Heterozigotia em Inovação aberta

A “heterozigotia” das ideias em Inovação aberta

 

A “Heterozigosidade genética” é pensada para aumentar a resistência dos anfitriões para doenças infecciosas.

È nesse sentido que resolvi contar uma história com os intervenientes em ecossistemas de inovação.

Nós sabemos, e volto a citar que o “uso intencional de entradas e saídas de conhecimento para acelerar a inovação interna e ampliar os mercados para o uso externo das inovações, respectivamente. [Este paradigma] pressupõe que as empresas podem e devem usar ideias externas assim como ideias internas, e caminhos internos e externos para o mercado, quando procuram o avanço da sua tecnologia. ” -Henry Chesbrough

O uso dessas ideias externas acarreta normalmente um conjunto de pontos devidamente escrutinados e a não perder de vista.

As empresas anfitriãs devem manter o seu foco na sua visão e não no controlo das actuações externas.

As equipas escolhidas para a perseguição dessa visão devem conter os melhores elementos (ver http://jabaldaia.blogspot.com/ ), e muitos deles encontram-se fora da organização.

As ideias, sem as pessoas adequadas, não têm um desenvolvimento saudável e tornam-se virulentas. As organizações têm de criar equipas interdisciplinares (“heterozigóticas”) e combiná-las. Podem assim fazer face a surtos infecciosos de más ideias ou maus processos.

Se as ideias surgem de pequenas empresas e são ideias que podem e devem ser trabalhadas por uma anfitriã, esta deve acolhê-la como um reforço e criar uma vantagem competitiva para combater o concorrente. A organização mantém a sua cor de olhos (visão), mas aumenta o brilho (eficácia).

Por outro lado as empresas pequenas devem estar atentas e participarem em colaboração quando isso não implica a eficácia da sua acção, isto é não são absorvidas até à inexistência.

As pequenas e médias empresas têm de encontrar caminhos para se fortalecerem. A participação em inovação aberta é um deles.

Pode acontecer em casos particulares mas desejáveis, que uma organização promova os empreendedores internos e, posteriormente, quando o colaborador opta pela independência de trabalho, este acabe como fonte externa de inovação.

As pessoas, num processo de inovação aberta, vão desempenhar papéis para os quais, eventualmente não estavam preparados. Há lugar à procura de um equilíbrio saudável que deve ser focado no conjunto de competências e respectivos perfis, que são úteis para a perseguição da visão. Esse equilíbrio passa pela aceitação da dominância qual ela é clara e útil, e pela atitude recessiva, qual ela não faz sentido.  

Isto consegue-se utilizando a transparência e derrotando os medos com coragem e ousadia.

A inovação aberta, é tão aberta que comporta direcções e metodologias tão variadas como os sonhos de muitos visionários.

E é bom lembrar que há boas práticas que apesar de não serem Inovação, podem ser utilizadas quando adaptadas ao contexto!

Um conselho amigo, visite o site, http://www.15inno.com/about-stefan-lindegaard/e, depois conte-me!

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