Fail at innovation is a normal act! What should be the attitude?

(Texto em Português depois deste)

Open Innovation and fear of failure

In the last post I said, “Companies need to address the changing needs and only be able to do that through innovation, which implies a clear development of new information flows and management of connections increasingly demanding and diverse.”

But “When failure is intolerable” besides being an excellent article by Scott Anthony in HBR, is a good starting point to verify the extent to which our connections and information flows are well suited to our needs.

Whilst the communication processes owe their quality to the attitudes and skills of partners and are thus also of court behavior, innovation will only find the right path after removing certain obstacles.

It is true that these obstacles denser when the connections and interactions are made with outside organizations.

Although Scott did not call obstacles, but rather, failures, there are bumps are cracks, failure is part of the barriers to innovation and more acutely open innovation. He identifies three salient flaws:

  • When someone knowingly does the wrong thing.
  • When someone could have easily discovered that they were doing the wrong thing.
  • When someone spent a lot of time and money researching something that could only be learned through experientially.

And why these three obstacles can be significant when we think of open innovation?

First, because there will be leaders who consciously do the wrong thing not to embrace open innovation. For example, small experiences with the outside world working to failure.

Second, because exposure to the outside can lead to provocative questions that can easily detect internal flaws. Having a greater number and directions of observations becomes easier to ask what is right or wrong.

Third, because the experience abroad has value and it is available with a lower cost, than the internal investigation.

With open innovation, research, and worry about the correct functioning of a thing is not necessary because of the low cost of trying to find the solution outside.

It is a matter of attitude! Just browse and find out!

These three chains in the development of open innovation as a whole have already been addressed in other perspectives. Fail early promises a quicker solution, provided that we accept failure as a reality. 

The failure often represents fear. Fear of losing status, market share or other things.

When we speak of failure we refer to these experiences within an organization and how these experiences are made visible.

The Open Innovation can fail if it exists!

Richard Watson said in 2007: – “What I think he means by this is that people should try more things out even if rationally they seem like silly ideas. For example, people should incorporate more ideas from outside their domain, or even make mistakes on purpose just to see where this takes them.  It’s a bit like going on holiday. You can follow the guidebooks but often the most interesting and useful experiences come when you put the guidebook down and walk down an unknown street for no particular reason.

Of course, the idea of setting up an innovation process focused on making deliberate mistakes is itself a silly idea. At the moment, most organizational innovation strategies and processes are too sequential and too rigid. But moving to some kind of ‘anything goes’ system would be equally disastrous.”

It was not long since Watson wrote this! A part remains valid and another fortunately has gone!

As Lindegaard said: -“Innovation might seem a bit foggy at times, but I have a pretty clear vision that the future for this increasingly important discipline will be build on three key elements; Fast, Open and Global.

What do you think?

Falhar em inovação é um acto normal! Qual a atitude?

Inovação aberta e o medo de falhar

No último post eu disse que, “As empresas precisam de atender às novas necessidades e só o conseguirão fazer através da inovação que implica um desenvolvimento claro de novos fluxos de informação e de uma gestão de conexões cada vez mais exigente e diversificada.”

Mas, “Quando a falha é intolerável”, para além de ser um óptimo artigo de Scott Anthony na HBR, é um bom ponto de partida para verificarmos até que ponto as nossas conexões e fluxos de informação estão bem adaptados às nossas necessidades.

Sendo certo que os processos de comunicação devem a sua qualidade às atitudes e competências dos interlocutores e portanto são também do foro comportamental, a inovação só encontrará o caminho certo depois de remover determinados obstáculos.

Estes obstáculos adensam-se quando as conexões e interacções se fazem com o exterior das organizações.

Embora Scott Anthony não lhe chame obstáculos, mas sim, falhas, não são saliências são fendas, o fracasso faz parte das barreiras à inovação e com mais acuidade à inovação aberta. Ele aponta três falhas mais salientes:

  • Quando alguém conscientemente faz a coisa errada.
  • Quando alguém poderia facilmente ter descoberto que eles estavam a dizer coisas erradas.
  • Quando alguém passou muito tempo e gastou dinheiro a pesquisar algo que só pode ser aprendido por experiência.

E porque é que estes três obstáculos podem ser significativos quando pensamos em inovação aberta?

Primeiro, porque haverá líderes que conscientemente fazem a coisa errada para não abraçar a inovação aberta. Por exemplo pequenas experiências com o exterior, dedicadas ao fracasso.

Segundo, porque a exposição ao exterior pode levar a questões provocadoras que facilmente detectariam as falhas internas. Havendo um maior número e direcções de observações torna-se mais fácil questionar o que está bem ou errado.

Terceiro, porque a experiência do exterior tem valor e está disponível a um custo mais baixo que a investigação interna.

Com a inovação aberta, pesquisar e preocupar-se com o bom ou mau funcionamento de uma coisa não é necessário por causa do baixo custo de tentar encontrar a solução no exterior.

É uma questão de atitude! Basta procurar e encontra-se!

Estas três amarras no desenvolvimento da inovação aberta, no seu conjunto já foram abordadas noutras perspectivas. Falhar cedo promete uma solução mais rápida, desde que se aceite a falha como uma realidade.

O fracasso muitas vezes representa o medo. O medo de perder estatuto, cota de mercado ou outro.

Quando aqui falamos de fracasso referimo-nos a experiências vividas dentro de uma organização e à forma como essas experiências são tornadas visíveis.

A inovação aberta só pode falhar se existir.

Richard Watson dizia em 2007: – ”O que eu acho que ele quer dizer com isso é que as pessoas devem tentar mais coisas, mesmo se racionalmente elas parecem ser ideias tolas. Por exemplo, as pessoas devem incorporar mais ideias de fora do seu domínio, ou mesmo errar de propósito só para ver onde isto leva. É um bocado como ir de férias. Você pode acompanhar as guias, mas muitas vezes as mais úteis e interessantes experiências vêm quando você coloca a guia para o lado e desce uma rua desconhecida por nenhuma razão em particular.

Claro, a ideia de criar um processo de inovação focado em cometer erros deliberados é em si uma ideia idiota. No momento, as estratégias de inovação mais organizacionais e os processos são demasiado sequenciais e rígidos demais. Mas se mudar para algum tipo de “vale tudo” do sistema seriam igualmente desastroso.”

Não passou muito tempo desde que Watson escreveu isto! Uma parte continua válida a outra felizmente já passou!

Como diz Lindegaard, “A inovação pode parecer um pouco nebulosa, às vezes, mas eu tenho uma visão muito clara de qual o futuro para esta disciplina cada vez mais importante será a construção de três elementos-chave; Rápido, Aberto e Global.”

O que acha?

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