Posts Tagged ‘Passion of creativity’

Let's put some color in the Organization.

28 de Agosto de 2010

(Texto em Português depois deste)

Living the passion

Passion is an essential component of innovation that can be expressed differently by different leaders, but it is always a major source of energy in a team and an organization.

Passion is not incompatible with a certain amount of discipline.

Teresa Amabile says, ” Every innovation begins with creative ideas … We define innovation as the successful implementation of creative ideas within an organization.

In this perspective creativity by individuals and teams is a starting point for innovation the first is necessary but not sufficient condition for the second.

Innovation, as the business functions, is a management process that requires specific tools, rules and discipline”

The passion and innovation are contagious and should be experienced by all, not being recommended vaccinations or other preventive measures.

” For management it is important to maintain a balance in the leadership team , between lovers, idealists , visionaries , those who are capable of firing the team with creative enthusiasm, and sometimes so passionate realistic, pragmatic, which will ensure that the projects are well run and has hit the market.” Jean -Philippe Deschamps.

In a universe whatever their size, we always find three organizational perspectives, the pessimist, the optimist and the realist.

We need to regulate the environment and try to make people to be passionate about working in the demand for innovation.

How to instill these feelings?

-Exiting the office, so consistent with our tastes and so amenable to accommodation, to talk with employees and “internal customers” about our concerns and about the successes.

-Waving to passing and showing their satisfaction with the dynamics of the project and the great expectations that it places on them.

-Directing its action towards the positive.

-Whilst giving feedback, as is desirable, for, in the application teepin, where you can read:

“Ideas are uploaded and debated by all employees. They can follow, vote and comment them, thus keeping up-to-date on the debates and ideas status of development.”

Leaders and managers are the first to know what is working well and what is not, by virtue of their contact with customers and employees and thereby address the negative aspects in realistic order.

Always concerned with the work the leaders or managers are well aware of the dimensions of the challenges and often raise the bar of expectations.

They should not, however, create extra work space leaving the initiative itself to creativity and innovation. It must be done in a balanced approach to meet the challenges offered and the demands of work and skills to overcome them.

Keep expectations high but not the extra workload.

Generate passion for work is important but it is not by itself guarantee success.

Vamos pôr alguma cor na Organização.

Viver a paixão

A paixão é um componente essencial da inovação que pode ser expressa de forma diferente por diferentes líderes, mas é sempre uma das principais fontes de energia numa equipa e numa organização.

Paixão não é incompatível com uma certa dose de disciplina.

Teresa Amabile diz, “Toda inovação começa com ideias criativas… Nós, definimos inovação como a implementação bem sucedida de ideias criativas dentro de uma organização.

Nesta perspectiva criatividade, pelas pessoas e equipas é um ponto de partida para a inovação, a primeira é condição necessária mas não suficiente para a segunda.

A inovação, como as funções empresariais, é um processo de gestão que requer instrumentos específicos, regras e disciplina”

A paixão e a inovação são contagiosas e devem ser vividos por todos, não sendo aconselhável a vacinação nem outras medidas preventivas.

“Para a gestão o importante é manter um equilíbrio,  na equipa de liderança, entre os apaixonados, idealistas, visionários, os que são capazes de disparar a equipa com entusiasmo criativo, e às vezes tão realisticamente apaixonados, pragmáticos, que irá certificar se os projectos são bem executados e tem sucesso no mercado.” Jean-Philippe Deschamps.

Num universo, qualquer que seja a sua dimensão, organizacional encontramos sempre três perspectivas, o pessimista, o optimista e o realista.

 Há que regularizar o ambiente e procurar fazer com que as pessoas fiquem apaixonadas pelo trabalho na demanda da inovação.

E como incutir esses sentimentos?

Saindo dos gabinetes, tão condizentes com os nossos gostos e tão propícios à acomodação, para falar com colaboradores e “clientes internos” sobre as nossas preocupações e sobre os sucessos.

Acenando ao passar e mostrando o sua satisfação pela dinâmica dos projectos e pelas boas expectativas que deposita neles. Dirigindo a sua actuação para o positivo.   

Não deixando de dar feedback, como é aconselhado, por exemplo, na aplicação teepin, onde se pode ler: “As ideias são inseridas e discutidas por todos os colaboradores, que as podem seguir, votar e comentar, mantendo-se sempre informados sobre a discussão e os diversos estados de evolução dessas ideias”.

