Como na pesca há redes boas e …

Informação nas redes

Há quem diga que nos negócios, as informações nunca são demais, mas também há quem diga que existe necessidade de não ouvir ou ouvir menos.  

A informação, por vezes comporta-se como o mar, e chega como a maré cheia em dia de temporal. Destruidora! Como a maré de dados continua a crescer, precisamos cada vez mais de empregar os analistas de informação, retê-la e canalizá-la com proveito.

No caso das organizações o seu sucesso passa por uma boa gestão. São as mesmas tecnologias que, transportam as ondas de informação que chegam à costa que, depois as levam para a distribuição e armazenagem.

Ninguém pode absorver todos os dados que andam lá fora, mas também não os podemos ignorar todos.

Se o mar está calmo e permite a pesca, devemos utilizar redes de malha larga, recolhendo apenas as informações de maior importância. Não havendo escassez de informação não é preciso utilizar malhas finas.

Se o mar está revolto e não permite uma saída, tratemos das redes deficientes que estão no cais, e façamos uma revisão da informação útil que podemos utilizar deitando para o lixo tudo o que ocupa tempo e espaço no nosso cofre de capital humano.

Como no mar assim em terra existem várias espécies de conhecimento que importa trabalhar:

O conhecimento do cliente – Compreender as necessidades dos clientes e articular as não satisfeitas.

As relações com parceiros – Melhorar os fluxos de forma a alimentar a estratégia nuclear.

O ambiente de negócios – Destilação sistemática das influências políticas, sociais e tecnológicas.

Os processos e produtos – Incorporação das características salientes.

História da organização – Partilhar os sucessos e definir especializações.

O conhecimento das pessoas – Promova a troca de pareceres e incentive a criatividade e inovação. Crie comunidades de aprendizagem.

Como numa lota de pescadores, também nas organizações, não nos podemos esquecer que todo o material deve ser de boa qualidade.

A informação deve ser aplicável ao presente momento e ser relevante, isto é, informação pertinente, que se aplica aos interesses dos indivíduos que a usam, para tomar decisões.

As informações devem ser específicas e devem conter factos concretos de forma a facilitar a sua compreensão antes de serem utilizadas.

A informação deve ser abrangente, incluindo todas as categorias importantes no seu âmbito de cobertura.

A informação deve poder ser comparável.

Se a informação é de boa qualidade, ela é útil. Excesso de informação ou informação com características de miscelânea não produzem bons resultados.

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