Archive for the ‘Aprendizagem’ Category

T skills and innovation that matters!

1 de Maio de 2010

(Texto em Português depois deste)

Thinking about T

Today, May 1st, I received via twitter (curious note the spelling checker in Word underlined in red the word twitter and gave as a suggestion to fix “Hitler” , Portuguese version), sent by Ralph-Christian Ohr, a document titled “Innovation that Matters”.

Some time ago I had written a post on the subject “people with T-shaped” and have been written only in Portuguese. I rebuild today with some notes of the abovementioned article by Nicholas M. Donofrio.

Donofrio begins by saying that the nature of innovation is changing and that most people have not realized that.

Adds: “The innovation that matters now—the innovation that we’re all waiting for, even if we don’t know it—is the one that unlocks the hidden value that exists at the intersection of deep knowledge of a problem and intimate knowledge of a market, combined with your knowledge, your technology, and your capability … whoever you are, whatever you can do, whatever you bring to the table.

The good news for innovators and potential innovators is that, given the incredible complexity and diversity of the world today, opportunities for innovation abound.

The kind of people who will be best able to seize these opportunities are those I call “T-shaped” as opposed to “I-shaped.” I-shaped people have great credentials, great educations, and deep knowledge—deep but narrow. The geniuses who win Nobel prizes are “I-shaped,” as are most of the best engineers and scientists. But the revolutionaries who have driven most recent innovation and who will drive nearly all of it in the future are “T-shaped.”

These words remind me that it was worth talking about the penalty Skills of a design thinker that I think fit perfectly with this speech.

To operate within an interdisciplinary environment, the individual needs to join forces in two dimensions:

The “T shaped person”.

On the vertical axis, each team member must possess a depth of skills that permit he or she give practical contributions to the result.

The upper “T” is where the thinker design is done. It is empathy with people and with the disciplines, in addition to with himself.

This tends to be expressed as openness, curiosity, optimism, a tendency to learn by doing, and experimentation. “- ssireview

The creative powers, is a set of tools and methods to understand the uncertainty and propose new options and quickly make the right choices.

Some thinkers say that in organizations is too late to learn and develop creativity. I do not think so. The creativity does not choose, neither time nor age!

Being equipped with the capacity for integration, deployment and operation, together with skills in critical thinking, you can begin drawing the profile of design thinker. The big T!

Mr. T is an abductor in nature. He is able to visualize what could be something in a desired future, and build a path to its realization.

Mr. T looking for new opportunities emerging and opportunistic as it is grab them.

Mr. T uses a dialectical thinking, and sees the conflicts and challenges. Recognizes the limitations of today and the uncertainties of the future and sees the possibilities.

According to De Bono, “New Millennium Thinking” design is much more than classical synthesis, where thesis and antithesis, are combined.

Above all it is thinking. You must learn to think. Does not matter what it is, but what can be! We need more thinking.

Develop thinking on the basis of perceptions, especially visual, and apply more technology to produce value.

The design thinking can become the privileged tool of health professionals, for example. The text below shows the need.

You have to think design.  

“Working together as a team, professionals must balance responsibilities, values, knowledge, skills and even the goals of patient care, versus its role as a team member in shared decision making. Because many physicians, in particular, are accustomed to an environment of practice, in which decisions are “made” by the doctor, and “held” by other professionals, it is difficult sometimes that doctors adjust to a team approach in which the majority opinion prevails over the opinion of experts, unanimity or consensus may be more appropriate than the autocratic decision-making process. In addition, physicians who maintain a hierarchical concept of medical care, they could face serious problems when disagreements arise with other physicians to “equal” status with the medical team. Interdisciplinary conflicts are seen in all areas of medicine, but the environment of the operating room, is particularly rich in examples where patient care involves interdisciplinary cooperation, conflict and compromise. “- ETHICS IN MEDICINE -University of Washington School of Medicine

There is sometimes a future with more comprehensive perspective for people shaped into T:

“… I agree with the essential nature of meeting needs, but I could expand the idea of taking responsibility beyond employees to include the community in which business is practiced, which for the largest companies includes most of the planet”. Design Thinking – Thoughts by Tim Brown 

Will the MBA today be able to form “T” People?

A pensar em T

 

Hoje, 1º de Maio, recebi via twitter, (nota curiosa o corrector ortográfico do Word sublinhou a vermelho a palavra twitter e deu como sugestão de correcção “Hitler”), enviado por Ralph-Christian Ohr, um documento com o título Innovation that Matters.

Há uns tempos atrás tinha escrito um post a propósito do das “pessoas com forma de T” e por ter sido escrito apenas em Português hoje reconstruo com algumas notas do artigo acima referido da autoria de Nicholas M. Donofrio.

Donofrio começa por dizer que a natureza da inovação está a mudar e que a maior parte das pessoas ainda não se apercebeu disso.  

Diz ainda: “A inovação que importa agora, a inovação de que estamos todos à espera, mesmo não sabendo isso, é o que desbloqueia o valor oculto que existe na intersecção de um profundo conhecimento de um problema e um profundo conhecimento do mercado , combinado com seu conhecimento, a sua tecnologia e sua capacidade de quem … quem quer que seja, o que você pode fazer, o que quer que seja que traga para a mesa.

