Feel the magic with your ideas

19 de Dezembro de 2010

(Texto em Português depois deste)

The click

 

When we find that an idea is good, is because it meets our purpose or because it satisfies the needs of other people, what we do to move forward and achieve our dream?

Without having to prove anything, except that it is possible, how anyone can say if an idea is good?

Scott Belsky says: – ” Here’s the simple litmus test: Does your community care? Everyone has a “community” of constituents—customers, users, readers, clients, etc. Share your ideas liberally. If your community engages with them (either for or against them), then you know you’re onto something. If they don’t look twice you know that you either need to reconsider the idea or rethink how you communicate it.”

In the past 11th of December Angella Dunn (@ blogbrevity on twitter) promoted one more exceptional # ideachat and one of the questions posted for discussion was:

“What is the magic step that helps you go from idea to execution?”

The question has a special meaning for me, because this is not to seek to know the route, resources or obstacles to the implementation of an idea, but, in my interpretation, which click does produce combustion to go forward.

Once again the diversity proved to be a good source of resources when collaboratively the participants of #ideachat expressed their views.

I then wrote that I thought that my idea should go forward when I felt that there was a purpose or that it had found a meaning. This of course assumes that my assessment about my idea was that “it is possible to implement it.”

There are other opinions presented in this chat that it should be noted because I believe that each of us has his own “magic” to move forward and it is good to think about it to avoid false starts.

It is not good to me, sit in the driver’s seat and turn on the ignition of the car, to make a trip if it does not have fuel in the depot!

“My magic” works only with success if I have the right audience at the right time and in a favorable environment.

Let’s see some opinions expressed in # ideachat 11 December:

@RyanPannell:  Motivation followed by initiative. If you’re missing both/either, you can have all the ideas in the world and it won’t matter.

@talentculture:  Going from idea to execution involves a filtering process. Filter out the least relevant ideas & execute the ones that work.

@talentculture: RT @CoCreatr: magic steps are trial and error and putting the hours in until it works. And new ideas all along.

@CoCreatr: more magic comes from selection and weeding ideas to keep only the finest best working and build on them. Hold gains.

@MaxMckeown: RT : There is no single ‘magic step’ but some kind of ‘magic mix’ of knowledge, resources, and engagement.

@piratebluestar: to me my idea beams valuable when I, myself, cannot discount why the idea shouldn’t be developed.

It is not easy to know what “step magical” because it contains a mixture of spells that only illuminate for departure when our needs, often not aware, are met.

When I feel it is time to develop an idea is because there is a combination of factors that serve of ignition and which result in the awareness that I and my team we are able, that idea is achievable and that makes sense to develop it.

And when I feel this means that there is motivation and passion, which I am alert to obstacles and that my idea spent the first reviews.

It would be nice if each of us, start by knowing ourselves and knowing to what extent believes in himself from beginning to end!

Do you want to comment!

 

Sentir a magia com as nossas ideias

O clique

 

Quando nós achamos que uma ideia é boa, seja porque ela satisfaz o nosso propósito ou porque satisfaz as necessidades de outras pessoas, o que fazemos para avançar e concretizar o nosso sonho?

Sem ter que provar nada, excepto que é possível, como é que alguém pode dizer se uma ideia é boa?

Scott Belsky diz: – Aqui está a prova de fogo simples: Será que o seu cuidado comunidade? Todo mundo tem uma “comunidade” de constituintes clientes, usuários, leitores, clientes, etc. Partilhe as suas ideias livremente. Se a sua comunidade se envolve com eles (a favor ou contra eles), então você sabe que está no caminho certo. Se eles não olham duas vezes você sabe que você quer para se repensar a ideia ou repensar a forma como você comunica isso.

 

No passado dia 11 de Dezembro Angella Dunn @blogbrevity on twitter promoveu mais um excepcional #ideachat e uma das perguntas lançadas para a discussão foi:

– Qual é o passo mágico que nos ajuda a ir da ideia à execução?

A pergunta tem para mim um significado especial, pois não se trata de procurar saber qual o trajecto, os recursos ou os obstáculos à implementação de uma ideia, mas sim, na minha interpretação, qual o clique que faz produzir a combustão para avançar.

Mais uma vez a diversidade mostrou ser uma boa fonte de recursos quando de forma colaborativa os participantes no #ideachat manifestaram as suas opiniões.

Eu nessa altura escrevi que achava que uma ideia minha avançava quando eu sentia que havia um propósito ou que tinha encontrado um significado. Isto naturalmente pressupõe que a minha avaliação sobre a minha ideia era que “é possível concretizá-la”.

Há outras opiniões apresentadas nesse chat que importa referir pois acredito que cada um de nós tem a sua própria “mágica” para avançar e é bom pensar sobre isso para evitar falsas partidas.

Não me serve de nada, sentar-me no banco do condutor e ligar a ignição do automóvel, para fazer uma viagem, se ele não tiver combustível no depósito!

A “minha mágica” só funciona com sucesso se eu tiver o público certo, no momento certo e num ambiente favorável.

Vejamos algumas opiniões expressas no #ideachat de 11 de Dezembro:

@blogbrevity Não há um só “passo mágico” mas uma espécie de “mágica mista” de conhecimento, recursos e compromisso.

@piratebluestar Para mim a minha ideia torna-se válida quando eu, eu próprio, não consigo perceber porque a ideia não pode ser desenvolvida.

@ CoCreatr: mais mágica vem da selecção e capina de ideias para manter apenas o melhor trabalho e desenvolvê-lo. Mantenha os ganhos.

@talentculture RT @CoCreatr passos mágicos são tentativa e erro e colocar as horas até que ele funciona. E novas ideias ao longo de todo.

@ talentculture saindo da ideia para a execução envolve um processo de filtragem. Filtrar as ideias menos relevantes & executar as únicas que funcionam.

@ RyanPannell motivação, seguida pela iniciativa. Se você está perdendo ambas/ou, você pode ter todas as ideias do mundo e não importa.

Não é fácil saber qual o “passo mágico” porque este encerra de facto uma mistura de mágicas que só nos iluminam para a partida quando as nossas necessidades, muitas vezes não conscientes, são satisfeitas.

