How design thinkers imagine the future?

(Texto em Português depois deste)

The situations and constructive memory

For Antonio Damasio, each memory has an emotion attached to it.

When we have to determine a response to something, we recall the emotions associated with our memories related to that thing.

Sometimes we feel the need of something because we have been there and remember the well being that it gave us . In Portuguese it is said “saudade”!

Those are needs caused by our memory.

But what else can memory ask for?

Despite the short duration, which we have experienced in this century, several events and emerging social practices that mark it, confirms that society has reached a point of no return on the influence of information technology in shaping the social structure and its practices.

This influence has consequences in what tomorrow will be our memory. These changes require significant adjustments in how we create or preserve and develop our knowledge, our products and our services.

Our memories are built from experience and past memories that in turn become part of the situation that affect the memory types that can be built.

It seems to be the conditioning of recall and memorization by memories!

Information technologies are tools for preserving memories and eventually record the data, based on static situations, not considering the environment in which they operate.

– What is the digital answer?

– Where are we when we do what matters?

– Under what circumstances?

The circumstances concern the location of all in context for the decisions that are taken are a function of the situation and how the situation is constructed or interpreted.

What is the “behavior” of design thinking?

Each time you interpret a situation we reformulate and thereby build memories with new structures, because new values or variables are introduced.

Thus not only the memory constructive produces new memories, as allows us to reinterpret our previous experience enlightened by today.

This was observed in empirical studies of designers. For example, Suwa et al ( in 1999 ) describe as an architect when creating a museum identified a visual axis and then used the visual axis as the idea of driving. He did this not only for their entire business of raising future but also to reinterpret their past in the design ideas on the project in terms of the visual axis.

The episodic memory system that allows people to recall past experiences is widely seen as a constructive dialogue, basically, instead of playing. But this process is prone to various types of errors and illusions.

An important function of a constructive episodic memory is to allow individuals to simulate or imagine future episodes, happenings and scenarios. Since the future is not an exact repetition of the past, the simulation of future episodes requires a system that can extract from the past in a flexible way that extracts and recombines elements of previous experiences.

Some studies claim that: – Memory is adapted to retain the information that is most likely to be required in the environment in which it operates.

Since we do not often need to remember all the exact details of our experiences , an adapted system need not slavishly preserve all the details, such as the option , instead, is to record and preserve these details over time only when circumstances indicate that it is likely to be required , as human memory tends to do.

Likewise, the memory of essence that is sometimes responsible for false recognition, it is also crucial for adaptive capabilities such as categorization and understanding and can facilitate the transfer and generalization across task (McClelland 1995).

Recall past events, is associated with sensory details and live richer and contextual that were devised in future events.

 

Como é que os pensadores design imaginam o futuro?

As situações e a memória construtiva.

Para Antonio Damasio, cada memória tem uma emoção ligada a ela.

Quando temos que determinar uma resposta a algo, lembramos as emoções associadas com as nossas memórias relacionadas com esse algo.

Por vezes sentimos necessidade de algo porque já passámos e recordamos o bem-estar que isso nos proporcionou. Em Português diz-se saudade!

São as necessidades provocadas pela nossa memória.

Mas que mais pode a memória pedir?

Apesar de curta a duração, o que já vivenciamos neste século, os vários eventos e práticas sociais emergentes que o marcam, confirmam que a sociedade chegou a um ponto sem retorno sobre a influência da tecnologia da informação na formação da estrutura social e das suas práticas.

Essa influência tem as suas consequências naquilo que amanhã será a nossa memória. Estas mudanças exigem adaptações significativas na forma como criamos e desenvolvemos ou preservamos o nosso saber, os nossos produtos e os nossos serviços.

As nossas memórias são construídas com a experiência e com anteriores memórias que, por sua vez se tornam parte da situação que afecta os tipos de memórias que podem ser construídos.

Parece ser o condicionamento da recordação e da memorização por memórias!

As tecnologias de informação são instrumentos de preservação de memórias e eventualmente registam os dados, baseadas em situações estáticas, não considerando o ambiente em que actuam.

– Como é que a era digital responde?

– Onde é que estamos quando fazemos o que interessa?

– Em que situação?

A situacionalidade diz respeito à localização de tudo num contexto para que as decisões que são tomadas sejam uma função da situação e da forma como a situação é construída ou interpretada.

Qual o “comportamento” de pensar design?

De cada vez que interpretamos uma situação estamos a reformular e com isso construímos memórias com novas estruturas, porque novos valores ou variáveis são introduzidas.

Desta forma não só a memória construtiva produz novas memórias, como nos permite reinterpretar a nossa experiência anterior iluminada pela actualidade.

Este comportamento foi observado em estudos empíricos de designers. Por exemplo, Suwa et al (1999), descrevem como um arquitecto durante a criação de um Museu identificou um eixo visual e, em seguida, usou esse eixo visual como a ideia de condução. Ele fez isso não só para toda sua actividade de criação futura, mas também para reinterpretar no seu passado ideias de design sobre o projecto em termos deste eixo visual.

A memória episódica, o sistema que permite às pessoas recordar experiências do passado, é amplamente concebida como um diálogo construtivo, fundamentalmente, em vez de reprodução. Mas este processo é propenso a vários tipos de erros e ilusões.

Uma função importante de uma memória episódica construtiva é permitir que os indivíduos possam simular ou imaginar futuros episódios, acontecimentos e cenários. Uma vez que o futuro não é uma repetição exacta do passado, a simulação de futuros episódios requer um sistema que pode extrair do passado de uma forma flexível que extrai e recombina elementos das experiências anteriores.

Alguns estudos afirmam que, a memória é adaptada para reter a informação que é mais provável que seja necessária no ambiente em que opera.

Uma vez que não temos frequentemente necessidade de lembrar de todos os detalhes exactos das nossas experiências, um sistema adaptado não precisa servilmente preservar todos os detalhes, tais como a opção, em vez disso, deve registar e preservar esses detalhes ao longo do tempo apenas quando as circunstâncias indicam que é provável que sejam necessários, como a memória humana tende a fazer.

Da mesma forma, a memória de essência, que é, por vezes, responsáveis pelo reconhecimento falso, também é crucial para capacidades adaptativas, tais como categorização e compreensão e pode facilitar a transferência e generalização através das tarefas (McClelland 1995).

Recordar eventos passados está associado com os detalhes sensoriais mais ricas e vivos e contextuais que foram imaginados em eventos futuros.

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