A boa notícia para os inovadores e os inovadores potenciais é que, dada a incrível complexidade e diversidade do mundo de hoje, as oportunidades para inovação são abundantes.

O tipo de pessoas, que serão mais capazes de aproveitar essas oportunidades, são aqueles que eu chamo de “T-shaped” em oposição a “I-shaped”. Pessoas que têm credenciais em forma grande, grandes educações  e profundo conhecimento, mas estreito. Os gênios que ganham prémios Nobel são “I-moldado”, como são a maioria dos melhores engenheiros e cientistas. Mas os revolucionários que têm impulsionado a inovação mais recente e que irá conduzir quase toda ela no futuro são “T-shaped”.

Foram estas palavras que me lembram que valia pena falar das Competências de um pensador design que acho que se enquadram perfeitamente neste discurso.

“Para operar dentro de um ambiente interdisciplinar, o indivíduo precisa de reunir forças em duas dimensões:

A “pessoa em forma de T”.

No eixo vertical, cada membro da equipa deve possuir uma profundidade de competências, que permitam, que ele ou ela, dêem contribuições concretas para o resultado.

A parte superior do “T” é onde o pensador design é feito. Trata-se de empatia com as pessoas e com as disciplinas, para além de com ele próprio.

Isso tende a ser expresso como a abertura, a curiosidade, o optimismo, uma tendência para o aprender fazendo, e da experimentação.”- ssireview

A competência criatividade, é um conjunto de ferramentas e métodos para entender a incerteza, propor novas opções e rapidamente fazer as escolhas acertadas.

Alguns pensadores dizem, que nas organizações é tarde de mais para aprender e desenvolver a criatividade. Eu não penso assim. A criatividade não escolhe, nem hora nem idade!

Estando apetrechado com, capacidade de integração, de projecção e de exploração, juntamente com habilidade no pensamento crítico, é possível começar a desenhar o perfil do pensador design. O grande T!

O Senhor T é um abdutor por natureza. Ele é capaz de visualizar o que poderia ser algo, num futuro desejado, e construir um caminho para a sua realização.

O Senhor T procura novas possibilidades emergentes e como oportunista que é, agarra-as.

O Senhor T usa um pensamento dialéctico, e vê os conflitos como desafios. Reconhece as limitações de hoje e as incertezas do futuro, e visualiza as possibilidades.

Segundo De Bono, em “Novo Pensamento do Milénio” Design é muito mais do que síntese clássica, onde, tese e antítese, se combinam.

Acima de tudo trata-se de pensar. É preciso aprender a pensar. Já não importa o que é, mas o que poderá ser! Precisamos de mais pensar.

Desenvolver pensamento com base nas percepções, principalmente visuais, e aplicar mais tecnologia para produzir valor.

O pensar design pode tornar-se na ferramenta privilegiada dos profissionais de saúde, por exemplo. O texto abaixo, mostra a necessidade.

É preciso pensar design.  

“Trabalhando juntos como uma equipa, os profissionais devem equilibrar as responsabilidades, valores, conhecimentos, habilidades e até mesmo, as metas de assistência ao paciente, contra o seu papel como um membro da equipa na decisão compartilhada. Porque muitos médicos, em particular, estão acostumados a um ambiente de prática, na qual as decisões são “feitas” pelo médico, e “realizadas” por outros profissionais, é difícil, por vezes, que os médicos se ajustem a uma abordagem de equipa, em que a opinião da maioria , prevalece sobre a opinião de especialistas, a unanimidade ou consenso pode ser mais adequado do que, o processo de decisão  autocrático. Além disso, os médicos que mantêm um conceito hierárquico de atendimento médico, poderão enfrentar sérios problemas, quando surgem desentendimentos com outros médicos de “igual” estatuto na equipe médica. Os conflitos interdisciplinares são vistos em todas as áreas da medicina, mas o ambiente da sala de operações, é particularmente rico em exemplos, em que o cuidado do paciente envolve a cooperação interdisciplinar, o conflito e o compromisso.” – ETICA EM MEDICINA –University of Washington School of Medicine

Há ainda quem perspective um futuro mais abrangente para as pessoas moldadas em forma de T:

“…Concordo com a natureza essencial de satisfazer necessidades, mas eu poderia expandir a ideia de assumir a responsabilidade para além de funcionários, para incluir a comunidade em que o negócio é praticado, o que para as maiores empresas  inclui a maior parte do planeta”. Design Thinking – pensamentos por Tim Brown 

Será que os MBA de hoje são capazes de forma Pessoas “T”?

Open Inovation is pertinent!

29 de Março de 2010

 

Places of reflection

Open Innovation is now a very relevant subject to the management of innovation. However we have little empirical research on the international implementation of Open Innovation as well as assessments of the acceptance at regional levels.

As a starting point for reflection we should address some thematic areas which later give rise to broader contextual perspectives and contextual culture and geographical location, about Open Innovation.

Innovation involves more than just R & D.

