Combining innovation, business and art

(Texto em Português depois deste)

Art is a contribution to innovation that is not negligible

“We seem to forget that innovation doesn’t just come from equations or new kinds of chemicals, it comes from a human place. Innovation in the sciences is always linked in some way, either directly or indirectly, to a human experience. And human experiences happen through engaging with the arts – listening to music, say, or seeing a piece of art.” – John Maeda

There are many businesses that can learn through art, new ways of thinking and even on the moral or ethical reasoning.

Recalling the medieval Florence, we appealed to history to establish a link between teamwork (cooperation and appreciation of different talents and other advantages that are inherent in art education) and timeliness of business.

The creativity and flexibility of thinking characteristic of “artists” are called “intangible” so difficult to measure can make the qualitative assessment as valid as quantitative assessment.

The arts teach us in the role of judge and in the absence of “rules” through the use of emotion and self-reflection.

 

The art helps us to see things in a way that makes the space feel less restricted.

“Our economy is built upon convergent thinkers, people that execute things, get them done. But artists and designers are divergent thinkers: they expand the horizon of possibilities. Superior innovation comes from bringing divergents (the artists and designers) and convergents (science and engineering) together.”- Maeda

We’re not used to concern us as feel in the process of innovation, but design thinking helps us to feel differently from what is the conventional way of feeling innovation.

Design thinking is part passion and part of a strategic focus on creating growth, looking at all aspects of business to create more value.

Design thinking is divergence when we create something and convergence when we make choices.

But it is also much more than simply listening to customers. The research is important to identify strengths and opportunities, but at some point we need to leverage an idea: what do customers want and still not know?

Donald Norman in “Emotional Design” advises to consider the concept of our product or service from three perspectives.

Visceral impact: This is the first impression is hoped that the consumer has with your service or product. This reflects their physical appearance or design.

Impact behavior: This is how someone uses the idea: its feel, form and function. How to evaluate the experience using the product or service?

Reflective Impact: After someone uses or experiences the product or service, or what we want to stay in memory?

What message do they want to pass on the product or service?

“Art forms of thought integrate feeling and thinking in order to make them inseparable. One knows what the other is the relationship because it feels right … another way of putting it is, as we learn through art we become qualitatively more intelligent. “- Eisner, Elliot W.

Seek to facilitate learning new behavior is not changing behavior

Feel free to add your thoughts!

Combinar a inovação, os negócios e a arte

A arte é um contributo para a inovação não negligenciável

“Parece que esquecemos que a inovação não vem apenas de equações ou novos tipos de produtos químicos, ela vem de um lugar humano. A inovação nas ciências está sempre ligada de alguma forma, directa ou indirectamente, a uma experiência humana. E as experiências humanas acontecem através da busca do diálogo com as artes – ouvir música, por exemplo, ou ver uma peça de arte. Parte inferior do formulárioJohn Maeda 

Há muitos negócios que podem aprender através da arte, sobre formas de pensar e até mesmo sobre o raciocínio moral ou ética.

Lembrando a Florença medieval, recorremos à história para estabelecer uma ligação entre o trabalho em equipa (a cooperação e valorização de diferentes talentos e outras vantagens que são inerentes ao ensino artístico) e a actualidade dos negócios.

A criatividade e flexibilidade de pensamento próprias dos “artistas” são os chamados ” intangíveis”, tão difíceis de medir e que podem tornar a avaliação qualitativa tão válida quanto a avaliação quantitativa.

As artes ensinam-nos, no papel de juiz e na ausência de “regras” através do uso da emoção e da auto-reflexão.

A arte ajuda a ver as coisas de uma maneira que faz com que o espaço fique menos restrito.

“A nossa economia está construída com base em pensadores convergentes, as pessoas que executam as coisas, que fazem as coisas. Mas os artistas e designers são pensadores divergentes: eles ampliam o horizonte de possibilidades. A inovação superior surge trazendo os divergentes (os artistas e designers) e convergentes (ciência e engenharia) juntos.” – Maeda

Nós não estamos habituados a preocupar-nos em como sentir o processo de inovação, mas pensar design ajuda-nos a sentir de maneira diferente daquilo que é a forma convencional de sentir a inovação.

Pensar Design é parte paixão e parte foco estratégico na criação de crescimento, olhando para todos os aspectos do negócio para criar mais valor.

Pensar design é divergência quando criamos algo e convergência quando fazemos uma escolha.

Mas também é muito mais do que simplesmente ouvir os clientes. A pesquisa é importante para identificar as potencialidades e oportunidades, no entanto, em algum momento temos de alavancar uma ideia: o que será que os clientes querem e ainda não sabem?

Donald Norman em “Emotional Design” aconselha a considerar o nosso conceito de produto ou serviço a partir de três perspectivas.

Impacto visceral: Isto é, a primeira impressão que se espera que o consumidor tenha com seu serviço ou produto. Isso reflecte sua aparência física ou design.

Impacto comportamento: Isto é como que alguém usa a ideia: o seu sentir, forma e função. Como avaliar a experiência de usar o produto ou serviço?

Impacto reflexivo: Depois que alguém usa ou experiencia o serviço ou produto, ou aquilo que queremos que fique na memória?

Que mensagem quero que eles passem sobre o produto ou serviço?

“Formas artísticas de pensamento integram sentimento e o pensamento de modo a torná-las inseparáveis. Uma sabe que a outra está certa porque sente o relacionamento…outra forma de colocar a questão é, à medida que aprendemos através da arte tornamo-nos mais qualitativamente inteligentes.”- Eisner, Elliot W

Procurar facilitar a aprendizagem para novos comportamentos não é mudar comportamentos.

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