Rethinking the Role of Human Resources – Design Thinking

(Texto em Português depois deste)

Recognize and reward creativity

“Fortunately, companies can now prepare itself for the changed dynamics of hiring that lie ahead. All you have to do is stop acting like big companies bureaucratic and impersonal, and begin to create a fast moving and a vibrant atmosphere. Companies will need to mimic the rise in small businesses and provide entrepreneurial initiatives as a natural thing. Teams will be smaller, flatter organizations , and the values of honesty , informality and innovation should be introduced into the culture. People will need to feel that what they say matters, regardless of the classification and title. Perhaps most important, is that organizations need to understand that when the recovery comes, the stars will no longer wait around for them to be given the authority to make decisions or to be promoted. The alternative of running your own show has a very strong appeal. “- Jack Welsh – Business Week

Is not innocent the meaning behind these words of JW

It’s a warning to all those responsible for Human Resources, which has long been filling his professional life , not just with pictures of discouragement produced by a culture that has always favored the to be rewarded for doing well what was established and never rewarded creativity.

The Human Resources as part of the organizations have been looking at and have been left looking like weak elements in the chain of organizational values.

People involved in the traditional Human Resources feel confronted with more fluid business environments with multiple implications of evaluations, awards and contracts.

Now they will assume it’s true role is to lead resources , human resources, that feel, has a will, are capable , creative and want to grow. They are potential entrepreneurs, are a new perspective of management and leadership.

The Human Resources must innovate in the processes of communication, ways to promote well -being, from the perspectives and models of personal growth of each employee in different contexts including provided by Web 2.0.

Empathy with all company employees is essential. For it is the only way to understand the true needs of top managers and employees to the lowest level.

Must assign meaning to collaboration and connectivity, managing the combination of talent and innovating in the plans of recognition and reward. It is true that, often, human resources called for more resources to develop their business, but the new requirement is to work with constraints.

Human resources need to be more creative!

They are part of the left and right hemispheres of the organizations, are harbingers of standards and motivation, discipline and creativity, success and recovery.

Traditionally, the error was penalized in an organization which was translated in the absence of reward, but today we must lead the no punishment and make the mistake a process of learning.

Human Resources today may be the leadership of a cultural transformation process, which involves reducing the excessive burden of analytical thinking, in organizations and balance it with creative and intuitive thinking.

This is achieved, according to Roger Martin:

1 – Selecting more creative people rather than analytical.

2 – Not rewarding in a traditional way those who promote only what is reliable, but by rewarding those who uphold what is valid.

3 – Including the processes of evaluation criteria that address creativity, work restrictions, empathy, holistic thinking, collaboration and experimentation.

The human resources should no longer have the key concern of maximizing profitability than they have today and start exploring new ways to predict the future and create solutions for tomorrow!

Innovate for HR responsible is to create a new dimension, more inclusive and open to the whole, increasing, than the sum of its parts.

 

Repensar o papel dos Recursos Humanos – Pensar design

Reconhecer e recompensar a criatividade

“Felizmente, as empresas podem-se preparar agora para a alterada dinâmica de contratação que têm pela frente. Tudo o que têm que fazer é, parar de agir como grandes empresas burocráticas e impessoais, e começar a criar um movimento rápido e uma atmosfera vibrante. As empresas vão precisar de imitar as empresas pequenas em ascensão e oferecer iniciativas empresariais como uma coisa natural. As equipas terão de ser menores, as organizações mais planas, e os valores da sinceridade, informalidade e inovação deve ser introduzidos na cultura. As pessoas vão precisar de sentir que o que dizem interessa, independentemente da classificação e título. Talvez, o mais importante, é que as organizações precisam entender que quando a recuperação chegar, as estrelas deixarão de esperar, à volta, para lhes ser dada a autoridade para tomar decisões ou de ser promovido. A alternativa de executar o seu próprio show, tem um apelo muito forte.” – Jack Welsh – Business Week

Não é inocente o significado subjacente nestas palavras de J.W.

É um alerta a todos os responsáveis de Recursos Humanos, que durante muito tempo tem preenchido a sua vida profissional, e não só, com as imagens de desalento produzidas por uma cultura que sempre privilegiou o ser recompensado por fazer bem o que estava estabelecido e nunca premiou a criatividade.

Os Recursos Humanos enquanto parte integrante das organizações têm sido olhados, e têm-se deixado olhar, como elementos fracos na cadeia de valores organizacionais.

As pessoas envolvidas nos tradicionais departamentos de Recursos Humanos sentem-se confrontadas com ambientes de negócios mais fluidos com várias implicações ao nível das avaliações, recompensas e contratações.

Agora eles vão assumir o seu verdadeiro papel que é o de liderar recursos, recursos humanos que sentem, tem vontade, são capazes, criativos e querem crescer. São potenciais empreendedores, são uma perspectiva nova de gestão e de liderança.

Os Recursos Humanos deverão inovar nos processos de comunicação, nas formas de promover o bem-estar, nas perspectivas e modelos de crescimento pessoal de cada colaborador em diferentes contextos incluindo os facultados pela WEB 2.0.

A empatia com todos os colaboradores da empresa é fundamental. Pois é a única forma de compreender as verdadeiras necessidades dos dirigentes de topo e dos colaboradores até ao nível mais baixo.

Devem atribuir significado à colaboração e à conectividade, gerindo as combinações de talentos e inovando nos planos de reconhecimento e recompensa. È certo que, muitas vezes, os recursos humanos reclamam mais recursos para desenvolverem a sua actividade, mas a nova exigência é trabalhar com constrangimentos.

Os Recursos Humanos têm de ser mais criativos!

Eles fazem parte dos hemisférios direito e esquerdo das organizações, são arautos de normas e de motivações, de disciplina e de criatividade, de sucesso e de recuperação.

Tradicionalmente o erro era penalizado nas organizações o que se traduzia na falta de recompensa, mas hoje é preciso liderar a não punição e transformar o erro em aprendizagem.

Os Recursos Humanos de hoje podem ser a liderança de um processo de transformação cultural, que passa por diminuir o peso excessivo do pensamento analítico, nas organizações e equilibrá-lo com pensamento intuitivo e criativo.

Isso consegue-se, segundo Roger Martin:

1 – Seleccionando, mais pessoas criativas em detrimento de analíticos.

2 – Não recompensando de forma tradicional e exuberante aqueles que promovem aquilo que é confiável, mas sim, recompensando aqueles que promovem o que é válido.

3 – Incluindo nos processos de avaliação critérios que visem a criatividade, trabalho com restrições, empatia, pensamento holístico, colaboração e experimentação.

Os Recursos humanos devem deixar de ter como preocupação fundamental a maximização da rentabilidade do que têm hoje e passar a explorar novos caminhos, a prever o futuro e a criar soluções para amanhã!

Inovar para os responsáveis de RH passa por criar uma nova dimensão, mais integradora e aberta, para o todo, cada vez maior, que a soma das partes.

Anúncios

Etiquetas: , , , ,

2 Respostas to “Rethinking the Role of Human Resources – Design Thinking”

  1. Tecnocrata Digital Says:

    TV 2.0 – Você ainda terá! A Cibercultura entrando no mercado das telinhas…

    I found your entry interesting thus I’ve added a Trackback to it on my weblog :)…

  2. Tecnocrata Digital Says:

    Marketing Viral: Eletrolux usa comédia Stand Up para vender liquidificador…

    I found your entry interesting thus I’ve added a Trackback to it on my weblog :)…

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: