Proposta ao Sr. Gestor- Pensar design

Afinal, tudo isto não passa de um processo de comunicação!

Desenvolver a criatividade e habilidades de pensamento inter-disciplinar nos gestores é, uma prioridade, para quem pensa que a inovação é o caminho para a competitividade saudável. Sem isto realizado, dificilmente se encontrará abertura para a inovação e para pensar design.

A percepção, por parte de gestores e líderes, de que a inovação incremental é necessária, nalguns casos, já existe. Mas falta dar um salto, no sentido de proporcionar outros voos, criando formas não tradicionais de pensar como pegar no funil do conhecimento, proposto por Roger Martin, e abraçar o “mistério” entrar pelas “holísticas” e descobrir os “algoritmos”.

Não podemos viver no dilema de ter de provar que a inovação dá resultado. Criar o equilíbrio entre, aquilo em que se confia (fiável em qualquer circunstância), e a capacidade de inferir resultados, isto é, não posso provar mas aceito que o resultado, possa ser o anunciado, é um risco difícil de aceitar.  

Enquanto parceiros fundamentais e “donos de obra” as organizações, representadas pelos gestores ou líderes, devem ser capazes de integrar novas perspectivas nos processos de transformar ideias em produtos ou serviços que trazem valor acrescentado.

De acordo com a área de negócio, os gestores e líderes das organizações devem procurar integrar de forma interdisciplinar, o conhecimento e as experiências de todos os que, interna ou externamente, contribuem para a actividade dessa organização.

Um engenheiro, eventualmente, pensa de forma diferente de um psicólogo acerca de um determinado assunto, o que não impede que contribuições de parte a parte, possam ser combinadas e produzir novos conceitos úteis à produção de riqueza na organização.

Segundo Roger Martin, em “THe Opposable Mind”,o nosso sistema de conhecimento é baseado em três componentes que se reforçam entre si e que podem ser reconhecidas em três questões:

Estatuto – Quem, sou eu, no mundo, e onde pretendo chegar?

Ferramentas – Com que ferramentas e modelos eu organizo o meu pensamento e percebo o mundo?

Experiências – Com que experiências posso construir o meu reportório de sensibilidade e competências?

Se um gestor ou líder de uma organização é capaz de responder a estas perguntas, o caminho para a interdisciplinaridade está aberto.

A proposta a fazer a um gestor, por um pensador design, pode perfeitamente ser um “não designer”, é:

È sabido que o mundo em que vivemos é orientado para a fiabilidade.

Sr. Gestor é capaz de aceitar um equilíbrio ente a fiabilidade e a validade? É capaz de procurar dar um passo em frente, para um outro patamar do conhecimento?

Imagine que as suas ferramentas são a observação, a imaginação e a configuração. Como veria os seus negócios?

Sr. Gestor procure nutrir a originalidade e verá a sua mestria aprofundada!

Sé é gestor diga o que acha, se não é, comente! Obrigado!

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