How and why think of Innovation in Organizations

(Texto em Português depois deste)

If there doubts it is good to ask questions!

There seems no doubt that for a company to build their innovation process as his fundamental principle and to be successful in a sustainable way, she’ll have to connect and enjoy and make use of external ideas to his business.

It is true that to do so many issues are raised but not always the right questions.

Yesterday I attended the presentation of an application on Web environment for the management of ideas, Teepin, and what impressed me most on the issues raised by some participants was the concern about the anonymity of the authors of ideas and how to keep the ideas as a secret to the outside.

Fortunately, the presentation and moderation of the discussion was well conducted. Why?

Because it is important to ask the right questions when we think about innovation and organizations must learn to do it.

By creating an atmosphere of openness to ideas in organizations we shall have the opportunity to create things that are unique and that allows you to create a differentiation in the marketplace.

This climate of openness means that the leaders have to develop the critical ability to ask questions instead of having all the answers.

The tendency of leaders to ask questions that keep people more focused on problems and obstacles than solutions was evident in our last breakfast “Feed ideas” – Teepin.

“Feed ideas” was a great choice of Teepin team for the event but now it is important bring feed the leader with some questions to, having focus on the destination that he had determined, imagine what he will find when he get there.

It should be questioned about the future, no doubt the arrival, questioning not only the “how” but also the “why” of his actions and the steps he have taken to get there.

It’s a bit like knowing the future good practice and understands the significance of these practices in the context of imagined future and the possible impact on the entire organization.

It is not easy to escape to what we learn as being safe or appropriate to manage a particular process. But what has been handed, almost always had successful experiences as support to justify actions to take.

In this beginning of century, we have already seen that the speed, at which new “things” are made available, requires a different attitude.

Gary Hamel in The Future of Management “(Putting principles to work), proposes an exercise that involves redesigning the answers to a challenge – to describe the main characteristics of a chosen process, applying the principles of the new management.

Once mapped the process, here are some questions to facilitate a response to the challenge, which extends to all of us and reveal how to ask questions:

– How to introduce a greater diversity of data, viewpoints, and opinions into the process? How would you design the process so that it facilitates, rather than frustrate the continual development of new strategic options and encourages relentless experimentation?

– How would you redesign this process so that it exploits the wisdom of the market, rather than just the wisdom of the experts?

– How would you change this so that it encourages rather than discourage dissenting voices?

– How could this process encourage employees to identify and connect with the goals they care about personally?

– How could this process be redesigned in a way that help the company to become an even more exciting and vibrant place to work and a magnet for creative talent?

Let us with some time to reflect, because many other questions will arise.

Ask the right questions!

 

Como e porquê pensar em Inovação nas Organizações

 

Havendo dúvidas é bom perguntar!

Parece não haver dúvidas que, para que uma empresa construa o seu processo de inovação como o princípio fundamental e para ser bem-sucedida de uma forma sustentável, ela vai ter de se conectar e aproveitar e fazer uso de ideias externas ao seu negócio.

É certo que para isso muitas questões são levantadas mas nem sempre as perguntas certas.

Ontem assisti à apresentação de uma aplicação em ambiente Web para a gestão de ideias, o Teepin, e o que mais me impressionou nas questões levantadas por alguns participantes foi a preocupação acerca do anonimato dos autores de ideias e o controlo destas em relação ao exterior.

Felizmente a apresentação e a moderação da discussão foi bem conduzida. Porquê?

Porque o importante é fazer as perguntas certas quando pensamos em inovação e as organizações têm de aprender a fazê-lo.

Com a criação um clima de abertura de ideias nas organizações passa a haver a oportunidade de criar coisas que são mais exclusivas e que permite que se crie uma diferenciação em relação ao mercado.

Esse clima de abertura faz com que os líderes  desenvolvam a capacidade crítica de fazer perguntas em vez de ter todas as respostas.

A tendência dos líderes em fazer perguntas que mantém as pessoas mais focadas em problemas e obstáculos do que em soluções, foi ontem evidente no nosso pequeno-almoço “Alimentar ideias” – Teepin.

“Alimentar ideias” foi uma óptima escolha da equipa do Teepin para o evento agora importa alimentar o líder com perguntas para que tendo o foco no destino que determinou imagine o que encontrará quando lá chegar.

Importa perguntar sobre o futuro, não pondo em dúvida a chegada, questionando não só “o como” mas também o porquê das suas atitudes e dos passos que deu até lá chegar.

É um pouco como conhecer as futuras boas práticas e compreender o significado dessas práticas imaginadas num contexto de futuro e do eventual impacto no todo da organização.

Não é fácil fugir ao que aprendemos como sendo seguro ou adequado para gerir um determinado processo. Mas, o que nos foi transmitido, quase sempre tinha como suporte experiências bem sucedidas que justificavam atitudes a tomar.

Neste princípio de século, já verificamos que a velocidade a que novas “coisas” são disponibilizadas, impõe uma atitude diferente.

Gary Hamel em “The future of Management” (Colocando os princípios para trabalhar), propõe um exercício que consiste em redesenhar, as respostas a um desafio – descrever as principais características de um processo escolhido, aplicando os princípios da nova gestão.

Uma vez mapeado o processo, eis algumas questões para facilitar a resposta ao desafio, que se estende a todos nós e  são reveladores de como fazer perguntas:

– Como introduziria uma grande diversidade de dados, pontos de vista, e opiniões no processo? Como desenharia o processo para que facilitasse em vez de frustrar o desenvolvimento contínuo de novas opções estratégicas e encorajasse a implacável experimentação?

– Como redesenharia o processo para que explorasse a sabedoria do mercado, em vez de apenas a sabedoria dos peritos?

– Como redesenharia o processo para que encorajasse em vez de dissuadir vozes discordantes?

– Como poderia este processo encorajar os empregados a identificar e conectar os objectivos com que pessoalmente se preocupam?

– Com poderia este processo ser redesenhado de forma a ajudar a empresa a ser ou a ser um lugar ainda mais excitante e vibrante para trabalhar e um íman para talentos criativos?

Fiquemos com algum tempo para reflectir, porque muitas outras perguntas surgirão.

Faça as perguntas certas!

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