Archive for Outubro, 2009

Horses, Holes and Innovation

30 de Outubro de 2009
 
 
Esta semana entre outras coisas eu disse:
Cavalos

Uma dupla de respeito Em: What do you know about HORSE FACILITATED LEADERSHIP DEVELOPMENT? Larissa Gies1. What would make you try this method with your managers? 2. What would make you think twice about using it? José: Hello Larissa! As a behavioral trainer at organizations I believe that we can learn a lot from horses, like trust, respect, communication, intensity, authentic, perception of domain and so on. I had some beautiful experiences with horses and, in a different environment from offices, I think leaders could develop their leadership skills as well as their creativity and innovative thoughts. Besides It’s always a personal growth!

Em:

Study – Collaborative Networks Produce Better Ideas (Raytheon field study)

Blog post: Hutch Carpenter
http://blog.spigit.com/

University of Chicago professor Ronald Burt conducted research on the supply chain management group at Raytheon. He analyzed the connections of employees with others inside the company, and assigned a score indicating whether they were well-connected or relatively insular. He then had the employees provide their best idea for improving operations. The ideas were then rated by two top managers.

Findings? Ideas from employees who had wider connections inside the organization consistently outperformed those of more insular employees. Access to more diverse opinions, knowledge and experience was a key driver in this result.

Innovation 2.0?

José:

Hi Hutch! Thank you for this thoughts.
Lack of communication within organizations or structural holes, in fact, disables agility to change conditions and innovation.
The action of brokers on that chain management brought qualitative value to the ideas produced. I think the results would be better if the research was conducted today with others resources (Web 2.0).
With web 2.0 all ideas produced in an organization may be expressed without cuts or criticism and observed for all the people.
It is possible now to minimize bad effects of informal contacts and have a higher performance with social networks, turning the island “linked in”:) to the continent (well-connected).
It is also necessary to provide the brokers or others (elements of an observatory) with skills that avoid “killer ideas” and realize fair evaluations.
As professor Burt said: “The easiest way to feel creative is to find people who are more ignorant than yourself.”, but that is not the best way to participate in the development of the organizations and to be Innovative.

Que futuro?

Em:

“Why Denmark – And Other Countries – Will Lose Their Innovation Capabilities – Stefan Lindegaard

 

José:

Hi Stefan!

Thanks for the chance of rethinking Portugal and other countries!

My own country, Portugal, has a big sand and sun instead a big whole (janine :)).
We have a “Technological Plan-Innovating Portugal” and a lot of needs and preoccupations.

I become worried when I think that, here, we don’t talk about Innovation (neither we think innovatively) as we talk about beach.
That plan we have does not promote an Innovation Culture as Cristiano Ronaldo does with “Football Culture”:).

What I see are some conferences and news about “News opportunities”
and the master plan of qualifications. To me, qualifications are not necessarily competencies.
Conferences are very useful but we need to dissiminate all the results and repports. That way, may be, we can create motivation to change.

Portugal has no flat hierarchies, but I think Portuguese people has an open mind.
I believe in Open Innovation as well I believe that each European country has is own “Eulogy of the difference”.

Eles vem aí…

28 de Outubro de 2009

Há setenta anos atrás (aproximadamente) foi assim:

Vejamos agora as previsões mais optimistas de Eric Schmidt – CEO  da Google numa análise de Marshal Kirkpatrick – RedWriteWeb:

  • Daqui a cinco anos a internet será dominada por conteúdo em língua chinesa.
  • Os adolescentes de hoje são o modelo de como a web funcionará  em cinco anos – eles saltam de app para app (application) sem problemas.
  • Cinco anos é um factor de dez em Lei de Moore, O que significa que os computadores serão capazes de muito mais nessa altura do que são hoje.
  • Dentro de cinco anos  haverá banda larga bem acima de 100MB de desempenho – e as distinções entre a distribuição de TV, rádio e web vão-se embora.

  • “A informação em tempo real é tão valiosa como todas as outras informações”. Existem muitas empresas além de  Twitter e Facebook a trabalhar em tempo real.
  • “Nós podemos indexar informações em tempo real, agora, mas como poderemos classificá-las?”
  • É por causa dessa mudança fundamental, no sentido da informação gerada  pelo utilizador, que as pessoas vão ouvir mais outras pessoas do que as fontes tradicionais. “Aprender a classificar” é o grande desafio da época.
  • ” Schmidt acredita que o Google pode resolver esse problema.

