Pensar design num ambiente de Inovação aberta

Inovação Aberta , um ambiente!

Num modelo de inovação aberta, as empresas encontram externa e internamente ideias e caminhos para o mercado. Isto é, as empresas podem comercializar ideias internas no exterior através de canais que não os seus tradicionais e mesmo fora das suas áreas de actuação vigentes.

Por outro lado as ideias podem ter origem fora da própria empresa e serem introduzidas na organização para comercialização. Isto significa numa abordagem superficial que, o limite entre uma empresa e o seu ambiente circundante é muito poroso, e permite que a inovação se mova facilmente entre os dois ecossistemas.

Isso faz gerar valor para a organização. Também o pensar design faz gerar valor e pode desenvolver-se num ambiente de Inovação aberta, sob várias formas.

Há, no entanto, algumas organizações que cultivam a características disfuncionais e que se podem antagonizar com o pensamento design.

Isso acontece quando de forma “religiosa”, cultivam:

O controlo e a hierarquia.

A performance e o sucesso a curto prazo.

A eficiência e a redução de custos.

A produtividade e os negócios.

A competição e a construção de impérios.

As normas e a segurança.

O evitar o risco.

O culpabilizar.

Processos rigorosos como salvação.

Face a cenários de organizações com estas características, não é possível qualquer atitude de criatividade e muito menos de pensamento design. Não há também certamente um ambiente de inovação, pois o dilema fica instalado:

“Se é inovação prove que dá resultados!”

O ambiente de inovação aberta tem de passar pela aceitação da interdisciplinaridade, pela saída do conhecimento existente nos silos e por uma atitude de colaboração.

Quando existe uma cultura de “empowerment” e de autorização, há um estado de espírito de abertura. Essa abertura passa pela capacidade de aprender com o fracasso e focar no horizonte os resultados.

É necessário que as organizações desenvolvam uma cultura de:

Efectividade.

Criação de valor.

Reflexão e foco na acção.

Julgamento e confiança.

Possibilidade e experimentação.

Verdade e critica construtiva.

Heurística e agilidade.

A intervenção do pensar design deve assumir um papel de liderança design, o que implica a aliança e colaboração com a gestão de topo, mas a liderança só será efectiva se for feita com compromisso total e dando o exemplo.

A liderança deve estar colocada, perto do centro do poder e, articular de forma clara a visão, as oportunidades e as transformações necessárias ao desenvolvimento de uma cultura de pensar design.

Acrescente, corte ou comente!

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