Some challenges on open innovation for SMEs

(Text in Portuguese after this )

Structures – points of view!

The clear identification of a problem has always been the best starting point for their resolution.

How can small businesses address the opportunities and risks presented by open innovation?

Katharina Hoelzle says the success of enterprises for this approach is the successful combination of two key dimensions:

Structural dealing with networks, process, instruments and contracts and;

Cultural which includes the incentives, barriers to innovation actors.

These two dimensions are moderated by factors of contingency.

SMEs have some structural disadvantages when it comes to opening the doors to innovation. Often do not have many of the skills needed to identify, transfer and absorb foreign ideas and new technologies effectively.

In the structural dimension the major weaknesses of SMEs posed by open innovation seem to be:

Limited absorption capacity. SMEs in general do not demonstrate the ability to support human and material resources devoted to creating structures that identify external knowledge helpful.

The emerging or promising technologies from other businesses and universities do not come to the attention of SMEs.

Inadequate and incomplete integration. Even when they are initially identified and transferred, rarely these outside ideas and technologies are fully formed and integrated.

Human resources do not have the prerequisites needed to understand, absorb and exploit the results of the work of universities. The communication is done with a language not common to the interlocutors that hinder the absorption capacity.

SMEs are less attractive as partners for other firms. Researchers focus on these large companies because they are more prestigious or they choose to create a their company.

Added to this obstacle that SMEs rarely have the resources available to provide support for research and, often, there is not an institutionalized process of innovation and well structured.

SMEs are deficient in capturing value. Such companies usually do not have the market power to capture the value of knowledge and information obtained externally.

After all SMEs can catch some fights like David and Goliath, although the financial results are not spectacular.

The organizational structure and culture have been identified so far as the major barriers to open innovation, because they are problems related to innovation and knowledge transfer. 

Organizational learning depends on the organizational integration as the organizational integration is necessary for companies to absorb knowledge from external environment.

This absorption requires extensive interface with the environment so that they are able to recombine, reconstruct and exploit this knowledge.

But while SMEs face many challenges, they also enjoy some structural advantages, compared to large organizations.

These advantages can provide companies with smaller with unique opportunities to prosper in a context of open innovation.

– Size – Its smaller dimension directs her gaze to small markets that are not attractive to large companies. This means that new trends are seen earlier than the time when large companies realize it.

– Focus – The effectiveness of enforcement is higher for SMEs because they did not have diffuse goals such as in large enterprises. The focus on a particular market, customer type, knowledge or technology can generate a sustainable competitive advantage.

– Specialization – Specialized companies can often sell their potential for wide markets.

– Intrapreneurship – SMEs are a great place to promote research activities not conditioned to a particular direction, such as guidelines for products and markets rather than departmental guidelines.

– Learning fast. SMEs respond rapidly to detection of challenges, making decisions timelier than large companies. Their ability to react to change is markedly higher than in large companies.

These are some aspects of the structure of SMEs, which can be embedded in a broader approach, including cultural aspects and environmental or contingency, as well as the connections and interdependencies between them.

What do you think?

Sources: Open Innovation: The Key to Achieving Socioeconomic Evolution Henry Chesbrough

 

Estruturas – Pontos de vista!

A identificação clara de um problema sempre foi o melhor ponto de partida para a sua resolução.

Como é que pequenas e médias empresas abordam as oportunidades e os riscos apresentados pela inovação aberta? 

Katharina Hoelzle diz que o sucesso das empresas, para essa abordagem, é a combinação bem sucedida de duas dimensões chave: – Estrutural que trata das redes, do processo, dos instrumentos, e dos contratos e a;

Cultural que contempla os incentivos, os obstáculos à inovação, os actores. Estas duas dimensões são moderadas por factores de contingência.

As PME têm algumas desvantagens estruturais quando se trata de abrir as portas à inovação. Muitas vezes não têm muitas das capacidades necessárias para identificar, transferir e absorver ideias externas e novas tecnologias de forma eficaz.

