Maneuvering the analogy to the path of innovation

(Texto em Português depois deste)

Only an exercise!

When I think of analogies I remember Herstatt that refers the using of an analogy, by the architect Michael Pearce, to create an office building in South Africa, whose main challenge was the hot summers and cold winters.

It was defined the problem and the solution found for the structure, was the analogy with the nests of termites.

“But Ford did not invent the automobile, Edison did not invent the light bulb and the Wright Brothers did not invent the airplane. The simplistic story draws all others with whom they worked, both before and after, and his fundamental contributions to the innovation process. “- Hargadon

When we speak of a definition of a problem or its resolution we tend to think the singular, as almost always, it is mainly teams and teams representing various backgrounds.

In an interdisciplinary team we can create combinations of pieces of knowledge, not yet explored that originate innovative solutions.

In the search for new solutions we can use the analogy and it is then possible to apply existing knowledge to a new context.

For Herstatt, analogies can be differentiated according to the distance that exists between the source and target of transfer.

Thus we have the analogy next to the product (source and target in the same product category), away from the product (source and target belong to different product categories) and the analogy to a non product.

As an work methodology we can bring different analogies than we evaluate them regarding its applicability, and finally the solutions are transferred to the problem at hand.

The experience factor, acquired knowledge, has a crucial role in the transfer of analogies. When the objective is to leverage the innovation, the focus of analogies is related to transfer of long-distance analogies, whose depth depends on the creativity and imagination of the actors in a particular case.

“Our action, an approach based on research showing that demand for and use of analogies can be actively and systematically organized. This led to innovative and successful in all projects that we follow. A diverse knowledge base facilitates the retrieval of knowledge outside the field of the target problem. The knowledge that is already in the hands of product designers before the innovation project seems to be of critical importance. The heterogeneity of education only has an impact on the use of analogies do not product “Hersttat

If Herstatt expressed satisfaction for the results, Gick and Holyoak on an analog process in resolving problems encountered setbacks to verify the expected results.

“The hydraulic model of the system of blood circulation and planetary model of atomic structure represent scientific theories based on analogies.”

The methodology consisted of, from a history of similar cases, we try to describe the problems and solutions (initial state and goal state) and observe how the analogy is used in subsequent situations.

– The story should be mapped on the history of the problem to identify similarities in the two systems.

– We must use the map to generate solutions. This can be done by constructing a series of proposed solution to the problem that match the target, the proposed solutions in history.

The results were not very satisfactory and some objections may be raised in the process:

1- There may be no spontaneous reports of relevance to the target problem.

2- Not being clear the relevance of history to target the problem.

3 -Lack of access to memory. How do potential analogies can access the memory?

“While analogical reasoning is a powerful method for generating innovative ideas, he is dangerously vulnerable to misfire when analogies are built on superficial similarities.” Gavetti and Rivkin – HBR

Manobrar a analogia a caminho da Inovação

Apenas um exercício!

Quando penso em analogias recordo Herstatt que refere a utilização de uma analogia, pelo arquitecto Michael Pearce, para criar um edifico de escritórios na África do Sul, cujo principal desafio eram os verões quentes e invernos frios.

Estava definido o problema e, a solução encontrada para a estrutura, foi a analogia com os ninhos de térmitas.

“Mas Ford não inventou o automóvel, Edison não inventou a lâmpada, e os irmãos Wright, não inventaram o avião. A história simplista retira todas as outras pessoas, com quem eles trabalharam, tanto antes como depois, e sua contribuição fundamental para o processo de inovação.” – Hargadon

Quando falamos de uma definição de um problema ou da sua resolução temos tendência a pensar no singular, quando, quase sempre, se trata de equipas e principalmente de equipas que representam vários backgrounds.

Numa equipa interdisciplinar é possível criar combinações, de peças de conhecimento, ainda não exploradas e que originam soluções inovadoras.

Na procura de novas soluções podemos utilizar a analogia e é então possível aplicar o conhecimento existente a um novo contexto.

Para Herstatt, as analogias podem ser diferenciadas de acordo com a distância que se verifica, entre a fonte e o alvo de transferência.

Assim teremos a analogia próxima do produto (fonte e alvo na mesma categoria do produto), longe do produto (fonte e alvo pertencem a diferentes categorias de produto) e analogia a um não produto.

Como metodologia de trabalho podemos reunir diferentes analogias sendo depois avaliadas quanto à sua aplicabilidade e, as soluções são então transferidas para o problema que temos em mãos.

O factor experiência, conhecimento adquirido, tem um papel crucial na transferência de analogias. Quando o objectivo é alavancar a inovação, o foco das analogias centra-se na transferência de analogias a longa distância, cuja profundidade depende da criatividade e imaginação dos intervenientes no processo em causa.

 “ A nossa acção, numa abordagem baseada em investigação, mostra que a procura para e uso de analogias pode ser activamente e sistematicamente organizada. Isto levou a soluções inovadoras e com sucesso em todos os projectos que acompanhamos. Uma base de conhecimento diverso facilita a recuperação de conhecimento fora do campo do problema alvo. O conhecimento que está já na posse dos designers de produto antes do projecto de inovação parece ser de importância crítica. A heterogeneidade educacional apenas tem impacto na utilização de analogias não produto” Hersttat

Se Herstatt manifestou regozijo pelos resultados, já Gick e Holyoak,  num trabalho sobre o processo analógico na resolução de problemas encontraram contrariedades para verificar os resultados esperados.

“ O modelo hidráulico do sistema de circulação de sangue e o modelo planetário da estrutura atómica, representam teorias científicas baseadas em analogias.”

A metodologia consistia em, a partir de uma história de casos análogos, procura-se descrever os problemas e as soluções, (estado inicial e estado objectivo) e observa-se como a analogia é usada em situações subsequentes.

– A história deve ser mapeada sobre a história do problema para identificar similaridades nos dois sistemas.

– Deve ser usado o mapa para gerar soluções. Isto pode ser feito, construindo uma serie de propostas solução, para o problema alvo que correspondam, às propostas de solução da história.

Os resultados não foram muito satisfatórios e algumas objecções podem ser levantadas no processo:

 – Pode não haver pertinência dos relatos espontâneos com o problema alvo.

 – Não estar clara a relevância da história para o problema alvo.

 – Dificuldade de acesso à memória. Como é que potenciais analogias podem aceder à memória?

 “Apesar de o raciocínio analógico ser um método poderoso para a geração de ideias inovadoras, ele é perigosamente vulnerável a falhas de ignição quando as analogias são construídas em semelhanças superficiais.” Gavetti e Rivkin – HBR

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