Today, companies that conseguir innovative breakthroughs, using products focused on users, combined with cutting edge technologies and adaptability in organizational behavior and processes have a higher level of efficiency and profitability than its competitors. These companies not only provide a higher level of employment but they also contribute to regional and global economic growth.

This type of companies is not confined to R & D. Some industrial sectors that are not dedicated to the investigation also have a development in innovation through new channels or new business models.

If there is not sufficient internal innovation it is necessary to look abroad.

The move towards R & D internal to external streamlines connectivity and opens the door for large and small companies seeking outside its borders, keeping the company competitive and able to cope with uncertainty in an environment of constant change. The exterior is closer to reality – the users.

There are many cultural challenges to be faced abroad when looking new products and methods, but there is no other possible choice.

Intelligence and the collective knowledge

The collective intelligence is a powerful reality in the development of organizations. The convergence of various cognitive skills from the use of social networking tools internally and externally, creates new opportunities in business to accompany the change with a collective expertise that supports the principle that “the whole is greater than the sum of its parts”.

There are a path to development and open innovation is part of it with input from consumers and users.

Innovation is not restricted to a core group of designer’s affairs, or the validation of experts in the subject.

Ideas are rough diamonds and require cutting and management

In open innovation ideas that emerge can be valuable, but only if companies will possess skills and technology to work. This depends on good management of diversity of ideas available to receive or be offered. This includes management’s assessment of the ripeness of the ideas to meet when they should be integrated or waived.

The outside ideas can often be implemented more quickly and at lower cost from within.

New technologies and connectivity facilitated by social networks are excellent management tools, both in generation and in the development of ideas.

Innovating the innovation process

Somehow all companies have to innovate to be competitive. Some will make you better than others, either by trying the tips of online shoppers, new ways to rapid prototyping, and new physical environments for experimentation and testing, adjusting or reality of their time to the requirements of organizational maturity.

This means that more companies change the way they innovate, and spend more time to implement appropriate systems to do so. Good social interaction and creative thinking skills enable them to generate good ideas through the differences of perspective and opinion.

You have to take the difference as an opportunity to innovate, and it is maturity.

With the knowledge of the types of synergy when working in an environment of open innovation, innovation convergence between smooth and heavy (with origin in R & D) easily reach good results in innovation.

Human resources in innovation

Companies have to have people engaged in full-time innovation. There can be no half-time.

In open innovation concern should focus on maintaining an internal balance of satisfaction and motivation as the interactions with the external environment can be established and develop.

There is scope for a management culture of innovation that should be taken as a commitment of the entire company, respecting the cultures of the external systems and subsystems.

More than ever employees of companies aiming at the innovation should benefit from training to acquire new skills, enabling a common language and using similar methodologies. There is room for compatibility.

Any sugestion?

 

Lugares de reflexão

A Inovação Aberta é actualmente um assunto muito pertinente e novo ao nível da gestão da inovação. Contudo, existem poucas análises empíricas internacionais sobre a implementação da Inovação Aberta bem como apreciações sobre a aceitação a níveis regionais.

As a starting point for reflection should address some areas which later give rise to broader perspectives and contextual culture and geographical location, on open innovation.

A Inovação envolve mais do que apenas a I & D.

Hoje, as empresas que conseguem avanços inovadores, utilizando produtos centrados nos utilizadores, combinados com tecnologias de vanguarda e adaptabilidade no comportamento e processos organizacionais apresentam um nível de eficácia e rentabilidade superiores aos seus concorrentes. Estas empresas não só proporcionam um nível superior de empregos como contribuem para o crescimento económico regional e global.

Este tipo de empresas não se confina à I&D. Alguns sectores industriais que não são tão dedicados à investigação também apresentam um desenvolvimento em inovação quer através de novos canais, quer de novos modelos de negócio. — 

Se não é suficiente a inovação interna é necessário olhar para o exterior.  

O movimento no sentido da I&D interno para externo dinamiza a conectividade e abre portas para as grandes ou pequenas empresas, procurarem além das suas fronteiras, mantendo-as competitivas empresas e capazes de enfrentar a incerteza num ambiente de mudança constante. O exterior está mais próximo da realidade que são os utilizadores.

There are many cultural challenges to be faced abroad when looking for new products and methods, but there is another possible choice.

Inteligência e o conhecimento colectivo

The collective intelligence is a powerful reality in the development of organizations. The convergence of various cognitive skills, from the use of social networking tools internally and externally, creates new opportunities in business to accompany the change with a collective expertise that supports the principle that the whole is greater than the sum of its parts.

Existem um caminho para o desenvolvimento de que faz parte a inovação aberta com contribuição dos consumidores e utilizadores.

A inovação não se restringe nem, a um núcleo duro de criadores internos, nem à validação de peritos em determinada matéria.

Ideias são diamantes brutos e precisam de lapidação e de gestão

Em inovação aberta surgem ideias que podem ser valiosas, mas só o serão se as empresas possuírem habilidades e tecnologia para as trabalhar. Isso passa por uma boa gestão da diversidade de ideias disponíveis a receber ou a disponibilizar. Essa gestão engloba ainda a apreciação do estado de maturação das ideias para conhecer o momento em que elas devem ser integradas ou dispensadas.

