Open innovation and discovery skills

(Texto em Português depois deste)

Barriers and good examples

According to Hal Gregersen at INSEAD in most companies, senior executives do not feel personally responsible for the emergence of strategic innovations; however the chief executives of the most innovative companies do not delegate creative ideas, but do it themselves.

Some of them do not feel responsible even when dealing with the Open Innovation, and Stefan Lindegaard in his book “The Open Innovation Revolution“, raises the question:

“Why do top executives do not Get Open Innovation?”

Senior executives are often the biggest obstacles to innovation because:

– Are focused on short-term gains.

– Missed out on innovation education.

– Are risk averse.

– Are control freaks.

– Lack X- vision

– Do not understand why a network culture is important.

– Are too far away from the action when it comes to innovation.

In his book, Lindegaard also gives advice to overcome these problems and others. A great read that provokes thought and inspires the most passionate about open innovation.

If we compare this lack of skills with the discovery skills of the most creative leaders according INSEAD, we easily understand why many leaders are an obstacle to open innovation.

The five skills referred to in this study are:

– Ability to organize or the ability to successfully connect seemingly unrelated issues, problems or ideas from different fields.

It is essential to take advantage of the differences that exist between all members of the organization, whatever its position. This capability allows for a richer understanding of the complexity of the problems. It is, in my opinion what Lindegaard called X-vision.

– Ability to question and the good habit of doing honest questions that defy common sense and cause the status quo.

Most managers focused on monetizing the existing processes and are not biases to challenge assumptions. They are focused on control and risk averse.

– Ability for observation or guidance for generating business ideas through an appreciation of some unusual phenomena and behavior of potential customers.

The lack of constant observation means that many top executives do not realize the potential of Open Innovation. The education innovation is certainly the constant surveillance of the outside world to the organization and managers are almost always accommodating the panoramic inside.

– Ability to try or use of the inner and outer world as a laboratory and launching pad for prototypes and pilot products.

The obstacles are customized in Open Innovation in top management because they do not engage in a comprehensive way in developing products or services and therefore do not participate in his trial or in search of new environments.

– Ability to work in a network or the energy and dedication to establish relationships and connections with the two worlds, internal and external, as characterized by diversity of ideas, perspectives and needs.

Top executives are obstacle to Open Innovation because their education has been or is based on limited and confined to the canons of internal dynamics. The exterior is often seen as a threat rather than as an opportunity for collaboration.

“Leaders must walk the walk, not just talk the talk. By becoming themselves available at networking events and being visible users of virtual networks tools, they model the desired behavior and motivate others to participate. “Lindegaard-Open Innovation Revolution.

 

Inovação aberta e as competências de descoberta

Obstáculos e bons exemplos

Segundo Hal Gregersen do INSEAD, na maioria das empresas, os altos executivos não se sentem pessoalmente responsáveis pelo aparecimento de inovações estratégicas, no entanto, os principais executivos das empresas mais inovadoras não delegam ideias criativas, mas sim fazem-no eles mesmos.

Eles não se sentem responsáveis mesmo quando se aborda a Inovação Aberta, e Stefan Lindegaard no seu livro “The Open Innovation Revolution”, levanta a questão:

“Porque é que os executivos de topo não agarram a Inovação Aberta?”

Os executivos seniores são, muitas vezes, os maiores obstáculos à Inovação porque:

– Estão focados em ganhos a curto prazo.

– Falta-lhes educação na inovação.

– São adversos ao risco.

– São fanáticos do controlo.

– Falta-lhes visão Raios X.

– Não compreendem porque uma rede de trabalho é importante.

– Estão muito longe da acção quando chegam à inovação.

No seu livro, Lindegaard dá ainda conselhos para ultrapassar estes problemas e outros. Uma óptima leitura que provoca a reflexão e inspira os mais apaixonados pela inovação aberta.

Se compararmos esta falta de competências com as competências de descoberta dos líderes mais criativos segundo o INSEAD, facilmente compreendemos porque muitos líderes são um obstáculo à inovação aberta.

As cinco competências referidas no estudo apontam para:

– Capacidade de associação ou a habilidade de ligar com êxito questões aparentemente não relacionadas, problemas ou ideias de diferentes campos.

É fundamental o aproveitamento das divergências que se verificam entre todos os membros da organização, seja qual for a sua posição. Esta capacidade permite ter uma percepção mais rica da complexidade dos problemas. É, na minha opinião aquilo que Lindegaard chama de visão Raios X.

– Capacidade de questionar ou o bom hábito de fazer perguntas honestas que desafiam o senso comum  e provocam o status quo.

A maioria dos gestores concentra-se em rentabilizar os processos existentes e não são propensões em desafiar suposições. Estão focados no controlo e avessos ao risco.

– Capacidade de observação ou a orientação para gerar ideias de negócio através da apreciação de fenómenos incomuns e de alguns comportamentos de potenciais clientes.

A falta de observação constante faz com que muitos executivos de topo não se apercebam do potencial da Inovação aberta. A educação em inovação passa seguramente pela constante vigilância do mundo exterior à própria organização e quase sempre os gestores se acomodam à panorâmica interna.

– Capacidade de experimentar ou a utilização do mundo interior e exterior como laboratório e rampa de lançamento de protótipos ou produtos piloto.

Os obstáculos em Inovação Aberta são personalizados na gestão de topo porque estes não se empenham de forma global no desenvolvimento de produtos ou serviços e portanto não participam na sua experimentação ou na busca de novos ambientes.

– Capacidade de trabalhar em rede ou a energia e dedicação para estabelecerem relações e conexões com os dois mundos, interno e externo, caracterizados pela diversidade de ideias, perspectivas e necessidades.

Os executivos de topo são obstáculo à Inovação Aberta porque a sua educação foi ou é baseada em cânones restritos e circunscritos à dinâmica interna. O exterior é visto muitas vezes como uma ameaça e não como uma oportunidade de colaboração.

“Os líderes tem de andar o andar, não só falar o falar. Tornando-se eles próprios disponíveis em eventos em rede e sendo utilizadores visíveis de ferramentas virtuais de redes de trabalho, eles modelam o comportamento desejado e motivam outros para participar.” –Lindegaard em Open Innovation Revolution.

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