Inject knowledge to address Open Innovation in SMEs.

(Texto em Português depois deste)

From large to small and medium business

Many technology companies and consumer directed their attention to the open innovation, which makes sense, given the rapid pace of change in the industries and the constant need to innovate to compete. There is a stream, rapidly changing and highly competitive.

P & G and Merck have been committed to Open Innovation in an aggressive manner, through the publication of their needs, desires or areas of interest.

 ” Both of these companies have decided that working with external communities is an important part of getting where they want to be. And they’ve learned those same external communities can do a lot more to help them, and help them efficiently, if they communicate what they really want. parc

The open innovation is not just a informal suggestion box or market research. In open innovation is a set of processes supported by enabling technology to collect, analyze and prioritize ideas that are presented to solve a specific problem.

The open innovation is not crowd sourcing where the swirl of people usually do not present a talent or training to solve problems, but allows to identify what are their needs and thus enable a future approach to satisfy those needs.

Perhaps the open innovation has started its way with more visibility through large enterprises able to realize the need to jump their borders, but the small and medium businesses are unaware that they have two directions to where they can focus their attention.

SMEs need to be sensitive to the business of large companies and seek to know where their business and innovative potential can be fit. Moreover they can be recipients of more small-scale entrepreneurs and thus combine efforts to satisfy its domestic needs for the exclusive use or to satisfy the needs of large companies for which they themselves were not empowered.

The notion (knowledge and meaning) or awareness of the environments in which they live, brings to SMEs an added advantage in the refining of the products available to consumers by providing an amount not visible to large companies.

This happens by virtue of their proximity to consumers that allows them the clear absorption of the cultural values of ecosystems.

There is a range of information about companies (see Lindegaard) who have embraced the Open Innovation, which is essential to be asked for a better perception of the environment of interaction between companies with open innovation.

One of the difficulties that arise for small businesses to embrace open innovation is the lack of knowledge of existing tools for the realization of projects and innovation processes. This difficulty is accompanied by”retention” of knowledge about the available platforms for open innovation, and that should be available to SMEs.

And here, I think that is the core of the impediments to accelerating the acceptance and development of open innovation by small businesses.

This nuclear need is the depth knowledge of their environment and available resources, technology and processes.

It is necessary to focus efforts on developing knowledge:

Structure and organizational behavior – only with the conscious knowledge of the company as an internal body, the management of SMEs can think of Open Innovation. This knowledge should include the expected reactions to a change and the impact in the development of the organization.

Is the company culture receptive, or is necessary to develop a strategy for change, considering the intersections possible crops under the open borders?

Technological and human resources – The SME is aware of existing resources in their environment and out of it? What are the core competencies required and are those available for this kind of change? What motivational factors are more likely to generate energy?

Without the use of knowledge network well implemented, hardly a small company will be aware of their real potential or its ability to intervene in cases of open innovation. Although the network of knowledge and contact is a fundamental therapy, it is important to diagnose weaknesses in need of surgery with injections of knowledge.

The tacit and explicit knowledge of an SME should be the preferred target in the approach to an intervention focused on open innovation, not forgetting of course the individual resistors.

Inject (surgical procedure) knowledge is fundamental to the development of open innovation processes in SMEs!

 

 

Do grande ao médio e pequeno negócio

Muitas empresas de tecnologia e bens de consumo dirigiram a sua atenção para a inovação aberta, o que faz sentido, dado o ritmo acelerado das mudanças nas indústrias e a necessidade constante de inovar para competir. Há um fluxo, em rápida mutação e altamente competitivo.

A P&G e a Merck têm-se comprometido com a Inovação Aberta de uma forma agressiva, através da publicação das suas necessidades, desejos ou áreas de interesses.

“Ambas as companhias têm decidido que o trabalho com as comunidades externas é uma parte importante onde chegar onde querem estar. E aprenderam que essas mesmas comunidades externas podem fazer muito mais, para os ajudar e ajudar de forma eficiente, se comunicarem o que realmente querem.” – parc

A inovação aberta não é apenas uma caixa de sugestões informais ou uma pesquisa de mercado. Em inovação aberta há um conjunto de processos suportados por tecnologia que permitem recolher, analisar e criar prioridades nas ideias que são apresentadas, para solucionar um problema específico.