Quando eu sinto que é o momento de desenvolver uma ideia é porque existe uma combinação de factores que servem de ignição e que se traduzem na consciência de que eu e a minha equipa somos capazes, que a ideia é realizável e que faz todo o sentido desenvolvê-la.

E quando eu sinto isso significa que existe motivação e paixão, que estou alerta para os obstáculos e que a minha ideia passou as primeiras avaliações.

Seria bom que, cada um de nós, começasse por conhecer-se e soubesse até que ponto é que acredita em si mesmo do princípio até ao fim!

Quer comentar!

Great readings this week

18 de Dezembro de 2010

Enjoy it!

 

10 Open Innovation Questions for SME’s by Stefan Lindegaard

As a follow-up to my slightly provocative blog post, Why Open Innovation is Not for Small Companies, I have begun looking further into the interesting topic on how small companies can innovate with others

How Ideas Take Flight Fred Sheahan

I love this video lecture from Stanford’s Entrepreneurship Corner. Within it, Jennifer Aaker (Twitter: @aaker) explores the importance of happiness, meaning, and story in successful and powerful social media campaigns. I highly recommend spending an hour of your time on this topic; it’s immensely applicable to any business, education, and nonprofit organization with a need to leverage activism and outreach in a networked world.

 

The Path to Outcome-Driven Innovation by Bryan Mahoney

Innovation does not often come along on its own. As Hemingway might have said, there is no one rule to innovating. Sometimes it comes easily and perfectly; sometimes it’s like drilling through rock and blasting it out with charges.

 

Which Ideas Are the Good Ones? By Tim Kastelle

The New York Times has just published The 10th Annual Year in Ideas. As part of this, they asked Tyler Cowen to comment on the previous reviews. He noted this quote from the introduction to the piece:

 

Who’s Really Innovative? By Gary Hamel

If you were compiling a list of the world’s most innovative companies, which businesses would top your list? No one would be surprised if you picked Google, Apple or Amazon, but what about Wal-Mart? (Huh?) Or PG&E (a utility, for crying out loud)? Surely there must be some mistake! Or how ‘bout the Chinese data equipment maker Huawei (umm, who are they)? While a few of these companies might not have made it onto your top 10 list, all of them were featured in Fast Company’s 2010 ranking of innovation all-stars.

 

Leadership vs Management: Tale of the tape by Jorge Barba

After seeing Scott Berkun’s post on innovation vs usability in numbers, I decided to do my own search on Google’s Ngram Viewer and compared four words: innovation, creativity, management and leadership. Graph below or click through to page:

 

Innovation-Inspiring Prizes by Andrea Meyer

Point: Use open innovation challenges and prizes to inspire solutions, participation and collaboration from employees, partners and customers

 

What’s remarkable about innovation by Jeffrey Phillips

Like many of you I participate in the social media world.  That world has opened up new relationships and new sources of information for me that were completely unexpected.  I’ve learned a lot from individuals on Twitter and Facebook and Linkedin, and I’ve become a real believer in the use of social media to support innovation.

 

In Pursuit of the Perfect Brainstorm by David Segal via Ralph-Ohr

Last month, in a small room on the fifth floor of a high-rise building in San Mateo, Calif., three men sat around a table, thinking. The place was wallpapered with Post-it notes, in a riot of colors, plus column after column of index cards pinned to foam boards. Some of the cards had phrases like “space maximizers” or “stuff trackers” written on them.

Have a nice week!

Moments that require silence on Design Thinking

17 de Dezembro de 2010

(Texto em Português depois deste) 

The reason is to understand

 

Never the notion of our ability to manage complexity and change was so important, as it is today, given our fast pace of life and the high number of stimuli to which we are subject.

To manage complexity and change, the first step is to understand the internal mechanisms that make change so difficult, and that serve as food to our natural resistance, when faced with something new.

 

Change comes to us in the form of three dimensions, the source, the duration and impact.

These dimensions are beginning to have meaning when we observe the resistance manifested by the leaders of organizations or businesses. It is then that matter talk on design thinking, but silent, if our goal is to develop work through design thinking.

When our intention is to make everyone in a company to use the design thinking as an attitude, our direction must be thinking design “” and not “about”.

“About” design think is possibly what I do here on this blog, by sifting through words and concepts and looking for a coherent and dynamic line of thoughts.

The “through” arises from some forays in business by design and that have sought to create an attitude of design in business managers and leaders. Such an attitude is noted in the creation of products, services and processes, which are profitable and satisfactory for people and businesses.

Adapted from an article by Fred Callopy five theoretical categories that characterize design attitude that emerged from the data supplied by various professional design are as follows:

-Consolidate meanings in a multidimensional way.

-Create, bringing to life.

-Embrace the discontinuity and stop while the project still has life.

-Embrace the empathy.

-Create commitment to aesthetics.

How design thinking can help us, in the seas of change, but in silence, navigate to succeed?

Sometimes silence is the great assurance to understand.

How so?

“Building on the user-centric roots of industrial design, Design has an ethnographic core that allows businessmen and others to connect with any and all cultures, real and digital, anywhere around the world. And Design’s ability to learn from these cultural connections and translate that data into new concepts for products and services gives it the power to generate revenue and profits in a global economic environment of deepening uncertainty. If Six Sigma and management thinking were our guides to efficient choice-making and profit maximization in yesterday’s era of global hegemony, stability and homogeneity, then Design is our guide to deep consumer understanding, generative option-making and strategic brand finding in an era of global heterogeneity, instability and diversity.

I would like to end on a philosophical note. One reason why people are turning to Design today is that it is essentially optimistic. Design has a future-facing perspective and a tool-using core competence. The whole purpose of Design is to make the new. In a world of uncertainty and cascading change, Design can be our navigator. We should embrace it. “Bruce Nussbaum

Easily people say, how do we build, how do we pay.

We are very comfortable in our world, and are very reverential. Still we are not really strong and courageous to criticize others.

We are indeed very silent.

We must stop only be performers, we need to be visionary and look to the future, and we need a completely new business model.

Do you want to comment?

 

Momentos que requerem silêncio em Pensar design

O motivo é a compreensão

Nunca a noção da nossa capacidade para gerir a complexidade e a mudança foi tão importante, como é hoje, dado o nosso rápido ritmo de vida e o elevado número de estímulos a que estamos sujeitos.

