Creativity is saved! Long life to Design Thinking!

(Texto em Português depois deste)

 

Fears!

Brian a Design Strategist at Design Sojourn wrote: “Design Thinking Is Killing Creativity“, on March and later in October The Presentation Redux!

This expression could be the title of a film instead of “I’m a Professional killer, but as you are my friend I kill you for nothing.”

I read the articles that address this issue, and found no reason to say that design thinking kills creativity, but I understand that it can be a concern or fear for many people.

Concern because they fear losing the designers creative freedom to deal with the constraints posed by the business, this is freedom to create, not regardless of whether that creation fits the needs of those who will use it.

It is not difficult to find many creations that only respect the interests and tastes of their creators. This is often the way when it intends to “provide compelling solutions and significant” without considering the needs, whether they are explicit or hidden.

The fear that creativity is killed by design thinking may arise or exist if a balance between thinking and business design is not established.

Let’s be clear!

1 – Design thinking is not the heritage of the designers nor for their exclusive use. The design thinking is a state of mind in solving problems which is open to anyone.

2 – The design thinking is evolving, adaptive and is not just a set of steps or better, as says Venessa Miemis:

” So whether you hope to employ design thinking to restructure the culture of an organization or to innovate a new product or service, it’s important to remember that it’s more than a set of simple tactics that can be implemented overnight. It’s more like a new ecology of mind, that takes time to grow, adapt, and evolve. It still requires an adherence to sound business decision-making, but also a commitment to challenge one’s own beliefs about “the way things work,” and to keep coming back to a human-centered approach by focusing on addressing people’s unspoken and unmet needs.”

3 – It is true that some business leaders have realized that design thinking can help create the “next big thing” but for that to happen we need a clear process of communication with a common language that is by understanding the concepts of business and design for both parties. Discuss concepts not kill ideas instead can leverage new ideas.

As with many dialects when it is necessary to establish a dialogue is useful that the parties understand and realize what each one says. Speaking a different language doesn’t mean that I lose that my native language. With the design and the business goes up something similar.

4 – Think Design is not a step by step process that kills creativity, is the unconditional acceptance of verifiable constraints on three areas: what is operationally possible, which could be part of a sustainable business and what makes sense to people and for people.

Do not accept a constraint is to let creativity lost in infinite space.

5 – Is it true that designers or learners of design thinking as I am noticed that the convergence between business and design thinking is done with movements on both sides? How to solve this problem?

The answer to this question is perhaps the greatest constraint facing the design thinkers. Now we only can liberate our creativity and find solutions to solve this problem.

One last note: No! I do not have to choose between A and B! I can always create an option C that does not undergo to stop saying design thinking or to accuse “him” of being a killer!

 

 

A criatividade está salva! Longa vida ao pensar design!

Receios!

Brian um Design Strategist em Design Sojourn escreveu:  “Design Thinking is Killing Creativity” , Março e mais tarde em Outubro A Presentation Redux!

Esta expressão poderia ser o título de um filme ou então “I´m a Professional killer, but as you are my friend I kill you for nothing”.

Eu li os artigos que abordam este tema, e não encontrei razões para afirmar que o Pensar design mata a criatividade, mas compreendo que possa ser um receio para muitas pessoas.

Receio porque os designers temem perder liberdade de criação ao enfrentar os constrangimentos colocados pelos negócios, isto é ser livre para criar, não considerando se essa criação se encaixa nas necessidades de quem os vai utilizar.

Não é difícil encontrarmos inúmeras criações que apenas respeitam os interesses e gostos dos seus criadores. É esse muitas vezes o caminho quando se pretende “apresentar soluções convincentes e significativas” sem considerar necessidades, sejam elas explícitas ou ocultas.

O receio de que a criatividade seja morta pelo pensar design pode surgir ou existir enquanto o equilíbrio entre o pensar design e os negócios não se estabelecer.

Sejamos claros!

1 – O pensar design não é património dos designers nem para seu uso exclusivo. O pensar design é um estado de espírito na resolução de problemas que está aberto a qualquer pessoa.

2 – O pensar design é evolutivo, adaptativo e não se resume a um conjunto de passos ou melhor, como diz Venessa Miemis:

“Então, se espera empregar pensar design ao reestruturar a cultura de uma organização ou para inovar um produto ou serviço novo, é importante lembrar que é mais do que um conjunto de tácticas simples que podem ser implementadas durante a noite. É mais como uma nova ecologia da mente, que leva tempo para crescer, adaptar e evoluir. Ele ainda exige uma adesão ao ambiente dos negócios, tomada de decisões, mas também um compromisso para desafiar suas próprias crenças sobre “como as coisas funcionam”, e manter-se voltar-se para uma abordagem centrada nas pessoas, concentrando-se em atender as necessidades não faladas e não atendidas das pessoas ditas e não atendidas.”

3 – É verdade que alguns líderes de negócios já perceberam que o pensar design pode ajudar a criar a “próxima grande coisa”, mas para que isso aconteça é necessário um processo de comunicação claro com uma linguagem comum que passa pela compreensão dos conceitos dos negócios e do design por ambas as partes. Discutir conceitos não mata ideias, pelo contrário pode alavancar novas ideias.

Assim como acontece com muitos dialectos quando é necessário estabelecer um diálogo é útil que as partes se entendam e percebam aquilo que cada um diz. Por falar uma linguagem diferente não perco aquela de que sou nativo. Com o design e os negócios passa-se algo de semelhante.  

4 – Pensar design não é um processo passo a passo que mate a criatividade, é a aceitação incondicional de constrangimentos verificáveis em três espaços: O que é funcionalmente possível, o que poderá vir a ser parte de um negócio sustentável e o que faz sentido às pessoas e para as pessoas.

Não aceitar constrangimentos é deixar a criatividade perdida num espaço infinito.

5- Será verdade que os designers ou os aprendizes de pensar design como eu já perceberam que a convergência entre os negócios e o pensar design se faz com movimentos dos dois lados? Como resolver este problema?

A resposta a esta questão é talvez o maior constrangimento que os pensadores design enfrentam. Agora só nos resta libertar a nossa criatividade e procurar soluções para resolver o problema.

Uma última nota: Não! Eu não tenho que optar entre A e B! Posso sempre criar uma opção C que não passa por deixar de dizer Pensar design ou acusá-lo de ser um matador!

Advertisements

Etiquetas: , , , ,

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: