Pensar Design

Espaços de Inspiração, Ideação e Implementação.

Segundo Tim Brown “pensar design” é participar numa dança de quatro estados mentais:

Dança

Divergência – É o caminho para a inovação, não um obstáculo.

Convergência – É a altura de eliminar opções e fazer escolhas.

Analítico – Sem formas analíticas de pensamento não seria possível compreender problemas complexos.

Sintético – É o acto de extrairmos padrões com significado, da totalidade de informação recolhida.

Estes quatro estados não se apresentam numa sequência lógica e pré-determinada. Aqui é a intuição que é privilegiada.

Quem utiliza esta matriz (Divergência/Convergência; Análise/Síntese) partilha uma atitude básica de experimentação.

  • Estão abertos a novas possibilidades
  • Estão despertos para novas direcções
  • Estão sempre desejosos de propor novas soluções

Resultado!

Mas para que o resultado fruto da utilização de uma abordagem deste tipo seja positivo é necessário seguir algumas regras:

  1. “As melhores ideias surgem quando todo o ecossistema organizacional – não só os designers e engenheiros e certamente não só a gestão – tem espaço para experimentar.
  2. Aqueles mais expostos a externalidades em mudança (novas tecnologias, base de dados de consumidores, ameaças e oportunidades estratégicas) são os mais bem colocados para responder e os mais motivados para o fazer.
  3. As ideias não devem ser favorecidas com base em quem os cria.
  4. As ideias que provocam um zumbido devem ser favorecidas. Na verdade, as ideias deviam ganhar um “passa palavra” antes de serem apoiadas pela organização.
  5. A “jardinagem” de competências, de uma liderança sénior deve ser usada para tender, podar e para a colheita de ideias. MBAs chamam a isto “tolerância de risco.
  6. Um objectivo maior deve ser articulado para que a organização tenha um sentido de direcção e os inovadores não sintam necessidade de constante supervisão.” Change By Design – Tim Brown.

Estas regras aplicam-se a quase todos os campos de inovação.

São regras orientadores para o sucesso, quando a paixão preenche os espaços, a liderança é eficaz e existe ou se pretende semear uma cultura de inovação.

A “jardinagem” de competências estende-se a toda a horta, pomar ou jardim e carece de um jardineiro comprometido com Missão, Visão e Objectivos estratégicos de uma organização.

A tolerância para o risco tem muito a ver com a cultura da organização e com a sua estratégia de negócio.

 

 

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