Contagious behavior on Open Innovation and Design Thinking

(ver versão em Português depois desta)

 

Why Design Thinking? Why Open Innovation?

Because it’s time to mention three factors epidemics, not because it is a disease, but because they can leverage the openness and understanding of Design Thinking and Open Innovation.

– Contagious Behavior.

– Small changes have big effects.

– Changes happen suddenly.

In my opinion these principles are applicable to both the DT and OI.

Analytical thinking, it is held in two forms of logic, deductive and inductive reasoning, to define the truths and certainties within organizations and beyond.

This way of thinking, is not really a disease, but I’m sorry purists, it is a general malaise in the organizations, which need to be dissolved in a epidemic way.

Contagious behavior which must be taken is the primacy of creativity and innovation.

There are small changes that have large effects and one of them, a big challenge, is to pass from a rigorous and analytical thinking for a balance between analysis and intuition.

Thinking design, aims to innovation and defining directions, uses abductive thinking.

According to Jeanne Liedtka abductive thinking is the “logic might be.”

Inductive thinking is “prove through observation that something actually works” and deductive thinking is “prove by reasoning principles that something must be.”

For me, the logic of what might be, is the convergence of the advantages of an approach to design thinking in an environment of Open Innovation.

This is the dance that is thought to follow. Is the change is Innovation.

The new practice should be more collaborative, but in a way that amplifies, rather than overcome the power of creativity of individuals, able to respond to unexpected opportunities, finding a balance between products or services and society.

Changes happen suddenly!

Design Thinking look, not only the needs of consumers but also for its environment and culture, which are asked to design thinkers are seeking to system failures, and to use their creativity to fill them.

In Open Innovation, second Lindegaard, “The boundaries between a firm and its environment have become more permeable; innovations can easily transfer inward and outward. The central idea behind open innovation is that in a world of widely distributed knowledge, companies cannot afford to rely entirely on their own research, but should instead buy or license processes or inventions (e.g. patents) from other companies. In addition, internal inventions not being used in a firm’s business should be taken outside the company (e.g., through licensing, joint ventures, spin-offs)”

The cases show that this path begins to emerge:

“InnoCentive is referenced as a good example of how design thinking can result in hundreds of ideas. CEO Dwayne Spradlin define this process [as] an example of design thinking contribute to social innovation “and quotes our partnership with the Global Alliance for TB Drug Development.” – InnoCentive

But who are the people who are available to launch these approaches “epidemic”?

These people overflowing curiosity, has ability to use tacit knowledge and develop the ability to be alert.

They are the same that have the ability to understand complex problems and identify the roots of the same problems, anticipating and seeing new scenarios.

These people are still able to generate new ideas and to synthesize them to the problem-solving.

What is your opinion?

 

Porquê Pensamento Design? Porquê Inovação Aberta?

Porque está na hora de enunciar os três princípios epidémicos, não porque se trate de uma doença, mas porque eles podem alavancar a receptividade e compreensão de Pensar design e Inovação Aberta.

– Comportamento contagioso.

– Pequena mudanças que têm grandes efeitos.

– As mudanças acontecem de repente.

Na minha opinião estes princípios são aplicáveis quer a DT quer a OI.

O pensamento analítico, sustenta-se em duas formas de lógica, raciocínio dedutivo e raciocínio indutivo, para definir as verdades e as certezas dentro das organizações e não só.

Esta forma de pensar, não é de facto uma doença, mas que me desculpem os puristas, é um mal-estar generalizado nas organizações, que urge dissolver de forma epidémica.

O comportamento contagioso que importa ter é o do primado da criatividade e da inovação.

Há pequenas mudanças que têm grandes efeitos e, uma delas, um grande desafio, é a passagem de um pensamento rigoroso e analítico para um pensamento de equilíbrio entre a análise e a intuição.

O pensamento design, tem como objectivos a inovação e a definição de direcções, utiliza o pensamento abdutivo.

De acordo com Jeanne Liedtka pensamento abdutivo é a “lógica do poderia ser”. Pensamento indutivo é “provar através da observação que algo realmente funciona”; Pensamento dedutivo é “provar através do raciocínio por princípios que algo deve ser”.

Para mim, a lógica do que poderia ser, é a convergência das vantagens de uma abordagem de pensamento design num ambiente de Inovação Aberta.

É esta a dança que o pensamento tem de acompanhar. É a mudança, é a Inovação.

A nova prática deve ser mais colaborativa, mas de uma forma que amplifique, em vez de subjugar o poder de criatividade dos indivíduos, capaz de responder a oportunidades inesperadas, procurando um equilíbrio entre produtos ou serviços e a sociedade.

As mudanças acontecem de repente!

O pensar design olha, não apenas as necessidades dos consumidores, mas também para o seu meio ambiente e cultura e, o que se pede aos pensadores design é que procurem as falhas nos sistemas e, que usem a sua criatividade para as preencher.

Em Inovação Aberta, segundo Lindegaard, “as fronteiras entre uma empresa e o seu ambiente tornaram-se mais permeáveis; as inovações podem facilmente transferir-se para dentro e para fora. A ideia central por trás da inovação aberta é que num mundo de conhecimentos amplamente distribuído, as empresas não podem dar-se ao luxo de confiar exclusivamente nas suas próprias pesquisas, mas em vez disso, compram processos de licenciamento ou de invenções (por exemplo, patentes) de outras empresas.

Os casos que apontam neste caminho começam a surgir:

“InnoCentive é referenciado como um bom exemplo de como o pensar design pode resultar em centenas de ideias. CEO Dwayne Spradlin define este processo “[como] um exemplo de pensar design contribuir para a inovação social” e cita a nossa parceria com a Aliança Global para TB Drug Development.” – Innocentive

Mas quem são as pessoas que estão disponíveis para lançar estas abordagens “epidémicas”?

São pessoas que transbordam curiosidade, com capacidade para empregar o conhecimento tácito e desenvolver a capacidade de estar alerta.

São os mesmos que têm capacidade para compreender problemas complexos e identificar as raízes dos mesmos problemas, antecipando e visualizando novos cenários.

São ainda capazes de gerar ideais novas e de as sintetizar para a resolução de problemas.

Qual é a sua opinião?

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Uma resposta to “Contagious behavior on Open Innovation and Design Thinking”

  1. Ser criança nas organizações – O princípio epidémico « Jabaldaia’s Blog Says:

    […] Nas organizações, esse ambiente não será tão fácil de encontrar. O ideal seria que a organização desenvolvesse uma cultura de criatividade e inovação, mas como isso frequentemente não é possível, podemos sempre utilizar o princípio epidémico: […]

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