Innovation – Do you really want simplicity?

The impact of simplicity

The human desire to look for something that is not made by man is not only widely confirmed globally, as they are unknown in terms of their motivation or purpose.

The impact that certain parts of the constitution of our globe or life therein, and who still have not changed profoundly, deserve a lengthy look.

It is true that the last decade was characterized by an excessive speed that gave no room for large thoughts. There is always room to look at the nature and evoke the words of Da Vinci:

“The subtlety of Man will never devise an invention more beautiful, simpler and more direct than nature, because in her inventions nothing is lacking, and nothing is superfluous.”

But despite failing to match the works of Nature, men and women, there can gather inspiration, never leaving the notion that these principles of nature, simplicity, balance and direction are the core of creativity, innovation and change.

If we intend to develop our skills in these areas we have to create a supportive environment.

During the last decade possibly eat a huge variety of different foods, and although it may take some time to enjoy new flavors, learn how to chew and swallow food needs no great learning. If we had someone to teach us to chew the food every time we tried something new, certainly we would be upset.

Something similar happened with other products, particularly on the technology which led to some saturation.

The impact of simplicity!

We know now that simplicity captivates increasingly in an environment where interactions are more complex. Make decisions and choices, it becomes increasingly difficult, which circulates with the unexpected pass.

Where there is instability and speed up claims for simplicity, the only way to monetize the time and create harmony.

“They want simple products, simple guidance, and things that work in a fast and simple for the first time, without much extra effort.

In addition to listening to customers, businesses also need to design their products and services from the customer’s perspective. While Intuit has developed accounting software package for SME’S, product developers realized that most small business owners were not familiar with the language of accounting, and in fact were intimidated by it. So instead of using the term “accounts receivable”, called it “the money inside.” Likewise, “accounts payable” became “the money away.” As a result of developing a product from the customer perspective, Intuit sold 100,000 copies of the software in the first year. “Selling Simplicity – Not Just Marketing It” – HBR

Google, for example, has a user interface that is undoubtedly simple. It’s as simple as a logo or a text box. There is no send button. There is no advertising. The most popular web application has the simplest design.

The simplicity often means hard work and complex, but is the demand of the user.

Imagine if your local bus stop allowed you to check your e-mail, share community information on a digital message board or monitor the local air quality? And perhaps best of all, what if it could tell you the exact location of the bus you’re waiting for?

“Developed by the MIT SENSEable City Lab in partnership with the city of Florence and ATAF SpA, the city’s transit service, the EyeStop adaptive bus shelter represents the

 convergence of a variety of technologies, including

 interactive E-ink displays and photovoltaic power.

In addition to displaying information and interacting with waiting passengers, this futuristic digital signage bus stop can sense and respond to its surroundings.” – digitalsignageexpo

That will be simplicity!

P.S. Open innovation as a very important role on simplicity!

 

 

 

 

O impacto da simplicidade

O desejo humano de olhar para algo que não é realizado pelo homem é, não só amplamente confirmado globalmente, como são desconhecidas as suas em termos de motivação ou efeito.

O impacto que, determinadas partes da constituição do nosso globo ou da vida nele existente e, que ainda não foram alterados profundamente, merecem um olhar demorado.

É um facto que a última década se caracterizou por uma velocidade excessiva que, não deu margem para grandes reflexões. Há sempre espaço para olhar a Natureza e evocar as palavras de Da Vinci:

“A subtileza do Homem nunca vai inventar uma invenção mais bela, mais simples e mais directa do que a natureza, porque nela nada de invenções está faltando, e nada é supérfluo.”

Mas apesar de não conseguir igualar as obras da Natureza, os homens e mulheres, podem aí recolher inspiração, não deixando nunca a noção de que esses princípios da Natureza, simplicidade, direcção e equilíbrio são o âmago da criatividade, da inovação, da mudança.

Se nós pretendemos desenvolver as nossas competências nessas áreas temos de criar um ambiente propício.

Durante a última década possivelmente comemos uma variedade enorme de comidas diferentes, e embora possa levar algum tempo para apreciar os sabores novos, saber como mastigar e engolir a comida não precisa de grande aprendizagem. Se nós tivéssemos alguém para nos ensinar a mastigar a comida cada vez que tentássemos algo novo, certamente ficaríamos aborrecidos.

Algo de semelhante se passou com outros produtos, nomeadamente com a tecnologia o que levou a alguma saturação.

O impacto da simplicidade!

Nós sabemos, agora, que a simplicidade cativa cada vez mais num ambiente em que as interacções são mais complexas. Tomar decisões ou fazer escolhas, torna-se cada vez mais difícil, onde o inesperado circula com livre-trânsito.

Onde existe instabilidade e velocidade clama-se por simplicidade, a única forma de rentabilizar o tempo e criar harmonia.

“Eles querem produtos simples, simples orientação, e as coisas que funcionam de forma rápida e simples pela primeira vez, sem muito esforço extra.

Além de ouvir os clientes, as empresas também precisam de conceber os seus produtos e serviços a partir da perspectiva do cliente. Quando Intuit desenvolveu pacote de software de contabilidade para PME’S, os desenvolvedores do produto perceberam que a maioria dos pequenos empresários não estavam familiarizados com a linguagem da contabilidade, e na verdade foram intimidados por ela. Então, em vez de usar o termo “contas a receber”, chamaram-lhe “o dinheiro dentro”. Da mesma forma, “contas a pagar” se tornou “o dinheiro fora.” Como resultado do desenvolvimento de um produto a partir da perspectiva do cliente, a Intuit vendeu 100.000 cópias do software no primeiro ano.” Selling Simplicity — Not Just Marketing It – HBR

O Google, por exemplo, tem um interface de utilizador que é, sem dúvida, simples. É tão simples como um logótipo ou uma caixa de texto. Não há botão enviar. Não há publicidade. A aplicação mais popular da web tem o design mais simples.

A simplicidade muitas vezes implica trabalho árduo e complexo, mas é a demanda do utilizador.

Imagine se a sua paragem de autocarros locais lhe permitisse verificar o seu e-mail, informações da comunidade numa placa de mensagem digital ou monitor da qualidade do ar local? E talvez o melhor de tudo, o que se poderia dizer da localização exacta do autocarro de que está à espera?

Desenvolvido pela SENSEable City Lab do MIT em parceria com a cidade de Florença e SpA ATAF, o serviço de trânsito da cidade, o abrigo de ônibus EyeStop adaptativo, representa a convergência de várias tecnologias, incluindo exposições interactivas E-tinta e a energia foto voltaica.

Isto será simplicidadade!

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