Think more about people in Innovation. Open Innovation is an example!

 

(Texto em Português depois deste)

Learning to innovate with few resources

When I read in “Save Your Team from the Innovation Resources Trap by Michael Schrage, that when it is necessary to create or innovate to meet the needs of key customers, ” one provocative recommendation almost always produces positive results: Cut whatever’s left of the budget by 15%. Innovate with that.” I remembered how in the world is demanding money for R & D, especially in this country that is part of the European Community.

There is much talk of financial resources and there is less talk about people and with people about innovation.

People in innovation are the core of all activities and ideas are priceless.

This means that ideas do not cost money but they have value, assuming that the salaries, amount spent with members of innovation teams , will always be the same whether his creative activity is rich or poor.

The behavior of people tends to need an abundance of resources at their disposal as if it were a supermarket shelf where we can choose and make combinations of products to create an exemplary meal.

The recommendation that speaks Schrage is provocative for several reasons:

1 – Goes against the very common ‘spending on innovation teams who are not accustomed to working with constraints, unlike what happens with the design thinking where the constraint is a source of creativity.

2 – Change the status of “clean hands” by some researchers and creative people using only the finest materials and are not awake to more sustainable alternatives and economic considerations.

3 – Require the awareness and accountability in the costs of projects in which people are involved.

4 – Demystifies the principle that more money brings more innovation and puts the emphasis on people and the need to utilize their full potential.

People are the essence of innovation and it is focused on people that creativity should be developed. Financial resources, working to improve the quality and capacity of new technologies, key for development of projects are often the only viable way to prove the inability of some people.

Indeed this is the principle behind the allocation of low budgets:

If it is not very capable with much, do it poorly!

But as in most things in our life is always a necessary balance.

I am no great apologist of good practices , especially how they are disseminated, i.e. , without attention to the application context , though it will not be bad idea to try to find similarities in procedures in companies that once relied on huge budgets and eventually ” won by a garage . ”

It is small budgets of garage , future SMEs, which will satisfy the needs of large enterprises through open innovation .

The constraints that SMEs suffer, make their level of effectiveness is a need to stay on land and in the competition because they don´t have to waste time to get projects under the age that have become obsolete.

SMEs understand the meaning of the value of people and they emerge rich creativity as pointed out by BMJ:

“Adapting and innovating.
The lack of academic resources and state laboratories in the developing world produces a creative pressure to forces scientists to invent and re-use as possible. The innovations range from equipment replacement, recycling otherwise disposable materials and adaptation of cell lines at temperatures again or growth media for simplified production protocols and homemade kits and reagents. ”

Often the required speed of innovation teams involves teams and other resources to justify budgets more dilated, but even there the Open Innovation has a say in the variety of offerings that actors have, with all the advantages of efficiency, location and completion timely manner.

The open innovation reduces the financial resources.

 

Pensar mais nas pessoas em Inovação. Inovação Aberta um exemplo.

Aprender a inovar com poucos recursos

Quando li, em “Save Your Team From the Innovation Resources Trap por Michael Schrage, que, quando é necessário criar ou inovar para satisfazer as necessidades dos clientes chave, “uma recomendação quase sempre provocadora produz resultados positivos: Corte o que sobrou do orçamento em 15%. Inove com isso”, lembrei-me de quanto em todo o mundo se reclama dinheiro para a I&D, principalmente neste país que faz parte da Comunidade Europeia.

Fala-se muito de recursos financeiros e fala-se pouco das pessoas e com as pessoas acerca da inovação.

Em inovação as pessoa são o núcleo de toda a actividade e as ideias não têm preço.

Quer isto dizer que as ideias não custam dinheiro mas têm valor, partindo do pressuposto de que as remunerações, valor dispendido com os membros das equipas de inovação, será sempre o mesmo quer a sua actividade criativa seja rica ou pobre.

O comportamento das pessoas tende para uma necessidade de abundância de recursos à sua disposição como se tratasse de uma prateleira de supermercado onde podemos escolher e fazer combinações de produtos para criar uma refeição exemplar.

A recomendação de que fala Schrage é provocadora por várias razões:

1 – Contraria o despesismo muito frequente em equipas de inovação que não estão acostumadas a trabalhar com constrangimentos, ao contrário do que se passa com o pensar design onde o constrangimento é fonte de criatividade.

2 – Altera o estatuto de “mãos limpas” de alguns investigadores e criativos que apenas usam matérias de finíssima escolha e não estão despertos para alternativas mais sustentáveis e económicas.

3 – Obriga à consciencialização e responsabilização nos custos dos projectos em que as pessoas estão envolvidas.

4 – Desmistifica o princípio de que mais recursos trazem mais inovação e coloca a ênfase nas pessoas e na necessidade de utilizarem todo o seu potencial.

As pessoas são a essência em inovação e é centrada nas pessoas que a criatividade se deve desenvolver. Os recursos financeiros, úteis para melhorar a qualidade e capacidade de novas tecnologias, fundamentais para o desenvolvimento de projectos, são muitas vezes a única forma viável de provar a incapacidade de algumas pessoas.

Aliás é este o princípio subjacente à atribuição de baixos orçamentos:

Se não é capaz com muito, faça com pouco!

Mas como na maior parte das coisas na nossa vida é sempre necessário um equilíbrio.

Não sou grande apologista das boas práticas, principalmente da forma como são disseminadas, isto é, sem que haja atenção ao contexto de aplicação, apesar de tudo não será má ideia procurar encontrar semelhanças de procedimentos em empresas que um dia se basearam em orçamentos gigantescos e acabaram “ vencidos por uma garagem”.

São os pequenos orçamentos de garagem, futuras PME, que vão satisfazer as necessidades de grandes empresas através a inovação aberta.

Os constrangimentos a que as PME estão sujeitas, fazem com que o seu nível de eficácia seja uma necessidade para se manterem em terreno e na competição porque não têm de perder tempo a arrumar projectos que por força da idade se tornaram obsoletos.

As PME compreendem o significado do valor das pessoas e emergem ricas de criatividade como apontado por BMJ:

“Adaptando e inovando.
A falta de recursos académicos e laboratórios do estado no mundo em desenvolvimento produz uma pressão criativa para que as forças cientistas inventem e reutilizem o máximo possível. As inovações vão desde equipamento de substituição, a reciclagem de outra forma materiais descartável e adaptação de linhagens de células a temperaturas novo ou meios de crescimento para a simplificação dos protocolos de produção e de kits caseiros e reagentes.”

Muitas vezes a velocidade exigida às equipas de inovação implica equipas e outros recursos que justificam orçamentos mais dilatados, mas também aí a Inovação aberta tem uma palavra a dizer pela variedade de oferta que os intervenientes apresentam, com todas as vantagens de eficácia, localização e realização atempada.

A inovação aberta reduz recursos financeiros.

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