O que se faz com uma boa ideia?

Ter uma boa ideia já não chega!

Resultado de alguns processos de facilitação de geração de ideias aparece uma que se distingue e merece um aplauso. Ela está no pódio porque passou com nota máxima na avaliação incluindo o alinhamento com a estratégia da empresa.

Mesmo quando as métricas estão bem uma ideia mal executada pode falhar.

O problema pode estar no desenho físico do produto: muito pesado, muito grande ou muito complexo. Demasiadas incrementações num só pacote podem levar a realizações imperfeitas.

É importante que esse desenho tenha em conta as necessidades do consumidor e que implique uma participação activa deste e não um consumismo passivo.

Daniel Pink fala da Psicodinâmica da afluência e diz: “Uma vez as satisfeitas as nossas necessidades tendemos a olhar para experiências emocional e significativamente satisfatória.

DP

Muitos serviços e produtos já ultrapassaram a barreira das nossas necessidades.

 Segundo Tim Brown o Design tem o poder de enriquecer as nossas vidas ao comprometer as nossas emoções através da imagem, forma, textura, cor, som e cheiro.

Devemos usar a nossa empatia e conhecimento das pessoas para desenhar experiências que criem oportunidades para uma aliança e participação activa por parte do consumidor.

Isso consegue-se com a chamada “engenharia das experiências”

Ver, Planear, Actuar, Refinar, Comunicar.

É com base na observação e contacto com as experiências dos utilizadores que se preenchem paredes com apontamentos, fluxogramas, fotografias, etc., e se parte para um protótipo que é construído para nos ajudar a pensar.

Pensar design pode ser aplicado não só a produtos e experiências mas também ao processo de inovação.

Constrói-se uma cultura de experiência fazendo de todos, pensadores design. Para isso é necessário olhar para trás do genérico e desenhar as experiências vividas e percebidas como únicas para o consumidor.

Para uma ideia se transformar numa experiência tem de ser tratada com o mesmo carinho com que foi concebida.

Uma experiência de sucesso requer uma participação activa do consumidor. Essa experiência do consumidor que parece autêntica, genuína e forte deve ser trabalhada por empregados inseridos numa cultura de experiências. Cada pormenor deve ser desenhado com profunda reflexão e precisão.

“Não é uma coisa tão difícil de fazer. A parte mais difícil é dar o primeiro passo – rompendo com sua maneira habitual de trabalhar e sair para o mundo.” Tim Brown (em Fast Company-2007)

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