Clique aqui para ouvir a entrevista!

A Inovação passa também pela gestão do conhecimento.

Informação não é conhecimento, assim como dados não são informação, só por si!

Cavalos e Liderança

28 de Outubro de 2009

Em Portugal, País de Fátima, fados e bola, fala-se pouco de cavalos.

Neste País à beira mar plantado, fala-se ainda menos de cavalos e de liderança.

No mesmo País quase nada se fala de Liderança e Inovação.

E não se fala mesmo nada de Cavalos, Liderança e Inovação.

Lembrei-me que Inovação também pode ser aberta e colaborativa. Pode ser um desafio para as empresas de consultoria! 

Estabelecer parcerias com proprietários de cavalos (há cavalos impressionantes em Portugal) para a promoção de  acções/outdoor  sobre Liderança e Inovação para os CEO´s das empresas portuguesas.

Os cavalos ajudam-nos a entender o exercício da Liderança!

Não é preciso pensar nos nossos neurónios “espelho”.

 Basta observar a natureza para usufruir de um bom exercício de criatividade.

Inovação Multidisciplinar e Interdisciplinar

26 de Outubro de 2009

Uma questão de metodologia?

 

Em Maio de 2006 a -National Science Foundation,USA”-  acolheu um workshop intitulado “The Scientific Basis of Individual and Team Innovation and Discovery” (Schunn, Paulus, Cagan, & Wood,2006).

 

Mais tarde, num artigo publicado em _ 2007 pela Cognitive Science Society –“The Cognition of Engineering Design—An Opportunity of Impact” Jonathan Cagan afirma :

 

“…I believe that to be most impactful, collaborative interdisciplinary partnerships should be pursued. Although cognitive psychologists are in a position to explore the mechanisms of creativity independently, innovation requires the pragmatics of application, of how engineers solve problems and what is important to the engineers in solving those problems; engineers are also driven to place the research in the context of application.…”… There are a few key areas that I feel are critical to explore: understanding fixation—what causes it and how to overcome it; understanding representation—how it aids in problem solving and how it changes to improve outcome or overcome fixation; group cognition—how the cognitive processes of individuals combine and collaborate for a group level representation and performance; computational studies—how models of cognition can be emulated on the computer, how those models can improve design tool performance, and whether exploration of those models can give insight into cognitive mechanisms of innovation; analogical reasoning—how analogies stimulate novel solutions to difficult engineering design problems; and expertise—how richer representations and knowledge can accelerate design performance.” (Jonathan Cagan,2007)

 

As complexas questões psicológicas que ultrapassam a competência dos investigadores começaram a ser feitas de forma multidisciplinar e interdisciplinar.

 

 “Os avanços na compreensão da cognição social e dos processos de grupo têm como resultado psicólogos preparados para liderar equipes interdisciplinares de investigação científica.” (John T. Cacioppo, da Univ. de Chicago)

 

A investigação multidisciplinar é caracterizada pela agregação do trabalho de diferentes especialistas, isto é, pelos investigadores que se apresentam na equipa com os seus conhecimentos para resolver problemas e depois voltam para suas próprias área de trabalho, praticamente inalterados pela colaboração.

A pesquisa interdisciplinar, pelo contrário, é caracterizada por sinergias entre os especialistas de um determinado tópico.

 

“Embora a inovação seja um dos benefícios potenciais das equipas interdisciplinares verifica-se que os grupos são menos criativos que os indivíduos “(Stroebe & Diehl, 1994).

 

Se um grupo está a ouvir uma sugestão criativa de uma pessoa, os outros membros do grupo passam a canalizar os seus esforços cognitivos para ouvir, em vez de gastar essa energia nos seus próprios esforços (por ex: em brainstorming).

Podem até esquecer os aspectos em que pensaram, reduzindo assim o número de “linhas” independentes de pensamento criativo gerado. O medo ou apreensão por possíveis avaliações podem provocar constrangimentos em alguns dos elementos da equipa e evitar que estes apresentem, mesmo que estas possam ser as melhores, opções que são afinal as que o grupo mais precisa ouvir.