Os líderes ou gestores são os primeiros a saber o que está a funcionar bem e o que não está, por força do seu contacto com os clientes e os colaboradores e desta forma abordam os aspectos negativos de forma realista.

Sempre preocupados com o trabalho os líderes ou gestores conhecem bem as dimensões dos desafios e elevam muitas vezes a fasquia das expectativas.

Não devem, no entanto, criar sobrecarga de trabalho deixando espaço à iniciativa própria para a criatividade e inovação. Deve ser sempre feita uma abordagem equilibrada face aos desafios propostos e às exigências de trabalho e competências para os vencer.

Manter as expectativas altas mas nunca a sobrecarga de trabalho.

Gerar paixão é importante para o trabalho mas não é por si só garantia de sucesso.

Facing the power with the power of my idea!

19 de Agosto de 2010

(Texto em Português depois deste)

The message!

In the last post mentioned that an idea proposed by an employee to his organization contains a message that would be constructed from the responses to the questions raised in the text and then I concluded with:

“It’s time to leave the logic home and use creativity to convince someone to accept our idea.”

We have identified our audience and we have the logic aside in order to work our mind with the freedom necessary for creativity.

The logic will be re-used when we will need support for our position.

The first step or the opening is always difficult to achieve and lead a series of questions to which we should answer in advance.

Our goal is to involve the audience and for that it is necessary to foresee the situation in which the message will be transmitted and should be prepared for complications. A series of cards on the sleeve give answers to questions raised.

One of these letters is the metaphor that for not have normally a precise meaning allows us to structure our idea throughout history. In the background we represent one thing with another thing and cause an interaction.

But how can we frame the past events related to our idea of a way to tell a good story, that is, a story that leads people to see the action that we are suggesting, in a natural way?

This is where our creativity is more accurate. Our idea is already a month since it was entered in the application and has been discussed. All these moments are relevant to our story.

The organization also has a history that must be used to frame our idea and making it relevant at the time of decision making.

Well ! But how?

With the message in our possession and armed with the necessary skills, we can only ask:

What is the best way to make a presentation?

The presentation will depend on a decision and the decision maker is a good leader or not but our idea has a story to tell.

“A really good idea is simple, unexpected and relevant. And unites extremes: it risks a lot, but nevertheless, it is easy to implement. Everyone should talk about it, but customers should not be angry with this.Nadja Schnetzler

 Good leaders understand the power of influence, and great leaders understand how the preparatory work and necessary research influences how an idea becomes appealing.

A Mensagem

No último post referi que uma ideia proposta por um colaborador à sua organização contém uma mensagem que seria construída a partir das respostas às questões então levantadas e concluí com:

“Está na altura de deixar a lógica em repouso e usar a criatividade para convencer alguém a aceitar a nossa ideia.”

Nós já identificamos o nosso público e já deixamos a lógica de lado de forma a trabalharmos a nossa mente com a liberdade necessária à criatividade.

A lógica voltará a ser usada quando eu necessitar de apoio para a minha posição.

O primeiro passo ou a abertura são sempre difíceis de conseguir e provocam uma série de questões às quais devo responder antecipadamente.

O nosso objectivo é envolver a audiência e para isso é necessário prever a situação em a mensagem será transmitida e estarmos preparados para as complicações. Uma série de cartas na manga darão respostas a questões levantadas.

Uma dessas cartas é a metáfora que por não ter, normalmente um significado preciso, permite-nos estruturar a nossa ideia ao longo da história. No fundo estamos a representar uma coisa com outra coisa e a provocar uma interacção.

Mas como é que nós podemos enquadrar factos passados relacionados com a nossa ideia de uma forma a contar uma história útil, isto é, uma história que leva as pessoas a ver a acção que nós estamos a sugerir, de uma forma natural?

É aqui que a nossa criatividade é mais precisa. A nossa ideia já tem um passado desde que foi inscrita na aplicação e tem sido discutida. Todos estes momentos são relevantes para a nossa história.

A organização também tem uma história que deve ser utilizada para enquadrar a nossa ideia e torná-la pertinente no momento da tomada de decisão.

Pois! Mas como?

Com a mensagem na nossa posse e armados de todas as competências, resta-nos perguntar:

Qual é a melhor maneira de fazer a apresentação?

Da apresentação dependerá uma decisão e seja o decisor um bom líder ou não a nossa ideia tem uma história para contar.

