Hum!!Huum! Thats the way empathy is!

(Texto em Português depois deste)

Empathy for collaboration across all disciplines!

The design thinker must show in their work empathy, integrative thinking, optimism, willingness to experiment and collaboration.

In the case of empathy should translate into atittude the concept. What is empathy?

According to Daniel Goleman empathy can dress in three different ways:

The first is, the “cognitive empathy”. Just wondering how the other person feels, and what he may be thinking.

A second is, “emotional empathy”. It provokes an emotional contagion that is dependent, in large part of the system of mirror neurons. Empathy is emotional being in tune with the inner world of another person.

These are neurons that give dimension to social intelligence, which is a set of interpersonal skills associated with specific neural circuits that inspire others to be effective.

Mirror neurons, allow the individual to reproduce emotions, found in the other and therefore have an instant sense of shared experience.

And finally the third, the compassive empathy. With this kind of empathy, not only understands the situation of a person, how it feels and by that way we become to help her.

Which “empathy”, we should use or not use, such as design thinkers?

We will stay by this approach of those three t-shirts?

Neumeier says that empathy in business can be used to understand the motivations of customers, employees, partners and suppliers, and forge stronger ties with people.

And forge stronger ties allows us access to new perspectives, which, although not coincide with ours, may lead us to new types of solution, solve problems or satisfy needs.

The design thinker should have integrative thinking address different situations they encounter. Integrative thinking, is to face constructively the tension of opposing models, and instead of choosing one over another, it will generate a creative resolution, which contains elements of individual models but is superior to each.

Create a new model!

Integrative thinking is a key skill for interdisciplinary work. The design teams to think, not only incorporate designers or engineers.

Meet people empathize (Ibrahim identified the need to “convey empathy in a culturally consistent and meaningful way”) and to observe behaviors and attitudes also involves the contribution of sociology, psychology or anthropology, and in this field there is still much research to do.

As Michael Roller, anthropologist, “think design is a big chunk of that is really thought of the social sciences.” Design thinkers talk about” being human-centered “and” empathy” and the tools they use are methods borrowed from anthropology and sociology. Believe me, until very recently they do not teach customer research in schools of design. In fact when I started working in this field the practice of design was remarkably solipsistic”.

The willingness to experiment exceeding that consequence to believe that knowledge should be established in states of inner experience and personal, which meant Roller (solipsist), as well as optimism are not innate skills.

Here arises the notion of  cultural or cross-culturally empathy and that differs somewhat from the traditional widespread empathy in the Western world.

When we say that a design thinker needs to use empathy, we are referring to “see the world through another’s eyes, hear how they can hear and feel and experience their inner world”, but that does not involve our own thoughts and actions with the caller. That is, the design thinker maintains its separate cultural identity while also acknowledges and accepts the cultural values and beliefs of the consumer or user.

But don’t you need a wider knowledge of consumer culture to hear, feel and judge your world?

This cultural empathy which does not equate the traditional environment of each of us embodies a significant role in addressing needs or problems that we want to identify.

So learning has a key role in the construction of design thinking that begins with learning how to develop the work collaboratively.

After all, to have empathetic attitudes is not as easy as talking about it. Besides it requires learning aware of what is empathy, it also requires knowledge of the environment where the attitude is manifested and of the connections within it.

What kind of empathy do you like?

 

Da empatia à colaboração em todas as disciplinas!

O pensador design deve mostrar no seu trabalho empatia, pensamento integrativo, optimismo, vontade de experimentar e colaboração.

No caso da empatia importa traduzir para atitude o conceito. O que é empatia?

Segundo Daniel Goleman a empatia pode vestir-se de três maneiras diferentes:

A primeira é, a “empatia cognitiva”. Basta saber como a outra pessoa se sente, e o que pode estar a pensar.

A segunda é, “empatia emocional”. Provoca um contágio emocional, dependente, em grande parte, do sistema de neurónios espelho. A empatia emocional faz estar, alguém, em sintonia com mundo interior de outra pessoa.

São estes neurónios que, dão a dimensão à inteligência social, que é, um conjunto de competências interpessoais associadas a circuitos neurais específicos que inspiram os outros a serem eficazes.

Os neurónios espelho, permitem ao indivíduo reproduzir emoções, detectadas nos outros e com isso, ter uma sensação instantânea de experiência compartilhada.

Finalmente a terceira, a empatia compassiva.Com este tipo de empatia, não só se entende a situação de uma pessoa, como se sente como a pessoa e dessa maneira, nos transformamos para a ajudar.

Que “empatia”, devemos usar ou não usar, como pensadores design?

Ficaremos por esta abordagem de três t-shirts?

Neumeier, diz que a empatia nos negócios, pode ser usada para compreender as motivações dos clientes, dos colaboradores, parceiros e fornecedores, e para forjar laços mais fortes com as pessoas.

E forjar laços mais fortes permite-me aceder a novas perspectivas, que, mesmo não sendo coincidentes com as nossas, podem levar-nos a novos modelos de solução, na resolução de problemas ou satisfação de necessidades.

O pensador design deve ter um pensamento integrativo face às diferentes situações com que se depara. Pensar de forma integrativa, é encarar de forma construtiva as tensões de modelos opostos, e em vez de escolher um em detrimento do outro, gera-se uma resolução criativa, que contém elementos dos modelos individuais, mas é superior a cada um deles.

Criar um novo modelo!

O pensamento integrativo é uma competência fundamental para um trabalho interdisciplinar. As equipas em pensar design, não incorporam apenas designers ou engenheiros.

Conhecer as pessoas, criar empatia (Ibrahim identificou a necessidade de “transmitir empatia de uma maneira culturalmente consistente e significativa”), e observar comportamentos e atitudes, também passa pela contribuição da sociologia, psicologia ou antropologia, e neste campo ainda há muita investigação por fazer.

Como diz Michael Roller, antropólogo, “pensar design, é um pedaço grande, do que é realmente “o pensamento das ciências sociais.” Os pensadores design falam sobre “ser centrado no ser humano” e em “empatia”, e as ferramentas que usam, são métodos emprestados pela antropologia e pela sociologia. Acredite em mim, até muito recentemente, eles não ensinam pesquisas de clientes em escolas de design. Na verdade, quando comecei a trabalhar neste campo, a prática do design era notavelmente solipsista.“

A vontade de experimentar, ultrapassando essa consequência de se acreditar que o conhecimento deve estar fundado em estados de experiência interiores e pessoais, a que Roller se referia (solipsista), bem como o optimismo, não são competências inatas.

É aqui que surge a noção de empatia cultural ou culturalmente cruzada e que difere um pouco da empatia tradicional difundida pelo mundo ocidental.

Quando dizemos, que um pensador design precisa, de utilizar a empatia, estamos a referir-nos a “ver o mundo através dos olhos do outro, ouvir como eles podem ouvir e sentir e vivenciar o seu mundo interno,” mas que não envolva os nossos próprios pensamentos e acções com os do interlocutor. Isto é, o pensador design mantém sua identidade cultural separada e, simultaneamente, tem conhecimento e aceita os valores culturais e crenças do consumidor ou utilizador.

Mas não será necessário um conhecimento mais vasto da cultura do consumidor para ouvir, sentir e sentenciar o seu mundo?

Esta empatia cultural, que não se equaciona no ambiente tradicional de cada um de nós, incorpora um peso significativo, na abordagem das necessidades ou problemas que pretendemos identificar. 

Por isso a aprendizagem tem um papel fundamental, na construção do pensamento design e, começa com a capacidade de aprender a desenvolver o trabalho de forma colaborativa.

Afinal, ter atitudes empáticas não é tão fácil como falar delas. Para além de requerer uma aprendizagem consciente do que é a empatia, requer o conhecimento do meio ambiente onde a atitude se manifesta e das conexões nele existentes.

Advertisements

Etiquetas: , , ,

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: