Archive for the ‘Pensamentos’ Category

Creativity in business! Is it a sacrifice?

27 de Dezembro de 2010

(Texto em Português depois deste)


Where is beauty?

“The more perfect the artist, the more completely separate in him will be the man who suffers and the mind which creates; the more perfectly will the mind digest and transmute the passions which are its material” – T. S. Elliot

Creativity and art are two notions that originate often conflicts both for the creator and to the viewer whether it be a passive person or active of the shared as well.

Creativity is often faced with two questions:

Should I sacrifice creativity in favor of business?

I have to sacrifice sales in favor of my creativity?

When we created it is necessary that we are familiar with the walk towards the unknown and not lose in the uncertainty of the future or succumb to fear, when faced with the sacrifice of creation.

“In the creative act, the artist goes from intention to realization through a chain of totally subjective reactions. His struggle toward the realization is a series of efforts, pains, satisfaction, refusals, decisions, which also cannot and must not be fully self-conscious, at least on the esthetic plane.” – Marcel Duchamp

The sacrifices in creativity are often placed both designers of Web pages as the painters of illustrious people portraits or the creators of toothbrushes.

But to what extent there is a sacrifice in the creative act? To what extent a creative person in a company is sacrificed?

The creator gives its mark to the “taste” of the spectator, consumer or user, but it is important to know the weight of that mark in the final product.

It matters whether the creative act in its process of mutation of the intention to realization, destroys the intentions to meet consumer needs or desires.

To what extent is a creative act, satisfaction of needs of the user or consumer?

A creative act is not executed by the creator alone. The recipient of mental creation participates in the construction carried out by the creator, because he represents the outside world that is necessary to decipher.

It seems to be a fact that there are the aesthetic qualities of consumer products, important factors in the formation of behavior and consumer preferences.

Consumers or users of products are consumers of beauty and creativity and these two attributes, sometimes go hand in hand other backs, even though the two represented positive charges when there is a decision.

Beauty can be seen as part of creativity, although many opinions relate as fundamental factors of creativity the novelty and usability.

With elegance and attractiveness beauty is also an important factor in creativity.

There are however argue that beauty and creativity cannot coexist because beauty is part of a domain of familiarity that opposes originality.

Is this dilemma, the ultimate sacrifice, which defends creativity as leverage critical to the success of organizations?

To what extent the intent and the values of a creator should be sacrificed in favor of something familiarly beautiful?

Do you want to comment?



Criatividade em negócios é um sacrifício?

Onde pára a beleza?

“Quanto mais perfeito do artista, quanto mais completamente separado dele será o homem que sofre e a mente que cria; quanto mais perfeitamente a mente digerirá e transmutará as paixões que são os seus materiais. ” T. S. Elliot

A criatividade e arte são duas noções que originam muitas vezes conflitos quer para o criador quer para o espectador seja ele um sujeito passivo ou activo do bem partilhado.

A criatividade é muitas vezes confrontada com duas questões:

Devo sacrificar a criatividade a favor dos negócios?

Devo sacrificar as vendas a favor da minha criatividade?

Quando criamos é necessário que estejamos familiarizados com a caminhada rumo ao desconhecido e não nos percamos na incerteza do futuro ou cedamos ao medo, quando confrontados com o sacrifício da criação.

“No acto criativo, o artista vai da intenção à realização através de uma cadeia de reacções subjectivas. A sua luta em direcção à realização traduz-se numa série de esforços, dores, satisfação, recusas, decisões, que também não podem e não devem ser totalmente auto-conscientes, pelo menos no plano estético.” Marcel Duchamp

Os sacrifícios em criatividade são muitas vezes colocados tanto a desenhadores de páginas Web como a pintores de retratos de gente ilustre ou a criadores de escovas de dentes.

Mas até que ponto existe um sacrifício no acto criativo? Até que ponto uma pessoa criativa numa empresa se sacrifica?

O criador dá o seu cunho pessoal ao “gosto” do espectador, consumidor ou utilizador, mas importa saber qual o peso dessa marca no produto final.

Importa saber até que ponto o acto criativo no seu processo de mutação da intenção á realização, destrói as intenções para satisfazer as necessidades ou desejos do consumidor.

Até que ponto é um acto criativo, a satisfação das necessidades do utilizador ou consumidor?

Um acto criativo não é executado pelo criador sozinho. O destinatário da criação participa na construção mental realizado pelo criador, porque ele representa o mundo exterior que é necessário decifrar.

Parece ser um facto que, são cada vez mais as qualidades estéticas de produtos de consumo, os factores importantes na formação de comportamento e preferências dos consumidores.

Os consumidores ou utilizadores de produtos são consumidores de beleza e de criatividade e estes dois atributos, umas vezes andam de mãos dadas outras de costas viradas, apesar de os dois representaram cargas positivas quando há lugar a uma decisão.

A beleza pode ser encarada como parte da criatividade, apesar de muitas opiniões referirem como factores fundamentais da criatividade a novidade e a usabilidade. A par da elegância e da atractividade a beleza constitui também um factor importante na criatividade.

Há no entanto quem defenda que beleza e criatividade não podem coexistir porque a beleza enquadra-se num domínio de familiaridade que se opõe à originalidade.

Será este dilema, o sacrifício supremo de quem defende a criatividade como alavanca fundamental para o sucesso das organizações?

Até que ponto as intenções e os valores de um criador devem ser sacrificados em favor de algo familiarmente belo?

Quer comentar?


Ideas that break like waves of the sea

2 de Outubro de 2010

(Texto em Português depois deste )

Surprising findings


There is something very different between what we find  suddenly and what we discover as a result of a systematic and persistent work with logical deduction.

In the first instance it  can be due to serendipity or the faculty of making happy discoveries by accident.

Put it in another way:

The art of finding what we are not seeking when looking for what we do not find!

It is an art and as such it can be practiced. When problems arise in our path we tend to resolve them, i.e., look for solutions. It is a matter of focus! We either face the problems or intentionally turn away from them, and in situations of escape the unexpected can happen.

It is serendipity.

The basic principle to prevent the occurrence of serendipity is to avoid favourable environments

If I don’t pull out the weeds in my garden, I know I won’t have flowers. However, cleaning the ground does not guarantee it will produce beautiful flowers.

The ideas that happen by chance are not built, but the chance may be a favorable environment for ideas to happen!

At home, in a workgroup or an organization, if I keep the information, very tidily organised, I will never be able to combine the ideas at random, and therefore new ideas will not emerge.

Mixing information occasionally may bring surprising results.

Some topics that may be useful to explore the activity of finding something by accident:

– Work with analogies!
– Think about ways to combine sensitivity with the casual!

– Find a special place to think about anything!

– Choose the best times of the day to think about nothing!

– Discover in which field of knowledge do ideas occur by chance

– Check how many random thoughts were the result of misperceptions!

Serendipity is often associated with intuition, but intuition is indeed often linked to decision making and not exactly the birth of a casual idea.

Those who enjoy jazz, easily associate improvisation to serendipity and extraordinary musical discoveries. Jazz is perhaps a good example to opine that the sudden occurrence of ideas can be planned.

In this case, exercise will have to do with the frequency of events.

The important thing to enable ideas to pop up or bubble  is to create a good environment so as to release the day to day tensions and leave room for the imagination.

Finally I can only wish you bon voyage, if you continue to think about serendipity, because a study showed that transatlantic travel presented new possibilities for imagination and creativity to travelers.

Or take a seat  on a terrace by the sea on a small island and then tell me what happened!


Ideias que rebentam como as ondas

As descobertas surpreendentes


Há algo de muito diferente entre aquilo que descobrimos repentinamente e o que descobrimos fruto de um trabalho sistemático e persistente com dedução lógica.

No primeiro caso poderemos estar face a uma serendipidade ou a faculdade de fazer descobertas felizes e por acidente

Dito de outra maneira:

A arte de encontrar aquilo que não procuramos, ao procurar aquilo que não encontramos!

É uma arte e como tal pode ser praticada. Quando nos surgem problemas o nosso caminho tende para os resolver, isto é, procurar soluções. É uma questão de foco! Ou encaramos os problemas ou nos afastamos intencionalmente deles, e nas situações de fuga o inesperado pode acontecer.

É a serendipidade.

O princípio fundamental para que a serendipidade não aconteça é, evitar ambientes favoráveis.

Se no meu jardim, eu não retirar as ervas daninhas eu sei que não vou ter flores. No entanto se as limpar do terreno, nada me garante que elas vão dar flores bonitas.

A ideias fruto do acaso não são construídas, mas o acaso pode ter um ambiente favorável para que as ideias aconteçam!

Em casa ou num grupo de trabalho ou ainda numa organização, se eu mantiver a informação, muito disciplinadamente arrumada, nunca conseguirei combinar as ideias ao acaso, e consequentemente novas ideias não surgirão.

Misturar ocasionalmente informação pode trazer resultados surpreendentes.

Alguns tópicos que podem ser úteis para explorarmos a actividade de encontrar algo por acidente:


– Trabalhar com analogias!
– Pensar em formas de combinar a sensibilidade com o casual!

– Procurar um lugar especial para pensar em nada!

– Escolher, os melhores momentos do dia, para não pensar em nada!

– Analisar em que área do conhecimento é que ocorrem ideias por acidente!

– Verificar quantas ideias casuais foram resultado de percepções incorrectas!

A serendipidade é, muitas vezes, associada à intuição, mas de facto a intuição ocorre frequentemente ligada à tomada de decisão e não propriamente ao nascimento de uma ideia casual.

Para quem aprecia jazz, associa facilmente a serendipidade ao improviso e a descobertas musicais extraordinárias. O jazz é, talvez, um bom exemplo para alvitrar que a ocorrência de ideias repentinas pode ser planeada.

Neste caso o exercício terá a ver com a frequência dos acontecimentos.

No fundo, o importante, para que as ideias saltem ou borbulhem, é criar um bom ambiente, libertar as tensões do dia-a-dia e deixar lugar à imaginação.

Por fim resta-me desejar-lhe boa viagem, se continua a pensar em serendipidade, pois um estudo mostrou que as viagens transatlânticas apresentavam novas possibilidades de imaginação e criatividade para viajantes.

Ou então fique sentado numa esplanada junto ao mar numa ilha de pequenas dimensões e depois conte-me o que se passou!

Innovation – To trust ourselves it is not easy!

8 de Setembro de 2010

(Texto em Português depois deste)

Courage and Fear

I become curious how some messages provoke some curiosity in me .

With some frequency are directed to me some messages (content produced by third parties) on twitter labeled “cc”! In addition to ensuring my receipt they usually contain materials of personal interest. This was the case in this article, sent by Jorge Barba – Why I Don’t Innovate at Work (or Watch Cooking Shows at the Gym) de Andrew O´Connell.

O’Connell addresses the issue of image risk that people feel when they want to make suggestions for improvement or innovation in an organization.

The feeling that by doing so, we will be judged for the rest of our lives or did not endure a moment of contempt or humiliation, is, in many cases, very strong. But if our attitude is seen as an act of courage to overcome the most conformist mentality or backward, then even if our idea is ridiculed, our self -confidence increases.

For example, if an employee has functions that do not normally call for innovation, it will tend to avoid giving their opinion for fear of being called to attention, as Yuan said and our experience too.

However when the company asks its employees to participate in processes of ideation and supports these initiatives by providing tools and the intersection of views, the initial inhibition tends to disappear.

It may be difficult for some developers to kick off, but being given, participation becomes contagious.

The article mentioned above, suggests some solutions and one of them is to create a culture where everyone understands that being innovative is a desirable image. This is easier said than done, say the author.

And it takes time, I say. It is absolutely right that without a culture of innovation, climate hardly exist for the participation and cooperation of employees of the organization.

However, other actions can be taken, for example, recognizing the initiatives of innovation from those who felt no fear and who were under the same conditions, ensures that there is no punishment.

The role of Human Resources must also be reformed.

It is part of establishing a culture of innovation to innovate processes and organizational structures, their definitions and descriptions.

Although rooted as formal, the “written word”, it is a safety factor, which can be translated in the definitions of functions of team’s leaders, departments or other structures. The obligations of leadership can go through the facilitation and recognition of creativity. It is not an obligation of being creative!

While fear may arise in a clear way or masked fears of tweaking the image, fear of failure, fear of being punished, etc., that fear differs according to the experiences of the past and maybe it is these experiences that are the solution of the problem.

It is up to leadership and Human Resources to create a favorable climate for unlocking.

The first tendency of those who resist giving his opinion is the conviction of one who does.

– “If, I do not because, it is because it doesn’t worth.”

– “If, I do not is because I do not want you to take risks.”

– “If, you take risks, take it! But do not say that I did not warn you.”

These are all expressions used by those who are afraid and demand support for their “weakness.” This “weakness” is most often the joint responsibility of the organizations.

If you do not participate in the processes of innovation at least facilitate them!

Confiar em nós mesmos, não é fácil!

A coragem e o medo

Eu acho curiosa a forma como algumas mensagens provocam em mim alguma curiosidade.

Com alguma frequência são-me dirigidas mensagens (conteúdos elaborados por terceiros) no twitter com a indicação “cc”! Para além de garantirem a minha recepção elas normalmente encerram matérias do meu interesse pessoal. Foi o caso deste artigo, enviado por Jorge Barba – Why I Don’t Innovate at Work (or Watch Cooking Shows at the Gym) de Andrew O´Connell.

O’Connel aborda a questão do risco de imagem que as pessoas sentem quando querem apresentar sugestões para a melhoria ou inovação numa organização.

Um sentimento de que, ao fazê-lo, iremos ser julgados para o resto da nossa vida ou que não suportaremos um momento de desprezo ou humilhação, é, em muitos casos, muito forte. Mas se a nossa atitude for encarada como um acto de coragem para vencer as mentalidades mais conformistas ou retrógradas, então, mesmo que a nossa ideia seja ridicularizada, a nossa auto-confiança aumenta.

Por exemplo, se um funcionário tem funções que normalmente não apelam à inovação, ele terá tendência a evitar dar a sua opinião com medo de ser chamado à atenção.

No entanto quando a empresa solicita a participação dos seus colaboradores em processos de ideação e dá apoio a essas iniciativas, disponibilizando ferramentas e a intersecção de opiniões, a inibição inicial tende a desaparecer.

Poderá ser difícil a alguns colaboradores dar o pontapé de saída, mas sendo dado, a participação passa a ser contagiosa.

O artigo referido acima, aponta algumas soluções e uma delas é criar uma cultura em que todos entendam que ser inovador é uma imagem desejável. Isso é mais fácil dizer do que fazer, diz o autor.

E demora tempo, digo eu. È absolutamente correcto que sem uma cultura de inovação dificilmente existirá clima para a participação e colaboração dos colaboradores da organização.

Entretanto outras atitudes podem ser tomadas, como por exemplo, ao reconhecer, as iniciativas de inovação, daqueles que não sentiram medo e que estavam nas mesmas condições, garante-se a não existência de punição.

O papel do departamento de recursos humanos também tem que ser reformulado.

Faz parte, do estabelecimento de uma cultura de inovação, inovar processos e estruturas organizacionais, as suas definições e descrições.

Embora de cariz formal a palavra escrita, nestas circunstâncias, é um factor de segurança, que pode ser traduzido nas definições de funções de responsáveis de equipas, departamentos ou outro tipo de estruturas. As obrigações de liderança podem passar pela facilitação e reconhecimento da criatividade.

Embora o medo possa surgir de forma clara ou mascarado de receio de beliscar a imagem, receio de falhar, receio de ser punido, etc., esse medo difere de acordo com as experiências do passado e pode ser que seja nessas experiências que esteja a solução do problema.

Cabe à liderança e aos Recursos Humanos criar um clima favorável ao desbloqueio.

A primeira tendência de quem resiste a dar a sua opinião é a condenação de quem o faz.

– “Se eu não faço é porque não vale a pena”.

– “Se eu não faço é porque não quero que corras riscos”.

– “Se queres correr riscos, corre! Mas não digas que eu não te avisei”

São tudo expressões utilizadas por quem tem medo e procura apoio para a sua “fraqueza”. Esta “fraqueza” é na maior parte das vezes da co-responsabilidade das organizações.

Se não participar nos processos de inovação, pelo menos, facilite-os!

Wisdom on people born between 1946 and 1966

22 de Agosto de 2010

Wisdom on people born between 1946 and 1966

(Texto em Português aqui!)

Born in …

What will happen in our organizations, to retain the accumulated wisdom of the Baby Boomers, born between 1946 and 1966, when they start to go into retirement?

It would be easy to read quickly all those years of experience, skills and knowledge capable of being understood by the younger generations, if they had been written in a simple and affordable way.

Even under these conditions, we would still have to wait for the outcome of struggles for succession in the kingdom of wisdom.

Something needs to be done to facilitate the transfer of experience and knowledge of a “wise” for a substitute less experienced.

Besides the short time available for this task to sit with the keeper of wisdom, adds to the complexity of the absorption, thanks to the ingenious way in which wisdom was built. The wise cannot explain how they came to wisdom.

However the need to transfer persists and or we continue the millennial process of transfer, mouth to mouth, or we find a continuous and systematic process for doing so.

What we found today, in speaking of change, is more about the wisdom that employees have and use and less about knowledge.

How a company does retain this wisdom in their possession?

-Through storytelling and storytellers. A good story holds the listener’s attention and then delivers its retention.

To retain the wisdom you must catch it and what we seek is:

-The complete collection of the fundamental rules which the holder of the wisdom accumulated over the years.

-A list as comprehensive as possible of their work tools.

-The map of contacts and relationships as well as shapes, that wise man used as counselor.

-The plan he devised and used to surround himself with talent and excellence.

-The full narrative of his experiences more meaningful and that served as an example to develop his wisdom.

-The description of the skills used, and how he applied them to face the challenges it was facing.

A tale where each chapter does justice to the most relevant aspects of his wisdom, and where we can understand the dynamics of growth which, over the years structured knowledge in a way to apply and capable of transfer.

“No one individual or any small group can hope to provide all necessary wise to a complex project.” D. Leonard / Walter Swap

Restore ideas and concepts!

21 de Julho de 2010

(Texto em Português depois deste)

What kind of needs?

I do not need a new idea! I need to restore those I get!

Sometimes we find a bag full of old ideas that were rejected because of lack of innovative features. At least that’s what the reviewers thought.

It turns out that many ideas are not properly presented in organizations and therefore are rejected. Or because it does not satisfy the resolution of a problem or lack a story that the explicit and show its innovative qualities.

This story may be the culture of the users or consumers that were not taken into account by those who decide to trace the path to that idea.

Much of us walks focused on the interests and satisfactions of fleeting desires of users and consumers , not devoting time to observe the day-to – day life of people , whatever their age and therefore does not identify structural needs .

People, even appreciating the offer of numerous innovations, presented with varied and colorful costumes, do not shut off some key elements of its history and life.

For example, the knowledge acquired over years, is not reject, just because someone said something new has emerged. Whether it is new and is subject to our acceptance must fit within our requirements. It must be capable of integration into our culture, because culture is not rejected or forgotten.

The traditional flavor of a piece of cheese in her grandmother’s house is not easily replaceable by a piece of cheese made from the milk of better pastures of wisdom. There is an environment where the need is justified. There is a culture that prevails in an ecosystem in the face of novelty.

We as a people, we are part of a group or tribe that belongs in a greater whole where the attitudes and things have a special meaning.

Our ideas make more sense in environments that we know and so has every reason to be our concern to raise awareness in relation to third and abroad. This seems to be true both at the individual level and at the level of groups or societies.

Our ideas that have been rejected may now be filled with knowledge and tailored to needs identified also with cultural values.

As much as we talk of empathy and it is good to continue to speak there are concepts that we lose!

A recent experience in a hospital, as visit and user therefore , lead my conversation to the needs of patients, hospital staff (doctors , nurses , administrative , etc. . ) relatives of patients and others (friends of the family members of patients, friends of patients , providers , nonprofit organizations , etc.).

Most people with whom I spoke, and asked if understood the necessity of safeguarding the welfare of the sick, all them responded affirmatively: “Yes you are right! But…! ”

For these reasons I think we must restore the mind, restore empathy, and restore the concepts of solidarity and friendship and above all to restore the concept of selfishness!

To have empathy there is a need to be sufficiently selfish (assertive) and understand what is really a necessity.

Do people really need or do I need people to feel the lack?


Restaurar ideias e conceitos!

Que tipo de necessidades?

Eu não preciso de uma ideia nova! Eu preciso de restaurar as que tenho!

Por vezes encontramos um saco cheio de ideias velhas que foram rejeitadas por não possuírem características inovadoras. Pelo menos foi o que os avaliadores pensaram.

Acontece que muitas ideias não são devidamente apresentadas nas organizações e por isso são rejeitadas. Ou porque ela não satisfaz a resolução de um problema ou falta uma história que a explicite e mostre as suas qualidades inovadoras.

Essa história pode ser a cultura dos utilizadores ou consumidores que não foi tida em conta por quem decide o caminho a traçar para aquela ideia.

Grande parte de nós, anda focado nos interesses e satisfações imediatas de desejos fugazes dos utilizadores e consumidores, não dedicando tempo à observação do dia-a-dia das pessoas, qualquer que seja a idade e sendo assim não identifica necessidades estruturais.

As pessoas, mesmo apreciando a oferta de inúmeras novidades, apresentadas com roupagens diversificadas e coloridas, não se desligam de alguns elementos chave da sua história e vida.

Por exemplo, o conhecimento adquirido ao longo de anos, não se rejeita, só porque alguém disse que algo de novo surgiu. Se é novo e carece da nossa aceitação tem de se enquadrar nas nossas necessidades. Tem de ser passível de integração na nossa cultura, porque a cultura não se rejeita nem se abandona.

O sabor tradicional de um pedaço de queijo em casa da avó não é substituível com facilidade por um pedaço de queijo fabricado com o melhor leite das pastagens da sabedoria. Há um ambiente onde a necessidade tem razão de ser. Há uma cultura num ecossistema que prevalece face à novidade.

Nós como pessoas, somos parte de um grupo ou uma tribo que pertence a um conjunto maior onde as atitudes e as coisas têm um significado especial.

As nossas ideias fazem mais sentido nos ambientes que conhecemos e por isso tem toda a razão de ser a nossa preocupação em aumentar o conhecimento em relação a terceiros e ao exterior. Isto parece ser verdade tanto ao nível individual como ao nível de grupos ou de sociedades.

As nossas ideias que foram rejeitadas podem agora ser restauradas com conhecimento e direccionadas para necessidades identificadas também com valores culturais.

Por muito que se fale de empatia, e é bom continuar-se a falar, há conceitos que se perdem!

Uma experiência recente num hospital, na qualidade de visita e portanto utilizador, encaminhou a minha conversa para as necessidades dos doentes, funcionários do hospital (médicos, enfermeiros, administrativos, etc.), familiares de doentes e outros (amigos dos familiares dos doentes, amigos dos doentes, fornecedores, organizações não lucrativas), etc. 

Das pessoas com quem falei e a quem perguntei se compreendiam a necessidade de salvaguardar o bem-estar do doente, todas me respondiam afirmativamente: “Claro tem razão! Mas…!”

Por estas razões eu penso que é preciso restaurar as ideias, restaurar a empatia, restaurar conceitos de solidariedade ou amizade e acima de tudo restaurar o conceito de egoísmo!

Para haver empatia é necessário ser-se suficientemente egoísta (assertivo) e compreender realmente o que é uma necessidade.

Será que as pessoas de facto precisam ou eu é que preciso que as pessoas sintam a falta?

No age for Creativity! Quality changes on Ideas

11 de Julho de 2010

(Texto em Português depois deste)

Experience shapes!

Sometimes I hear that some days are more fun than others, and who says often refers to the weekend, but Edelson demonstrated that fun at work and the creative quality were consistent with being professional and productive.

In fact we spend much of our time working carrying with us the heavy legacy of that work is a serious thing! Serious work is a responsible job with meaning and purpose, not necessarily a joyless work and without creativity.

The way we understand or perceive our well -being is the result of our participation in creative activities.

The ideas come and we grasp them, whatever the age at which we find ourselves. Participate in creative activities has a positive therapeutic effect.

In organizations, the enabling environment for creativity depends on many of our attitudes and beliefs.

As we advance in age, our intelligence crystallizes and this gives rise to a dominant thought that is convergent.

There is room for reflection and to the construction of the history of our lives to which we add some creativity to bridge gaps of memory or underwater scenes. But creativity is there.

While it may be a more or less common sense, or even a really invented the notion, that novelty and innovation is more connected to young people, in fact it is also linked to other ages.

We could call it “late” creativity and that reflects aspects of thinking such as synthesis, reflection and wisdom.

Creativity is a confluence of personality traits, ways of thinking and knowing, and social and environmental influences.

There is a time, a knowledge and history. In organizations there is a place for generating ideas by all employees.

There are no creative types or geniuses inventors, since a small switch can light thousands of lamps.

Creativity is a universal capacity that does not diminish with age and is subject to qualitative changes in cognitive development and accumulation of life experience and expertise.

By contrast, traditional education, in the manner in which we know it can harm the creative thinking rather than develop. In organizations there is room for collaboration and for the divergence, giving rise to interesting flow of creativity.

The organizational climate should promote the affirmation of ideas and not making them dependent on a particular frame or tradition that instills in employees a fear of failure.

How can organizations  facilitate the generation of ideas?

– Providing time and resources – notably the use of specific software for managing ideas.

– Through the development of skills, giving feedback, positive and constructive to the ideas generated.

– Fostering a spirit of play and experimentation.

– Providing a mix of styles and backgrounds, with opportunities for group interaction.

– Making a safe place for risk-taking by allowing free choice in hiring tasks.

– Offering rewards that recognize or permit the achievement of performance, whilst retaining the intrinsic motivation, rather than controlling behavior.

The supervision of the activities of employees and performance evaluation with bases in creative activity affects the development of creativity, as well as stress and pressure related projects.

Throughout a life and work, be it six months or forty years, we experience crosses cultures and discovers and shapes the perception of life. We story tell experiences, many of them through creative expression.


Criatividade sem idade

A experiência molda!

Por vezes ouço dizer que alguns dias são mais divertidos que outros, e quem o afirma muitas vezes refere-se ao fim-de-semana, mas Edelson demonstrou que o divertimento no trabalho e a qualidade criativa eram compatíveis com o ser profissional e produtivo.

