Pensar design e conhecimento

Tendências ou nem por isso?

 

Em 2004 um estudo do International Institute for Sustainable Development analisou algumas tendências que poderiam a influenciar a forma como as organizações se aproximavam da gestão do conhecimento.

Estas tendências eram:

  • Convergência.
  • Transição do armazenamento e recuperação de informações para a colaboração activa com o conhecimento do utilizador.
  • Mudança da ênfase do conhecimento para a influência.
  • Um novo foco sobre o capital social e redes sociais.
  • Fontes abertas/conteúdo aberto: enfrentar a democratização do conhecimento/ partilha.
  • A adopção de diferentes modalidades.
  • A gestão adaptativa

Em Janeiro de 2008 o “Environmental Leader” referia que os consumidores estão a começara fazer mudanças de longo prazo no seu estilo de vida, estabelecendo metas realistas e concretas, em vez de iniciativas esporádicas e de curta duração.

Há também um crescente interesse no ecoturismo, um renovado interesse pelo consumo de refeições com preparação e consumo mais lentos mas também um consumo experimental num esforço para viver “o momento”.

Os consumidores expressaram ainda um desejo crescente de eliminar qualquer coisa tóxica de suas vidas e estão a tentar controlar as coisas que estão dentro da sua esfera de influência.

Conhecimento?

 

Ainda no final de 2009 sobressaiam duas escolas de pensamento para abordar a criação de valor. Uma afirma que o caminho para a criação de valor reside em expulsar a prática antiga de instintos e substitui-lo com a estratégia baseada na análise rigorosa e quantitativa. A outra favorece a criatividade e a inovação. Para os defensores desta filosofia, o instinto criativo, que é independente do pensamento analítico, é apontada como a fonte da verdadeira inovação. No entanto segundo Roger Martin, “The Design of Business” as empresas de maior sucesso nos próximos anos serão aquelas que criarem o equilíbrio a mestria analítica e a originalidade intuitiva numa interacção dinâmica chamada “pensar design”.

Roger Martin descreve, no primeiro capítulo de livro referido, como abraçar os princípios de pensar design e ao adoptar o modelo do funil do conhecimento, cria avanços do conhecimento em inovação e eficácia.

Uma combinação que produz a longo prazo uma mais poderosa vantagem competitiva.

São ainda as tendências para a gestão do conhecimento referidas válidas em 2010?

O que fazer com a informação “tóxica” guardada nas gavetas ou na memória de um servidor?

É verdade que há uma mudança de atitudes nos consumidores? E quem são eles?

O pensar design é só uma moda ou resulta da satisfação de necessidades das organizações?

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