Talking about storytelling and change

 

This is an imagined interview with three players in the today’s world on the role of storytelling in innovation, in trading and in life in general.

The difficulty we feel in many cases to explain or clarify the meaning of our message can be removed with the narrative, with our well-told story.

An innovative idea that is intended, for example, must be transmitted with passion. It is the heat of passion that thrills our listeners, readers or viewers.

But it is also necessary to learn to tell stories, because today a story told badly can be worse than an analysis with limited data.

 That is today, and the future? Let’s ask Michael Margolis!

-“What future trends or directions do you foresee for story/storytelling/narrative? What’s next for the discipline? What future aspirations do you personally have for your own story work? What would you like to do in the story world that you haven’t yet done?

The future of storytelling resides in Generation Y, otherwise known as Millennials. This important demographic, aged 18-29 and numbering over 60 million in the United States and 120 million in Europe, represent what I call the “Story Generation.” (Keep in mind, the numbers and age boundaries are still being debated, but these are simply conservative estimates). In our youth-obsessed culture, this generation has assumed the role of trend-setter and taste-maker, far eclipsing the reach of Generation X and even challenging the uber-dominance of Baby Boomers on our collective culture. – Michael Margolis “ astoriedcareer

This message is a clear indication of a promising path, but in reality today, with our ideas, with new processes and our will as we manage change?

Suppose we create a story that inspires change. Business leaders and organizations have become believers and points the way ahead. Now it is important not to lose the progress accomplished. Forget about PowerPoint and the best practices stay focused and expand its story.

Do you think this is a problem? Let us ask to Roger Martin!

– What is the solution?

My solution? Think about a strategic options as being just a happy story about the future. It doesn’t have to be right and it doesn’t even have to be sensible. It just has to result in your organization being in a happy place in the future. In fact, if it were absolutely right and utterly sensible, your company would probably already be doing it.

 – And then all testing and analytical advisers? What do we do?

“It doesn’t have to be constructed analytically. It is a holistic story — here is where we would find ourselves playing and how we would see ourselves winning. The only real requirement is that it be a happy, aspirational story. If it isn’t happy, it isn’t worth being an option in the first place.”

– And who tells the story?

“If every participant tells one another a happy story, the group will have a wonderful list of options — and quite quickly, because participants won’t feel that they have to work super hard and be terribly careful and be highly logical. The standard on all of those dimensions is brought way down. Meanwhile, the creativity is elevated way up — because these are just stories; happy stories.” Roger Martin

Thank you to both for having afforded these moments!

 

 

Conversa imaginada com…

Esta é uma entrevista imaginada, com três protagonistas do mundo de hoje, sobre o papel de storytelling na inovação nos negocias e de um modo geral na vida.

A dificuldade que sentimos em muitos casos em explicar ou clarificar o significado da nossa mensagem pode ser retirada com a narrativa, com a nossa história bem contada.

Uma ideia que se pretende inovadora, por exemplo, tem de ser transmitida com paixão. É o calor dessa paixão que faz vibrar os nossos ouvintes, leitores ou espectadores.

Mas também é necessário aprender a contar histórias, porque hoje uma história mal contada pode ser pior que uma análise com poucos dados.

E no futuro? Vamos perguntar a Michel Mafrgolis! 

– “ Quais serão as futuras tendências ou direcções que prevê para a história / contar histórias / narrativa? O que vem a seguir para a disciplina? Que futuro e aspirações tem pessoalmente, para o seu próprio trabalho com histórias? O que gostaria de fazer no mundo das histórias que ainda não fez?

O futuro da narrativa reside na Geração Y, também conhecida como “Millennials”. Este importante demográfica, com idades entre 18-29 e numeração mais de 60 milhões nos Estados Unidos e 120 milhões na Europa, representam o que eu chamo de “Geração Story”. (Tenha em mente que os números limites de idade e ainda estão sendo debatidas, mas estes são apenas estimativas conservadoras). Na nossa cultura obcecada pela juventude, essa geração tem assumido o papel de criador de tendências e criador de gosto, longe do alcance da eclipsada geração X e até mesmo desafiando a super dominadora geração de Baby boomers na nossa cultura colectiva.”

Esta mensagem é claramente uma indicação de um caminho promissor, mas na realidade de hoje, com as nossas ideias, com os novos processos e com a nossa vontade como vamos gerir a mudança?

Suponhamos que conseguimos criar uma história que inspira mudanças. Os líderes das empresas ou organizações tornaram-se crentes e a luz verde assinala o caminho. Agora é importante não perder o avanço conseguido. Esqueça o PowerPoint e as boas práticas e mantenha-se focado e expanda a sua história. E se isso for um problema?

Perguntemos a Roger Martin!

– Qual é a solução?

“ A minha solução? Pense em uma das opções estratégicas como sendo apenas uma história feliz sobre o futuro. Ela não tem que ser certa e não tem sequer a ser razoável. Ela só tem que resultar na sua organização e estar num lugar feliz no futuro. Na verdade, se fosse absolutamente certo e totalmente sensível, a sua empresa, provavelmente, já estaria a fazer isso.”

– E então todas as análises e conselheiros analíticos? O que fazemos?

“Não tem de ser construído analiticamente. É uma história holística – é aqui onde nos iríamos encontrar e jogar como nos iríamos ver a ganhar. A única exigência é que seja uma história feliz, uma aspiração. Se não estiver feliz, não vale a pena ser uma opção, em primeiro lugar.”

– E quem conta a história?

“Se cada participante conta uma outra história feliz, o grupo terá uma maravilhosa lista de opções – e muito rapidamente, porque os participantes não sentem que têm de trabalhar duro e ser super nem terrivelmente cuidadoso e ser muito lógico. A norma em todas essas dimensões é trazida para baixo. Enquanto isso, a criatividade é uma forma elevada até – porque estas são apenas histórias, histórias felizes.”

Muito obrigado aos dois por terem proporcionado estes momentos!

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