De facto passamos muito do nosso tempo a trabalhar carregando connosco a herança pesada de que o trabalho é uma coisa séria! Trabalho sério é um trabalho responsável, com significado e propósito, não necessariamente um trabalho sem alegria e sem criatividade.

A forma como entendemos, percebemos ou percepcionamos o nosso bem-estar é resultado da nossa participação em actividades criativas.

As ideias surgem e nós agarramo-las, qualquer que seja a idade com que nos encontramos. Participar em actividades criativas tem um efeito terapêutico positivo.

Nas organizações, o ambiente facilitador de criatividade depende muitos das nossas atitudes e crenças.

À medida que vamos avançando na idade, a nossa inteligência cristaliza-se e há lugar a um pensamento dominante que é convergente.

Há lugar a reflexão e á construção da história da nossa vida à qual adicionamos alguma criatividade para colmatar falhas de memória ou cenas submersas. Mas a criatividade está lá.

Embora possa ser uma noção mais ou menos comum, ou até mesmo uma verdade inventada, a noção de que a novidade e a inovação, está mais ligada a pessoas jovens, ela de facto está também ligada a outras idades.

Poderíamos chama-la de criatividade “tardia” e que reflecte aspectos do pensamento, como a síntese, reflexão e sabedoria.

A criatividade é uma confluência de traços de personalidade, formas de pensar e conhecer, e influências sociais e ambientais.

Há um tempo, um saber e uma história. Nas organizações há lugar à geração de ideias por parte de todos os colaboradores.

Não há tipos criativos ou génios inventores, pois um pequeno interruptor pode acender milhares de lâmpadas.

A criatividade é uma capacidade universal que não diminuem com a idade e está sujeita a mudanças qualitativas com o desenvolvimento cognitivo e o acúmulo de experiência de vida e conhecimento especializado.

Pelo contrário, a educação tradicional, nos moldes em que a conhecemos, pode prejudicar o pensamento criativo em vez de o desenvolver. Nas organizações há espaço para a colaboração e para a divergência, dando lugar a fluxos interessantes de criatividade.

O clima organizacional deve promover a afirmação das ideias e não fazê-las depender de uma determinada moldura ou tradição que incutem nos colaboradores o medo de falhar.

Como é que as organizações podem facilitar a geração de ideias?

– Fornecendo tempo e recursos – Nomeadamente o uso de software especifico para gestão de ideias.

– Através do desenvolvimento de competências, dando feedback, positivo e construtivo às ideias geradas.

– Fomentando um espírito de jogo e da experimentação.

– Fornecendo uma mistura de estilos e origens, com as oportunidades de interacção do grupo ou grupos.

– Tornando um lugar seguro para a tomada de riscos, permitindo a livre escolha na contratação de tarefas.

– Oferecendo recompensas que reconhecem ou permitem a realização de desempenho, mas mantendo a motivação intrínseca, em vez de controlar o comportamento.

A fiscalização das actividades dos colaboradores e a avaliação do desempenho com bases na actividade criativa são prejudiciais ao desenvolvimento de criatividade, assim como o stress e a pressão relacionada com projectos.

Ao longo de uma vida e de trabalho, seja ela de seis meses ou quarenta anos, experimentam-se cruzamentos de culturas e descobre-se e molda-se a percepção da vida. Contam-se experiências, muitas delas através da expressão criativa.

Small cheat with ideas!

1 de Julho de 2010

(Texto em Português depois deste)

The lies that I reckon!

Information and knowledge are two areas where we like to cheat.

Every day we receive data and information that we know or expect, will be opposed or denied later. Our warehouse is frequented by knowledge inputs and outputs that supposedly represent the truth.

Confirmation of truth often does not happen and it is no ingenuity or process failures.

It’s because we like the facilitation of the game and often the game of  information.

Syllogisms poorly prepared, give rise to conclusions on insufficient information. Internally the processing of this information is done and “knowledge” happens.

What I thought I knew was there, but it is not what I should know.

Since children we used to manipulate information at home, at school and often even to start an active working life. In the background we cheat with the jam that is not supposed to eat, to the surveys where we have not copied and the school curriculum, where supposedly we did not invent .

They are small things that make us small heroes when we tell our adventures further afield. However in doing so we are aware of these glitches and by no means cease to be comfortable.

Hardly used, some people begin a journey of cheating, reaching dimensions that go beyond dignity. Take the case of the complex system of financial information on the branches. It could not have diversion of money (tangible matter), but the information flows in ways that the game of interest is present, and the result is the dangerous game we saw .

We can easily cheat with information, but with emotions is not so easy.

“We have a goal to look at ourselves in the mirror and feel good about ourselves, and that goal is a goal to cheat and benefit fraud. We think there is a balance between these two objectives. “- Dan Ariel

That is, we cheat, to the level we think is comfortable.

We are unable to get cash, which eventually found in a table, but with ease, eat an apple or drink a juice that does not belongs to us.

Likewise, we take a pencil or a stack of paper, from our place of work, but we don’t took a one Euro coin . We assume that there is tacit consent to the pencil or the apple, but not when compared against the euro.

With information we act identically. Information considered important are not sent without authorization. It’s our comfort zone, because I will not be punished. If this information is not relevant then, I will have the pleasure of playing with it, and almost always in any game.

Many of these “skills” can be corrected when it introduces the emotional factor at play. This happens whenever our moral standards are remembered. I swear … the soul … make cheating decrease in intensity because I look at myself.

Cheating with emotions is not easy. Quickly detect the falsity of a tear or exaggeration of a smile.

Information can be transmitted to everyone equally, but is certainly not welcomed by everybody equally.

We react emotionally to the news with variable intensity and often respond by cheating with the words but not with emotion.


As mentiras que eu me conto!

A informação e o conhecimento são dois campos onde gostamos de fazer batota.

Todos os dias recebemos dados e informações que sabemos ou esperamos, vão ser contrariadas ou desmentidas, mais tarde. O nosso armazém de conhecimento é frequentado por entradas e saídas que supostamente representam a verdade.

A confirmação de verdade, muitas vezes não acontece e não é por ingenuidade ou falhas de processo.

É porque gostamos da facilitação e muitas vezes do jogo da informação.

Silogismos mal elaborados, conclusões precipitadas dão origem a deficiente informação. Internamente o processamento dessa informação é feito e o “conhecimento” acontece.

O que eu pensava que sabia, estava lá, mas não corresponde ao que eu devia saber.

Desde crianças que nos habituamos a manipular a informação, em casa, na escola e muitas vezes até ao iniciar uma vida activa de trabalho. No fundo fazemos batota com a compota que supostamente não comemos, com os exames onde não copiamos e no curriculum, onde supostamente não inventamos.

São pequenas coisas que fazem de nós pequenos heróis quando contamos as nossas aventuras mais distantes. No entanto ao fazê-lo estamos conscientes dessas pequenas falhas e nem por isso deixamos de estar confortáveis.

Mal habituados, algumas pessoas,  iniciam um percurso de batota, atingindo dimensões que ultrapassam a dignidade. Veja-se o caso do complexo sistema de informações nos ramos financeiros. Pode não haver desvio de dinheiro (matéria palpável), mas a informação flui por caminhos onde o jogo de interesses está presente e, o resultado é o jogo perigoso a que assistimos.

Nós podemos, com facilidade, fazer batota com a informação, mas com as emoções não é assim tão fácil.

“Nós temos uma meta ao olhar para nós mesmos no espelho, e sentimo-nos bem em relação a nós próprios, e essa meta é uma meta de fazer batota e beneficiar da fraude. Nós achamos que há um equilíbrio entre esses dois objectivos.” – Dan Ariel

Isto é, enganamos, até o nível que consideramos confortável.

Somos incapazes de pegar em dinheiro, que eventualmente se encontra em cima de uma mesa, mas, com facilidade, comemos uma mação ou bebemos um sumo, que não nos, pertence.

Da mesma forma, levamos um lápis ou um maço de folhas, do local de trabalho, mas não pegamos numa moeda de um euro. Nós assumimos que existe uma autorização tácita, para o lápis ou a maçã, mas não em relação em relação ao euro.

Com a informação actuamos de forma idêntica. Informações consideradas de carácter importante são guardadas e não transmitidas sem autorização. É a nossa zona de conforto, porque não serei punido. Se essa informação não é relevante, então, poderei ter o prazer de jogar com ela, quase sempre e em qualquer tipo de jogo.

Muitas destas “habilidades” podem ser corrigidas quando, se introduz o factor emocional em jogo. Isso acontece sempre que os nossos padrões morais são lembrados. Eu juro que…, pela alma de… fazem a batota diminuir de intensidade, porque eu olho para mim próprio.

Fazer batota com as emoções não é fácil. Rapidamente detectamos a falsidade de uma lágrima ou o exagero de um sorriso.

A informação pode ser transmitida para todos de igual forma, mas não é seguramente recebida por todos de igual maneira.

Reagimos emocionalmente à notícia com intensidade variável e muitas vezes respondemos fazendo batota com as palavras mas não com a emoção.

Help! I had a good idea! And now ?

28 de Junho de 2010

(Texto em Português depois deste)


From the idea to the …

As a result of some processes in facilitating idea generation, sometimes appears a distinguished that deserves applause. It is on the podium it has passed with top marks for assessment including checking of alignment with company strategy.

Even when metrics are good, even when everything seems to run well, a bad execution and the idea does not comply with the designs that were drawn. It failed.

The problem may be in the physical design of the product, for being too heavy, too large or too complex. Incremental actions too often in one package take the imperfect achievements.

It is important that the design takes into account the needs of consumers that mean something to him and to serve a purpose. It is important that this involves active participation and not passive consumerism.

Daniel Pink talks about the psychodynamics of affluence and says: “Once the satisfied our needs tend to look to experience significant emotional and satisfying”.

Many services and products have crossed the barrier of our needs and after all there are still unmet needs and hidden needs.

Since a long time design has the power to enrich our lives by committing our emotions through the image, form, texture and color, sound and smell. They are experiences meaningful and satisfactory.

We use our empathy and knowledge of people to design experiences that create opportunities for an alliance and active participation by consumers.

This is achieved by so-called “engineering experiences”


It is based on observation and contact with the experiences of users who fill the walls with notes, flow charts, photographs, etc., or fill out applications with ideas and then to a party that built a prototype to help us think.

You have to get the ideas and with an effective approach to apply them not only products and experiences but also the process of innovation.

To be effective, i.e. to achieve full results we must develop our approach, the tools and experiences. Posture is the perspective of our world and our role in it. Tools are the models we use to organize our world and our thinking. Experiences are what built and developed our skills and sensibilities.

For an idea to become an experience must be treated with the same care with which it was conceived.

A successful experiment requires the active involvement of consumer, user or customer. This customer experience that appears authentic, genuine and powerful should be worked by employees placed in a culture of experience. Every detail must be designed with great care and precision.

“There is not such a difficult thing to do. The hardest part is taking the first step – breaking with its usual way of working and going out to the world. Tim Brown (in Fast Company , 2007)

Socorro! Tive uma boa ideia! E agora?

Da ideia até ao…

Como resultado de alguns processos de facilitação de geração de ideias, por vezes, aparece uma que se distingue e merece um aplauso. Ela está no pódio porque passou com nota máxima na avaliação incluindo a verificação do alinhamento com a estratégia da empresa.

Mesmo quando as métricas estão bem, mesmo quando tudo parece correr bem, uma má execução e a ideia não cumpre os desígnios para que estava traçada. Falhou.

O problema pode estar no desenho físico do produto, por ser muito pesado, muito grande ou muito complexo. Frequentemente demasiadas incrementações num só pacote levam a realizações imperfeitas.

É importante que esse desenho tenha em conta as necessidades do consumidor, que signifique algo para ele e que sirva um propósito. È importante que implique uma participação activa deste e não um consumismo passivo.

Daniel Pink fala da Psicodinâmica da afluência e diz: “Uma vez as satisfeitas as nossas necessidades tendemos a olhar para experiências emocional e significativamente satisfatória.”

Muitos serviços e produtos já ultrapassaram a barreira das nossas necessidades e apesar de tudo continuam a existir necessidades não encontradas e necessidades ocultas.

Desde há muito tempo que o design tem o poder de enriquecer as nossas vidas ao comprometer as nossas emoções através da imagem, forma, textura, cor, som e cheiro. São experiências significativas e satisfatórias.

Devemos usar a nossa empatia e conhecimento das pessoas para desenhar experiências que criem oportunidades para uma aliança e participação activa por parte do consumidor.

Isso consegue-se com a chamada “engenharia das experiências”


É com base na observação e contacto com as experiências dos utilizadores que se preenchem paredes com apontamentos, fluxogramas, fotografias, etc., ou se preenchem aplicações informáticas com ideias e se parte depois para um protótipo que construímos para nos ajudar a pensar.

É preciso pegar nas ideias e com uma abordagem eficaz aplicá-las não só a produtos e experiências mas também ao processo de inovação.

Para sermos eficazes, isto é, para atingirmos resultados plenos, temos de desenvolver a nossa postura, as ferramentas e as experiências. Postura é a nossa perspectiva do mundo e o nosso papel nele. Ferramentas são os modelos que usamos para organizar o nosso mundo e o nosso pensamento. Experiências são o que construiu e desenvolveu as nossas competências e sensibilidades.

Para uma ideia se transformar numa experiência tem de ser tratada com o mesmo carinho com que foi concebida.

Uma experiência de sucesso requer uma participação activa do consumidor, utilizador ou cliente. Essa experiência do consumidor que parece autêntica, genuína e forte deve ser trabalhada por empregados inseridos numa cultura de experiências. Cada pormenor deve ser desenhado com profunda reflexão e precisão.

“Não é uma coisa tão difícil de fazer. A parte mais difícil é dar o primeiro passo – rompendo com sua maneira habitual de trabalhar e sair para o mundo.” Tim Brown (em Fast Company-2007)

Our face facing the known and unknown

15 de Junho de 2010

(Texto em Português depois deste)


Our face and their faces!

If we observe systematically the face of people, we find that there is a limited range of motion, and that the terms have very small differences, to enable major differences. Only with much observation  you notice small details that often make the difference.

Some faces are misunderstood because they have traits, creased by time and experience, which do not correspond to the emotions felt by people. Other times, certain expressions are similar to expressions already observed in other people and situations, but that has nothing in common.

It is a process of observation and knowledge that needs refining.

Facial expressions are primarily a communicative function and convey something about the intentions or internal states of a person, therefore we use the term “expression” to represent the emotions we feel.

Physiologically facial expression, not predominantly voluntary, is the result of the positions of the muscles of the face. These movements convey our state, those around us and are part of our nonverbal communication.

The close link between emotion and expression also can translate specific situations, such as the fact that, by voluntarily assuming an expression can actually cause the associated emotion.

Our knowledge is not exclusively for collecting written information, either digital or not. Information collection on a personal relationship is much broader than that which is performed by warehouse person or via the Web

The knowledge of the environment surrounding the situation where a body expression is expressed, reflecting a more real meaning of what is intended to convey.

Here are some expressions that make us question the raison d’être:

Expressions of joy are easily and universally recognized, and are interpreted as transmission of messages related to enjoyment, pleasure, a positive attitude, and friendliness.

Being a knowledge owner leads to happiness.

The expressions of grief are often conceived as opposites, because of the action of the corners of the mouth to be the opposite. Not so simple as it sounds!

The lack of knowledge can cause sadness.

Expressions of anger are very common today, given the amount of situations that cause frustration.

The anger has nothing to do with knowledge.

The expressions of fear also rose in the ranking of nonverbal communication. Most common situations of personal insecurity lead to the growth of these expressions.

Fear is often a result of lack of information.

The expressions of surprise, unfortunately, are more frequent due to lack of knowledge, than by the happy discovery of something new. Many unexpected situations are a result of lack of preparation or oversight.

Creativity provides surprise and leverage knowledge.

Many other expressions could be focused here, to better understand the meaning behind the words we hear or read. These include whether the contempt, shame and fright.

But there is one that I particularly like exercising, laughing.

Laughter is an audible and visible expression that reveals the appearance of happiness. It results from jokes tickling or other stimuli, or a feeling of joy inside (laughing inside). In most cases, it is a very pleasant, apart from cynicism.

Laughter is a mechanism that we all have. Laughter is global. There are thousands of languages, hundreds of thousands of dialects, but everyone laughs the same way. Children laugh, even before speaking.

Learn to laugh, is not knowledge, is wisdom!

Smile and tell me how! Comments!


A nossa cara face ao conhecido e ao desconhecido

Se observarmos de forma sistemática a cara das pessoas, verificamos que existe uma gama limitada de movimentos, e que as expressões apresentam diferenças muito pequenas, para possibilitar grandes diferenciações. Só com muita observação se detectam pequenos detalhes que, frequentemente, fazem a diferença.

Alguns rostos, são mal entendidos por possuírem traços, vincados pelo tempo e experiências, que não correspondem às emoções sentidas pelas pessoas. Outras vezes, certas expressões assemelham-se, a expressões já observadas noutras pessoas e situações, mas que nada tem em comum.

É um processo de observação e conhecimento que carece refinação.

As expressões faciais têm principalmente uma função comunicativa e transmitem algo sobre as intenções ou estados internos de uma pessoa, daí usar-se a palavra expressão para representar as emoções que sentimos.

Fisiologicamente a expressão facial, não predominantemente voluntária, é resultado das posições dos músculos do rosto. Estes movimentos transmitem o nosso estado, aqueles que nos rodeiam e fazem parte da nossa comunicação não verbal.

A estreita ligação entre a emoção e a expressão, também, pode traduzir situações particulares, como o facto de, ao assumir voluntariamente uma expressão, poder realmente causar a emoção associada.

O nosso conhecimento não passa exclusivamente pela colecta de informação escrita, seja ela digital ou não. A recolha de informação no relacionamento pessoal é muito mais abrangente do que aquela que é realizada por entreposta pessoa ou via Web.

O conhecimento do ambiente, envolvente à situação, onde uma expressão corporal é manifestada, traduz um significado mais real daquilo que se pretende transmitir.

Eis algumas expressões que nos fazem questionar, a sua razão de ser:

Expressões de alegria são facilmente e universalmente reconhecidas, e são interpretados como transmissão de mensagens relacionadas com a fruição, o prazer, uma atitude positiva, e simpatia.

O ser possuidor de conhecimento induz alegria.

As expressões de tristeza são frequentemente concebidas como opostas, por causa da acção dos cantos da boca ser o oposto. Não é assim tão simples como parece!

A ausência de conhecimento, pode causar tristeza.

Expressões de raiva, são muito frequentes hoje, dada a quantidade de situações que nos provocam frustração.

A raiva nada tem a ver com conhecimento.

As expressões de medo também cresceram no ranking da comunicação não verbal. Situações mais comuns de insegurança pessoal levam ao crescimento dessas expressões.

O medo é muitas vezes resultado de falta de informação.

As expressões de surpresa, infelizmente, são mais frequentes por falta de conhecimento, do que pela descoberta feliz de algo novo. Muitas situações inesperadas resultam da falta de preparação ou descuido.

A criatividade proporciona surpresa e alavanca conhecimento.

Muitas outras expressões poderiam ser focadas aqui, para entendermos melhor o significado que está subjacente às palavras que ouvimos ou lemos. Entre elas incluem-se o desprezo, a vergonha e o susto.

Mas há uma, que eu gosto particularmente de exercitar, o riso.

O riso é uma expressão visível e audível que revela o aparecimento de felicidade. Resulta de piadas, cócegas ou outro tipo de estímulos, ou um sentimento de alegria para dentro (rindo por dentro). Na maioria dos casos, é uma sensação muito agradável, excepção feita ao cinismo.

O riso é um mecanismo que todos temos. O riso é global. Existem milhares de línguas, centenas de milhares de dialectos, mas todos riem da mesma maneira. As crianças riem, mesmo antes de falar.

Saber rir, não é conhecimento, é sabedoria!

Sorria e diga-me como é! Comente!

Este artigo foi adaptado e traduzido de um outro deste blog!


The "new wisdom"!

