Reflections on Open Innovation

What do you think?

“The next challenge of Open Innovation ” is the title of a article HBR in John Hagel III and John Seely Brown, who points out some directions , not way forward, but questions. 

There you can read …“Thus it’s little surprise that nearly every company now has some sort of experiment or program relating to open innovation. Open innovation means reaching out to take advantage of talent beyond the firm (or responding to such outreach opportunities). It’s a terrific concept, borne out by several oft-repeated examples such as InnoCentive and GoldCorp.

But are companies, with all their good intentions, getting the most from open innovation? We suspect that the initial successes, encouraging as they are, represent only the beginning. What if open innovation were defined more broadly and more ambitiously? Could even greater value be realized? If so, what would the next wave of open innovation look like?”

With these questions here is a challenge to futurists and close observers to attempt to unveil the new trends.

It is to me and for what I have read and observed point to a major development of SMEs to embrace open innovation. However there are companies that facilitate these more knowledge, to redefine powers, processes and structures.

Here are some interesting questions to match our reviews:

 

 

Reflexões sobre Inovação aberta

“O próximo desafio da Inovação Aberta” é o título de uma artigo em HBR John Hagel III e John Seely Brown, que aponta algumas direcções, não de caminhos a seguir, mas de perguntas a fazer. 

Aí pode ler-se…”Assim, é pequena surpresa que quase todas as empresas agora tem algum tipo de experimentação ou programa relativos à inovação aberta. A inovação aberta significa alcançar para tirar partido do talento além da empresa (ou de responder às oportunidades de divulgação desse tipo). É um conceito fantástico, corroborado por diversos exemplos muitas vezes repetidos como InnoCentive e Goldcorp.

Mas estão as empresas, com todas as suas boas intenções, obtendo o máximo da inovação aberta? Nós suspeitamos que o sucesso inicial, encorajador como ele é, represente apenas o começo. E se a inovação aberta for definida de forma mais ampla e mais ambiciosa? Poderia um valor ainda maior será realizado? Em caso afirmativo, qual seria a próxima onda de inovação aberta?”

Com estas interrogações fica aqui um desafio aos futuristas e aos observadores atentos para uma tentativa de desvendar as novas tendências.

Eu pela minha parte e por aquilo que tenho lido e observado aponto um grande desenvolvimento das PME para abraçar a inovação aberta. Entretanto há que facilitar a estas empresas mais conhecimento, para redefinir competências, processos e estruturas.

Eis algumas questões interessantes para combinar com as nossas opiniões:

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