Para as gerir, o primeiro passo é compreender os mecanismos internos que tornam a mudança tão difícil, e que servem como alimento à nossa resistência natural, quando confrontados com algo novo.

A mudança surge-nos sob a forma de três dimensões, a fonte, a duração e o impacto.

Estas dimensões começam a ter significado quando observamos a resistência manifestada pelos líderes de organizações ou negócios. É nessa altura que importa falar em pensar design, mas em silêncio, se o nosso objectivo é desenvolver algum trabalho “através” de pensar design.

Quando a nossa intenção é fazer com que todos numa empresa, usem o pensamento design como uma atitude, a nossa direcção deve ser pensar design “através” e não “acerca”.

“Acerca” de pensar design é eventualmente o que faço aqui neste blogue, peneirando palavras e conceitos e procurando uma linha coerente e dinâmica de pensamentos.

O “através” surge de algumas incursões nos negócios por parte do design e que têm procurado criar uma atitude de design nos gestores e líderes de negócios. Tal atitude observa-se na criação de produtos, serviços e processos, que são rentáveis e satisfatórios para as pessoas e para as empresas.

Adaptei de um artigo de Fred Callopy cinco categorias teóricas que caracterizam atitude de design que surgiram a partir dos dados fornecidos por vários profissionais de design são os seguintes:

– Consolidar significados de forma multidimensional.

– Criar, trazendo a vida.

– Abraçar a descontinuidade e parar enquanto o projecto ainda tem vida.

 – Abraçar a empatia.

– Criar compromisso com estética.

Como é que o pensar design pode ajudar neste mar revolto de mudança, em silêncio, a navegar até bom porto?

Por vezes o silêncio é a grande garantia de que compreendemos.

 “Como assim? Baseando-se nas raízes de centrado no utilizador do design industrial, o design tem um núcleo etnográfico que permitiu aos empresários e outros conectarem-se com todas e quaisquer culturas, real e digital, em qualquer lugar do mundo. A capacidade do design de aprender com essas ligações culturais e traduzir esses dados em novos conceitos de produtos e serviços confere-lhe o poder de gerar receitas e lucros num ambiente económico global de aprofundamento da incerteza.

Se Seis Sigma e pensar a gestão foram os nossos guias de escolha eficiente de decisões e na maximização do lucro na era de ontem de hegemonia global, a estabilidade e homogeneidade, então, numa era de heterogeneidade global são a instabilidade e a diversidade e pensar design pode ser o nosso guia para a compreensão profunda do consumidor, a visualização de possibilidades, opção geradora de decisões e o encontrar a marca estratégica.

Gostaria de terminar com uma nota filosófica. Uma das razões pelas quais as pessoas se estão a voltar, hoje, para o pensar design, é que ele é essencialmente optimista. Pensar design tem uma perspectiva de encarar o futuro e uma ferramenta usando competências chave. O objectivo geral do design é fazer o novo. Nós vivemos uma vida de beta constante, um lugar de incerteza e mudança em cascata. Neste novo mundo, pensar pode ser o nosso navegador. Nós devemos adoptá-la. “Bruce Nussbaum

Com facilidade as pessoas dizem, como é que vamos construir, como é que vamos pagar. Estamos muito confortáveis no nosso mundo, e somos muito reverenciais. Ainda não somos realmente fortes, e corajosos para criticar os outros.

Estamos, de facto, muito silenciosos.

Temos que parar de só ser executantes, temos que ser visionários e encarar o futuro, e precisamos de um modelo de negócio totalmente novo.

Quer comentar?

Inhibit inhibitions or creativity without worries

16 de Dezembro de 2010

 (Texto em Português depois deste)

Is it intuitive?

Inhibit their inhibitions allows musicians to create without worrying about what they’re creating.

For Limb  ““What we think is happening is when you’re telling your own musical story, you’re shutting down impulses that might impede the flow of novel ideas.”

How is that musician done this?

-Like many other experienced improvisators claim, they only begin to play.

It is intuitive. 

To Amanda Martinez these musicians do not always know how to improvise. They had to learn. So the question remains:

How can a skill, which in its truest form is innate, be learned?

Until points business creators can learn from the improvisation of a jazz musician?

On an article on Seedmagazine we can read “watch a musician at the height of a solo improvisation can be like watching an act of divine intervention. But embedded memories and conspiracies of regions of the brain, scientists now believe, are the real source of creativity. ”

Some of the experiences of Neurology reported in the article above make me think that the memories we have in our brain are in fact the main reason of our creative capacity, however its use in favor of creativity requires learning.

An apprenticeship is not that easy if there is an environment where there is place for experimentation and to the error and where it can accumulate information capable of powering a diversified knowledge source of combinations whose result is something new.

For example, jazz musicians have found new ways to play their instruments, new ways to establish connections and similarly the writers and poets have found new phrases or new verses. These new shapes are the result of absorption of other songs and other phrases that they combine differently.

When in an organization the amount absorbed information is relevant enough to be combined creativity emerges from the simplest ideas until key ideas in more complex processes.

The diversity of stimuli that a social network provides and the nature of their connections create a climate of heterogeneity impressive.

This enables the installation of a rich communication process similar to the challenge of various musicians in jazz or poets in songs.

What we can learn from the musicians and writers is that knowledge is crucial for creativity and that this is only visible when there is a

state of inhibition of rules and inhibition of fears.

And between many other things we can learn from the musicians and writers is that passion, besides being the main driver of creation, is also the painter of documents we create.

Being sure that knowledge is important, it is no less true that creativity is the soul of business!

Do you want to comment?

 

 

Inibir as inibições ou criatividade sem preocupações

É intuitivo?

Inibir as suas inibições permite aos músicos criar sem se preocuparem com o que estão a criar.

Para Limb  “O que nós pensamos que está acontecer é, quando alguém está a contar a sua própria história musical, esse alguém está a desligar impulsos que possam impedir o fluxo de ideias novas”

Como é que os músicos fazem isso?

– Como muitos outros improvisadores experientes afirmam, eles apenas começam a tocar. É intuitivo.

Para Amanda Martinez esses músicos nem sempre sabem como improvisar. Eles tiveram que aprender. Portanto, a questão permanece:

Como pode uma habilidade, que na sua forma mais verdadeira é inata, ser aprendida?

