It is not biological but it is DNA – Business and innovation

(Texto em Português depois deste)

Is not biological, but DNA!

Once again Ralph Ohr via twitter brought a selection of texts, where the fact that some are not the news of the day, they added a special value.

In one, “The best of Inspiring Ideas” – HSM, I found a text from Vijay Govindarajan, about the DNA of business, and which served me for this post.

Vijay says that while biological DNA comes to us at birth and cannot be changed the DNA of business is established very early in their lives, but may be changing, despite the great effort it requires. This was good news  found on this content and is that change we should talk.

It is true that once built the path to success, a deal is unlikely that company will be successful in another business, unless you create a structure for this purpose.

When companies do not seek alternative innovation, with another structure, they fail because their design as a whole, was not directed to the alternative.

Here arises a question:

And if the CEO decides, to adopt an outward looking attitude instead?

Nothing would be more accurate by the strategic point of view of innovation as it would keep its DNA intact and would meet its market, through structures outside the walls.

Certainly, this adoption would not be linear, but would be significantly more positive than imply its DNA into big changes.

This is because major changes in career plans, criteria for promotion, planning processes and performance evaluation, could bring a climate of uncertainty as to touch the lack of confidence.

Without changing the core values of the company we can embrace innovation through strategic innovation open to the outside.

Many times we hear and read about the need to create a culture of innovation, design thinking to converge with the business and also heard how difficult and time consuming to change that culture.

While companies do not change their culture in particular as regards the not invented here to open innovation can be a window into the future.

Even though the culture of a company is difficult to change, we know that companies are made of people, from CEO to bottom, living culture of the company every day, engaging in it, and leading with various types power, sometimes from the bottom up and sometimes top to bottom. It’s at the people that change must occur.

The type of information that people identify as important, how they translate to solutions, the way decisions are made at any time of the innovation process, how select ideas and assign them priorities, all this should be consciously considering , shared and filtered for the construction of new DNA.

At such times, from input to output, it is essential the presence of design thinking, because leverage their proximity to the consumer and facilitate decision making in the development of promising projects.

Vijay says, once you choose to bet on innovation, we must check if it fits into the current company or you need to create a new one with a new DNA!

Asked to define what a business is, and fits the current situation:

Who are the customers?

That provides value to customers?

Through processes that deliver products or services to customers?

What areas of expertise are required to develop them?

That uncertainty exists or how accurately estimates the results to two years?

By asking these questions to the nuclear deal and making them again for an “innovation” (chosen), if the responses are different in at least two questions, then what is being built is strategic innovation. And that is fine because the strategic innovation may be sometimes the only way to compete or grow!

Are some points of view! And yours?

 

 

Não é biológico, mas é DNA!

Mais uma vez Ralph Ohr trouxe via twitter uma selecção de textos, onde o facto de alguns não serem a notícia do dia, lhes acresce um valor especial.

Num deles, “ The best of Inspiring Ideas” – HSM, encontrei um texto de Vijay Govindarajan, a propósito do DNA das empresas, e do qual me servi para este post.

Vijay diz que enquanto o DNA biológico vem connosco à nascença e não pode ser mudado o DNA das empreses é criado muito cedo na vida delas, mas pode ser mudando, apesar do grande esforço que isso requer. Esta foi a boa notícia encontrada neste conteúdo e é dessa mudança importa falar.

É verdade que, uma vez construído o caminho para o sucesso, num negócio, dificilmente essa empresa terá sucesso noutro negócio, a menos que crie uma estrutura própria para esse efeito.

Quando as empresas não procuram a alternativa em inovação, noutra estrutura, elas falham, porque o seu desenho, no seu todo, não foi direccionado para a alternativa.

Aqui levanta-se uma questão:

E se o CEO resolve adoptar uma atitude virada para o exterior como alternativa?

Nada seria mais acertado, do ponto de vista estratégico da inovação, pois manteria o seu DNA intacto e iria ao encontro do seu mercado, através de estruturas exteriores às suas paredes.

É certo, que não seria linear esta adopção, mas seria francamente mais positiva do que implicar o seu DNA em grandes transformações.

Isto porque, provocar grandes alterações em planos de carreira, critérios de promoções, processos de planeamento ou avaliação de desempenho, poderia trazer um clima de incerteza a tocar a falta de confiança.

Sem alterar os valores nucleares da empresa é possível abraçar a inovação estratégica através da inovação aberta ao exterior.

Muitas vezes ouvimos falar e lemos sobre a necessidade de criar uma cultura de inovação, de fazer convergir o pensar design com os negócios, e ouvimos também como é penoso e demorada a mudança dessa cultura.

Enquanto as empresas não mudam a sua cultura nomeadamente no que diz respeito ao não inventado aqui a inovação aberta pode ser uma janela para o futuro.

Mesmo sabendo que a cultura de uma empresa é difícil de mudar, sabemos que as empresas são feitas de pessoas, desde o CEO até baixo, que vivem a cultura da empresa todos os dias, envolvendo-se nela, e conduzindo-a com vários tipos de força, umas vezes de baixo para cima outras vezes de cima para baixo. É nas pessoas que a mudança deve surgir.

O tipo de informação que as pessoas identificam como relevante, a forma como a traduzem para soluções, as formas como tomam as decisões, em qualquer momento do processo de inovação, a forma como seleccionam ideias e lhes atribuem prioridades, tudo isso deve ser considerando conscientemente, partilhado e filtrado para a construção do novo DNA.

Nestas alturas, desde a entrada até à saída, é fundamental a presença do pensar design, pois alavanca a proximidade com o consumidor e facilita a tomada de decisão no desenvolvimento de projectos promissores.

Vijay diz, uma vez escolhida a inovação em que apostar, há que verificar se ela se encaixa na actual empresa ou se precisa de criar uma nova com um novo DNA!

Perguntas para definir o que um negócio é, e se encaixa na actual situação:

Quem são os clientes?

Que valor oferece aos clientes?

Por meio de que processos entrega os produtos ou serviços aos clientes?

Que áreas de especialidade são requeridas para os desenvolver?

Que incerteza existe ou com que precisão estima os resultados a dois anos?

Fazendo estas perguntas ao negócio nuclear e fazendo-as de novo para a “inovação” (escolhida), se as respostas são diferentes em pelo menos duas questões, então o que se está a construir é inovação estratégica. E isso é óptimo porque a inovação estratégica pode ser, por vezes, a única forma de competir ou de crescer!

São alguns pontos de vista! E os seus?

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