Medo e responsabilidade

Raptar o medo

O termo pensar design (tradução livre) “design thinking”, é utilizado como um complemento ao pensamento analítico, pensamento crítico, conceptual e de outras formas ou modos de pensar.

Pensar design é uma frase popular para construir uma abordagem mais disciplinada para resolver problemas focando a inovação autêntica.

Como é que fazemos negócios?

Ao contrário do pensamento analítico, pensamento de design é um processo criativo baseado na construção de ideias.

 Não há julgamentos ou medo do fracasso.

O pensamento analítico é alvo de alguma preocupação pois a análise não fornece tudo o que é necessário para lidar com as complexidades que enfrentamos. A dedução, a lógica das necessidades e a indução, a lógica das probabilidades, precisam de ser apoiados por abdução (rapto), a lógica das possibilidades. O pensar design recorre  à abdução para lidar com os problemas. (Ver Abduction for design – Hideaki Takeda)

Apesar de, o pensar design, proporcionar um bom ambiente na construção de uma cultura de inovação, não deixamos de lidar com medos.

Raptar os medos e receios e libertar a responsabilidade conduz à colaboração.

 

E se eu não tivesse medo?

 Mudar – Não apresentaria tantas queixas sem fundamento e abraçava atitudes de melhoria e inovação.  

 Falhar – Se eu não tivesse medo de falhar não hesitaria em refinar o produto, mesmo sabendo que ele está a funcionar.

 Perder o meu status quo – Se eu não tivesse medo de perder o meu estatuto era sinal de que o meu trabalho está alinhado com a estratégia da organização.

 Não ser aceite – Seu eu não tivesse medo de ser aceite, as minhas iniciativas eram mais e oportunas. Não esperava para ver.

Estar sozinho – Se eu não tivesse medo de estar sozinho eu colaborava e apoiava as boas ideias ou rejeitava as menos boas.

 E se me sentir responsável?

 A culpa não é um sentimento que me preocupe. Eu exploro possibilidades, é provável que nem todas resultem.

 O esforço extra, no trabalho, significa que estou atento às necessidades da organização e portanto dos consumidores.

 O acordo com outros colaboradores, sobre a minha ideia, é tácito e não tenho receio que me vejam associado a ela.

 O lado positivo sobrepõe-se a qualquer ideia pessimista e o que não funcionava tem solução.

O risco é assumido como uma atitude inteligente, pois as zonas de conforto inibem a criatividade.

 Não devemos ter medo do espaço entre os nossos sonhos e a realidade. Se podemos sonhar, também podemos realizar.

Não devemos ter medo de dar um grande passo, se um é o indicado. Não se pode passar um abismo com dois pequenos saltos. – David Geoorge)

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