Até que pontos os criadores de negócios podem aprender com o improviso de um músico de jazz?

Num artigo de Seedmagazine podemos ler “Assistir a um músico no auge de uma improvisação a solo pode ser como assistir a um acto de intervenção divina. Mas as memórias embutidas e conspirações de regiões do cérebro, os cientistas acreditam agora, são a verdadeira fonte de criatividade ad hoc.”

Algumas das experiências de neurologia relatadas no artigo referido atrás, fazem-me pensar que as memórias que temos no nosso cérebro são de facto a razão principal da nossa capacidade criativa, contudo a sua utilização a favor da criatividade requer aprendizagem.

Uma aprendizagem que não é fácil se não existir um ambiente onde haja lugar à experimentação e ao erro e onde se possa acumular informação capaz de alimentar um conhecimento diversificado fonte de combinações cujo resultado é algo de novo.

Por exemplo, os músicos de jazz têm encontrado novas formas de tocar os seus instrumentos, novas maneiras de estabelecer ligações e da mesma forma os escritores e poetas têm encontrado novas frases ou novos versos. Essas novas formas resultam de uma absorção de outras músicas e outras frases que eles combinam de forma diferente.

Quando numa organização a quantidade de informação absorvida é suficientemente relevante para ser combinada a criatividade emerge desde as ideias mais simples até às ideias chave em processos mais complexos.

A diversidade de estímulos que uma rede social proporciona e a natureza das suas conexões criam um clima de heterogeneidade impressionante. Possibilita a instalação de um processo de comunicação rico semelhante ao desafio de vários músicos em jazz ou de poetas em cantigas.

O que nós podemos aprender com os músicos e com os escritores é que o conhecimento é fundamental para a criatividade e que esta só é visível quando existe um estado de inibição de regras e de inibição de medos.

E ente muitas outras coisas que podemos aprender com os músicos e escritores é que a paixão, para além de ser o principal condutor da criação, é também a pintora dos originais que criamos.

Sendo certo que o conhecimento é importante, não é menos verdade que a criatividade é a alma do negócio!

Open innovation and some reactions

15 de Dezembro de 2010

 

(Texto em Português depois deste)

 

 

Stefan Lindegaard and Portuguese companies

 

On Monday, Cotec Portugal held an event called “Fast Open and Global – New Perspectives on Innovation” that has as speaker Stefan Lindegaard who talk about open innovation.

An initiative to applaud, not only for the opportunity created to hear one of the most emblematic speaker on open innovation but mainly by the work produced in innovation regarding the certification of companies in this area and for presentation of the “Barometer of innovation”.

The barometer is a great tool, with dynamic features, where we can provide an excellent base of knowledge about the state of the nation in innovation.

But back to my purpose today that is reporting my impressions about the role of open innovation and the expectations of some entrepreneurs or their representatives in Portugal and attending the event.

 

Lindegaard did, in my view a presentation from his point of view on open innovation, which surprised me, not by its nature and direct confrontation, however extremely empathic, but by the direction given to his speech, perfectly embedded in the profile of listeners.

They were entrepreneurs and leaders of innovation related institutions who waited wise words to solve some of their problems.

They were people who had finished a participation in a roadmap held over weeks by the country on “good Innovation management practices”.

A few dozen of these persons were representatives of companies already certified on “innovation management” and had therefore been subject to rigorous evaluation processes, or at least subject to some conditionality of conformities.

And it was there, in my opinion that happen one of its Lindegaard highlights, when he said that open innovation is a state of mind.

I think that was not the recipe that some had expected to make their own cake, but it was certainly the most appropriate response to the question:

What is the open innovation?

What doesn’t surprised me was repeated an affirmation Lindegaard have already entered in his blog 15INNO – “Why open innovation is not for small Companies”.

But that expression surprised quite a few of those that eventually expect to find in open innovation a rapid response to the challenges faced.

Lindegaard was somewhat sympathetic provocative to say that companies have to choose between being a large slice of a pie or make grow the pie. Position openly shared by one of the most successful entrepreneurs in Portugal. Growth is key.

I think Lindegaard left a important mark in presentation and subsequent discussion among Portuguese entrepreneurs, indicating which paths that businesses should explore and which conditions under which should do.

I think that SMEs have a very important place in Innovation and open innovation is also a place in the Sun for them. Everything depends on the combination of wills and efforts.

I must say too that it was felt by enterprises, the need to integrate knowledge via networks, like Twitter, particularly recommended by Stefan as a means of establishing contact with the companies outside world.

 

Thank you Stefan for sharing your toughts!

 

 

Inovação aberta e algumas reacções

Stefan Lindegaard e as empresas Portuguesas

Na passada segunda-feira, a Cotec Portugal promoveu um evento denominado Fast Open and Global – New Perspectives on Innovation que contou com a presença de Stefan Lindegaard para falar sobre Inovação Aberta.

Uma iniciativa a aplaudir, não só pela oportunidade criada para ouvir uma das pessoas mais emblemáticas em Inovação Aberta mas sobretudo pelo trabalho produzido em Inovação no que toca à certificação de empresas nessa área e pela apresentação do “Barómetro da Inovação”.

Este último, uma óptima ferramenta, com características dinâmicas, que nos poderá fornecer uma excelente base de conhecimento sobre o estado da nação em Inovação.

Mas voltemos ao meu propósito de hoje que é relatar as minhas impressões sobre o papel da Inovação aberta e as expectativas de alguns empresários ou seus representantes em Portugal e ali presentes.

Lindegaard fez, a meu ver uma apresentação do seu ponto de vista sobre Inovação Aberta, que me surpreendeu, não pelo seu cariz directo e de confrontação, mas extremamente empático, mas sim pela direcção dada ao seu discurso, perfeitamente encaixado no perfil dos ouvintes.

Eram empresários e dirigentes de instituições ligadas à inovação que aguardavam palavras sábias para resolver alguns dos seus problemas.

Eram pessoas que tinham terminado uma participação num roteiro realizado ao longo de semanas pelo País sobre “As boas práticas de Gestão de Inovação”.

Algumas dezenas dessas pessoas eram representantes de empresas já certificadas em “Gestão de Inovação” e tinham portanto estado sujeitas a processos de rigor de avaliação, ou pelo menos sujeitos a algum condicionalismo de conformidades.

