Três passos:Visualização, Intuição e Inovação

Visualização, emoções e especulação

“Os designers são peritos no uso do poder de observação. A observação tem o poder de inspirar e informar. Na minha experiência a melhor fonte de especialização em observação orientada para a inovação é a comunidade design.” – Tom Kelly -Ideo

O uso de estímulos visuais ajudam os designers a produzir mais e melhores resultados. È a sua capacidade de observação que se traduz em inspiração.

Esses resultados são frequentemente atribuídos à intuição dos designers. Intuitivamente sabemos, ou acreditamos que, há uma conexão significativa entre intuição e inovação. A criatividade nunca é vista sem ser acompanhada pela intuição.

E como é que pensar design transporta esta bagagem?

Hogarth, identifica competências e práticas demonstradas por pessoas intuitivamente talentosas:

     A sua capacidade de visualização.

     A sua capacidade de reconhecer emoções e aprender com elas.

     A sua vontade de especular e considerar as alternativas.

   Os seus hábitos de testes de percepção, emoções e especulações.

A psicologia estudou, exaustivamente, as maneiras pelas quais as pessoas organizam e escolhem entre a vasta gama de estímulos que lhes são apresentados, principalmente ao nível do estímulo visual.

A percepção é influenciada por uma variedade de factores, incluindo a intensidade e dimensões físicas do estímulo.

As actividades dos órgãos dos sentidos, são resultado de efeitos da estimulação anterior, ou a experiência passada do sujeito, bem como de factores de atenção, motivação e estados emocionais de um indivíduo.

Os estímulos influenciam a organização visual percebida de acordo com a sua proximidade uns com os outros, sua semelhança, a tendência para o sujeito em perceber números completos, bem como a capacidade do sujeito para distinguir figuras importantes de um plano.

Por vezes, os estímulos não surgem isolados no meio, existe uma tendência para interpretar um objecto da mesma maneira, independentemente de variações, tais como distância, ângulo de visão, ou o brilho. Nestas alturas importa sair fora da caixa para visualizar o lado de fora, ou por detrás, dos objectos no meio ambiente em que nos encontramos.

Para melhorar a nossa capacidade de resposta, para a resolução de um problema, e face a um número elevado de estímulos, temos de nos concentrar num número limitado, e ignorar aqueles que são considerados menos importantes.

Estudos recentes têm demonstrado que os estímulos são realmente percebidos no cérebro, enquanto os órgãos sensoriais apenas recolhem os sinais.

Um limite absoluto, é a intensidade mínima física de um estímulo, que normalmente um sujeito pode perceber, ao passo que um limiar de diferença é a quantidade mínima de mudança de um estímulo, que pode ser conscientemente detectada pelo assunto

Nos limiares da percepção, está o caminho da inovação.

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