14 de Junho de 2010

(Texto em Português depois deste)


The development of wisdom in the trial!

The expertise, allows us to make judgments on specific issues and thus in this way, advise, consent to or refuse to act on things.

Advice on difficult issues and uncertain of life, are not from the same structure in any part of the globe. In Asian countries for example we don’t see wisdom in the same way that we call it in western culture.

Wisdom is a concept rich in historical and cultural significance and individual factors of “traditional” wisdom, when worked can be used for building a new and more practical wisdom adapted to the requirements of the trial of century XXI.

The “new wisdom” can be seen as a bunch of adults’ skills, something similar to our practical intelligence.

Practical intelligence is the combination of acquired knowledge to accomplish daily activities, through various means. It is the art of doing the right thing at the right time, or applies the right knowledge at the right time. Not being a transferable knowledge can be made some acquisitions over the constant observation of patients with this capability.

Today we talk a lot of success, because it is widespread concern in society. Everyone wants and needs to successfully face the ease with which it is compared with the other elements of our ecosystem.

By Web 2.0 we discovered without great fatigue or research, which exist in the global world thousands of experts and gurus in any area. They are the “wise men of the century XXI”.

Some are successful people, others want to be. Each of us holds a potential for success and therefore they accept that our interlocutor is a wise, without raising serious doubts.

Success requires wisdom through experience and practical intelligence.

Success is wisdom with utility!

It is true that the academic monopoly of wisdom was king and lord in daily life of people and businesses for many years and even centuries. Today against the widespread use of new technology knowledge exceeded those academic barriers and there are already open borders and an exchange of synergies between the two domains.

This is because the need was felt (curiosity) to know and meet the needs of people. It was then that the practical intelligence gained status for them by relying on creativity.

The need for “time” and “on time, has brought a smooth combination of analytical intelligence, creative and practical.

– “The new wisdom!”

To be wise is absolutely vital to practice wisdom. Do not create jurisdiction without exercise, and if it were the new technologies would not have been treated by different cultures. It’s practical intelligence that helps us fill the void that is required for success, which is reached when making judgments about right.

Practical intelligence has been considered by organizations as one of the factors of greatest importance for the filling of posts in their structures. No matter that both disciplines attended the people, but what they are capable of doing.

It is this practical intelligence to which reference was made in typing and now being asked in Word or Excel. The notion that people acquire knowledge without awareness of what is being learned is reflected in the workplace when it comes to tacit knowledge.

Another essential difference between the practical intelligence and other referenced with IQ and EQ or QA is that while academic knowledge is knowing facts, practical intelligence is knowing “how.”

Sternberg found that the best way to identify practical intelligence is to ask people to list examples of success in solving problems at work, using skills they had learned to do their job in their day to day.

The small successes throughout life create the muscular structure of our knowledge.

And in practice, how are you? Share!



A evolução da sabedoria no julgamento!

O conhecimento especializado, permite-nos fazer julgamentos sobre matérias específicas e, assim dessa maneira, aconselhar, consentir ou negar a actuação sobre as coisas.

Os conselhos sobre questões difíceis e incertas da vida, não são oriundos da mesma estrutura em qualquer parte do globo. Nos países asiáticos, por exemplo, não se encara a sabedoria da mesma forma que na chamada cultura ocidental.

A sabedoria, é um conceito rico de significado histórico e cultural e os factores isolados da sabedoria “tradicional” de sabedoria, quando trabalhados podem ser utilizados para construir uma nova sabedoria mais prática e adaptada às exigências de julgamento do século XXI.

A “nova sabedoria” pode ser vista, como um conjunto das competências dos adultos, algo semelhante à sua inteligência prática.

A inteligência prática é o conjunto dos conhecimentos adquiridos ao realizarmos as actividades diárias, através de diversos meios. É a arte de fazer a coisa certa e no momento certo, ou aplicar o conhecimento certo na hora certa. Não sendo um conhecimento transferível, podem ser feitas algumas aquisições através da observação constante dos portadores dessa capacidade.

Hoje fala-se muito em sucesso, porque é uma preocupação generalizada na sociedade. Toda a gente quer e precisa de sucesso face á facilidade com que se é comparado com os outros elementos do nosso ecossistema.

Através da Web 2.0 descobrimos, sem cansaço ou grande pesquisa, que existem no mundo global milhares de especialistas e gurus em qualquer área. São os “sábios do séc. XXI.”

Uns são pessoas de sucesso, outros querem ser. Cada um de nós é detentor de um potencial de êxito e talvez por isso aceitemos que o nosso interlocutor é um sábio, sem levantar grandes reservas.

O sucesso através da sapiência requer experiência e inteligência prática.

O sucesso é sabedoria com utilidade!

É verdade que, o monopólio académico de sabedoria foi rei e senhor no quotidiano das pessoas e das empresas, durante longos anos e até séculos. Hoje face ao uso generalizado das novas tecnologias o conhecimento ultrapassou essas barreiras académicas e há já abertura de fronteiras e uma troca de sinergias entre os dois domínios.

Isto porque foi sentida a necessidade (curiosidade), de conhecer e responder às necessidades das pessoas. Foi nessa altura que a inteligência prática ganhou estatuto ao invocar para si a criatividade.

A necessidade da “hora” e na “hora, veio trazer uma combinação suave de inteligência analítica, criativa e prática. – “A nova sabedoria!”

Para se ser sábio é absolutamente vital que pratiquemos a sabedoria. Não se criam competências sem exercício, e se assim não fosse as novas tecnologias não teriam sido assimiladas pelas diferentes culturas. É a inteligência prática que nos ajuda a preencher o vazio que é exigido para o sucesso, que é alcançado ao fazer julgamentos mais certos.

A inteligência prática já foi considerada pelas organizações como um dos factores de maior importância para o preenchimento de lugares nas suas estruturas. Não importa tanto que disciplinas frequentaram as pessoas, mas sim o que são capazes de fazer.

É esta inteligência prática a que se fazia referência em dactilografia e hoje se pede em Word ou Excel. A noção de que as pessoas adquirem o conhecimento sem consciência do que está sendo aprendido é reflectida no local de trabalho quando se fala de conhecimento tácito.

Outra diferença essencial entre a inteligência prática e outras, referenciadas com QI e QE ou QA é, que enquanto o conhecimento académico é saber factos, inteligência prática é saber “como”.

Sternberg descobriu que a melhor maneira de identificar a inteligência prática é pedir às pessoas para relacionar exemplos de sucesso ao resolver problemas no trabalho, através de habilidades que tinha aprendido ao fazer o seu trabalho no seu dia-a-dia.

Os pequenos casos de sucesso ao longo da vida criam estrutura musculada no nosso saber.

E de prática, como é que está? Conte!

(Este artig0 foi adaptado de um outro deste blog e traduzido)