E foi aí, na minha opinião, que Lindegaard teve um dos seus pontos altos, quando afirmou que inovação aberta é um estado de espírito.

Penso que não era a receita que alguns esperavam para fazer o seu próprio bolo, mas foi com certeza a resposta mais adequada à pergunta:

O que é a Inovação aberta?

Aquilo que não me surpreendeu foi Lindegaard ter repetido uma afirmação já inscrita no seu blogue 15INNO – “Porque é que a inovação aberta não é para pequenas empresas”.

Mas surpreendeu bastante alguns dos presentes que eventualmente esperavam encontrar na Inovação aberta uma resposta rápida aos desafios com que se confrontam.

Lindegaard foi um pouco simpaticamente provocador ao dizer que as empresas têm que escolher entre ser uma fatia grande de uma tarte ou fazer crescer a tarte. Posição partilhada abertamente por um dos empresários de maior sucesso em Portugal. O crescimento é fundamental.

Eu penso que Lindegaard deixou uma marca importante na sua apresentação e posterior discussão junto dos empresários Portugueses, indicando quais os caminhos que as empresas devem explorar e quais as condições em que o devem fazer.

Eu, da minha parte, continuo apensar que as Pequenas e Médias empresas têm um lugar muito importante na Inovação e que a Inovação aberta também um lugar ao Sol para elas. Tudo depende da conjugação de vontades e de esforços.

Resta acrescentar que se fez sentir, por parte das empresas, a necessidade de integrar conhecimento através das redes socias nomeadamente o Twitter recomendado por Stefan como forma de estabelecer contacto com o mundo exterior às empresas.

Art and Humanities promote creative initiatives

14 de Dezembro de 2010

(Texto em Português depois deste)

From ideas to challenges

Yesterday during a trip I took to Lisbon I had an interesting conversation with a friend about creativity and about the need to promote the initiative for the proposition of ideas by employees of an organization.

The concern was to make these employees, naturally, more active and engaged in the generation of ideas within the organization.

At some point I asked:

-Why don’t you promote a group of collaborators more enthusiastic about creativity and try that they define and create a climate or environment desirable of creativity?

It was understandable that the answer (objection) was the lack of availability of time on the part of developers for that.

This lack of availability only exists if we don’t have a management attention and if we don’t define priorities and this is achieved with passion for the mission.

This passion comes often by a process of contact and contagion with “stuff”, with the art and the humanities. An organization can provide without major costs that contact and can choose between its elements facilitators of contagion, that is those more enthusiastic and that propagate the passion for creativity and innovation.

 “Imagination, originality, and risk taking should not be byproducts of a university education. They should be its core.” – Jonathan Berger and Wolf Bryan

A few years ago Stanford University issued a challenge that is a good example for any organization, not only because organizations are institutions where you learn but also where they can teach. Let’s see the assumption:

Education in the arts and humanities is the foundation of a liberal arts education and serves three important roles. First, it prepares graduates to deal with the complexity, diversity, and ambiguity of human societies. Second, it draws out and develops personal creativity. Third, the arts bridge all cultures, providing access to the experience of people in other times and places. In the contemporary world in which Stanford graduates will lead and inspire, understanding complexity, finding creative solutions to problems, and navigating the richness of human culture are essential capabilities.”

What organizations need to learn is to live in harmony with the arts and the humanities to be able to embrace complexity, diversity and ambiguity as challenges able to generate emotions and joys.

When living with art is not just a sporadic visit to a Museum and becomes an integral part of the professional development the understanding of different cultural values becomes a reality.

 

An environment of contact with the art promotes creativity staff within an organization and must be well managed by a visionary leader.

A arte e as humanidades promovem iniciativas criativas

 

Das ideias aos desafios

Ontem durante uma viagem que fiz a Lisboa tive uma conversa interessante com um amigo sobre a criatividade e sobre a necessidade de promover a iniciativa para a proposição de ideias por parte dos colaboradores de uma organização.

A preocupação era fazer com que esses colaboradores naturalmente fossem mais activos e empenhados na geração de ideias dentro da organização.

A determinada altura perguntei:

– Porque é que vocês não promovem um grupo de colaboradores mais entusiasmados com criatividade e procuram que eles definam e criam um clima ou ambiente de criatividade desejável?

Era compreensível que a resposta (objecção) fosse a falta de disponibilidade de tempo por parte dos colaboradores para que isso acontecesse.

Essa falta de disponibilidade só existe se não se fizer uma gestão da atenção e se não se definirem prioridades e isto consegue-se com paixão pela missão.

Essa paixão chega muitas vezes por um processo de contacto e contágio com “coisas”, com a arte e com as humanidades. Uma organização pode fornecer sem grandes custos esse contacto e pode escolher entre os seus elementos os facilitadores de contágio, isto é aqueles mais entusiasmados e que propagam a paixão pela criatividade e inovação.

“A imaginação, a originalidade e a assunção de riscos não deve ser derivados de uma educação universitária. Devem ser o seu núcleo.” – Jonathan Berger e Wolf Bryan 

Há poucos anos Stanford University lançou um desafio que é um bom exemplo para qualquer organização, não só porque as organizações são instituições onde se aprende mas também onde se pode ensinar. Vejamos o pressuposto:

A Educação em artes e humanidades é o alicerce de uma educação em artes liberais e tem três papéis importantes. Primeiro, ele prepara os formandos para lidar com a complexidade, diversidade e ambiguidade das sociedades humanas. Em segundo lugar, destaca-se e desenvolve a criatividade pessoal. Em terceiro lugar, as artes ponte todas as culturas, proporcionando o acesso à experiência das pessoas em outros tempos e lugares. No mundo contemporâneo, em que graduados de Stanford vai liderar e inspirar, a compreensão da complexidade, encontrar soluções criativas para os problemas, e navegar a riqueza da cultura humana são capacidades essenciais.

O que as organizações devem aprender é a viver em harmonia com as artes e com as humanidades para serem capazes de abraçar a complexidade, diversidade e ambiguidade como desafios capazes de gerar emoções e alegrias.

Quando a convivência com a arte não se resume a uma visita esporádica a um museu e passa a ser parte integrante do desenvolvimento profissional a compreensão dos diferentes valores culturais passa a ser uma realidade.

