We do not create a culture of innovation with metrics! It builds on the basis of values!

(Texto em Português depois deste)

My confirmation bias!

I was writing, inspired by an article I had read, Jason Krieger – “Creating a Culture of Innovation“, when my attention was diverted by another article from Jorge Barba -“How to Fight the Confirmation Bias” where one can read:

It is difficult to lay aside a confirmed passion.” – Caius Valerius Catullus

I’m quite agreeing with this statement and this is a trend very strongly in all of us.

For example, when I read the article about the culture of innovation and though I agree with much written by Janson, I felt that the valuation metrics was unbalanced.

My notion of a culture of innovation was far from fit in this article. Of course I tried immediately to confirm my idea, but at the same time tried to confirm the idea conveyed by the article.

I follow a principle of not having to choose A or B, and find a new C. It seems to me a healthy balance.

Jason says: ” In the “new normal,” fostering innovation will be a driver of organic growth. Organizations must have these six key steps in place.

Innovation assessment, On boarding and training, Innovation index, Customer metrics, Employee metrics and An innovation scorecard.”

In fact my first look, I like and I always liked numbers, it was think that the relative weight of the metrics placed there, when it comes to building a culture, was excessive.

It lacked focus more on people and their emotions, attitudes and behavior and the necessarily environment where they take place.

It was there that my confirmation bias led me up to a recent article by Tim Kastelli:

“The main points with metrics are:

-Don’t mistake metrics for what we’re actually trying to measure: metrics are proxies – especially if we are trying to measure something abstract like innovation, or the quality of universities. So don’t get too hung up on your metrics – concentrate on your overall goal.

-Align metrics with strategy: no one really wants twitter followers. You want something else – influence, or interaction, or something that one way or another actually does you some good. The interim steps are important, but don’t only measure these. You also need to figure out a way to measure the outcomes of your strategy.

-Use multiple measures of success: this follows from the first two points. Most of the things that we really care about are hard to actually measure. If we are going to try, we need to use multiple measures so that we can triangulate on our desired objectives.

Well this first step was taken.

Too much emphasis on metrics, experience tells me does not work. Less stress on measures and more attention to integration of people in the business processes it seems balanced.

The second step is to reach a different value than that given by the metrics.

Cultures are basically built around the value. The cultures are built around what people think is important.

The center of any “big business” is a well-defined set of values and beliefs that guide the definition of behaviors, systems and practices needed to achieve business goals.

Values such as personal and organizational integrity, ethics and moral excellence, responsibility, autonomy, quality, efficiency and effectiveness, collaboration, empathy, courage, wisdom, challenge, confidence, flexibility, etc.. should be part of building a culture, but always based on dialogue and sharing.

The longevity of companies is decreasing, on average, but that does not mean that the construction or reconstruction of a culture of innovation cannot be done. It can be initiated at any time and quality of the first stone is well described by Tim Brown:

It has to be an experimental culture. There has to be an enthusiasm for new ideas. You have to have a culture that’s willing to explore new ideas, test them and then get rid of them if they’re not good ideas.”

Want to comment? With the risk, of confirmation bias?

 

Não se cria uma cultura de inovação medindo! Constrói-se com base em valores!

O meu viés de confirmação

Eu estava a escrever, inspirado num artigo que tinha lido, de Jason Krieger –  “Creating a Culture of Innovation” quando a minha atenção foi desviada por outro artigo este de Jorge Barba – “How to Fight the Confirmation Bias”, onde se pode ler:

“É difícil deixar de lado de uma paixão confirmada.” – Caius Valerius Catullus

Eu estou perfeitamente de acordo com esta afirmação e esta é uma tendência muito vincada em todos nós.

Por exemplo, eu li o artigo sobre cultura da inovação e apesar de concordar com muita coisa escrita por Janson, senti que a valorização às métricas era desequilibrada.

A minha noção de cultura da inovação estava longe de se encaixar neste artigo. Claro que procurei de imediato confirmar a minha ideia, mas ao mesmo tempo procurei confirmar a ideia transmitida pelo artigo.

Segui um princípio de não ter que optar por A ou B, e encontrar um novo C. Parece-me um equilíbrio saudável

Jason diz: “No “novo normal”, promover a inovação será um factor de crescimento orgânico. As organizações devem ter estas seis etapas chave no lugar.

Avaliação da Inovação, Integração e formação, Índices de inovação, Métricas dos clientes, Métricas dos empregados e Scorecard da Inovação.”

De facto a minha primeura impressão, eu que gosto e sempre gostei de números, foi achar que o peso relativo das métricas aí colocado, quando se fala de construção de uma cultura, era excessivo.

Faltava dar maior ênfase às pessoas e às suas emoções, atitudes e comportamentos e necessariamente ao ambiente onde eles se desenrolam.

Foi aí que o meu viés de confirmação me levou ate a um artigo recente de Tim Kastelle:

– “Não erremos com as métricas para o que realmente estamos a tentar medir: Métricas são proxies – especialmente se estamos a tentar medir algo abstracto como a inovação ou a qualidade das universidades. Então, não fique muito preso às suas métricas – concentrado em seu objectivo geral.

– Alinhar as métricas com a estratégia: Ninguém quer realmente seguidores no Twitter. Quer-se algo mais – a influência, ou interacção, ou algo que de uma forma ou de outra realmente faz algum bem. As etapas provisórias são importantes, mas não se pode só medir estas. Também é preciso descobrir uma maneira de medir os resultados da estratégia.

– Usar várias medidas de êxito: Isso decorre dos dois primeiros pontos. As maiorias das coisas, que realmente preocupam, são difíceis de medir de facto. Se vamos tentar, nós precisamos usar várias medidas para que possamos triangular com os nossos objectivos desejados.”

Bom este meu primeiro passo estava dado. Demasiada ênfase nas métricas, diz-me a experiência não dá resultado. Menos relevo às medidas e mais atenção à integração das pessoas nos processos de negócio parece-me equilibrado.

O segundo passo é chegar a outro valor que não o dado pelas métricas.

As culturas são basicamente construídas em torno do valor. As culturas são construídas em torno daquilo que as pessoas acham que é importante.

No centro de qualquer “grande empresa” está um conjunto de valores bem definidos e crenças que guiam a definição dos comportamentos, sistemas e práticas necessárias para alcançar os objectivos de negócio.

Valores como a integridade pessoal e organizacional, ética e moral, excelência, responsabilidade, autonomia, qualidade, eficiência e eficácia, colaboração, empatia, coragem, sabedoria, desafio, confiança, flexibilidade, etc., devem fazer parte da construção de uma cultura, mas tendo sempre como base o diálogo e a partilha.

A longevidade das empresas tem vindo a decrescer, em termos médios, mas isso não significa que a construção ou reconstrução de uma cultura de inovação não possa ser feita. Ela pode ser iniciada em qualquer momento e a qualidade da primeira pedra é descrita assim por Tim Brown:

“Tem de ser uma cultura experimental. Tem de haver um entusiasmo por novas ideias. Tem que se ter uma cultura que está disposta a explorar novas ideias, testá-las e depois livrar-se delas, se não forem boas ideias.”

Quer comentar? Mesmo correndo o risco de viés de confirmação?

2 Respostas to “We do not create a culture of innovation with metrics! It builds on the basis of values!”

  1. me® Says:

    Excelente blog. Es un compendio de autores relevantes en materia de innovación…

    Abrazo y felicitaciones

    Gabriel Catalano
    gabrielcatalano.com

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