The stories help us understand the complexity of things!

(Texto em Português depois deste)

Design thinking  and feel design

There is past history and stories about the future that facilitate adaptation to change and to promote such change.

The stories help us understand the complexity of things and can enhance or change perceptions, making them simple.

The stories involve feelings. Storytelling allows us to see in a different light and thus make decisions in an environment also different, where the rational and emotional engages.

For example in business, value and meaning are transmitted with intensity capable of changing consumer behavior. What is promised has tacit acceptance, if the story is well told, that is, whether clarifying the doubts and meets the expectations.

One story involves the consumer in the environment of comfort and highlights his achievements.

Often, design thinking  failure to compromise between the creation or creator and the audience to whom it is intended that creation.

The use of a language not accessible to the consumer stops the flow of a good story and ends without a happy ending. The history of the product or what caused it or its route, cannot be told through a speech restricted as sometimes the design of the thinkers.

The story belongs to the public, and not to a closed or a gathering elite guarded with standards-sealed as if it were a society distinctly different.

The storyteller, may only be a character and not the central theme of the story, because they are the people who matter.

A story should reflect the conflicting interests and their reconciliation, whether they are the states of design thinkers or of the team which is working. Interdisciplinarity brings cognitive conflicts but they are healthy. Emotions give color and do not cause destruction because there is sharing in design think teams.

Storytelling is home to some challenges and requires good learning, but the results are amazing.

Robin Williams in The Non-Designer’s Design Book presents four fundamental principles of graphic design that every professional should understand. The four are Contrast, Repetition, Alignment and Proximity (or CRAP).

Good design is simple:

– Learn the basics,

– Recognize when we are not using. Naming the problem.

– Apply the principles.

The principles are interconnected and one rarely appears alone.

Contrast. – The contrast is often the most important attraction.

Repetition. – The visual elements should be repeated throughout the piece. Develop the organization and strengthens the unit.

Alignment. – Nothing should be placed arbitrarily. This creates a clear, cool and sophisticated.

Proximity. – The elements that are interrelated should be placed together. This helps organize information.

These principles are usually advised to graphic design, but a good exploration does not hurt.

It’s a good challenge, think and tell a story, following these principles.

The stories also work well as a way of promoting a collaborative working and understanding within the team to think about design.

The stories are helpful in elucidating work strategies.

Design and strategy have to work together. Creativity is the currency in progress, but the strategy is also important, so storytelling and visualization greatly facilitate the convergence of design thinking and business.

Pensar design e sentir design

Há história do passado e histórias sobre o futuro que nos facilitam a adaptação à mudança e até promovem essa mudança.

As histórias ajudam-nos, a compreender a complexidade das coisas e podem melhorar ou mudar percepções, tornando-as simples.

As histórias envolvem sentimentos. Contar histórias permite ver sob uma luz diferente e, consequentemente, tomar decisões num ambiente também diferente, onde o racional e o emocional se envolve.

Por exemplo nos negócios, valor e significado são transmitidos com uma intensidade capaz de alterar o comportamento dos consumidores. O que se promete, tem aceitação tácita, se a história é bem contada, isto é, se clarifica as dúvidas e satisfaz as expectativas.

Uma história envolve o consumidor no seu ambiente de conforto e ilumina as suas realizações futuras.

Muitas vezes, o pensar design, falha no compromisso entre a criação ou o criador e o público a quem se destina essa criação.

A utilização de uma linguagem não acessível ao consumidor impede o fluxo de uma boa história e acaba sem um final feliz. A história do produto ou do que lhe deu origem ou ainda do seu percurso, não pode ser contada através de um discurso restrito como por vezes o dos pensadores design.

A história é do público, não de uma tertúlia fechada ou de uma elite resguardada em padrões selados, como se de uma sociedade distintamente diferente se tratasse.

O contador de histórias, apenas poderá ser um personagem e não o tema central da história, porque são as pessoas que importam.

Uma história deve reflectir os interesses em conflito e a sua reconciliação, sejam eles os estados do pensador design sejam os da equipa onde está a colaborar.

A interdisciplinaridade traz conflitos cognitivos mas que são saudáveis. As emoções dão cor e não provocam destruição porque há partilha nas equipas de pensar design.

Contar histórias, alberga alguns desafios e exige uma boa aprendizagem, mas os resultados são surpreendentes.

Robin Williams, em The Non-Designer’s Design Book, apresenta quatro princípios fundamentais do design gráfico que cada profissional deve entender. Os quatro são contraste, repetição, alinhamento e proximidade (ou CRAP).

O bom design é simples:

– Aprender os princípios,

– Reconhecer, quando não os estamos a usar. Dar nome ao problema.

– Aplicar os princípios.

Os princípios são interconectados e raramente aparece um isolado.

Contraste. – O contraste é muitas vezes a mais importante atracção.

Repetição. – Os elementos visuais, devem ser repetidos ao longo da peça. Desenvolvem a organização e reforçam a unidade.

Alinhamento. – Nada deve ser colocado arbitrariamente. Isto cria uma imagem clara, fresca e sofisticada.

Proximidade. – Os elementos que se inter-relacionam devem ser colocados juntos. Isto, ajuda organizar a informação.

Estes princípios são normalmente aconselhados para design gráfico, mas uma boa exploração não faz mal.

É um bom desafio, pensar e contar uma história, seguindo estes princípios.

As histórias também funcionam bem, como uma forma de promover um trabalho de colaboração e compreensão dentro da equipa de pensar design.

As histórias são úteis na clarificação de estratégias de trabalho.

Design e estratégia têm de trabalhar juntos. A criatividade é a moeda em curso mas a estratégia é igualmente importante, por isso contar histórias e a visualização, facilitam muito a convergência entre o pensar design e os negócios.

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2 Respostas to “The stories help us understand the complexity of things!”

  1. Storytelling Gaming, Obama, Narrative, Community, Pitching, Healthcare, Bill Ratner & More Says:

    […] The stories help us understand the complexity of things! […]

  2. Storytelling Gaming, Obama, Narrative, Community, Pitching … Says:

    […] The stories help us understand the complexity of things! […]

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