O pensador design e o conhecimento

Mais um passo no conhecimento

“… as pessoas experientes, que trabalham como indivíduos ou grupos em ambientes dinâmicos, incertos e, muitas vezes rápidos, identificam e avaliam a sua situação, tomam decisões e acções, cujas consequências são significativas para eles e para a maior organização em que actuam”. – Zsambok, 1997

O sistema pessoal de conhecimento de um pensador design é orientado para a confiabilidade e procura o equilíbrio entre a validade e a confiabilidade.

 A sua postura caracteriza-se ainda pela procura da redefinição do seu mundo de recompensas pelo alcance de mais um degrau no conhecimento.

Isso traduz-se na capacidade de infundir um produto ou processo com qualidades estéticas ou emocionais que envolvem o “ir além do meramente funcional”.

O pensador design usa a observação, a imaginação e a configuração como ferramentas, e assim é capaz de tecer uma narrativa que une os eventos, as pessoas e ideias e as coloca num conjunto atraente. As histórias que contam podem ser de natureza jurídica, médica, científica, ou factos que se encaixam de maneira a que acrescentem significado e contexto. Contar histórias já provou ser um meio para transmitir conhecimento durante milhares de anos

Com a sua mestria aprofundada, o pensador design, mostra a sua capacidade de sintetizar peças diferentes, a partir de perspectivas multidisciplinares, num todo significativo e preciso. Esta capacidade refere-se à prática de design com o lado direito do cérebro. Assim ele pode tranquilizar as tendências lógicas sequenciais e redutoras e focar-se nas relações, na metáfora, e o “grande pensamento” pode surgir.

O pensador design usa a empatia, isto é, a capacidade de compreender a perspectiva de outro indivíduo na perspectiva do ser humano, as suas lutas e experiências. As pessoas devem ser capazes de ver o mundo a partir da perspectiva de outras pessoas, além dos rótulos comummente utilizados.

A capacidade de participar no humor e em jogos faz parte da alimentação da originalidade ao pensar design. Rir e voltar a rir e brincar com jogos provoca sentimentos humanos.

Os pensadores design quando pretendem contribuir para a criação de diversão devem abordar três objectivos, quase igualmente os importantes:

Fornecer as funções correctas de modo que os utilizadores possam realizar seus objectivos.

Fornecer usabilidade mais confiabilidade para evitar a frustração se a diversão for minada.

Envolver os utilizadores com características divertidas.

A tudo isto o pensador design atribui significado, isto é, vai além, do material encontrado, vontades e desejos, para satisfazer a necessidade de realização, incluindo um forte sentido de realização pessoal.

“Nós sabemos como fazer com que os produtos sejam fáceis de usar e entender. Mas e sobre as emoções? E sobre o que delicia nos projetos ? O que sabemos sobre como produzir um impacto emocional?”
(Don Norman)

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