“A ideia realmente boa é simples, inesperada e relevante. E une os extremos: ela se arrisca muito, mas, no entanto, é fácil de implementar. Todos devem falar sobre ela, mas os clientes não devem ficar irritados com isso.Nadja Schnetzler

Os bons líderes compreendem o poder de influência, e os grandes líderes compreendem como o trabalho de preparação e de investigação necessária influencia a forma como uma ideia se torna atraente.

Intuition, Passion and carrots!

29 de Junho de 2010

(Texto em Português depois deste)

This is a story of someone who does not like carrots!

But it can also be the story of someone who has ideas. The story turns out to be the same!

During the past century, we try to create a culture that transformed education in an algorithmic process which could be further developed with carrots or sticks of punishment and orientation and somehow we ignore or repress creativity and irreverence.

For routine things organizations continue to use the carrot, extrinsic motivation to achieve their goals more immediate, algorithms, where there is an end and there is no ambiguity.

For heuristics, or Eureka, tasks that require creative and inventive thinking, the carrot or the stick may actually serve as a disincentive to performance.

The attitudes of the organizations are unintentional, it was the system that has imbued a form of reward for people with “lack of spirit.”

These people according to Daniel Pink, those who are extrinsically motivated, play within the limits (in an effort to get carrots), when intrinsically motivated people play with limits or boundaries.

Today, if someone very close to us has an idea within the organization, think twice if it’s worth fighting for this idea to the price at which carrots are.

Not any one idea, that idea is that we do not know how to explain but you feel it will pay off. It’s that idea for which I am able to try new paths and seek new knowledge. One idea that, I am able to leverage and wish to share.

When intuition, that feeling after a good night sleep, and that makes me get up full of energy and dreams, when that urge to build experience and test my assumptions has gripped me with is not with carrots that I feel motivated.

It is for all that it stands as the realization of its own, what it entails responsibility and opportunity to participate in the success. The energy here comes from within.

All I need is space, time of inspiration. All I need is the opportunity to tell the story of my idea and share their adventures since it was embryo up to what I think will be the end result.

All I want is to build my prototype and refine it to 120 % better than the final product as Seth Godin would say.

What I want is not my idea falls into a box of suggestions and there abide awaiting trial after a few experts to equanimity the opportunity to be implemented.

Everything that I do not want, is that calls to my intuition, something meaningless, or to be adopted by entities without appropriate profile.

All I want is to continue to treat my idea with the same care with which it was conceived.

 

 

Esta é uma história de alguém que não gosta de cenouras!

Mas também pode ser a história de alguém que tem ideias. A história acaba por ser a mesma!

Durante o século passado, tentamos criar uma cultura que transformasse a educação num processo algorítmico que podia ser incentivado com cenouras e paus de castigo ou orientação e de alguma forma reprimíamos a criatividade e a irreverência.

Para as coisas de rotina as organizações continuam a usar a cenoura, motivação extrínseca para atingir os seus objectivos mais imediatos, os algoritmos, onde existe um fim e não há ambiguidades.

Para as heurísticas, ou Eureka, tarefas que requerem pensamento inventivo e criativo, a cenoura ou o pau pode realmente servir como um desincentivo ao desempenho.

As atitudes das organizações não são intencionais, foi o sistema que imbuiu uma forma de recompensa para pessoas com “falta de espírito”.

Estas pessoas segundo Daniel Pink, as que são extrinsecamente motivadas, jogam dentro dos limites (num esforço para obter cenouras); pessoas intrinsecamente motivadas jogam com os limites ou fronteiras.

Hoje, se alguém muito próximo de nós tem uma ideia, dentro da organização, pensará duas vezes se vale a pena lutar por essas ideia ao preço a que as cenouras estão.

Não é uma ideia qualquer, é aquela ideia que não se sabe como explicar mas sente-se que vai dar resultado. É aquela ideia pela qual eu sou capaz de experimentar novos caminhos e procurar novo conhecimento. Uma ideia que eu sou capaz de alavancar e desejo partilhar.

Quando a intuição, aquele sentimento depois de uma noite bem dormida, que me faz levantar cheio de energia e sonhos, quando aquela vontade enorme de desenvolver experiências e testar os meus pressupostos se apodera de mim não é com cenouras que eu me sinto motivado.

É por tudo o que ela representa como realização própria, o que ela acarreta de responsabilidade e de oportunidade de participar no sucesso. A energia vem cá de dentro.

Tudo o que eu preciso é de espaço, de tempo de inspiração. Tudo o que eu preciso é de oportunidade de contar a história da minha ideia e de partilhar as suas aventuras desde que foi embrião até ao que eu penso será o resultado final.