As ideias externas podem, muitas vezes, ser executas mais rapidamente e com custos inferiores às de origem interna.

As novas tecnologias e a conectividade facilitada pelas redes sociais são óptimas ferramentas de gestão, quer na geração, quer no desenvolvimento das ideias.

 Inovar os processos de inovação

De alguma forma todas as empresas têm de inovar para serem competitivas. Umas fá-lo-ão melhor que outras, ora, experimentando as dicas de consumidores online, novos meios de fazer protótipos rápidos, e novos ambientes físicos para experimentação ou teste, ora adaptando a sua realidade de momento a exigências de maturidade organizacional.

Isto significa que mais empresas mudam a maneira como inovam, e passam mais tempo a implementar sistemas adequados para o fazer. Uma boa interacção social e habilidades de pensamento criativo permitem gerar boas ideias através das diferenças de perspectiva e de opinião.

É preciso encarar a diferença como uma oportunidade para inovar, e isso é maturidade.

Com o conhecimento dos tipos de sinergia possível ao trabalhar num ambiente de inovação aberta, a convergência entre inovação suave e pesada (com origem na I&D) facilmente se atingem bons resultados em inovação.

Os recursos humanos em Inovação

As empresas têm de ter pessoas que se dediquem à inovação em tempo integral. Não pode haver lugar a tempo parcial

Em inovação aberta a preocupação deve centrar-se em manter um equilíbrio interno de satisfação e motivação à medida que as interacções com o ambiente externo se estabelecem e desenvolvem.

Há lugar a uma gestão de cultura de inovação que deve ser assumida como um compromisso de toda a empresa, respeitando as culturas dos sistemas e subsistemas externos.

More than ever employees of companies aiming at the innovation should benefit from training to acquire new skills, enabling a common language and using similar methodologies. There is room for compatibility.

 

Dê sugestões!

A seguir: O futuro é mais barato com Inovação aberta.

Living Labs and Open Innovation

25 de Março de 2010

(Texto em Português depois deste)

 

Living Open Innovation

Living Lab” is about experimentation and co-creation with real users in real-life settings.

In these environments users together with researchers, companies and institutions seek new solutions to meet another set of needs, through new products, services or business models.

A practical implementation of “Living Lab” can and should be established as an environmental project in Open Innovation, with thematic communities in Open Innovation and with a process to put the work and management of facilities infrastructure of the Living Lab in an environment that generates innovative projects.

These  infrastructure facilities can be:

Aid to the patenting

Facilitating communication

Interaction with participants and constituents through the use of Web 2.0

The Living Labs address the involvement of civil society on the promotion of innovation on the basis of society, involving universities, SMEs, public institutions and large companies in a process of open innovation, and because it happens in real environments, it has an immediate impact.

The Living Labs look for gaps and as ecosystems that are flexible can provide a substantial demand for innovation by engaging by interactions a range of actors in which the driver of the process is the user.

The Living Lab concept plays a crucial role in keeping users continuously involved, so that their expectations are monitored and can help develop better products and services.

One of the cases that can be inserted in this approach is the creation of a new (2009) Living Lab European network focused on open innovation in the field of lighting, with emphasis on energy efficiency. The creators of this Living Lab are the Portuguese city of Aveiro, the University of Aveiro and several companies.

User participation is one of the most important sources of innovative ideas.

These ideas are enshrined not only in documents of the European community and in other documents which I leave here an example.

“As the adoption (or integration) of the living labs approach has important implications, for its implementation into existing regional instruments of innovation it should be taken into account the specific situation in particular regions. Implementing the living lab concept into the existing instruments and policies requires the collaboration among key stakeholders at the regional level and cities, such as public administrations, regional and city development agencies, research institutes and companies as well as the cities end-users and also co -creators of innovations. Such collaboration could very well be agreed in a public-private partnership program for regional innovation. Such a structure would already avoid the fragmentation of projects and difficulties to pass the phases of applications development and prototyping, often found in current innovation programs. The region-wide collaboration and coordination would at least establish the conditions for systematic networking and exchange, reuse and sharing of knowledge and technologies, and scaling up and roll out. “- LIVING LABS AND OPEN INNOVATION POLICY IN REGIONS FOR THE BENEFIT OF SMES

Tell me your experiences or cases that you meet on Open Innovation! Thank you!

 

Viver a Inovação Aberta

Living Lab” trata de experimentação e de co-criação com utilizadores reais em ambientes da vida real.

Nestes ambientes os utilizadores juntamente com investigadores, empresas e instituições procuram em conjunto novas soluções para satisfazer outro conjunto de necessidades, através de novos produtos, serviços ou modelos de negócio.

Uma implementação prática de “Living Lab” pode e deve ser estabelecida como um projecto de ambiente em Inovação aberta, com comunidades temáticas em Inovação aberta e num processo para colocar o trabalho e a gestão das facilidades de infra-estruturas dos Living Lab num ambiente que gere projectos inovadores.