Um ambiente de contacto com a arte promove a criatividade pessoal dentro de uma organização e deve ser bem gerido por um líder visionário.

Idea’s Flow– a challenge for each one of us

12 de Dezembro de 2010

(Texto em Português depois deste)

 

Dreamers, performers and others

There are stories with two centuries that lead us to the future.

Between 1815 and 1818 the hearing of Beethoven deteriorated to such an extent that he was considered clinically deaf and hit the bottom.

At that time an economic crisis precipitated the decline (as has happened from time to time) and, once again, Beethoven had to reinvent itself, using innovation as an instrument to exit the abyss (bottom).

During six years 1820 the 1826, Beethoven sick and constantly annoyed, but I suppose always passionate about their music, composed some masterpieces as the “Mass in C major”, “Mass in C minor” and the “Ninth Symphony” among other pieces.

Instead of doing like most people with social isolation (attitudes of unloading by contempt suffered), Beethoven turned his experience into music that have become universal on account of their problems and solutions.

Those solutions borne always, from his intuition and his ability to rewrite rules when, environmental and personal issues, threatened him with defeat.

Who reported these steps of Beethoven’s life could have written the story and temperate it with his own emotions, but it is a beautiful story.

When people think of creativity, they generally associate to artwork resulting from an enormous effort that leads to a beautiful result and worthy of admiration.

But if we look and we see how Da Vinci did, do not go to the next without first observe well that before us, we found that some of these achievements are impregnated with restrictions or constraints.

They are beautiful because creativity triumphed over the “rules”.

Restrictions of shape provide clear challenges to overcome.

The works of Johan Sebastian Bach (1685 the 1750) are considered a source of inspiration for creativity and help us to exercise our brain.

I personally feel the float when I hear Bach even touched on electronic devices.

Our brain is an organ that allows us to think and that learns and grows through interacting with the world of perception and action.

Mental stimulation improves brain function and protects really of cognitive decline, as it happens when we exercise. The human brain is able to adapt and reprogram. Even in advanced age, new neurons can develop.

The severe mental decline is usually caused by the disease, while most age-related losses, memory or simply motor skills are the result of inaction and lack of exercise and mental stimulation.

A stream of ideas is music and smooth movement that slides now fast now as turbulence and must account for each one of us a special challenge.

Do you want to comment?

 

Fluxos de ideias – Um desafio para cada um de nós

Sonhadores, executores e os outros

Há histórias com dois séculos que nos levam até ao futuro.

Entre 1815 e 1818 a audição de Beethoven deteriorou-se a tal ponto que ele foi considerado clinicamente surdo e bateu no fundo do poço.

Nessa altura uma crise económica precipitou o seu declínio (como tem acontecido de tempos em tempos) e, mais uma vez, Beethoven teve de se reinventar a si mesmo, usando a inovação como um instrumento para sair do abismo (fundo do poço).

Durante seis anos, 1820 a 1826, Beethoven  doente e constantemente irritado, mas suponho sempre apaixonado pela sua música, compôs algumas obras-primas como a Missa em Dó Maior, a Missa em Dó Menor e a Nona Sinfonia entre outras peças.

Em vez de fazer como a maioria das pessoas com isolamento social, atitudes de descarga pelo desprezo sofrido, Beethoven converteu a sua experiência em músicas que tornaram universais quer os seus problemas quer as soluções.

As suas soluções, nasceram sempre da sua intuição e capacidade de reescrever as regras, quando as questões ambientais e pessoais o ameaçavam com a derrota.

Quem relatou estes passos da vida de Beethoven poderá ter escrito a história temperando-a com as suas próprias emoções, mas não deixa de ser uma linda história.

Quando as pessoas pensam em criatividade, associam de uma forma geral ao trabalho artístico resultante de um esforço enorme que leva a um resultado belo e digno de admiração.

Mas se olharmos e virmos  como fazia Da Vinci, não avançar para um pormenor sem primeiro observar bem aquele que temos em mãos, descobrimos que algumas dessas realizações estão impregnadas de restrições ou constrangimentos.

Elas são bonitas porque a criatividade triunfou sobre as “regras”.

Restrições de forma proporcionam desafios claros a superar.

As obras de Johan Sebastian Bach (1685 a 1750) são consideradas uma fonte de inspiração para a criatividade e ajudam-nos a exercitar o nosso cérebro.

Eu pessoalmente sinto-me a flutuar quando ouço Bach mesmo tocado em aparelhos electrónicos.

O nosso cérebro é um órgão que nos permite pensar e que aprende e cresce interagindo com o mundo através da percepção e da acção.

A estimulação mental melhora a função cerebral e protege realmente do declínio cognitivo, como aliás acontece ao fazermos exercício físico.

O cérebro humano é capaz de se adaptar e se reprogramar. Mesmo em idade avançada, novos neurónios podem desenvolver-se.

O declínio mental severo é geralmente causado pela doença, enquanto a maioria das perdas relacionadas com a idade, memória ou simplesmente habilidades motoras são o resultado da inactividade e falta de exercício e estimulação mental.

Um fluxo de ideias é música e movimento que desliza ora suave ora rápido como turbulência e deve representar para cada um de nós um desafio especial.

Great readings this week

11 de Dezembro de 2010

Enjoy it!

Beware of Facts & Innovation by Deb Mills-Scofield

Facts & Data.  At Bell Labs we used to say, “How much did you pay for that data?”  Most market research projects – for strategic planning and innovation (my passions), or even incremental product development focus on getting the facts.  Ok, here’s one for you:

 

It Is Hard To Decide Between Getting The “Best” And Getting “Enough”. Muji Thinks “Enough” Is The New “Best”. By Idris Mootee

I am not a superfan of Muji but I am very impressed with their last three years of repositioning or finetuning of the brand and after spending 15 mins in one of their stores in Tokyo I can see why they are doing well. The concept is exporting well to the US too.

Five Ways To Get Smarter On Open Innovation by Stefan Lindegaard

I believe the best way to get smarter and acquire new knowledge on innovation is through articles and blog posts rather than reading books. It is just my experience that it works better both in terms of value and time spent.

