Ideas, Intuition and Innovation

(Texto em Português depois deste)

 

Making decisions and weighing risks

 

A reflection on various approaches to the role of intuition and engaged in decision making can lead us to better understand the innovation environment.

The choice, of “good” or “less good” idea, implies a decision (evaluation). These follow the path laid down by decision makers and agree or not to the level most desired innovation.

This path as Jeffrey Phillips says, from the idea or concept of interest is done in accordance with the propensity of decision makers (leaders) to:

Assignment – The leader or decision maker has already decided on the idea that they need to be implemented.

Patronage – The Executive recognizes a problem or solution and uses teams to create ideas.

Adoption – There is an idea that appears to bubble and convinced the executive, which adopts it.

Spin-out – There are ideas that do not fit the strategy or existing lines of business, but because they are disruptive give rise to a new business, a new company.

It is therefore not surprising that among thousands of ideas just a few or only one reaches its destination .

However the choices made by who holds the power of decision are not only supported on databases and frameworks for well-designed demonstration. They involve emotions that are often responsible for large enterprises.

Emotions are not a homogeneous phenomenon.

There are four types of functions that should be differentiated according to the function it serves the emotion in decision-making.

– The first function provides information about pleasure and pain for the construction of emotions that do not involve cognitive assessment of the decision situation.

– The second function is to allow quick choices under time pressure.

– The third function is to draw attention to relevant aspects of a decision problem.

– The fourth function is to generate commitment concerning morally and socially important decisions.

But what are the motivational aspects of emotions?

How do these emotions transmit the energy to go from idea to implementation?

When we feel something “to do”, we instrumentalize emotions towards the search for targets. This feeling is forward-looking and is steeped in progress or development.

This feeling that we call intuition is linked to decision-making to leverage ideas through a chosen path and that is not always equal an organization.

Intuition can be neither fully conscious nor fully unconscious.

Turns out that the intuitive signals are conscious, they can be monitored and its influence on behavior can be controlled by the individual in a flexible way and sensitive to the context.

Intuition can be seen as the use of cognitive models of excellence (heuristics ) and represent themselves in this way as rules based on experience and in planning substituting other algorithmic -based search that reaches the correct solutions after the combined problem with all possible solutions .

It can be called sacred values which contain strong emotions and lasting.

Sacred values are the values that are seen as absolute and not negotiable and therefore are prevented from being traded with other values.

The sacred values may work as an heuristic and facilitate decisions.

We can thus say that there is a link between the emotion and intuition when making decisions, and communication processes and social risk judgments.

Most emotions are socially constructed, and one of its main functions is to regulate and coordinate social interactions, which dominate most people intuitively, for better or for worse.

The idea of decision makers isolated and rational has been replaced by the idea of decision makers as social beings who communicate with others and experience many emotions in the planning and coordination of their actions.

 

Ideias, Intuição e Inovação

 

Tomar decisões e medir riscos

 

Uma reflexão sobre várias abordagens ao papel da intuição e afectos na tomada de decisão, pode levar-nos a compreender melhor o ambiente da inovação.

A escolha das “boas” ou “menos boas” ideias implica uma tomada de decisão (avaliação). Estas seguirão o caminho traçado pelos decisores e chegarão ou não ao patamar mais desejado, a Inovação.

Esse caminho para Jeffrey Phillips , desde a ideia ou conceito com interesse é feito de acordo com a propensão dos decisores (líderes) para:

Atribuição – O líder ou decisor já decidiu sobre qual a ideia que precisa para ser implementada.

Patrocínio – O executivo reconhece um problema ou solução e usa as equipas para criar ideias.

Adopção – Há uma ideia que aparece a borbulhar e convenceu o executivo, que a adopta.

Spin-out – Há ideias que não se encaixam na estratégia ou linhas de negócios existentes, mas por serem disruptivas dão lugar a um novo negócio, uma nova empresa.

Não é pois de estranhar que de milhares de ideias apenas algumas ou somente uma chegue ao seu destino.  

Mas as escolhas feitas por que detém o poder de decisão não são apenas suportadas em bases de dados e quadros de demonstração bem elaborados. Elas envolvem emoções que são muitas vezes responsáveis por grandes empreendimentos.

As emoções não são um fenómeno homogéneo.

Há quatro tipos de funções que devem ser diferenciados de acordo com a função que serve a emoção no processo de decisão.

– A primeira função fornece informações sobre prazer e dor para a construção de emoções que não implicam avaliação cognitiva da situação de decisão.

– A segunda função é permitir escolhas rápidas sob pressão de tempo.

– A terceira função é chamar a atenção para aspectos relevantes de um problema de decisão.

– A  quarta função é gerar o compromisso relativo à moral e decisões socialmente importantes.

Mas quais são os aspectos motivacionais das emoções?

Como é que essas emoções transmitem a energia necessária para passar da ideia à implementação?

Quando nós sentimos que algo “é para fazer” estamos a instrumentalizar emoções no sentido da procura de objectivos. Este sentimento é orientado para o futuro e está imbuído de progresso ou desenvolvimento.

Este sentimento a que podemos chamar intuição, está ligada a tomada de decisão para alavancar ideias através de um caminho escolhido e que nem sempre é igual numa organização.

A intuição pode ser nem inteiramente consciente nem totalmente inconsciente.

Acontece que se os sinais intuitivos são conscientes, eles podem ser monitorizados e a sua influência no comportamento pode ser controlada pelo indivíduo de uma forma flexível e sensível ao contexto.

A intuição pode ser vista como a utilização de modelos cognitivos por excelência (heurísticas), e constituem-se, dessa forma, como regras baseadas na experiência e no planeamento substituindo outras baseadas na procura algorítmica que chega às soluções correctas depois de ter combinado o problema com todas as soluções possíveis.

Podem ser chamados valores sagrados que encerram emoções fortes e duradouras.

Valores sagrados são os valores que são vistos como absolutos e não negociáveis e, consequentemente, estão impedidos de ser transaccionados com outros valores.

Os valores sagrados podem funcionar como uma heurística e facilitar as decisões.

Pode-se assim dizer que existe um elo de ligação entre, a emoção e a intuição, quando se tomam decisões e, os processos comunicacionais e sociais em julgamentos de risco.

A maioria das emoções são socialmente construídas, e uma das suas principais funções é regular e coordenar as interacções sociais, o que a maioria das pessoas dominam de forma intuitiva, para melhor ou para pior.

A ideia, dos decisores ou tomadores de decisão isolada e racional, tem sido substituída pela ideia, de tomadores de decisão como seres sociais que comunicam com os outros e experimentam variadíssimas emoções no planeamento e coordenação das suas acções.

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