Essas facilidades existentes nas infra-estruturas podem ser:

Ajudas para o registo de patentes

Facilitação da comunicação

Interacção com os participantes ou constituintes através do uso de Web 2.0

Os Living Labs abordam o envolvimento da sociedade, sobre a promoção da inovação numa base da sociedade, envolvendo universidades, PME, instituições públicas e grandes empresas num processo de inovação aberta, e porque acontece em ambientes reais, tem um impacto imediato.

Os Living Labs procuram colmatar lacunas e como ecossistemas flexíveis que são, podem fornecer uma procura substancial de inovação por envolver de forma interactiva uma série de actores em que o condutor do processo é o utilizador.

O conceito de Living Lab desempenha um papel crucial em manter os utilizadores continuamente envolvidos, para que as suas expectativas sejam acompanhadas e possam participar na construção melhores produtos e serviços.

Um dos casos que pode ser inserido nesta abordagem é a criação de um novo (2009) Living Lab da rede europeia focado na inovação aberta no campo da iluminação, com destaque para a eficiência energética. Os criadores deste Living Lab português são o município de Águeda, a Universidade de Aveiro e várias empresas.

A participação dos utilizadores é uma das mais importantes fontes de ideias inovadoras.

Estas ideias estão consagradas não só em documentação da comunidade europeia, como noutros documentos dos quais deixo aqui exemplo.

“As the adoption (or integration) of a living labs approach has important implications, for its implementation into existing regional instruments of innovation it should be taken into account the specific situation in particular regions. Implementing the living lab concept into the existing instruments and policies requires the collaboration among key stakeholders at the regional and cities level, such as public administrations, regional and city development agencies, research institutes and companies as well as cities as end-users and also co-creators of innovations. Such collaboration could very well be agreed in a public-private partnership programme for regional innovation. Such a structure would avoid already the fragmentation of projects and difficulties to pass the phases of applications development and prototyping, often found in current innovation programmes. The region-wide collaboration and coordination would at least establish the conditions for systematic networking and exchange, reuse and sharing of knowledge and technologies, and scaling up and roll out.” – LIVING LABS AND OPEN INNOVATION POLICY IN REGIONS FOR THE BENEFIT OF SMES  

Conte-me as suas experiências ou casos que conheça em Inovação Aberta! Obrigado!

Great readings and a lot of wisdom!

13 de Março de 2010

Just read and enjoy it!

 

Begin with…

 

Thinking the Unthinkable

The New Leadership Imperative

Here we have one of the largest, most successful, most respected companies in the world. And now it faces a crisis that is not just destroying its hard-earned reputation, but could well put it out of business.


by Holly G. Green – Blogging Innovation

Than…

 

5 Brainpowered Freefall Stoppers

A panel of experts on NPR just warned us again that US organizations free fall daily, while developing countries advance emerging takeovers.

with Dr. Ellen Weber – brainleadersandlearners

and…

 

Freewriting – a method for unblocking creativity

Freewriting is a personal creativity technique that is particularly useful when you have hit a mental roadblock.  You simply write the challenge or topic at the top of a large piece of paper and then start writing.  You can write anything related to the topic.  Here are the rules of freewriting as given by Natalie Goldberg: 

By Paul Sloane  -bqf

 

Innovation and the Future

It would seem logical that innovators would be concerned about the future, given that spotting new opportunities or markets before your competitors would provide an innovation advantage. 

Jeffrey Phillips – innovateonpurpose

,

Learning to be genuine

We generally have a disconnect between the person, business, or agency that we want to be and the reality of who or what we are today.  This disconnect is a great thing, an opportunity for growth an opportunity for improvement.  However, when not understood, it is also a major pain point, something that leads your customers, your citizens, to lack faith in your words and actions.

by John Moore customerthink

,

 

Business Model Innovation for News

We’ve talked quite a bit about the situation in which the news industry currently finds itself. It is interesting because it is an industry in the middle of massive disruption, which makes it a great case study. Consequently, lots of other people are talking about it as well.

by Tim Kastelle Innovation Leadership Network

,

Open Innovation Perspectives from Small Company CEO

 

Finn Houengaard is CEO of Kavli, a 100 person strong company that provides wholesaling distribution of food products. He wants Kavli to become more innovative and in a company with scarcer resources than the big multinationals, it is obvious to look into how they can tap into other sources.

 By Stefan Lindegaard 15inno.com

 

And …

 

Is Crowdsourcing Disrupting the Design Industry?

The past couple years have seen an increase in the use of crowdsourcing by companies to procure design assets. It works like this:

By Hutch Carpenter – bhc3

 

At the end visit

WENOVSKI design thinkers network

Have a nice week with Great readings.

Inovação aberta e os conflitos!

10 de Março de 2010

A contingência de conflitos em Inovação Aberta

Numa abordagem de contingência, o ambiente no qual uma organização opera determina a melhor maneira para se organizar.

Num modelo de Inovação aberta, as organizações, em vez de, exclusivamente, confiarem nos seus recursos, que são naturalmente limitados, as organizações são encorajadas a compartilhar conhecimentos através das suas fronteiras para aumentar o seu potencial inovador.

Podem-se, desde já apontar algumas consequências possíveis, dessa atitude por parte das organizações:

O número de inovações internas pode diminuir.

Passa a haver a necessidade de identificar a capacidade de absorção das propostas externas.

Surgem novos recursos extraordinários implicados.

Há um novo jogo a disputar.

E nesse jogo, como aliás em qualquer jogo, frequentemente surgem conflitos. Estes conflitos, que no caso são organizacionais, são complexos, situam-se em contextos específicos e apresentam dimensões variadas.

 

Acresce o facto de os conflitos organizacionais, são de uma forma geral, identificados como de personalidades, neste caso quase sempre destrutivos, e os conflitos de conhecimento que normalmente são construtivos.

Partindo destas premissas, é com relativa facilidade que imaginamos as zonas onde esses conflitos podem surgir. Note-se que estamos perante uma intersecção de factores internos e externos.

As zonas de marketing e de I&D são zonas onde se podem prever situações mais vulneráveis ao conflito. São constituídas por grupos de pessoas, vinculadas ao seu estatuto e princípios, o que torna difícil a partilha e a colaboração. Há uma imagem e um trabalho desenvolvido que não pode ser posto em causa.  

Apesar desses possíveis conflitos, as PME’s oferecem uma abertura maior à Inovação aberta, pois ao iniciarem a sua actividade não se deparam com os obstáculos das grandes organizações.

Para além disso essas pequenas empresas podem compensar as bases de recursos de grandes empresas com a combinação de conhecimento a partir de uma ampla rede de agentes externos.

Outra possível forma de cooperação, é o caso de uma empresa que pode juntar-se a outras pequenas empresas para construir algo de surpreendente e que venha a servir de base a grandes empresas já estabelecidas.

Nesta altura os conflitos organizacionais já não apresentam a mesma intensidade e duração que os previstos numa integração de trabalho de uma pequena empresa noutra de maior dimensão.

Mas ao apreciarmos, os mecanismos e processos de Inovação Aberta, não podemos esquecer o nosso ponto inicial que é a contingência e especificamente a localização dos acontecimentos.

A abordagem não pode estar isenta da cultura, quer das organizações em jogo, quer das populações que enfrentam o hipotético choque. Os conflitos emergentes de questões culturais não podem deixar de ser resolvidos, e isso implica uma compreensão clara dos valores em causa e a consequente temporização para uma absorção recíproca.

È nestas alturas, que uma liderança forte e com confiança demonstrada, vai alavancar uma nova forma de pensar internamente, para poder absorver as propostas externas.

Não é possível realizar um trabalho colaborativo, mantendo as estruturas internas de pensamento fechadas a novas ideias do exterior.

Quer comentar?

Inovar a liderança!

9 de Março de 2010

eLiderança!

“A liderança mediada pelas tecnologias de informação pode apresentar os mesmos resultados que a liderança presencial e naturalmente mais eficazes com a utilização de interacções virtuais.” Avolio e Kahai

As diferenças mais significativas prendem-se com as implicações de “sentir a presença do líder” e com o que isso acarreta na percepção dos processos de comunicação, nomeadamente o tipo de discurso quanto à sua riqueza de conteúdo, intensidade e velocidade.

Inovar a liderança!

Mas não será por aí que a eficácia de um líder deixará de se fazer sentir. Outras características estarão presentes como o relacionamento com as equipas e a confiança.

Os novos líderes devem procurar desenvolver as suas competências, nos novos ambientes, de forma a manterem os níveis de confiança elevados e facilitarem a motivação intrínseca.

 

De facto, a e-liderança não é muito diferente de qualquer outra forma de liderança eficaz, excepto que em e-liderança não existe outra opção, que não seja “ser muito bom líder”.

A liderança mediada pelas tecnologias de informação, exige um alto nível de liderança transformacional, face à riqueza de natureza participativa do mundo em interacção. E esse mundo é, composto pelas  organizações, as do líder e as outras, os consumidores ou utilizadores e a interligação entre o líder e o seguidor com a intervenção do mundo oculto entre os dois.

A nova liderança tem de voltar a aprender e, deve ter consciência que, segundo Jonathan Ive, 90% das empresas, que têm problemas on-line, são criados pela gestão e não pela tecnologia.  

De facto a idade da internet criou a necessidade de um novo paradigma para a formação de competências e para a aprendizagem – o de aprender a aprender.

Para integrar a gestão e a tecnologia, aprender a aprender implica também aprender a desaprender o passado e algumas teorias de gestão e de práticas que já não são adequadas ao mundo global e podem mesmo, ser destrutivas para as organizações.

Porque o novo mundo, baseado nas interacções e conectividade é, um sistema de colaboração, o estilo de liderança necessário é de colaboração total. O líder tem de ser um facilitador dos subsistemas humano e tecnológico face ao novo cliente integrado no próprio sistema.

Como dizia Norman Chorn num artigo intitulado”Criando Valores Femininos as Organizações ” argumenta que, os valores femininos, “valores de comportamento colaborativo, exploratório de tomada de decisão e uma atitude de abertura à aprendizagem, estão mais alinhados com o desenvolvimento integrado, das capacidades multifuncionais da organização moderna “

Os consumidores e/ou utilizadores esperam lealdade por parte das organizações e nesse sentido a liderança terá de ser verdadeira, resultante de colaboração e com produtos e serviços adequados às suas necessidades.

As questões que se levantam, prendem-se coma adaptabilidade das organizações e com a capacidade transformacional dos seus líderes.  

Será que houve evolução do “estilo” de liderança capaz de alinhar com a evolução tecnológica e com a conectividade?

Será que facilita ou a liderança que desenvolve só complica?

Comente!

Fractal Creativity, Innovation and Fun

3 de Março de 2010

Questions we ask!

Problems we create!

The solutions we found!

The shadows we are!

What we must be!

Do You agree?

Collecting knowledge and inspiration!

27 de Fevereiro de 2010

Nice week with good readings!

You may also enjoy it!

 

Take a good ride on Design Thinkers

Design Thinking is the glue between all disciplines. – designthinkers

Boosting Sales for Beginners by Paul Williams

Ah… “Drive Sales.” Is there a company that doesn’t have ‘sales driving’ as a key strategy? – Blogging Innovation

The Equation of Open Innovation: A + B = C – Stefan Lindgaard

I stumbled over an interesting paper, Sourcing External Technology for Innovation, by the Alliance Management Group which has developed lots of great content including the below Want, Find, Get, Manage framework. – 15inno

Ted Turner on Visionary Leadership – by Andrea Meyer

Many leaders are described as “visionary” — I’m always curious as to how they got that way. Is it something they’re born with, or something we can we all learn?  – workingknowledge

 

10 Tips to Golf with the Brain in Mind – with Dr. Ellen Weber

Since golf’s a cerebral game, it makes sense to play with more brainpower in mind. It may surprise you that golf benefits you mentally, or that you can literally raise your golf IQ. How so? – brainleadersandlearners

What is an expert? by Venessa Miemis

In the last post, we talked about a visualization tool that would allow us to tag ourselves and each other, and how that could be helpful for locating talent and sparking innovation. There have been great comments and ideas, and I want to continue that conversation in the next post. In the meantime, the concept of ‘expert‘ has been on my mind. – emergentbydesign

 

Do you pass the pronoun test? – By Daniel Pink

If you’re a boss–of a handful of people, an entire organization, or even your local church group–spend a few days listening to the people around you, not only in formal settings like meetings, but also in the hallways and at lunch. – danpink

 

Apple iPad and Google Buzz: Harsh Reality of Innovation – by Hutch Carpenter

Nothing like putting your heart and soul in an innovation, and then getting this: – bhc3

Have a nice week!

Inovação Aberta – Competição

25 de Fevereiro de 2010

De volta à competição!

O foco da nossa atenção tem-se dirigido para a comparação entre os produtores e para as grandes campanhas que são capazes de promover. Está na altura de focar situações mais pequenas e mais interessadas. Afinal as grandes coisas são combinações de pequenas.

De uma forma empírica, não é descabido pensar os utilizadores ou consumidores são os verdadeiros motores do desenvolvimento da maior parte de os produtos e serviços disponíveis.

Esta constatação leva-nos a novas questões e conduz-nos por caminhos diversos como a nova economia, a gestão do conhecimento e da tecnologia ou o comportamento organizacional. Isto significa que o utilizador vai requerer novas formas de tratamento, novos resultados de percepção e novas dinâmicas organizacionais.

A atitude total da organização tem de se adaptar ao novo ambiente.

A competição está de volta, mas as regras do jogo são outras.

“Descrição do Concurso: O concurso vai girar em torno do tema,
tendências de consumo na Internet. As equipas de alunos serão convidados a explorar tendências emergentes de consumo na Internet, num estado pré-mercado, impulsionado pela tecnologia,
factores socioeconómicos e preferências dos consumidores. Espera-se que os vencedores do concurso tenham a oportunidade de identificar projectos que possam servir como pedra angular ou projectos de pesquisa patrocinados pelos grupos externo durante o Outono e Primavera no próximo ano lectivo.

Este Concurso de Inovação Aberta é um projecto interdisciplinar patrocinado internamente por CMU do Projeto Olympus (SCS), o Centro de Don Jones para Empreendedorismo (Tepper), e o Instituto de Inovação Social e Mestrado de Sistemas de Informação (ISI e MISM, Heinz College). – Tue, 2/23/10, masters@ANDREW.CMU.EDU <masters@ANDREW.CMU.EDU>

Este panorama é, um bom exemplo do caminho que se está a traçar, a aproximação e centralização no consumidor. Mas a questão mais importante é a competição em si. Ela é realizada com futuros participantes da vida activa de negócios (para a maioria, pequenos negócios) e é vivida de forma interdisciplinar.

Kwanghui Lopes, Henry Chesbrough, e Yi Ruan, realizaram um estudo em que afirmam “que os períodos de aumento da concorrência correspondem a um maior número de patentes em classes de patentes em que as empresas competem frontalmente.

Nos períodos de cooperação há um aumento de patentes em áreas complementares a montante e a jusante.”

