Feeling of power and property in Open Innovation

(Texto em Português depois deste)

Traditionally wrong!

In the expression, “Companies can and should use external ideas as well as internal ideas, and internal and external paths to market, as firms look to advance their technology,” is contained  a force which translates Open Innovation .

People’s behavior shapes itself according to the power of words that make sense and therefore represent an improvement in its activity.

The same is true of organizational behavior at first sight. There is a growing worldwide business use of the term, although in many cases can be confused open to innovation with open innovation.

There is something reminiscent of open innovation in the gestalt, “the whole is different from the sum of its parts”.

The impetus for the opening brings a scent of freedom, more knowledge, wisdom that is often restricted when it comes to intellectual property. For years organizations hide behind the preciousness of IP to ensure its existence or in the ranking of your business area.

Innovation seems to be a fact that is crucial to the survival of any organization, but the opening, i.e. a new framework that involves the collaboration is a dream that some companies are slow to accomplish. It is a journey that costs to go!

The difficulty in accepting that innovation is made not only from without but also from top to bottom, bottom up and inside out makes the adoption of open innovation more difficult but also makes her a strong and attractive option .

Fear or being afraid may be the source of the difficulty. Organizational Fear only exists in people.

Often organizations are not prepared to work in so many directions and need to lubricate the structures to make that possible.

There is awareness of disabilities but there is no will, that is, the resistance is greater than the personnel structure.

One reason for this lack of will is in the complicated intellectual property management . It is necessary to simplify it in order to build a winning culture where everyone benefits in equal measure, directors, employees, partners, customers and shareholders.

The feeling of ownership is very crystallized in the generations who have power in firms, a phenomenon which is not as visible in younger generations.

This sense of ownership combined with a culture of decision-making power makes the concept of open and innovation seem difficult to reconcile.

IBM and other companies spent a little for it. The property owners were seen as absolute winners, and there was no need to rely on other entities.

But not everything is negative feelings. The most attractive part of the promise of open innovation relates to the change caused primarily by the nature of social networks that allow you to find more reliable partners capable of leveraging on innovative projects.

Another dimension of openness in innovation comes with the possibility of increasing the speed of response to internal requests. It’s like there’s a supermarket of ideas, and projects available to a shelf, but for that you must stop the waste mentalities closed in unique properties.

The open innovation holds great promise for boosting business, but it requires great vision in its design, implementation and management.

Overcome resistance to change in the direction of open innovation, not only by using a less traditional and have lunch or attend meetings with partners carry new messages.

Opening the doors to innovation by facilitating internal and external flows of information and ideas or challenges requires a collective attitude of sharing and cooperation, safeguarding the course of strategic interests of business.

Not confining to individual behavior pretentiously charismatic, organizations, through open innovation, evolves into a richer and more prepared organizational body, with more defenses and able to cope with uncertainty.

 

Sentimento de força e de propriedade em Inovação aberta

Tradicionalmente equivocados!

Na expressão, “As empresas podem e devem usar ideias externas assim como ideias internas, e caminhos internos e externos para o mercado, à medida que as empresas olham para o avanço de sua tecnologia”, está contida uma força que traduz a Inovação Aberta.

O comportamento das pessoas molda-se de acordo com a força das palavras que fazem sentido e que por isso representam uma melhoria na sua actividade.

O mesmo se passa com o comportamento organizacional numa primeira abordagem. Há um crescendo no mundo das empresas do uso da expressão, embora em muitos casos se possa confundir aberto à inovação com inovação aberta.

Há algo em inovação aberta que lembra a gestalt, “o todo é diferente da soma das partes”.

A apetência pela abertura traz um aroma a liberdade, a mais conhecimento, a sabedoria que muitas vezes é restringida quando se fala de propriedade intelectual. Durante anos as organizações escudaram-se na preciosidade da IP para garantir a sua existência ou lugar no ranking da sua área de negócio.

A inovação parece ser um dado adquirido que é fundamental para a sobrevivência de qualquer organização, mas a abertura, ou seja, uma nova estrutura de trabalho que passa pela colaboração é um sonho que algumas empresas demoram a realizar. É um caminho que custa a percorrer!

A dificuldade em aceitar que a inovação se faça não só de fora para dentro mas também de cima para baixo, de baixo para cima e dentro para fora torna a adopção de inovação aberta mais difícil mas também faz dela uma opção forte e apetecível.

O medo ou receio pode ser a origem dessa dificuldade. O medo organizacional só existe nas pessoas.

Muitas vezes as organizações não estão preparadas para trabalhar em tantas direcções e precisam de lubrificar as estruturas para que isso seja possível.

Existe consciência das incapacidades mas não existe vontade, isto é, a resistência pessoal é maior que a da estrutura.

Uma das razões para essa falta de vontade poderá ser a não simplificação da gestão da propriedade intelectual. è necessário simplificá-la a fim de construir uma cultura ganhadora onde todos se beneficiam, em igual medida, administradores, colaboradores, parceiros, clientes e accionistas.

O sentimento de propriedade é algo muito cristalizado nas gerações que detêm o poder nas empresas, fenómeno que não é tão visível em gerações mais novas.

Esse sentimento de propriedade aliado a uma cultura de poder de decisão faz com que os conceitos de inovação e aberta pareçam difíceis de conciliar.

A IBM e outras empresas passaram um pouco por isso. Os detentores de propriedade eram vistos como ganhadores absolutos e não havia necessidade de confiar em outras entidades.

Mas nem tudo são sentimentos negativos. A parte mais atraente da promessa de inovação aberta diz respeito à mudança provocada fundamentalmente pela natureza das redes sociais que lhe permitem localizar de forma mais confiável em parceiros capazes de alavancar projectos inovadores.

Uma outra dimensão de abertura em inovação vem com a possibilidade de aumentar a velocidade da capacidade de resposta a pedidos internos. É como se existisse um supermercado de ideias e projectos à disposição numa prateleira, mas para isso é preciso acabar com os resíduos de mentalidades fechadas em propriedades exclusivas.

A inovação aberta é uma grande promessa para a dinamização das empresas, mas requer grande visão na sua concepção, implementação e gestão.

Vencer a resistência à mudança no sentido da inovação aberta, não passa só por utilizar uma linguagem menos tradicional e almoçar ou participar em encontros com parceiros portadores de novas mensagens.

Abrir as portas à inovação, facilitando os fluxos externos e internos de informação e de ideias ou desafios, requer uma atitude colectiva de partilha e colaboração, resguardando naturalmente os interesses estratégicos das empresas.

Não se confinando a comportamentos individuais pretensiosamente carismáticos, as organizações, através da inovação aberta evoluem para um corpo organizacional mais rico e preparado, com mais defesas e aptas a enfrentar a incerteza.

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