa ou equipas que gravitam em torno da ideia.

 Nestes grupos, chamados “grupos quentes” aparecem algumas figuras para que convém estar atento, sob pena de termos de admitir que o sucesso tarda e não vem, não porque eles causem constrangimentos mas porque eles são fundamentais:

 

São eles: “O visionário”, “O mata problemas”, “O Iconoclasta (ataca crenças estabelecidas) ”, “O tomador de pulso”, “O artesão”, “O tecnologista”, “O empreendedor” ou “O transformista”.

Como aplicar “Pensar Design”

22 de Novembro de 2009

As aplicações de Pensar Design.

Pensar design é a expressão comum para designar uma abordagem multidisciplinar para a resolução de problemas e que nos transporta para a autêntica inovação.

– Como é que fazemos negócio?

Ao contrário do pensamento analítico, pensar design é um processo criativo baseado na construção, a partir do nada, de ideias. Não há julgamentos ou medo de falhar.

Faça perguntas estúpidas! Lembre-se que só os outros lhes chamam assim.

Torne a esperança visível. Há tanta gente à espera das suas ideias!

Faça do pensamento lateral uma pá. Cave fundo.

Trabalhe a metáfora e as analogias.

Salte a cerca, desenhe o que quiser e enfrente as consequências. Abrace constrangimentos e desenhe em qualquer lado.

Desenhe em emergências, mesmo que só tenha um guardanapo.

Segundo Warren Berger (Glimmer: How Design Can Transform Your Life and Maybe Even the World) há três formas para aplicar o Pensar Design à nossa vida.

“Os designers são bons a fazer perguntas estúpidas – “Dê um passo para trás e reavalie tudo. Faça perguntas fundamentais: Por que estamos a viver nesta cidade? Por que estou neste emprego? Há todo o tipo de hipóteses na nossa vida a reconsiderar”.

Os designers colocam os problemas de forma visual – Os designers sabem que quando vemos tudo à nossa frente, as conexões e padrões de tornar mais compreensíveis “.

 Os designers pensam lateralmente – Forçam os cérebros para ir para os lados e a analisar as soluções que estão fora do caminho. O artifício é evitar problemas de uma forma simples para que se esteja aberto para o lado esquerdo. Trata-se de estar afastado das regras baseadas na experiência.”

Segundo R. Martin para nos tornarmos Pensadores Design temos de desenvolver a postura, as ferramentas e as experiências. Postura é a nossa perspectiva do mundo e o nosso papel nele. Ferramentas são os modelos que usamos para organizar o nosso mundo e o nosso pensamento. Experiências são o que construiu e desenvolveu as nossas competências e sensibilidades.

Mesmo as perguntas descabidas tem uma resposta!

Os caminhos e os ambientes da Inovação

21 de Novembro de 2009

O que eles pensam da cadeia de comando e do ambiente!

Por onde e para onde?

No blog BQF de Paul Sloan sugere-se uma ideia que não sendo inovadora pode tornar-se revolucionária:

Let Suggestions bypass the Line Manager

“Whatever suggestion scheme or idea initiation events you implement, it is important to ensure that there is a facility for individuals to bypass their line manager if necessary.

Line managers can be resistant to ideas from their own people for a variety of reasons. They might fear that the person making the suggestion might be taken away from them to implement it. They might think that the idea does not reflect well on their department. They might see some implicit criticism of themselves in the suggestion. They might have political agendas or prejudices that lead them to block ideas coming from their team. If all ideas require initial sign-off by the first line manager then the flow of ideas will be inhibited in some areas.”

jabaldaia says:

November 21, 2009 at 12:06 am

I think that who choose the bypass of the normal chain of command and when everyone knows the existence of such possibility have the guarantee of no bad brokerage upon their ideas.
By the other hand he or she may be shy and with a help from the chain they arrived to the top.
Nevertheless the first option is always better if we don`t want a killed idea or see our “child” with other parents.
I think that, In SME`s, we can find another problem if we work as a team. Recognition and responsibility will be not well distributed if we use the bypass.
I think it useful in that kind of organizations that some type of feedback would be allowed to the chain.
Jose Baldaia

Realce também para o artigo de Robert Brands em Blogging Innovation:

 

Inovação aberta!

 

Innovation and Idea Management

From Ideation to Collaboration to Execution

by Robert F. Brands

“Ideation is not a single event. It doesn’t originate from a single silo or one person or one department, although it can come from a single source. Ideation thrives in an open environment; think Wikipedia, the open-source, online repository of the world’s specialized knowledge. It is the result of a collaborative process that welcomes minds and teams from across any organization of any size.

How can you foster a fertile ideation environment?”

 

Jose Baldaia said…

Hi Robert!

What you propose it is a good picture of a well oiled machine. All the principal points are there, lot of ideas, good and bad, human resources needed, specification of their skills, alignment, attention to risk, etc.
But I would like to know what is your opinion about:
What spaces for inspiration, ideation and implementation?
How to select criteria for ideas evaluation?
What should be the structure of an idea (points that should be mentioned to elucidate)
Thank you What kind of recognition and rewards.

São duas pontas de reflexão que importa acentuar:

Como reagir à Inovação Aberta;

Como prevenir constragimentos na criatividade!