Challenges… not ideas on Open Innovation!

(Texto em Português depois deste) 

Challenges … not ideas! 

I kept this phrase in memory after listening to Stephen Shapiro in a video provided by NESTA concerning the last event, “Open for Business”.

Challenges and not ideas, is what Shapiro calls for the development of work in Open Innovation. This does not mean that ideas have lost value, but that you need to provide ideas that correspond to solutions.

It is not so when we talk about Innovation and Open Innovation in particular, to accept everything that are suggestions, but to seek solutions. This difference in meaning, suggestion / solution has a price that is urgent to understand and implement the transfer of knowledge and practices.

The idea of work should be complete, that is, taking the idea that belongs to him the creator must develop it to the point of the solution and not working on the idea of another.

Shapiro says: “ Right now I am running a crowdsourcing competition for a design for my Personality Poker cards. The competition has been running for 2 days, and I received some amazing designs. Because I did a blind competition, everyone has to develop their own idea, rather than simply build on the idea of someone else. This is enhancing the level of creativity significantly. steveshapiro

For those interested in the development of open innovation, the key concern should focus on the ability to face challenges, knowing that there are two fronts and those two sides have characteristics that are not necessarily similar.

We must reconcile two profiles, internal and external, which are distinct to require careful work to enable the process of communication and integration of knowledge.

This is also a challenge for anyone wishing to facilitate Open Innovation.

Lindegaard who participated in the panel of NESTA says in this regard: We need to focus more on challenges and solutions when we engage with open innovation. How can we better bridge internal and external resources to solve our challenges and solutions? This also highlights the important skill of being able to define what we are actually looking for. Both Shapiro and Traitler made good points on this.” – 15inno.

What we seek is to and in a business environment. It is the reality and the reality of companies who provide solutions. Ideas are turned into challenges to meet the problems of the companies affected. That’s why they call solutions and suggestions just only hinder the decision-making.

This decision making needs to be done, but sometimes it is not easy is also inconvenient because there is value in many proposals that are within a millimeter of goal.

Again Shapiro says: InnoCentive is not interested in finding a winner for the sake of naming the champion.  The objective is to find workable solutions to real business problems.  Their approach is one I call a “contingency-based, value-driven pricing model.” Admittedly, that does not sound as sexy as calling it an innovation tournament.  – blog.innocentive.com

Comments? Accept the challenge!

 

 

Desafios…não ideias!

 

Guardei esta frase na memória depois de ouvir Stephen Shapiro num vídeo disponibilizado por NESTA a propósito do último evento, “Open for Business”.

Desafios e não ideias, é o que Shapiro defende para se poder desenvolver trabalho em Inovação Aberta. Isto não significa que as ideias perderam valor, mas sim que é preciso fornecer ideias que correspondam a soluções.

Não se trata portanto, quando falamos em Inovação e sobretudo em Inovação Aberta, de aceitar tudo o que sejam sugestões, mas sim de procurar soluções. Esta diferença de significado, sugestão/solução tem um determinado preço que é urgente compreender e aplicar na transferência de conhecimento e práticas.

O trabalho da ideia deve ser completo, isto é, pegando na ideia que é sua o criador deve desenvolvê-la até ao ponto de solução e não trabalhar sobre a ideia de outro.

Shapiro diz: “Neste momento está a decorrer uma competição “crouwdsourcing” para o design do meu cartão de personalidade Poker. O concurso foi executado durante 2 dias, e recebi alguns desenhos incríveis. Porque ter feito uma competição cega, todos têm que desenvolver suas próprias ideias, ao invés de simplesmente construir a ideia de alguém. Trata-se de reforçar o nível de criatividade de forma significativa”.

Para quem está interessado no desenvolvimento de inovação aberta, a preocupação fundamental deve centra-se na capacidade de enfrentar desafios, sabendo que existem duas frentes e que estes dois lados possuem características que não são forçosamente semelhantes.

Há que conciliar dois perfis, o interno e o externo, que por serem distintos obrigam a um trabalho cuidadoso para possibilitar o processo de comunicação e integração do conhecimento.

Este é também um desafio para quem pretende facilitar a Inovação Aberta.

Lindegaard que participou no painel da NESTA diz a este propósito: “Temos de nos concentrar mais sobre os desafios e soluções quando nos envolvemos com inovação aberta. Como é que podemos estabelecer melhor a ponte entre os recursos internos e externos para resolver os nossos problemas e soluções? Isto também destaca a importante habilidade de ser capaz de definir o que realmente procuramos. – 15inno.

O que procuramos encontra-se e destina-se a um ambiente de negócios. É a realidade das empresas e a realidade de quem apresenta soluções. São ideias transformadas em desafios que vão ao encontro dos problemas das empresas receptoras. Por isso se chamam soluções e não sugestões que apenas dificultam a tomada de decisão.

Esta tomada de decisão terá de ser feita, mas por vezes não sendo fácil é também incómoda, porque existe valor em muitas propostas que ficam a um milímetro da meta.

Mais uma vez Shapiro diz: “InnoCentive não está interessado em encontrar um vencedor para o bem de nomear o campeão. O objectivo é encontrar soluções viáveis para problemas de negócios reais. Sua abordagem é que eu chamo de “contingência baseado em modelo de “precificação” de valor agregado.” Evidentemente, que não soa tão sexy como chamá-lo de um torneio de inovação.

Quer comentar? Aceite o desafio!

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2 Respostas to “Challenges… not ideas on Open Innovation!”

  1. liamaral Says:

    Interessante o texto! Acredito que os desafios podem realmente potencializar a concepção de novas idéias. Li há algum tempo atrás um livro cujo título era “Idéias que modificaram o mundo”, no qual o autor identifica e explica quase duas centenas de idéias que influenciaram o destino da humanidade, fazendo uma retrospectiva desde 30 mil anos atrás. O texto foi escrito após criteriosa investigação tanto no mundo oriental quanto no ocidental ) e evidencia que a maior parte das mudanças tem origem intelectual, reconhecendo porém que as idéias são poderosos agentes transformadores. O autor enfatiza ainda que a maior parte das idéias tidas como importantes tem origens antiquíssimas. Como ele próprio diz na introdução “é humilhante para o homem moderno admitir que uma parcela tão grande de seu pensamento foi antecipada há muito tempo e que a modernidade acrescentou pouquíssimo a nosso equipamento intelectual básico”.!

    • jabaldaia Says:

      De facto pelo que a história nos conta, o acréscimo à nossa estrutura de base não é significativo. Alíás, o nosso constante recurso ao passado para encontrar modelos já experimentados é notório, daí que eu pense que os desafios já não são só libertar os silos de conhecimento, mas levar as ideias a bom porto (solução). Isso é possível se a resolução de problemas for encarada como um desafio a vencer e não como uma sugestão do que pode ser feito. Serão talvez os (alguns) constragimentos que favorecem a criatividade? Eu acredito que sim!

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