 

Os líderes podem tomar a iniciativa de introduzir a informação compartilhada, para encorajar outros a fazer o mesmo, e para alargar o debate sobre um tema para permita a discussão de todas as informações pertinentes.

.

“A criatividade do grupo também pode ser melhorada, se os indivíduos gerarem ideias individualmente antes das sessões de brainstorming. Cria-se assim um ambiente favorável para o que poderiam parecer à partida  ideias estranhas, e enfatiza-se a importância dos diversos saberes realizada pelos membros da equipa interdisciplinar ” (Brown & Paulus, 2002).

O investimento em Equipas Interdisciplinares de Inovação  parece ser a atitude a aplaudir para garantir resultados significativos em Inovação.

Innovation e as outras!

23 de Outubro de 2009

Esta semana ao andar por aí li alguns artigos interessantes e de alguns deixo aqui rasto.

Stefan Lindgaard

The Games Of Innovation

September 30, 2009 in Innovation by Stefan Lindegaard | 9 comments

“In a comment to my recent Are Engineers Really Good For Innovation? blog post, Paul Hobcraft made a great reference to an article by Patrick Lambe he had read some years ago. The article is about the concerns on the engineer dominated mindset within innovation. Paul gave us this piece from Lambe’s article.

“When it comes to innovation, let’s consider the analogy of two games.

Golf is an engineer’s game. It’s a problem-solving game. You have a problem, the hole, and in theory, getting your ball into the hole is entirely calculable: if you can measure the wind speed, the atmospherics, the inclines and friction of the surface, and if you can control the weight, angle and velocity of the swing, you’ll solve your problem….”

    José Baldaia on October 3, 2009 at 12:47 am

As Brad, I love analogies too. In a bottle of wine whats crucial: The bottle, the wine or the cork? I can´t say wich one is crucial! Which part of the complete innovation process are the engineers? The bottle, the wine..?

I think the most important part of that process are the people and their attitudes. Let’s play tennis!
Greg said” HR managers hires or fires the wrong person – no big deal”. It’s not true! Imagine if it is Mike Ryschkewitsch NASA Chief Engineer!!

The moments and people are crucial for Open Innovation, no matter their education. We just need to choose the best options. Sometimes Engineers are good, sometimes not!

 

Num Blog que muito aprecio pela diversidade…

Blogging Innovation 

“Innovation Strategy – Fight the Fear of Change” 

Paul Sloane

“…Overcoming the fear of change is a key objective for innovative leaders. They will need to take this issue head-on. They must engage people in a dialogue and discuss the risks and benefits of standing still or of innovating. The types of messages they strive to convey are:
We are doing well right now but we need to do better….” 

  José Baldaia said…

 Good examples should be followed, but the history of each individual can also help to accept and even promote change.
If each one of us does an analysis on how many “small large steps” already taken, you will find certainly positive signs of change.
Even when we see situations less good we find reasons to say: “What if I did it in a different way?” These questions may be used to believe that change can be good, especially because, with the experience we built wisdom.
Just as a father or a mother “tries” to keep up with growth, new customs and habits of their children, a leader must be aware and monitor their employees, customers or partners, and as a leader, he must promote change every time the environment where it operates requires it , (egg, Environment, Social Responsibility, etc.).
It is good to remember “When it comes to innovation, trust your intuition.”

E ainda…

Blog I Innovate

Inteligência Competitiva – o que é?

Posted 14 14UTC Outubro 14UTC 2009

Um slide onde se procura identificar a Inteligência competitiva que eu comentei:

jabaldaia on 21 21UTC Outubro 21UTC 2009

Este conjunto de slides tem muitos pontos de reflexão e muitas orientações (pragmáticas) úteis. No entanto se a mensagem deixada não reflectisse basicamente a lógica e a análise seria, penso, mais eficaz quando pensámos em inovação.
A IBM rejeitou ao Sr. Chester Carlson o “Xerography”, a Decca Records negou aos Beatles a sua produção! Faltou um pouco de intuição!
Estou de acordo com Paul Sloane: “No que toca a Inovação, confia na Intuição”!
José António Baldaia

Intuição e Risco

21 de Outubro de 2009

 

 

Análise e emoções

de um trabalho intitulado:

 

Intuition and affect in risk perception and decision making

(Gisela Bohm e Wibecke Brun- Universidade de Bergen- Jan 2008)

 

 

Os textos a seguir expressos apontam várias abordagens úteis para a reflexão sobre o papel da intuição e afectos na tomada de decisão.

É apenas mais uma achega na compreensão desta demanda que é a Inovação.

A escolha das “boas” ou “menos boas” ideias implica uma tomada de decisão (avaliação). Estas seguirão o caminho traçado pelos decisores e chegarão ou não ao patamar mais desejado, a Inovação.

Não é pois de estranhar que de milhares de ideias apenas algumas ou sómente uma chegue ao seu destino. (veja-se o que se passa num processo de reprodução onde só um espermatozóide consegue fecundar o óvulo!)

 

Vejamos:

 

Pfister e Böhm :

Argumentam que as emoções não são um fenómeno homogéneo, mas que há quatro tipos de emoção que devem ser diferenciados de acordo com a função que serve a emoção no processo de decisão.

– A primeira função fornece informações sobre prazer e dor para a construção de emoções que não implicam avaliação cognitiva da situação de decisão.

– A segunda função é permitir escolhas rápidas sob pressão de tempo.

– A terceira função é chamar a atenção para aspectos relevantes de um problema de decisão.

– A  quarta função é gerar o compromisso relativo à moral e decisões socialmente importantes.

 

Por seu lado, Zeelenberg, Nelissen, Breugelmans e Pieters, apresentam o que chamam de abordagem – sentimento-é-para-fazer .- Esta abordagem enfoca os aspectos motivacionais de emoção.

Definir os objectivos prioritários é o principal mecanismo na abordagem de “sentimento-é-para-fazer”. Diferentes emoções associadas com diferentes objectivos. É importante notar que a abordagem “sentimento-é-para-fazer” assume uma perspectiva “futuro-progressista- orientada” que explica como as emoções podem ser instrumentalizadas para a procura de objectivos, ao contrário de muitas outras abordagens que vêem as emoções como indicadores de alcance de metas.

 

Price e Norman, argumentam que a intuição pode ser nem inteiramente consciente nem totalmente inconsciente. Se sinais intuitivos são conscientes, eles podem ser monitorados e sua influência no comportamento pode ser controlado pelo indivíduo de uma forma flexível e contextualmente sensível.

Por último Hanselmann e Tanner olham para a intuição como a utilização de heurísticas (*). Investigam os chamados valores sagrados. Valores sagrados são os valores que são vistos como absolutos e não negociáveis e, consequentemente, estão impedidos de ser transaccionados com outros valores. Os autores argumentam que os valores sagrados pode funcionar como uma heurística e facilitar as decisões.

Pode-se assim dizer que existe um elo de ligação entre, a emoção e a intuição quando se tomam decisões e, os processos comunicacionais e sociais em julgamentos de risco.

A maioria das emoções são socialmente construídas, e uma das suas principais funções é regular e coordenar as interacções sociais –o que a maioria das pessoas dominam de forma intuitiva, para melhor ou para pior.

A ideia dos decisores ou tomadores de decisão isolada, racional tem sido substituída pela ideia de tomadores de decisão como seres sociais que comunicam com os outros e experimentam variadíssimas emoções no planeamento e coordenação das suas acções.

 

 

Nota: (*) “As heurísticas foram consideradas durante muito tempo modelos cognitivos por excelência, elas constituem-se como regras baseadas na experiência e no planeamento substituindo as anteriores baseadas na procura algorítmica que chega às soluções correctas depois de ter combinado o problema com todas as soluções possíveis.

Os métodos heurísticos procuram um grau tão grande quanto possível de uma acção a uma situação. Assim ela engloba estratégias, procedimentos, métodos de aproximação tentativa/erro, sempre na procura da melhor forma de chegar a um determinado fim. Os processos heurísticos exigem muitas vezes menos tempo que os processos algorítmicos, aproximam-se mais da forma como o ser humano raciocina e chega às resoluções dos problemas, e garantem soluções eficientes. (Estudo sobre inteligência artificial- http://www.citi.pt)

WEB 3.0!!

20 de Outubro de 2009

…- “Não chegues tarde que eu fico preocupada!”, dizia minha mãe quando eu saía à noite!

Faz tempo! Faz tempo que “Ela” não me diz nada a esse respeito, porque à noite…!

– ..Não chegues tarde que ela está por aí!

-Ela , quem?

– A Web 3.0!!

Ainda estamos com a preocupação de entender (conhecer) a Web 2.0, quais as suas reais capacidades, quais as oportunidades e quais as verdadeiras ameaças e já sonhamos com a semântica.

Agora que falamos em dirigir o nosso pensamento para a aprendizagem, o treino, os negócios sejam eles para hoje ou para daqui a dez, vinte anos, já temos ferramentas que ajudam a orientar as nossas intenções.

Serão elas que nos guiam ou seremos nós que num acto de criação as produzimos de forma a acrescentar valor aos nossos projectos de trabalho e educação?

È um pouco longo este conjunto de slides,que a seguir apresento, mas gostava de o partilhar, como mandam, aliás as regras da boa educação na Web 2.0.

 

 

 

A velocidae a que a informação é por nós recebida obriga-nos a uma gestão eficaz. Só assim será conhecimento!

E se quero atingir a sabedoria terei de aplicar esse conhecimento nas experiências a que for sujeito no meu dia-a-dia!

Seja feliz! Seja sábio!

Open Innovation

19 de Outubro de 2009

Num artigo intitulado Open Innovation And Intrapreneurship For Small And Medium Sized Companies” – Stefan Lindegaard, coloca à discussão alguns pontos chave necessários à ascensão de uma SME, através da implementação da Inovação Aberta e do Intraempreendedorismo .

 

Novos Horizontes

Novos Horizontes

São eles :

v     O desafio – Manter a visão e não focar-se no controle.

v     As melhores pessoas também estão lá fora!

v     As pessoas são mais importantes que ideias – Não chega uma boa ideia, é preciso encontrar as pessoas certas e desenvolvê-las.

v     A Inovação é mais do que apenas produtos.

v     Pense em termos de eco-sistema – (Ver SAP sementes da Inovação)

v     Controle ou contribuição? As pequenas empresas só devem envolver-se em projectos quando o seu contributo é importante ou tem o controle.

v     Grandes empresas podem drenar uma SME.

v     Onde procurar/Forma de ser encontrado – Redes próprias e externas.

v     A empresa está pronta para Inovação aberta?

v     A Inovação aberta é comunicação. Twitter, Linkedin,etc.

 

Deixo agora espaço para dicas!

 

A minha está abaixo transcrita do blog de Stefan Lindegaard :

 

“José Baldaia on October 8, 

Find a way to get stronger!

It may seems bizarre but the concept that came to my mind while reading this post was “heterozygous”. This concept I associate to characteristics of “developed” societies.
In this case, Open Innovation and Entrepreneurship, the term (greater variety of combinations) can become useful if we apply the binomial dominant / recessive.

If we understand that a dominant is the one who sets the aspects or paths that should be disclosed and that recession is present, but doesn’t manifest unless it combines to another recessive entity, we can predict that:

1. In a situation, dominant company /dominant external do not enriches by diversity. It focuses on known threats and does not prevent the unknown (external and internal). Their people are at risk of developing their entrepreneurial potential in environments to much comfortable and limited.

2. As a dominant company and if the outside is recessive they have the control of threats and incorporates solutions. Their employees are subject to a healthy competition.

3. As a company recessive and external recessive they are subject to all the threats and overtake only in controlled environments. They are not allowed to explore others environments. Their employees can only grow with “finite horizons”.

It is therefore important that the company develops itself in a dominant / recessive way. That will be the best way to strengthen and motivate their resources internally.”

A Inovação Aberta está ainda e estará “aberta” à discussão.

Há boas práticas, apesar de não serem Inovação, que podem ser utilizadas quando adaptadas ao contexto!