Na dimensão estrutural as deficiências mais importantes das PME colocadas pela inovação aberta parecem ser:

Reduzida capacidade de absorção. As PME de uma forma geral não demonstram capacidade de suportar recursos materiais e humanos dedicados para criar estruturas que identifique o conhecimento externo útil.

As tecnologias emergentes ou promissoras de outras empresas e Universidades não chegam ao conhecimento das PME.

Deficiente e incompleta integração. Mesmo quando elas são inicialmente identificadas e transferidas, raramente essas ideias externas e tecnologias são completamente formadas e integradas.

Os recursos humanos não têm os pré-requisitos necessários para compreender, absorver e explorar os resultados do trabalho das universidades. A comunicação faz-se com uma linguagem não comum aos interlocutores que dificulta a capacidade de absorção.

As PME são pouco atraentes como parceiros para as outras empresas. Os investigadores privilegiam as grandes empresas por estas serem mais prestigiadas ou optam por criar uma nova empresa.

Acresce a esse obstáculo o facto de as PME raramente terem os recursos disponíveis para fornecer apoio à investigação e, muitas vezes, não existe um processo de inovação institucionalizado e bem estruturado.

As PME são deficientes na captura de valor. Este tipo de empresas normalmente não tem o poder de mercado para capturar o valor dos conhecimentos e inovação obtidos externamente.

Apesar de tudo algumas PME conseguem travar lutas do tipo Golias e David, embora os resultados financeiros não sejam espectaculares.

A estrutura organizacional e a cultura têm sido apontadas até agora como as maiores barreiras á inovação aberta, por serem problemas relacionados com a inovação e com a transferência de conhecimento.

A aprendizagem organizacional depende da integração organizacional porque a integração organizacional é necessária para que as empresas absorvam o conhecimento do ambiente externo.

Esta absorção exige amplos interfaces com o ambiente, para que estes sejam capazes de recombinar, reconstruir e explorar este conhecimento.

Mas, enquanto as PME enfrentam muitos desafios, elas também desfrutar de algumas vantagens estruturais, comparativamente com as organizações de grandes dimensões.

Essas vantagens podem dotar as empresas com menor dimensão com oportunidades únicas para prosperar em um contexto de inovação aberta.

– Dimensão – A sua menor dimensão direcciona o seu olhar para pequenos mercados não atraentes para as grandes empresas. Isto faz com que novas tendências sejam percebidas mais cedo do que a altura em que as grandes empresas se apercebem disso.

– Foco – A eficácia da execução é maior nas PME por não terem objectivos difusos como acontece nas grandes empresas. O foco num determinado mercado, tipo de cliente, conhecimento ou tecnologia pode gerar uma vantagem competitiva sustentável.

– Especialização – As empresas especializadas podem, muitas vezes, vender o seu potencial para uma vasta de mercados.

– Intraempreendedorismo – As PME são um óptimo local para promover acções de investigação não condicionadas a uma direcção determinada, como é o caso das orientações de produtos e mercados em vez de orientações de departamentos.

– Aprendizagem rápida. As PME reagem com rapidez à detecção de desafios, tomando decisões mais atempadas do que as grandes empresas. A sua capacidade de reacção à mudança é notoriamente mais elevada que numa grande empresas.

Estes são alguns aspectos da estrutura das PME, que podem ser enquadrados numa abordagem mais ampla, incluindo os aspectos culturais e ambientais ou de contingência, bem como as conexões e interdependências entre eles.

Fonte : Open Innovation: A Key to Achieving Socioeconomic Evolution Henry CHESBROUGH

Advertisements

Etiquetas: , , , , , ,

Uma resposta to “Some challenges on open innovation for SMEs”

  1. Cultural dimension on open innovation « Intuinovare Says:

    […] To remember structural dimension visit Intuinovare. […]

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: