How would be the future if the present were design thinking?

(Texto em Português depois deste)

 Clarify the analytical thinking and design

According to Roger Martin, AG Lafley when he was CEO of P&G always made a great effort to explain their thinking. Be transparent “with his logic”, gave those who are below, in the hierarchy of Lafley, the guidance they need to one day succeed him, and to organize all the chances to keep its trajectory.

This is certainly not the posture of many of the leaders of organizations and companies, especially if we consider the financial areas.

Roger Martin considers that integrative thinking should be a key discipline of management. Design thinking is the application of integrative thinking.

However, there are still a large number of designers who would like design to be an art, and are really offended by the concept of design thinking. Martin said: “I had several nasty notes saying,” you’re not a designer, you are not trained in design, how dare to talk about it? ”

Firstly it is easy to see that there are not only silos in organizations, where everyone learns well their model and closes in their habitat, without concern for clarify their thinking and its intention to management, but also in designers who hid behind a search of a path that does not converge to the business.

Integrative thinking often arises as a discomfort for both managers and designers when it comes to creating a model that is neither A nor B but can be a new created from the design and business processes.

For example, when speaking to clarify the thought of a manager of a financial area, surely we aren’t waiting for behaviors that are identical to those of AG Lafley, although this was desirable.

Garr Reynolds says ” Managers may be afraid to embrace simplicity. In business we are all scared of being called “too simple.” People confuse simplicity, which is hard to achieve, with simplistic, which is easy and usually lacking value. When in doubt, a manager may add a layer of complexity where it is not needed just to be safe. It takes courage to be simple. And don’t throw away “good” in pursuit of “perfect.” The simplest solution is often the best (though not always), yet the first idea you have is not always the simplest. Be careful of going with the first idea. Designers often create three to five solutions to the same problem.”

It is adding layers of complexity that the financial management more laurels. Create complex content allegedly to allow deep analyses and results only understood by few.

But when it asks Roger Martin what he thinks about thinking design and financial systems he says:

“As for a redesign of the financial system, “We need to step back and say a lot of the fantasies we believe are the case, are not. Let’s design our world around something that’s a little closer to real than fantasy.”

There are intangible issues such as services or systems that are not yet dealt with the same rigor and discipline that uses with the products and hence the difficulty imagining solutions to some problems in the financial sphere we face.

But this is possible if we take a step back and going by paths creating templates than not the image of past experiences.

“We might concentrate on how to make the process of the design of the intangible as transparent and open to observation as the design of the tangible. We might develop prototyping environments that allow us to learn through failure without catastrophic implications. We might accept that we need better mechanisms for criticism and feedback so that we begin to establish a body of knowledge about what works, and what does not, in the design of these things that don’t go ‘thud’ when we drop them.” Tim Brown
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Como será o futuro quando o presente é pensar design

Clarificar o pensamento analítico e design

De acordo com Roger Martin AG Lafley, enquanto CEO de P&G sempre fez um grande esforço para explicar seu pensamento. Ser transparente “com sua lógica,” deu, aqueles que estão abaixo, na hierarquia de Lafley, a orientação de que necessitam para um dia lhe sucederem, e à organização todas as hipóteses de manter sua trajectória.

Esta não é certamente a postura de muitos dos dirigentes de organizações e empresas, principalmente se pensarmos em áreas financeiras.

Roger Martin considera que o pensamento integrativo deve ser uma disciplina chave de gestão. O pensamento design é a aplicação do pensamento integrativo.

No entanto, “há ainda um grande número de designers que gostariam que o design caminhasse para ser uma arte, e ficam realmente ofendidos pelo conceito de pensamento de design. Martin disse:”Tive várias notas desagradáveis que diziam, “você não é um designer, você está não formado em design, como se atreve a falar sobre isso?”

Antes de mais é fácil perceber que os silos existem não só nas organizações, onde cada um aprende bem o seu modelo e se encerra no seu habitat, sem a preocupação de clarificar o seu pensamento e a sua intenção de gestão, mas também nos designers que se escudam na busca de um caminho que não converge para os negócios.

O pensamento integrativo surge muitas vezes como um desconforto quer para os gestores quer para os designers quando se trata de criar um modelo que não seja nem A, nem B mas possa ser um novo criado a partir do design e dos processos dos negócios.

Por exemplo, quando se fala de clarificar o pensamento de um gestor de uma área financeira, certamente que não estamos á espera de comportamentos idênticos aos de AG Lafley, embora isso fosse o desejável.

Garr Reynolds diz que “os gestores podem ter medo de abraçar a simplicidade. Nos negócios, estamos todos com medo de ser chamado de “simples demais”. As pessoas confundem simplicidade, que é difícil de alcançar, com simplista, que é fácil e, geralmente sem valor. Em caso de dúvida, um gestor pode adicionar uma camada de complexidade, onde não é necessária apenas para ser seguro. É preciso coragem para ser simples. E não jogue fora “bom” em busca do “perfeito”. A solução mais simples é sempre a melhor (embora nem sempre), mas a primeira ideia que você tem nem sempre é simples. Tenha cuidado de ir com a primeira ideia. Designers criam frequentemente 4 ou 5 soluções para o mesmo problema.”

É na adição de camadas de complexidade que a gestão financeira mais se acomoda. Criar conteúdos pretensamente complexos para possibilitar análises profundas e resultados só compreendidos por alguns.

Mas quando se pergunta a Roger Martin o que ele pensa sobre o pensar design e os sistemas financeiros ele diz:

“Quanto a um redesenho do sistema financeiro, “Nós precisamos dar um passo atrás e dizer que, o monte de fantasias que acreditamos é verdade, não é. Vamos projectar nosso mundo em torno de algo que é um pouco mais perto do real do que a fantasia”.

Há questões intangíveis como os serviços ou sistemas que ainda não são abordadas com o mesmo rigor e disciplina que se usa com os produtos e daí a dificuldade em imaginar soluções para alguns problemas da esfera financeira com que nos deparamos.

Mas isso é possível se dermos um passo atrás e enveredarmos por caminhos de criação de modelos que não sejam à imagem de experiências passadas.

“Podemos concentrar-nos em como fazer o processo de concepção do intangível como transparente e aberto à observação, como o projecto do tangível. Podemos desenvolver protótipos de ambientes que nos permitem aprender com a falha, sem implicações catastróficas. Podemos aceitar que precisamos de melhores mecanismos para críticas e comentários para que possamos começar a estabelecer um corpo de conhecimento sobre o que funciona e o que não funciona, na concepção destas coisas que não vão “dar o baque” quando nós as deixarmos.” Tim Brown

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