Davenport e as analíticas!

Já não se fala de equilíbrio!

Fiquei um pouco surpreso com a caixa luminosa, no tweeter, da HBR “Melhores decisões através da Analítica”.

Não que eu considere que, as ferramentas analíticas são fundamentais para a tomada de decisão nas organizações, mas recuso-me a comprar a ideia rude, de que as melhores decisões são tomadas sempre através da análise de dados.

  • Nós conhecemos a fama da estatística. Ela é boa para jogar com os números.
  • Nós sabemos a importância do contexto. O que é verdade no Japão pode não ser aplicável em Angola.
  • Nós sabemos o que custa ao analista a palavra “Validar”.
  • Também conhecemos a importância das emoções na tomada de decisão.
  • Conhecemos os resultados da manipulação de dados, há poucos anos, e assistimos agora, ao reconhecimento de novas regras para o jogo dos números.

Agora, como uma bomba, salta este realce:

“Agora, em “Analítica no Trabalho”, Davenport, Harris, e co-autor Robert Morison revelam como qualquer gestor pode efectivamente implantar a analítica nas operações do dia-a-dia? Uma decisão de negócios ao um tempo.

Eles mostram quantos tipos de ferramentas analíticas, desde a análise estatística até às medidas qualitativas, tal como a codificação do comportamento sistemático, podem melhorar as decisões acerca de tudo, desde novos produtos que podem oferecer e que interessam aos clientes, e se o capital investido em marketing está a ter o máximo de eficácia.

Com base em todas as pesquisas novas, e ilustradas com exemplos de empresas, incluindo Humana, Best Buy, Progressive Insurance e Hotels.com, essa implementação focada descreve os cinco passos para a implantação do modelo DELTA para ter sucesso com as iniciativas em analítica.

 Aprenderá a:

– Usar dados de forma mais eficaz e colher valiosas interiorizações analíticas;

– Gerir e coordenar os processos, pessoas e tecnologia ao nível da empresa.

– Compreender e apoiar o que os líderes analíticos fazem.

– Avaliar e escolher alvos realistas para a actividade analítica.

– Recrutar, contratar e gerir analistas.

– Combinar a ciência da análise quantitativa com a arte do raciocínio sadio.” –

HBS Press Book – Resultados do Google Analytics no Trabalho: decisões mais inteligentes, Better – Thomas H. Davenport, Jeanne G. Harris, Robert Morison

Eu sei que é preciso ler o livro em referência e reconheço a autoridade e respeito devido pelos autores, mas este título sugere-me uma atitude contra a inovação.

Reclama-se segurança na tomada de decisão, o que sempre foi verdade, aconselha-se a não seguir a intuição o que é de mau tom!

Estou esperançoso de que após a leitura do livro, apagarei os meus receios.

Grandes doses de análise, necessitam de grandes analistas que eventualmente usam treinadores e que obrigam os gestores das organizações a contratar um facilitador para perceber a análise que foi feita.

Feita uma análise à minha vida, eu concluo que, ela é repleta de emoções e alegria e que, continuo convencido de que a inovação é a grande vantagem competitiva das empresas.

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