Eu diria que essa complementaridade é realizada, na maior parte dos casos, por pequenas e médias empresas, e que para o conseguirem fazer têm de recorrer ao conhecimento exterior, como é o caso relatado acima, na competição Inovação Aberta.

Há diversos campeonatos e diferentes escalões na competição para a inovação aberta.

Em equipas de inovação aberta, as pessoas de diferentes organizações trabalham em conjunto para desenvolver novos produtos, serviços ou mercados. Isto significa que existem conjuntos diferentes com diferentes estruturas e comportamentos organizacionais.

Se por um lado a diversidade traz a possibilidade de um produto ou serviço mais rico e um conhecimento mais amplo e refinado, por outro lado existem barreiras que têm de ser ultrapassadas. Há que ter consciência dos problemas.

O foco agora centra-se nos Recursos Humanos e nas estruturas organizacionais. Como vou integrar o conhecimento externo e como vou transferir o conhecimento interno, é a pergunta que o gestor terá de fazer. Esta preocupação dirige-se mais às médias empresas do que às pequenas, que possivelmente emergem de empreendedores individuais.

Os desafios mais importantes são portanto de natureza organizacional e cultural, como consequência de do aumento de contactos externos.

E finalmente uma notícia do último campeonato:

“Inovação aberta, vencedores: Em Setembro de 2009 Netflix concede um prémio de US $ 1 milhão a uma equipa de pessoas que inventaram um algoritmo que proporciona uma melhoria de 10%, ao predizer o que, os clientes de filmes, querem ver. Isto termina uma competição de inovação aberta, que levou três anos, com 40.000 equipes de 186 países, para quebrar a barreira crítica 10%.”

Amanhã há mais campeonato! Conte-me como ficou o seu jogo!

Integração e contexto em pensar design

24 de Fevereiro de 2010

Integração no pensamento design

A visualização das ideias de produtos, serviços e experiências através de protótipos ou de vídeos é um componente importante do pensamento de design de todo o projecto.

As constantes melhorias e adaptações das novas tecnologias, vêm acrescentar facilidades na apresentação de projectos de natureza sistémica e complexa, como no caso do design integrativo.

Design integrativo é um outro nome para design de todo o sistema. O conceito chave é que, a optimização de cada componente de um sistema de forma independente leva, à não optimização de sistemas completos

Uma abordagem integrativa no trabalho de design implica, mais trabalho dos designers, e requer uma equipa interdisciplinar para identificar e desenvolver soluções para cada componente de um sistema maior.

O design integrativo começa por reunir todos os participantes no início do processo de design para optimizar as interacções entre os componentes, o que permite minimizar o custo de operações, aumentar a eficiência e eficácia, reduzir significativamente os impactos, e eliminar erros dispendiosos resultantes da falta de comunicação eficaz entre os vários intervenientes.

Com a interdisciplinaridade e seguindo uma metodologia adequada, poderemos integrar questões como:

Oportunidades que seriam perdidas.

Decisões atempadas.

Sinergias inovadoras.

Garantia de desempenho final.

O design integrado, é essencialmente lateral. O seu poder reside na sua capacidade de estimular a colaboração significativa em tempo útil.

Logo de inicio todas as diferentes perspectivas são abordadas, as sinergias são identificadas, as soluções criativas desenvolvidas, evitam-se erros irreversíveis, faz-se uma gestão de tempo através de uma coordenação efectiva com comunicação aberta e eficaz.

A abordagem é holística, abrangente e criativa.

Mas no design integrativo, não podemos deixar de ter em atenção a teoria da actividade, que em oposição a ciência natural ou social, é uma abordagem científica do projecto que enfoca o aspecto “contexto” do projecto

Muitas vezes no desenvolvimento de Design integrativo temos de ter atenção à influência dos contextos sobre a eficácia e eficiência da equipa. Isso significa que os processos tradicionais de ultrapassar barreiras sócio-cognitivas que impedem a eficiência da equipa, tem de ser inovado.
Os problemas com eficiência design integrado da equipa estão relacionados ao contexto e não o processo, não são técnicas, mas barreiras sócias e cognitivas. Quanto mais fragmentado for o contexto maior são as barreiras.

É necessário gerar novas ideias para visualizar um contexto, no qual as pessoas possam começar a questionar-se e comparar os conceitos, de forma a permitir, que quem recepciona o projecto as veja de forma diferente. Uma história uma contexto.

O acto de provocação inerente ao design integrativo, não pode ser só descobrir que novas oportunidades existem, mas terá que ter em conta que naquele contexto, o trabalho tem impacto enquadramento dominante da sociedade.

Nós podemos perceber qual será o impacto do projecto, questionando as partes interessadas. Através de um processo de questões, quem ouve, pode formular uma nova construção de pensamento, que pode ser testado face à experiência do passado ou com outras pessoas.

Desta forma as pessoas assimilam um novo quadro e uma perspectiva sobre a questão.

De uma forma geral, as pessoas realmente aprendem quando estão curiosos e ansiosas para perguntar. Nessa altura, as pessoas ficam disponíveis para ouvir ou encontrar as próprias respostas.

Integrado? Diga lá!