Pensar design e RH

Mudança de comportamento ou novos comportamentos?

 O foco na mudança de comportamento deve ser orientado para a aprendizagem de novos comportamentos.

Numa estrutura tradicional os recursos humanos tem como um dos seus objectivos integrar a formação na actividade profissional dos colaboradores da organização.

Em tempo de mudança é necessário que não o deixe de fazer.

Cientes de que um comportamento aprendido é moldado por uma abordagem intrínseca e por motivações evasivas, à medida que mudam os estímulos assim muda o comportamento, os RH devem facilitar essa aprendizagem alinhada com a estratégia da empresa ou organização.

Não é possível aprender um comportamento complexo de uma vez. Em vez disso, o processo deve ser construído ao longo do tempo por peças simples.

Qualquer novo comportamento é difícil de concretizar.

Os colaboradores receiam mostrar os seus resultados. Um clima facilitador torna-se urgente e a utilização de “empowerment” do riso ou humor torna-se útil. Fazer os outros rir e rir de si próprio sem nunca rir dos outros. Existem algumas técnicas para dar poder ao humor.

Nem sempre as “regras” e a “moral” são aliadas da aprendizagem.

Um resguardo desse ambiente pode promover criatividade. A criatividade não é só de alguns, ela precisa é, de um meio ambiente favorável, para se desenvolver, qual colónia de bactérias. Também a aprendizagem necessita de um meio rico que pode ser implementado pelos RH. Não basta um lanche de confraternização, é necessário um banquete de motivação.

Um dos caminhos que os RH devem começar por indicar na condução dos recursos é a combinação da intuição com a razão.

A inovação, fundamental para a capacidade competitiva de uma empresa e do seu negócio, necessita dessa combinação. Poder descobrir caminhos que ultrapassam a razão, com atitudes menos explicáveis mas fundamentadas numa experiência não perceptível, pode ser um acto inovador.

Aprender uma nova forma de tomar decisões. Fazer coincidir aquilo a que se aspira com o que é possível.

A Web 2.0 para o departamento de RH pode ser vista como um conjunto de serviços interactivos, cujo correio é a Web, que permitem aos colaboradores o assumir maior responsabilidade pela sua própria experiência dentro da organização.

Ainda em fase de transição, para que seja bem sucedida, é importante que os RH percebam que a incorporação da Web 2.0 na sua organização significa como fornecer as ferramentas e que os RH estão a criar uma cultura de direito”.

Com a Web 3.0, começar-se-ão a usar as ferramentas que temos para a acção, uma ferramenta que é uma “extensão do homem”. É colaboração, e é focada nas pessoas, não é cega pela tecnologia.

Até lá os Recursos Humanos terão de ser, também, a complementaridade humana, para a eficácia da utilização das redes de sociais e de conhecimento.

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