A inovação aberta não é crowdsourcing onde, o turbilhão de pessoas normalmente não apresenta um talento ou formação para resolver problemas, mas permitem identificar quais são as suas necessidades e como tal permitir uma futura aproximação para satisfazer essas necessidades.

Talvez a inovação aberta tenha iniciado o seu caminho com mais visibilidade através de grandes empresas capazes de perceber a necessidade de saltarem das suas fronteiras, mas as pequenas e médias empresas não se aperceberam que têm duas direcções para onde podem focar a sua atenção.

As PME’s devem estar atentas à actividade das grandes companhias e procurar conhecer onde a sua actividade e potencial inovador se pode encaixar. Por outro lado elas podem ser receptoras de empreendedores de mais pequena dimensão e assim combinarem esforços para satisfazer as suas necessidades internas, para uso exclusivo ou para satisfazer necessidades de grandes companhias para as quais sozinhas não estavam habilitadas.

A noção (conhecimento e significado) ou consciência dos meios ambientes onde estão inseridas, traz às PME’s uma vantagem acrescida na refinação de produtos a disponibilizar aos consumidores, disponibilizando um valor não visível às grandes companhias.

Isto acontece por força da sua proximidade com os consumidores que lhes permite a absorção transparente dos valores culturais dos ecossistemas.

Há um conjunto de informações sobre empresas (ver Lindegaard) que abraçaram a Inovação aberta e que é fundamental ser consultada para uma melhor percepção do ambiente de interacção das empresas com inovação aberta.

Uma das dificuldades que surgem às pequenas empresas, para abraçarem a inovação aberta, é a falta de conhecimento de ferramentas existentes para a realização de projectos e processos de inovação. Esta dificuldade é acompanhada de uma “retenção” de conhecimento sobre as plataformas disponíveis para inovação aberta, e que deveria ser disponibilizado às PME’s.

E, aqui, penso que estará o núcleo dos impedimentos de uma aceleração na aceitação e desenvolvimento da inovação aberta por parte das pequenas empresas.

Essa necessidade nuclear é o conhecimento profundo do seu meio ambiente e dos recursos disponíveis, tecnologia e processos.

É necessário focar esforços no desenvolvimento de conhecimento:

– Estrutura e comportamento organizacional – Só com o conhecimento consciente da empresa enquanto órgão interno, a gestão da PME poderá pensar em Inovação aberta. Esse conhecimento deverá incluir as reacções esperadas a uma mudança e o impacto no desenvolvimento da organização.

Estará a cultura da empresa receptiva, ou é necessário desenvolver uma estratégia de mudança, tendo em vista os cruzamentos de culturas possíveis, por força da abertura de fronteiras?

– Recursos tecnológicos e humanos – A PME tem conhecimento dos recursos existentes no seu meio ambiente e fora dele? Quais as competências nucleares necessárias e as disponíveis para este tipo de mudança? Que factores motivacionais são mais passíveis de gerar energia?

Sem a utilização de uma rede de conhecimento bem implementada, dificilmente uma empresa de pequena dimensão terá noção do seu real potencial ou da sua capacidade de intervenção em processos de inovação aberta. Embora a rede de conhecimento e contacto seja uma terapêutica fundamental, é importante diagnosticar pontos fracos que necessitam de intervenções cirúrgicas com injecções de conhecimento.

O conhecimento explícito e tácito de uma PME deve ser o alvo preferencial na abordagem para uma intervenção focada em Inovação Aberta, não descurando naturalmente as resistências individuais.

Injectar (procedimento cirúrgico) conhecimento é fundamental para o desenvolvimento de processos de inovação aberta nas PME’s!

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Uma resposta to “Inject knowledge to address Open Innovation in SMEs.”

  1. Will SME feed the large companies in Open Innovation ? « Intuinovare Says:

    […] do not exist. So, one of the ways to develop open innovation in similar ecosystems involves inject knowledge and promote environments conducive to creativity in […]

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