Looking for what is surprising!

 (Texto em Português depois deste) 

In search of surprises!

Curiosity-oriented is not focused on what is absolutely right or wrong but about what is surprising.

What is not surprising is that dopamine is famous, in neuroscience, for his part in motivation and reward systems of the brain.

This intense activity so necessary in design thinking has some relation to an existing problem in all of us, the way how we experience the rights and wrongs when developing a project.

It is easy to identify in our day to day, a quantity of poorly designed objects that represent poor observation and integration of people’s needs. These errors of the past must be reviewed and processed in a starting point to suggest an alternative project, which would be more effective, efficient and friendly in use.

Sanders and McCormick argue that the psychology of human factors
seeks to change people and use things and the environments in which they use these things to better match the capabilities, limitations and needs of people.

Thus, a major goal of psychology is the collaboration in the design of effective measures, tools and machines as well as friendly systems.

Making note of these objectives and turning them into moments of “inspiration, we created a good opportunity to strive for simplicity.

Simplicity from  the view of a design thinker often seems to follow a complex path, but is only apparent.

Design thinkers use the creative process as an intersection of arguments and motions.

The arguments are the mental work of the designers, the holdings of the tasks and reasoning about it all.

The movements are the behavioral aspects of human activity. At these two dimensions the reflection on the implications of the psychological aspects can provide surprising results.

 In this regard it should be questioned to what extent the image that a design thinker’s self influences the way people observe.

This is because often confuse empathy with sympathy transferring needs so wrong. In these cases the co-creation is a very healthy working hypothesis.

 

A little reflection on the text by Elizabeth B – President of MakeTools

“Co-creation is not just a new thing in marketing. It is an alternative way of seeing and being in the world. Existing and thriving in the emerging co-creative landscapes that require the creation and implementation of new tools, methods and methodologies for connecting, innovating, doing, saying and sharing. These generating tools should be useful and usable for all types of people. Generate design thinking, provides a design language for all of us, not designers, and designers which should be used in the provocation of the imagination, stimulating ideation, stirring emotions, uncovering unmet needs and facilitating the possibilities of future acquisitions. ”

The design thinker focuses on people, beginning with himself, trying to understand how to manage the best ways  their competencies in the use of tools available and according to the differences in where teams collaborate.

These are moments that often involve stereotypes and profiles which must be clarified. It is after all, an interaction between people.

The paths that design thinking has to go, still go through some turbulence, there are a variety of healthy subjects carrying diverse frames of reference, to match.

And to facilitate the management here are some considerations Donald Norman:

“Three examples to make the point: engineers and, for many, there is already a science of design based on rigorous methods of optimization, perhaps governed by critic axioms. Practitioners design interaction such as approaches focused on human activity, advocating, which are active in establishing a sound scientific basis, repeatable. And finally, design has its artistic and creative side, developing new solutions to problems “bad” by providing aesthetically pleasing structures. Neither this kind of creativity, not their aesthetic sensibilities seems favorable to science, at least not yet. But as the world becomes more complex, and interconnected with the underlying infrastructure, less and less visible, hidden within the electronic and optical mechanisms, referred as all-powerful and invisible information and knowledge the design more than ever need a body of reliable, verifiable procedures. Science is the systematic method of building a body, reliable, verifiable, repeatable and generalized knowledge. Science is not a body of facts: it is a process. Design is the deliberate environment to meet the individual and social needs. Scientific methods can inform design. Designers can create a science of design. ”

Does thinking design moves toward self-determination as a science? Does interdisciplinary thinking design stands?

À procura do surpreendente!

A curiosidade orientada, não se concentra no que é absolutamente certo ou errado, mas sim sobre o que é surpreendente.

O que não é surpreendente é que a dopamina é famosa, na neurociência, pela sua participação na motivação e sistemas de recompensa do cérebro.

Essa actividade intensa tão necessária em pensar design, tem alguma relação com um problema existente em todos nós, a forma como vivenciamos os erros e acertos quando desenvolvemos um projecto.

É fácil identificar, no nosso dia-a-dia, uma quantidade de objectos mal concebidos, que representam uma má observação e integração das necessidades das pessoas. Esses erros do passado devem ser reavaliados e transformados num ponto de partida para sugerir um projecto alternativo, que seria mais eficiente, eficaz e amigo no uso.

