The Interdisciplinary teams on OI and DT

(Texto em Portugês depois deste)

The Interdisciplinary teams value

Innovation is a concept that occupies a space of its own in the creation and development of business. It is without doubt the most important competitive factor today and in the coming years.

We begin to think of innovation to get to innovative thinking. Many of the traditional methodologies do not meet the new challenges and new approaches are required.

Design thinking is not new. What is new is to reflect andexplore the “design thinking”.

Traditionally, organizations were viewed as separate systemic levels of analysis ranging from the individual to the organization, through the groups. There is a point of entry and exit.

Although these levels can and should exist as a reference, the approach has a greater focus on interaction and multiple points of entry and exit information. Knowledge is becoming more of management.

Martin Schuurmans, European Institute of Innovation and Technology said, “in addition to open innovation, a structural change in Europe’s innovation ecosystem also requires the full integration of the knowledge triangle; that is of higher education, research and business/innovation. To unleash Europe’s innovation potential, borders between academia and business, between teaching and research must be broken and made largely subordinate to entrepreneurship, which should be both the glue and the driver to success in innovation within the knowledge triangle”

Collecting opinions of various authorities to make a decision is important, but if not allowed to cognitive conflict between these entities to expect the result will not be desired. The decision should not result from a sum but the combination of various opinions. That makes the difference.

Design Thinking pushes interdisciplinary teams and Open innovation is not possible without an interdisciplinary approach.

In open innovation teams from different organizations work together to develop new products, services, or markets. This organizational diversity can positively influence collaborative knowledge creation but can frustrate and obstruct the process as well.

” To increase the success rates of open innovation, it is vital to learn how individuals create knowledge in open innovation teams and the problems they face. However, HRD research on this topic is still lacking. This article reviews the literature in HRD, organizational, and learning sciences, describing how individuals interact when creating knowledge collaboratively, and gives an overview of the challenges with collaborative knowledge creation in open innovation teams.” – The Challenges of Collaborative Knowledge Creation in Open Innovation

The differentiation between interdisciplinary and multidisciplinary teams is not widely supported and is their most visible in the area of health.

This differentiation often results in the number, “Interdisciplinary,” two elements, multidisciplinary, for more than two. However it is not only number that is concerned, it is also a question of territory of knowledge and rationale.

The interdisciplinary teams have a high level of production and many teams are usually at the stage of implementation of ideas and therefore need to be aware of how to channel energy.

There is an advantage in interdisciplinary teams that results from the formation of general skills by the team members, when they discuss the possibility of intervention of third parties in their areas of expertise. The consequences are to be expected because the “threats” are known.

The interdisciplinary approach allows an almost immediate reward and the team members.

 

 

 

Interdisciplinaridade em OI e DT

Inovação é um conceito que ocupa um espaço muito próprio na criação e desenvolvimento de negócio. É sem sombra de dúvida o factor competitivo mais relevante hoje e nos próximos anos.

Começa-se por pensar em inovação para chegar ao pensamento inovador. Muitas das metodologias tradicionais não respondem aos novos desafios e novas abordagens são requisitadas.

Pensar design não é novo. O que é novo é o reflectir, explorar o “pensar design”.

Tradicionalmente as organizações eram vistas como entidades sistémicas, com níveis de análise que vão desde o indivíduo à organização, passando pelos grupos. Há um ponto de entrada e um de saída.

Embora esses níveis possam e devam existir como referencial, a abordagem tem um foco maior na interacção e nos múltiplos pontos de entrada e saída de informação. O conhecimento necessita cada vez mais de gestão.

Martin Schuurmans, do Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia diz, “além de abrir a inovação, uma mudança estrutural no ecossistema de inovação na Europa exige a plena integração do triângulo do conhecimento, isto é do ensino superior, investigação e  empresas / inovação.

Para libertar o potencial inovador da Europa, as fronteiras, entre o mundo académico e empresarial, entre ensino e investigação devem ser quebradas e em grande parte subordinadas ao empreendedorismo, que deve ser tanto a cola como o condutor para o sucesso em inovação dentro do triângulo do conhecimento”.

Coleccionar pareceres de várias autoridades para tomar uma decisão é importante, mas, se não for permitido o conflito cognitivo entre essas entidades o resultado a esperar não será o desejado. A decisão não deve resultar de um somatório mas sim da combinação dos vários pareceres. Isso faz a diferença.

Pensar design força a interdisciplinaridade. A inovação aberta também não é possível sem interdisciplinaridade.

“Em equipas de inovação aberta, as pessoas de diferentes organizações trabalhar em conjunto para desenvolver novos produtos, serviços ou mercados.

Esta diversidade organizacional, pode influenciar positivamente a colaboração na criação de conhecimento, mas pode frustrar e obstruir o processo também. Para aumentar as taxas de sucesso de inovação aberta, é vital para saber como as pessoas criam conhecimento nas equipas de inovação aberta e os problemas que enfrentam. No entanto, a investigação sobre este tema de DRH ainda é inexistente. Este artigo revê a literatura no DRH, organizacionais e de aprendizagem das ciências, descrevendo como os indivíduos interagem na criação de conhecimento de forma colaborativa, e dá uma visão geral dos desafios com conhecimento colaborativo e criação de equipas de inovação aberta.” – The Challenges of Collaborative Knowledge Creation in Open Innovation Teams

A diferenciação entre interdisciplinar e multidisciplinar não é muito consensual e tem a sua dimensão mais visível na área da saúde.

Esta diferenciação resulta muitas vezes do número, “ Interdisciplinar”, dois elementos,  multidisciplinar,  para mais de dois. No entanto não é só número que está em causa, é também uma questão de território do saber e da fundamentação lógica.

As equipas interdisciplinares têm um alto nível de produção e normalmente são equipas numerosas, na fase de implementação de ideias, pelo que precisam de estar atentos à forma como canalizam a energia.

Há uma vantagem nas equipas interdisciplinares que resulta da formação de competências generalistas por parte dos membros da equipa, quando têm a possibilidade de discutir intervenções de terceiros nas suas áreas de conhecimento. As consequências passam a ser previsíveis porque as “ameaças” são conhecidas.

A interdisciplinaridade permite o reconhecimento e a recompensa quase imediatas aos membros da equipa.

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