 

Asshole Bosses and You: A Cartoon By Team Synchronicity at North Carolina State by Bob Sutton

I just got an email from Scott Bolin, an MBA student at North Carolina State, who worked with his team of fellow MBA’s,  James Wall, My Le, and Bikram Jit Singh, create a funny and well-crafted cartoon called Asshole Bosses and You. 

Cultivating Diversity: a New Way to Network by Mike Brown

Jon Lovitz did a routine on Saturday Night Live about how to be more successful. The answer to success was always the catch phrase, “Get to know me!” Looking back on my first year of leaving the corporate world for entrepreneurship in the world of strategy and innovation, the success we’ve had has been linked

 

Want Your Customers To Talk Sizzle Or Steak? By Wim Rampen

Customers have jobs to do. And so do Companies. In essence the trick is to align and focus the company’s activities to maximize support to Customers to get their jobs done. From the unpredictable Customer’s decision journey through each stage of the life-cycle. And make money as a result of it.

 

The Magic of Intuition at Work by Alex Pattakos via Ralph-Ohr

 

Sometimes we wish that we had the magical powers of the lovable witch Samantha Stephens in the situation comedy Bewitched; at the time (1960s and 1970s) it was the highest rated television series ever for the ABC network.

Balance innovation and continuous improvement by Jorge Barba

All of us know that if you we want to make sweeping changes, we need to innovate. If done incrementally (in small improvements), it won’t attract much attention. FedEx became a success story as they changed people’s expectations (absolutely, positively overnight) of delivery services, delivered on their promise and charged a premium for it.  However, innovation projects are never “complete”.

Have a nice week!

How would be the future if the present were design thinking?

10 de Dezembro de 2010

(Texto em Português depois deste)

 Clarify the analytical thinking and design

According to Roger Martin, AG Lafley when he was CEO of P&G always made a great effort to explain their thinking. Be transparent “with his logic”, gave those who are below, in the hierarchy of Lafley, the guidance they need to one day succeed him, and to organize all the chances to keep its trajectory.

This is certainly not the posture of many of the leaders of organizations and companies, especially if we consider the financial areas.

Roger Martin considers that integrative thinking should be a key discipline of management. Design thinking is the application of integrative thinking.

However, there are still a large number of designers who would like design to be an art, and are really offended by the concept of design thinking. Martin said: “I had several nasty notes saying,” you’re not a designer, you are not trained in design, how dare to talk about it? ”

Firstly it is easy to see that there are not only silos in organizations, where everyone learns well their model and closes in their habitat, without concern for clarify their thinking and its intention to management, but also in designers who hid behind a search of a path that does not converge to the business.

Integrative thinking often arises as a discomfort for both managers and designers when it comes to creating a model that is neither A nor B but can be a new created from the design and business processes.

For example, when speaking to clarify the thought of a manager of a financial area, surely we aren’t waiting for behaviors that are identical to those of AG Lafley, although this was desirable.

Garr Reynolds says ” Managers may be afraid to embrace simplicity. In business we are all scared of being called “too simple.” People confuse simplicity, which is hard to achieve, with simplistic, which is easy and usually lacking value. When in doubt, a manager may add a layer of complexity where it is not needed just to be safe. It takes courage to be simple. And don’t throw away “good” in pursuit of “perfect.” The simplest solution is often the best (though not always), yet the first idea you have is not always the simplest. Be careful of going with the first idea. Designers often create three to five solutions to the same problem.”

It is adding layers of complexity that the financial management more laurels. Create complex content allegedly to allow deep analyses and results only understood by few.

But when it asks Roger Martin what he thinks about thinking design and financial systems he says:

“As for a redesign of the financial system, “We need to step back and say a lot of the fantasies we believe are the case, are not. Let’s design our world around something that’s a little closer to real than fantasy.”

There are intangible issues such as services or systems that are not yet dealt with the same rigor and discipline that uses with the products and hence the difficulty imagining solutions to some problems in the financial sphere we face.

But this is possible if we take a step back and going by paths creating templates than not the image of past experiences.

“We might concentrate on how to make the process of the design of the intangible as transparent and open to observation as the design of the tangible. We might develop prototyping environments that allow us to learn through failure without catastrophic implications. We might accept that we need better mechanisms for criticism and feedback so that we begin to establish a body of knowledge about what works, and what does not, in the design of these things that don’t go ‘thud’ when we drop them.” Tim Brown
Do you want to comment?

 

Como será o futuro quando o presente é pensar design

Clarificar o pensamento analítico e design

De acordo com Roger Martin AG Lafley, enquanto CEO de P&G sempre fez um grande esforço para explicar seu pensamento. Ser transparente “com sua lógica,” deu, aqueles que estão abaixo, na hierarquia de Lafley, a orientação de que necessitam para um dia lhe sucederem, e à organização todas as hipóteses de manter sua trajectória.

Esta não é certamente a postura de muitos dos dirigentes de organizações e empresas, principalmente se pensarmos em áreas financeiras.

Roger Martin considera que o pensamento integrativo deve ser uma disciplina chave de gestão. O pensamento design é a aplicação do pensamento integrativo.

No entanto, “há ainda um grande número de designers que gostariam que o design caminhasse para ser uma arte, e ficam realmente ofendidos pelo conceito de pensamento de design. Martin disse:”Tive várias notas desagradáveis que diziam, “você não é um designer, você está não formado em design, como se atreve a falar sobre isso?”

Antes de mais é fácil perceber que os silos existem não só nas organizações, onde cada um aprende bem o seu modelo e se encerra no seu habitat, sem a preocupação de clarificar o seu pensamento e a sua intenção de gestão, mas também nos designers que se escudam na busca de um caminho que não converge para os negócios.

O pensamento integrativo surge muitas vezes como um desconforto quer para os gestores quer para os designers quando se trata de criar um modelo que não seja nem A, nem B mas possa ser um novo criado a partir do design e dos processos dos negócios.

Por exemplo, quando se fala de clarificar o pensamento de um gestor de uma área financeira, certamente que não estamos á espera de comportamentos idênticos aos de AG Lafley, embora isso fosse o desejável.

Garr Reynolds diz que “os gestores podem ter medo de abraçar a simplicidade. Nos negócios, estamos todos com medo de ser chamado de “simples demais”. As pessoas confundem simplicidade, que é difícil de alcançar, com simplista, que é fácil e, geralmente sem valor. Em caso de dúvida, um gestor pode adicionar uma camada de complexidade, onde não é necessária apenas para ser seguro. É preciso coragem para ser simples. E não jogue fora “bom” em busca do “perfeito”. A solução mais simples é sempre a melhor (embora nem sempre), mas a primeira ideia que você tem nem sempre é simples. Tenha cuidado de ir com a primeira ideia. Designers criam frequentemente 4 ou 5 soluções para o mesmo problema.”

É na adição de camadas de complexidade que a gestão financeira mais se acomoda. Criar conteúdos pretensamente complexos para possibilitar análises profundas e resultados só compreendidos por alguns.

Mas quando se pergunta a Roger Martin o que ele pensa sobre o pensar design e os sistemas financeiros ele diz:

“Quanto a um redesenho do sistema financeiro, “Nós precisamos dar um passo atrás e dizer que, o monte de fantasias que acreditamos é verdade, não é. Vamos projectar nosso mundo em torno de algo que é um pouco mais perto do real do que a fantasia”.

Há questões intangíveis como os serviços ou sistemas que ainda não são abordadas com o mesmo rigor e disciplina que se usa com os produtos e daí a dificuldade em imaginar soluções para alguns problemas da esfera financeira com que nos deparamos.

Mas isso é possível se dermos um passo atrás e enveredarmos por caminhos de criação de modelos que não sejam à imagem de experiências passadas.

“Podemos concentrar-nos em como fazer o processo de concepção do intangível como transparente e aberto à observação, como o projecto do tangível. Podemos desenvolver protótipos de ambientes que nos permitem aprender com a falha, sem implicações catastróficas. Podemos aceitar que precisamos de melhores mecanismos para críticas e comentários para que possamos começar a estabelecer um corpo de conhecimento sobre o que funciona e o que não funciona, na concepção destas coisas que não vão “dar o baque” quando nós as deixarmos.” Tim Brown

Quer comentar?

Dreaming is trying to understand our ideas

9 de Dezembro de 2010

(Texto em Português depois deste)

On the route of desires

Sometimes we feel discomfort and even an internal conflict when we can’t print action on our ideas or dreams.

Our dreams, those we desire, not nightmares, are related to our desires and attempt to reconcile or resolve conflicts.

Dreams let each of us put together a few pieces of life, to give meant a whole. They are a roadmap for the “travel” we conceived and so are leveraged masterly by who wants to “sell” an idea.

An idea that combines an emotional appeal with our characteristics has within us a promoter, consumer or user subconscious in power.

But to be promoter or consumer of a new idea or its materialization implies a process of change which contains in itself three things related to each other:

–      Sensation, perception and the environment or community where this change will take place.

The sensation refers to the process of feeling our environment. Perception is the way we interpret these sensations and therefore make sense all around us.

The environment or community is filled with diverse emotions and sources of information that can create in us any insecurity in defining the path to our ideas or dreams. We need to find the relevant information.

Both in organizations (environment) and at the individual level the large and important disability which involves our action is the lack of relevant information. The role of all those who surround us are trying to illuminate the data spread and transform them into something relevant, such as information, knowledge and understanding.

We only be wise if we understand. We will only have, or accept, brilliant ideas, to illuminate our path if they meet our needs. 

We also know that any one of us only need the information we want.

What we seek is that all who interact with us maximize the vision about the data and about our needs.

If we don’t see we don’t understand. When we have the information we want, we take better decisions.

Share a dream, means to reconcile the points of view.

Almost always, perhaps the exception is curiosity; we don’t need to understand how an information system works, but just how to use it.

We already know what, where, when and why browse. The role of others in organizations is the “how”.

Vision without action is a dream! Action without vision is a disaster!

 

Sonhar é tentar compreender as nossas ideias

Na rota dos desejos

Por vezes sentimos desconforto e até um conflito interno quando não conseguimos imprimir acção às nossas ideias ou sonhos.

Os nossos sonhos, os desejados, não os pesadelos, estão relacionados com os nossos desejos e tentam conciliar ou resolver conflitos.

Os sonhos permitem que cada um de nós coloque juntos, alguns pedaços da vida, para dar significada a um todo. São um roteiro para as “viagens” que concebemos e por isso são aproveitadas de forma magistral por quem quer “vender” uma ideia.

Uma ideia que combina um apelo emocional com as nossas características próprias tem em nós um promotor, consumidor ou utilizador subconsciente em potência.

Mas ser-se promotor ou consumidor de uma nova ideia ou da sua materialização implica um processo de mudança que contem em si três coisas relacionadas entre si:

Sensação, percepção e o ambiente ou comunidade onde essa mudança, se vai realizar.

A sensação refere-se ao processo de sentir o nosso meio ambiente. Percepção é a nossa forma de interpretar essas sensações e, portanto, dar sentido a tudo que nos cerca.

O meio ambiente ou comunidade está repleto de fontes de emoções diversificadas e de fontes de informação que podem criar em nós alguma insegurança na definição do caminho para as nossas ideias ou sonhos. É preciso descobrir a informação relevante.

Tanto nas organizações ( meio ambiente) como a nível individual a grande e importante deficiência que envolve a nossa acção é a falta de informações relevantes. O papel de todos os que nos rodeiam é tentar iluminar os dados espalhados e transforma-los em algo relevante, como informação, conhecimento e compreensão.

Só ficaremos sábios se houver compreensão. Só teremos, ou aceitaremos, ideias brilhantes, para iluminar o nosso caminho se elas satisfizerem as nossas necessidades.

Também sabemos, que qualquer um de nós, só necessita da informação que quer.

O que procuramos é que, todos os que interagem connosco nos maximizem a visão sobre os dados e sobre as nossas necessidades.  

Se não vemos não compreendemos. Quando temos a informação que queremos, tomamos melhores decisões.

Partilhar um sonho, significa conciliar os pontos de vista.

Quase sempre, talvez a excepção seja a curiosidade, não precisamos entender como funciona um sistema de informação, mas tão só como o usar. Nós já sabemos o que, onde, quando e porquê procurar. O papel dos outros, nas organizações é o “como”.

Visão sem acção é um sonho! Acção sem sonho é um desastre!