Sanders e McCormick afirmam que a psicologia dos factores humanos
procura mudar as pessoas, e usar as coisas e os ambientes em que eles usam essas coisas, para melhor igualar as capacidades, limitações e necessidades das pessoas.

Assim, um dos principais objectivos da psicologia é a colaboração na concepção de medidas eficazes, de máquinas e ferramentas bem como de sistemas amigáveis.

Fazendo ressaltar estes objectivos e transformando-os em momentos de “inspiração”, criamos uma boa oportunidade para tender para a simplicidade.

A simplicidade vista pelo pensador design, muitas vezes parece seguir um complexo caminho, mas é apenas aparente.

O pensador design utiliza o processo criativo como uma intersecção de argumentos e movimentos.

Os argumentos são o trabalho mental dos designers, as explorações das tarefas e o raciocínio acerca disso tudo.

Os movimentos são os aspectos comportamentais da actividade humana. Nestas duas dimensões, a reflexão sobre as implicações dos aspectos psicológicos pode fornecer resultados surpreendentes.

A esse propósito convém questionar até que ponto a imagem que um pensador design tem de si influencia o modo como observa as pessoas.

Isto porque, muitas vezes confundimos empatia com simpatia o que transfere necessidades de forma errada. Nestes casos a co-criação é uma hipótese de trabalho muito saudável.

Uma pequena reflexão sobre o texto de Elizabeth B – President of MakeTools

“A co-criação não é apenas a coisa nova em marketing. É uma forma alternativa de ver e estar no mundo. Existente e próspera na co-emergentes paisagens criativas que exigirá a criação e aplicação de novas ferramentas, métodos e metodologias para a conexão, inovando, fazendo, dizendo e partilhando. Estas ferramentas geradoras, devem ser úteis e utilizáveis para todos os tipos de pessoas. Gerar pensando design, proporciona uma linguagem de design para todos nós, não designers, bem como designers, que deve ser usada na provocação da imaginação, estimulando a ideação, agitando as emoções, descobrindo necessidades não atendidas e facilitando incorporações das possibilidades de futuro.”

O pensador design ao centra-se nas pessoas, começa por si próprio, procurando compreender como há-de gerir da melhor formas as suas competência, na utilização das ferramentas disponíveis e de acordo com as diferenças existentes nas equipas onde colabora.

São momentos que envolvem muitas vezes estereótipos de perfis e que é útil, sejam clarificados. Trata-se afinal, de uma interacção entre pessoas.

Os caminhos que o pensar design tem a percorrer, ainda atravessam alguma turbulência, há uma variedade saudável de disciplinas que transporta quadros de referência diversificados, para se combinarem.

E para facilitar a direcção eis algumas considerações de Donald Norman:

“Três exemplos de fazer o ponto: os engenheiros e, para muitos, já existe uma ciência de design baseada em métodos rigorosos de optimização, talvez regido por axiomas críticos. Praticantes de design de interacção, tais como as abordagens centrada na actividade humana, que defendem, que são activos na criação de uma sólida base científica, repetível. E finalmente, o design tem o seu lado criativo e artístico, o desenvolvimento de novas soluções para os problemas “maus”, fornecendo estruturas esteticamente agradáveis. Nem este tipo de criatividade, nem as suas sensibilidades estéticas parecer favoráveis à ciência, pelo menos, não ainda.

Mas como o mundo se torna mais complexo, interligado, com a infra-estrutura subjacente menos e menos visíveis, escondidas dentro de mecanismos electrónicos e ópticos, encaminhado como todo-poderoso e invisível de informações e conhecimento, o design mais do que nunca precisa de um corpo de confiança, os procedimentos verificáveis. A ciência é o método sistemático de construção de um corpo, fiáveis e verificáveis, repetíveis e generalizável do conhecimento. A ciência não é um corpo de factos: é um processo. Design é a formação deliberada do meio ambiente de forma a satisfazer as necessidades individuais e sociais. Os métodos científicos podem informar design. Os designers podem criar uma ciência do design.”

Será que o pensar design caminha para a sua auto-determinação como ciência? Será que pensar design se mantém interdisciplinar? Ou o seu rumo é a especialização pura?

Anúncios

Etiquetas: , , ,

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: