Openness and collaboration on Innovation and Design

(Texto em Português depois deste)

Open Innovation, Design Thinking and Open Design!

In an open innovation model, companies encounter internal and external ideas and paths to market. That is, companies can “work” internal ideas abroad through channels other than their traditional, even outside their current areas of operation.

A company does not keep a business running in the building if they find a balance of quality and cost out.

Moreover, today’s knowledge workers have easier access to capital and are bearers of great ideas that may be useful to companies.

At a superficial approach, means that the boundary between an enterprise and its environment  is very porous, and enables innovation to move easily between the two ecosystems.

This does create value for the organization. Also Design thinking generates value and can develop an environment of open innovation, in various forms.

According to Roger Martin where companies are consuming more funds is when investigating the “mystery” which is often not economically viable.

We know that many researchers spend their lives dedicated to their mysteries without being able to take the step to the heuristic, and often feel compelled to abandon the investigation, leaving the heuristic also abandoned. The design thinkers when looking at the whole must find that passage of mystery to the heuristic.

The creator of “heuristic” has only to work this side and not the entire mystery.

If the company does not have within who could do must look abroad.

There is, however, some organizations grow with dysfunctional traits that may antagonize the thinking design.

Organizations that cultivate it intensively, and almost mechanical, control and hierarchy, performance and success in the short term, and avoid the risk, among others, are not recipients of change.

Given the scenarios of organizations with these characteristics, there can be no attitude of creativity and a lot less design thinking. There is not certainly an environment of innovation, since the dilemma is installed:

“If it is proved that is innovation show me the results!”

The environment of open innovation must pass by the acceptance of interdisciplinary teams, the output of existing knowledge silos and an attitude of acceptance and cooperation.

And as Stephen Lindgaard says “So you should think they would be open to changes in their approach. They were not and I think their main reason for being sceptical came as they understood that open innovation requires a lot of hard work while also bringing the uncertainty that usually follows changes.”

When there is a culture of empowerment and commitment, there is a mood of openness. This openness is the ability to learn from the failure on the horizon and focus on results.

“The hardest issue to crack is creating open and collaborative cultures and mindsets. The innovation funnel and the “stage gate” model—setting up a series of innovation hurdles to filter out ideas and projects according to predefined criteria—are tried and tested. It takes significant bravery to adopt alternatives. Today’s businesses are largely managed to minimize risk and often suffer from a “not invented here” mentality that rejects outsiders’ ideas. However, companies are beginning to realize that many talented and entrepreneurial people are hidden among their consumers.” –BusinessWeek

In this article Roland Harwood and David Simoes-Brown point out, the executives, to embrace the open design, three important aspects to consider:

Creating Intellectual Property “Airlocks”

Structuring Interdependent Business

Fostering Collaborative Cultures

The intervention of design thinking should assume a leadership role in design, which involves the alliance and collaboration with top management, but leadership can only be effective if done with full commitment and by example.

Leadership should be placed near the center of power, and clearly articulate the vision, opportunities and transformations needed to develop a culture of design thinking-open innovation-open design.

Add, cut or comment!

 

Inovação Aberta, Pensar Design e Design Aberto!

Num modelo de inovação aberta, as empresas encontram interna e externamente ideias e caminhos para o mercado. Isto é, as empresas podem “trabalhar” ideias internas no exterior através de canais, que não os seus tradicionais e, mesmo fora das suas áreas de actuação vigentes.

Uma empresa não manterá um negócio a funcionar dentro das suas instalações se encontrar um equilíbrio de qualidade e custo fora.

Por outro lado, hoje os trabalhadores do conhecimento tem acesso mais fácil ao capital e são portadores de grandes ideias que podem ser úteis às empresas.

Numa abordagem superficial, significa que, o limite entre uma empresa e o seu ambiente circundante é muito poroso, e permite que a inovação se mova facilmente entre os dois ecossistemas.

Isso faz gerar valor para a organização. Também o pensar design faz gerar valor e pode desenvolver-se num ambiente de Inovação aberta, sob várias formas.

Segundo Roger Martin onde as empresas consomem mais fundos é ao investigar o “mistério”, sendo que muitas vezes não é viável economicamente.

Nós sabemos que muitos investigadores passam a vida dedicados aos seus mistérios sem conseguir dar o passo para a heurística, e muitas vezes sentem-se obrigados a abandonar a investigação, deixando a “heurística” também abandonada. Os pensadores design ao olhar para o todo devem encontrar essa passagem do mistério para a heurística.

O criador da “heurística” tem apenas que trabalhar essa faceta e não a totalidade do mistério.

Se a empresa não tem dentro de si quem o faça pode procurar no exterior.

Há, no entanto, algumas organizações que cultivam características disfuncionais e que se podem antagonizar com o pensamento design.

As organizações que cultivam, de forma intensiva e quase mecânica, o controlo e a hierarquia, a performance e o sucesso a curto prazo, e evitam o risco, entre outras, não são receptoras de mudança.

Face a cenários de organizações com estas características, não é possível qualquer atitude de criatividade e muito menos de pensamento design. Não há também certamente um ambiente de inovação, pois o dilema fica instalado:

“Se é inovação prove que dá resultados!”

O ambiente de inovação aberta tem de passar pela aceitação da interdisciplinaridade, pela saída do conhecimento existente nos silos e por uma atitude aceitação e de colaboração.

E como diz Stephen Lindgaard “Então você deve pensar que eles estariam abertos a mudanças na sua abordagem. Eles não estavam e eu acho que a principal razão para ser céptico veio quando eles entenderam que a inovação aberta requer muito trabalho duro e ao mesmo tempo traz a incerteza que normalmente segue as mudanças.”

Quando existe uma cultura de “empowerment” e de autorização, há um estado de espírito de abertura. Essa abertura passa pela capacidade de aprender com o fracasso e focar no horizonte os resultados.

“ A questão mais difícil de trabalhar é ir criando culturas e mentalidades abertas e colaborativas. O funil da inovação e o modelo de portão de “estágio”, criando uma série de obstáculos à inovação, para filtrar as ideias e os projectos de acordo com critérios predefinidos, são experimentadas e testadas. É preciso coragem para adoptar alternativas significativas. Hoje as empresas são geridas em grande medida para minimizar os riscos e muitas vezes sofrem de uma mentalidade “não inventado aqui” que rejeita as ideias de fora. No entanto, as empresas estão começando a perceber que muitos pessoas talentosos e empreendedoras estão escondidas entre seus consumidores.” BusinessWeek

Neste artigo Rolan Harwood e David Simoes-Brown apontam, aos executivos, para abraçar o design aberto, três aspectos importantes a considerar:

Criação de Propriedade intelectual “válvulas herméticas.”

Estruturação de modelos de negócio interdependentes.

Promover cultura e mentalidades colaborativas.

A intervenção do pensar design deve assumir um papel de liderança design, o que implica a aliança e colaboração com a gestão de topo, mas a liderança só será efectiva se for feita com compromisso total e dando o exemplo.

A liderança deve estar colocada, perto do centro do poder e, articular de forma clara a visão, as oportunidades e as transformações necessárias ao desenvolvimento de uma cultura de pensar design, inovação aberta, design aberto.

Acrescente, corte ou comente!

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