Tudo o que eu preciso é de construir o meu protótipo e refiná-lo a 120 %, melhor que o produto final como diria Seth Godin.

O que eu não pretendo é que a minha ideia caia numa caixa de sugestões e lá fique à espera do julgamento de uns quantos especialistas para depois aguardar serenamente a oportunidade de ser implementada.

Tudo o que eu não quero, é que se chame à minha intuição, uma coisa sem sentido, ou que seja adoptada por entidades sem perfil adequado.

Tudo o que eu quero é, continuar a tratar da minha ideia com o mesmo carinho com que foi concebida.

Criatividade, arte e paixão!

14 de Fevereiro de 2010

 

A cara da criatividade

Criatividade é como uma ave recém-nascida, requer um período de incubação. As pessoas precisam de tempo, para se embrenharem num problema, e deixar que as ideias resplandeçam.

Quando estamos motivados para a realização de determinadas tarefas e se esse é o nosso quotidiano, é muito provável que depois de passar um dia satisfeito e feliz, o dia seguinte seja uma floresta de ideias.

Se fazemos parte de uma equipa, uma equipa “quente”, a criatividade flui com maior felicidade quando se compartilham ideias e o debate é emotivo, sem conflitos de personalidade. Quando as pessoas entram em competição pelo reconhecimento, não partilham informações e a fluidez da criatividade baixa muito. O ninho não chega para todos!

Nas organizações a criatividade é fortemente influenciada pela baixa do negócio, no entanto, as pequenas e médias empresas, muitas vezes, ultrapassam essas adversidades com a criatividade. As aves mais audazes aprendem a conquistar o seu espaço.

Os alicerces da criatividade são construídos com o conhecimento, a experiência, talento, atitudes proactivas, e capacidade de explorar o lado oculto das coisas. Para que o edifício, seja uma obra concluída, é necessário, muita motivação intrínseca, isto é, a energia gerada pela responsabilidade e gosto pelo trabalho. O primeiro voo requer coragem, os outros advêm da persistência.

A criatividade depende de muitas coisas, tais como: da experiência, incluindo conhecimento e habilidades técnicas, do talento, de uma capacidade de pensar em novas formas, e de avançar com rumo desconhecido. Nos últimos anos, as organizações têm dado mais atenção à criatividade e à inovação do que em qualquer outro momento. A floresta está em transformação.

As recompensas financeiras por desempenho criativo não são uma boa aposta. Desde que as pessoas tenham uma remuneração justa, isto é, correspondente ao normal desempenho, é criando condições para a motivação intrínseca, com responsabilização, autonomia e respeito, que a criatividade floresce. Cai a penugem, surgem as penas e asas para voar.

A arte da criatividade

Howard Gardner, diz : “Cada pessoa tem determinadas áreas em que ele ou ela tem um interesse especial”… “Poderia ser o seu modo de ensinar uma lição ou vender algo. Depois de algum tempo, eles conseguem ser tão bons, como qualquer outro.”

Há outras pessoas para quem simplesmente ser bom, nalguma coisa, não é suficiente, eles sentem necessidade de serem criativos. Nesses casos o melhor, para facilitar a criatividade e alavancar motivação é, definirmos pequenos desafios para nós próprios, como elaborar um menu diferente para o dia dos namorados, ou tentar cruzar duas variedades de tomateiros. O mais provável é, não ficarmos nos livros de recordes, ou não registar a patente, mas ficou dado um passo importante, aceitamos desafio. Saímos da zona do conforto e sentimos o sabor e o aroma da criatividade. E tudo isto é arte!

 

Paixão pela criatividade

Grande parte dos empresários, tem sacos cheios de ideias e com alguma sorte, entram em competição no mercado. Contudo, com frequência, ou pela comodidade que o sucesso traz, ou porque não conhecem a noção de sustentabilidade, muitos empresários assumem o papel mecânico de gestor do já realizado.

Quando isso acontece, uma boa ideia é convertida rapidamente numa lista interminável de razões, pelas quais ela nunca vai funcionar.

Se o empresário responde com uma lista de razões pelas quais a ideia irá falhar, então é melhor esquecer a ideia. As ideias precisam de ser acarinhadas, mesmo que adoptadas, e precisam de uma boa dose de atenção e respeito. Elas são a “menina dos nossos olhos”! Elas requerem dedicação constante e refinamento, elas são o futuro com quem vamos viver! Isso é paixão!

Essa paixão é o denominador comum dos empreendedores de sucesso!

Ainda sente essa paixão? Então porquê?


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