Cognitive dissonance – An ally of innovation?

(Texto em Portugues deois deste)

Pros and cons

 

Companies cannot achieve superior and lasting business performance simply by following a specific set of steps.

Over the past decade, some of the most popular business books have claimed to reveal the blueprint for lasting success, the way to go from good to great, or how to craft a fail-safe strategy or to make the competition irrelevant.

At first glance, many of the pronouncements in such works look entirely credible. They are based on extensive data and appear to be the result of rigorous analysis. Millions of managers read them, eager to apply these keys to success to their own companies. Unfortunately, many of the studies are deeply flawed and based on…” Phil Rosenzweig mckinseyquarterly.com

The thought of our business is made up of illusions, logic errors and the trials failed to distort our understanding of the real reasons why is that the performance of an organization.

When, for example sales of a company and profits are high, people conclude that this organization has a strategy overwhelming, a leader with extraordinary vision, employees full of talent and a great culture that prevail even innovation.

But when the results are not as good under a lesser performance, then the leader after all was not as good, people do not cooperate and the culture was fictional.

What often happens is that little has changed, but the image created earlier creates a halo effect, which is but an illusion.

The truth is that there is a concern with the quality of decision-making confirmed with research indicating that cognitive biases affect the most important strategic decisions taken by the managers of the best companies.

Consider two cognitive biases that are common and relevant in an economic context, where innovation is the word of the day:

– Overconfidence and cognitive dissonance. One and the other can bring discomfort, or maybe not.

An individual who has overconfidence overestimates the precision of their private information.

Cognitive dissonance occurs when we perceive a mismatch of information elements and create the propensity to acquire and understand information in accordance with a set of things we want.

If a consultant or an analyst issues a forecast in favor of private high profits their tendency is to interpret subsequent information in order to create lift to information previously provided.

There is however a flip side of cognitive dissonance that Javier Santiso , a professor at ESADE, and brings with much graciousness , and relevance. (Or maybe I’m with cognitive dissonance!)

“Yet perhaps the key to this successful repositioning lies precisely in the IMF’s ability to regenerate and subvert itself, i.e. to exhibit cognitive dissonance and innovation, not only by tolerating this internal dissonance, but rather by promoting it (Blanchard’s hire alone evidences this audacity).

This is a feat of great merit, since whether public or private, national or international, none of our institutions tend to favor dissonance. Very much on the contrary, they tend to limit disruptive, innovative potential.”

And he said something that I fell a good point of discusiion:

“Cognitive dissonance is as rare and precious as a white pearl. It is key to promoting innovation and to reinventing oneself.

Since antiquity, we have seen that cognitive dissonance is a difficult path to tread. Alejandro Aménabar’s recent film, “Agora,” reminds us of this, telling the story of the female astronomer, Hypatia of Alexandria, who was carved up and burnt over 1,600 years ago for being a thinker considered to be (too) independent and dissonant.”

 

 

 

The global crisis should inspire our sense of humility. We need more humility to look at the world , particularly in the emerging world . “- Javier Santiso

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Dissonância cognitiva – Uma aliada da inovação

 

Prós e contras

 

“As empresas não podem obter um desempenho de negócios superior e duradoura simplesmente seguindo um conjunto específico de etapas.

Durante a última década, alguns dos livros de negócios mais populares alegaram revelar o caminho para o sucesso duradouro, a maneira de ir de bom a óptima, ou como elaborar uma estratégia sem falhas ou tornar a concorrência irrelevante.

À primeira vista, muitos dos pronunciamentos em tais obras parecem totalmente credíveis. Baseiam-se em dados extensos e parece ser o resultado de uma análise rigorosa. Milhões de gestores de lêem-nos, ansiosos para aplicar as chaves para o sucesso de suas próprias empresas. Infelizmente, muitos dos estudos são profundamente falaciosos e com base em…” Phil Rosenzweig mckinseyquarterly.com

O nosso pensamento de negócios é formado por ilusões, erros de lógica e os julgamentos falhados que distorcem a nossa compreensão das verdadeiras razões que determinam o desempenho de uma organização.

Quando, por exemplo as vendas de uma empresa e os lucros são elevados, as pessoas concluem que essa organização tem uma estratégia avassaladora, um líder com visões extraordinárias, colaboradores plenos de talento e uma cultura excelente que prima, inclusive, pela inovação.

Mas quando os resultados não são tão bons por força de um desempenho menor, então o líder afinal não era tão bom, os colaboradores não colaboram e a cultura era fictícia.

O que acontece muitas vezes é que pouco mudou, mas a imagem criada anteriormente cria um efeito de aura, que não é mais que uma ilusão.

A verdade é que existe uma preocupação com a qualidade da tomada de decisões confirmada com pesquisas que indicam que tendências cognitivas afectam as decisões estratégicas mais importantes tomadas pelos gestores das melhores empresas.

Consideremos duas propensões cognitivas que são comuns e relevantes num contexto económico, onde a inovação é a palavra do dia:

– Excesso de confiança e dissonância cognitiva. Uma e outra podem trazer desconforto, ou talvez não.

Um indivíduo que tenha excesso de confiança sobrestima a precisão de suas informações privadas.

A dissonância cognitiva acontece quando percepcionamos uma incompatibilidade de elementos de informação e criamos a propensão para adquirir ou perceber informações em conformidade com um conjunto de coisas desejadas.

Se um consultor ou um analista emite uma previsão em privado favorável de lucros elevados a sua tendência para interpretar as informações subsequentes de forma a criar sustentação à informação previamente fornecida.

Há contudo um outro lado da moeda na dissonância cognitiva que Javier Santiso, professor da ESADE, traz e com muita graciosidade e pertinência. (Ou talvez eu esteja com dissonância cognitiva!)

“Mas talvez a chave para este reposicionamento de sucesso resida precisamente na capacidade do FMI para se regenerar e se subverter, ou seja, apresentam dissonância cognitiva e de inovação, não só por tolerar essa dissonância interna, mas também pela sua promoção.

Este é um feito de grande mérito, uma vez que, pública ou privada , nacional ou internacional, nenhuma das nossas instituições tendem a favorecer a dissonância. Muito pelo contrário, eles tendem a limitar o potencial disruptivo, inovador.

A dissonância cognitiva é tão rara e preciosa como uma pérola branca. É fundamental para a promoção da inovação e para se reinventar a si mesmo.

Desde a antiguidade, vimos que a dissonância cognitiva é um caminho difícil de trilhar. Num recente filme de Alejandro Amenabar , “Agora “, lembra-nos do presente , contando a história do astrónomo do sexo feminino, Hypatia de Alexandria , que foi retalhada e queimada mais de 1.600 anos atrás para ser um pensador considerado (muito ) independente e dissonante.

 

 

 

A crise global deve inspirar o nosso senso de humildade. Precisamos de mais humildade ao olhar para o mundo, em particular do mundo emergente.” – Javier Santiso

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2 Respostas to “Cognitive dissonance – An ally of innovation?”

  1. Anónimo Says:

    Twitter Trackbacks…

  2. Tecnocrata Digital Says:

    Conceito de Cultura Digital na metodologia da educação…

    I found your entry interesting thus I’ve added a Trackback to it on my weblog :)…

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