Creative Learning & Innovation Marketplace

17 de Outubro de 2009

Há uns tempos atrás li um anúncio num qualquer órgão da Web 2.0 que dizia:

 

“ IMPORTANTE: PRECISA-SE DE MASSA CRÍTICA PARA EVENTO A FIM DE PROMOVER O CORE DA QUESTÃO – (entrada livre)”.

 

No princípio pensei tratar-se de mais um evento em que alguém (mecenas ou instituição) tinha uns euros disponíveis para promover um encontro entre empreendedores e outros seres dedicados ao pensamento.

 

Pus-me a pensar na questão e resolvi participar. Vagueavam no meu espírito, ideais pouco ortodoxas como Criatividade, Inovação e Aprendizagem

 

Eram afinal a questão!

 

Levava uma mochila cheia de expectativas e ferramentas para trabalhar o conhecimento. À medida que a fonte ia jorrando informação, procurava encaminhá-la para o centro de tratamento e armazenamento adequado à sua posterior utilização.

 

E porquê?

 

Porque, ali, durante um dia e meio, a informação disponibilizada eram tanta e tão apetecidamente absorvida que corria o risco de não a digerir. Não fosse a sábia orientação dos organizadores através da informação previamente disponibilizada e seria extremamente difícil a escolha dos temas em que participar.

 

– A gula é um pecado, mas a ignorância é um inferno!

 

Agora a jeito de memória, gostei de ouvir contar “histórias” mesmo sobre “a verdade nua e crua”. Gostei de ver e sentir entusiasmo, gostei de ouvir opiniões e chamadas de atenção para contradições! Gostei de sentir caminhos e ter orientações! Gostei de saber que continuo a aprender!

 

Tudo isto foi criado! Tudo isto é exemplo! Tudo isto tem valor acrescentado!

 

E já agora, só não gostei que, para se organizar um evento desta dimensão, claramente um sucesso, seja necessário tanto sacrifício (porque só assim seria possível este evento).

 

Empenho e paixão (pilares da Inovação) que não foram visivelmente facilitados por quem é responsável pelo desenvolvimento do País.

 

Felizmente há quem acredite e tenha visão (relembrando Zezo Carvalho).

 

Parabéns Helena! Parabéns Etelberto!

A Inovação Financeira é um pesadelo?

13 de Outubro de 2009

Rowan Gibson escreveu ontem em – Blogging Innovation– um artigo intitulado “When Innovation Goes Wrong” sobre um tema que convém voltar a falar.

A Inovação financeira é perigosa?

Quem são esses inovadores de “derivados” e outros?

Vale a pena ler o artigo de Gibson!! Deixo aqui o meu comentário ao artigo.

Jose Baldaia said…

Innovation never goes wrong!

Innovation must be looked for sides, users and innovators.
What are wrong are in fact the assumptions of promoters and clients!

If we believe that it there is no risk when we launch a new product or an innovative model for business we are saying that this “innovation” is already tested by other companies.

A few years ago here in Portugal the Insurance Company where I work, in the late 1980s, launched a financial product called PPR (….). My job at the time was trainee the commercial stuff in “How to deal with objections and how to identify
needs of the clients. The result of the work around that product and during several years, risk management and ethical sales, made the product life longer till our days.
By the other side some Insurance Companies (national and international) with similar products (derivates) don’t achieve their goals. They missed risk and they had non ethical performance.
It’s true “Learn now, earn tomorrow”.
The notion of risk is necessary for both sides: Companies and Customers.
I ask my self, when I see the adoption of some innovations if the promoters know the concept of contextualization. Some things are true in Europe but false for Africa.
As you say is fundamental the validation of critical presumptions of the project and they need to evaluate the impact of negative results in the company image
and at their business partners.

I believe that in Financial Innovation we don’t apply the principle “The whole is bigger than the sum of the parts”. If someone do it, “That’s magic”!

Depois recordei-me de umas leituras feitas há 20 anos atrás!

Como nadar no meio dos tubarões!

Como nadar no meio dos tubarões!

Harvey Mackay publicou em 1989 um livro:-“Como nadar no meio dos tubarões sem ser comido vivo”. Hoje  reli (alguns capítulos!).

É um pouco ciclico este modo de vida variando apenas na intensidade das vivências.