The future has arrived! Management and Open Innovation

(Texto em Português depois deste)

 New directions

In an article by Stefan Lindegaard “Top 10 Reasons for Open Innovation Failure “, we can find some of the reasons why the Open Innovation fails distributed by eight or more chances to be added in the comments.

Personally and ironically I think if a company tainted these 10 males, open innovation is not at issue but the company itself.

They are however reasons to reflect and try to consider more comprehensive environment where we can fit those reasons.

I would say that an organization has a number of challenges ahead:

How to build organizations that are as agile as their change?

The agility of an organization goes through acceptance of a more flat and more open structure. It must be more permeable to new knowledge and to new ideas.

How does it mobilizes and monitors the imagination of every employee every day?

–      Creating environments that allow for creativity and forms of recognition and reward appropriate to the different generations involved.

How do we create organizations that are highly engaging places to work for them?

–      By opening doors to the participation of employees in the construction of their work environments.

Reasons as, “do not identify proper business reasons for engaging with open innovation.” “Organizational units are not aligned with innovation initiatives”, “Companies copy competitor’s initiatives”, “creating a true win-win scenario“ and ” if you cannot make innovation work”, are reasons connected with the need for a new organizational approach , a different management .

Reasons as “employees , partners, and customers do not understand the meaning of open innovation , ” the way executives handle the risk ” and ” the best men ” are reasons that relies heavily on individual attitudes , and openness to learning of thought.

The changes that arise and require new attitudes, begin with the need to reinvent business models, where the Web has a key role.

How the Internet will change the way management?

The first generation that grew up with the Web, has its main assumption that the contribution of each to the organization, not the headlines, but the merits.

Eventually previous generations come to your contribution as being the sum of a few years of work, but they are subject to the laws of the jurisdiction on competences.

“In a market where talent is largely a commodity and can be bought anywhere, the secret sauce is creating an environment in which you push that frontier out, in which you can steadily raise the returns on human capital. The combination of technology and talent is a powerful catalyst for value creation, but to take advantage of the Web’s capacity to help us aggregate and amplify human potential in new ways, we must first abandon some of our traditional management beliefs – the notion, for example, that strategy must be set at the top. “- Gary Hamel

The path of abandoning some old beliefs entails construction of new levels of confidence by all employees and partners.

A new attitude towards the past of course requires confidence in new forms of interaction and requires learning new skills. The future has begun and Open Innovation is part of it as well are part of the new paths that lead to new management.

The general management of the century, to Gary Hamel are already clear:

– Decision making is based more on peers.

– The tools of creativity will be more widely distributed in organizations.

– Ideas will compete on an equal footing.

– Strategies will be built from the top.

– The power will be a matter of competence rather than a matter of position.

Some of the biggest battles in the coming years will be between the forces of the traditional organizations against the forces of creativity.

People are a key in organizations and are people within the organization who know what processes are at odds with innovation, impede the adaptation and create frustration among employees.

 

 

E o futuro chegou! Gestão e Inovação Aberta

Novos caminhos

Num artigo de Stefan Lindegaard “Top 10 Reasons for Open Innovation Failure “ podemos encontrar algumas das razões porque a Inovação Aberta falha distribuídas por 8 hipóteses mais as acrescentadas nos comentários.

Pessoalmente e ironicamente eu acho que se uma empresa enfermar desses 10 males, não é a inovação aberta que está em causa mas sim a própria empresa.

São no entanto razões para reflectir e tentar equacionar ambientes mais abrangentes onde possamos encaixar essas razões.

Eu diria que uma organização tem uma série de desafios pela frente:

Como construir organizações que são tão ágeis como a sua mudança?

A agilidade de uma organização passa pela aceitação de uma estrutura mais plana e mais aberta. Mais permeável ao novo conhecimento a novas ideias.

Como é que se mobiliza e monitoriza a imaginação de cada empregado, todos os dias?

Criando ambientes facilitadores de criatividade e formas de reconhecimento e recompensa adequados às várias gerações envolvidas.

Como é que se criam organizações que são lugares altamente atraentes para se trabalhar neles?

Abrindo as portas à participação dos colaboradores na construção dos seus ambientes de trabalho.

Razões como, “não identificar razões de negócios adequadas para a empresa se envolver com inovação aberta”, “unidades organizacionais não alinhadas com iniciativas de inovação”, “empresas copiam iniciativas concorrentes”, “criação de um verdadeiro cenário ganha-ganha” e “se não pode fazer o trabalho de inovação internamente”, são razões que se prendem com a necessidade de uma nova atitude organizacional, uma gestão diferente.

Razões como, “empregados, parceiros e clientes não compreendem o que significa inovação aberta”, “ a forma como os executivos lidam com o risco” e “os melhores homens”, são razões que se prendem fundamentalmente com atitudes individuais, com aprendizagem e com abertura de pensamento.

As mudanças que surgem e que obrigam a novas atitudes começam com a necessidade de reinventar modelos de gestão, onde a Web tem um papel fundamental.

Como é que a internet vai mudar a forma de gestão?

A primeira geração que cresceu com a Web, tem como principal assunção que, a contribuição de cada um para a organização, não são os títulos, mas sim o mérito.

Eventualmente gerações anteriores vêm a sua contribuição com sendo o somatório de alguns anos de trabalho, mas também eles estão sujeitos às leis da competência.

“Num mercado onde o talento é em grande parte uma mercadoria esse pode comprar em qualquer lado, o segredo é criar um ambiente onde se alarga essa fronteira e onde se pode constantemente aumentar o retorno. A combinação de tecnologia e talento é um poderoso catalisador para a criação de valor, mas para tirar partido da capacidade da Web para ajudar a agregar e amplificar o potencial humano em novos caminhos, temos primeiro de abandonar algumas das crenças tradicionais de gestão – a noção por exemplo, que a estratégia deve ser colocada no topo.” – Gary Hamel

O caminho do abandono de algumas velhas crenças, implica uma construção de novos níveis de confiança por parte de todos os colaboradores e parceiros.

Uma nova atitude face ao passado, requer naturalmente confiança nas novas formas de interacção e obriga a novas competências de aprendizagem. O futuro já começou e a Inovação aberta faz parte dele, bem como fazem parte os novos caminhos que conduzem a uma nova gestão.

As linhas gerais da gestão do século XXI, para Gary Hamel já são claras:

– A tomada de decisão será mais baseada nos “pares”.

– As ferramentas de criatividade serão mais largamente distribuídas nas organizações.

– As ideias competirão em pé de igualdade.

– As estratégias serão construídas da base para o topo.

– O poder será uma questão de competência em vez de uma questão de posição.

Algumas das maiores batalhas para os próximos anos serão entre as forças da organização contra as forças da criatividade.

São as pessoas dentro da organização que sabem quais os processos que chocam com a inovação, impedem a adaptação e criam frustração nos colaboradores.

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