Posts Tagged ‘Motivação’

Travel to the people’s behavior with creativity!

29 de Setembro de 2010

(Texto em Português depois deste)

Motivated only till competencies

When I read a Tweet from @ Martin_Jordan “Insights into people’s behavior are the fuel for innovation. — Dennis Boyle of @IDEO, immediately I signed my agreement and thought who observes the behavior of people.

The ability to comment is a skill that must of course be resident on someone and this person need energy to overcome barriers and to be integrated in an ecosystem.

It is necessary the motivation to be creative and the best direction to take is by walking the paths of observation of the behavior of people.

Creativity can be defined as the competence of any problem identification and idea generation that lead us to innovation.

There is a theory of motivation that proposes that the motivation is based on feelings of personal competence.

According to this theory the motivation increases when a person performs a task successfully. But we know that any organization is composed of individuals with different skills and motivations, and most successful companies know how to make individual skills available to the group.

The more effectively way of a business be able to operate within a framework of cooperation is to take advantage of individual successes and thrive as a whole.

However the demand for meaning to the existence of different answers against adversity or obstacles does not stay there.

Another approach shows us a differentiation between intrinsic and extrinsic motivation. The motivation to go to work is concerned, because the activity will bring some reward at the end. We are intrinsically motivated when, seek compromise and well-being in the things we do and this leads us to creativity.

How we use fuel innovation perhaps is easier to understand if we take some time to think on work by Ryan and Deci!

Differentiating extrinsic motivation in types that differ in their degree of autonomy, Ryan and Deci, classify gradations of motivation the genocidal theory of self-determination.

Lack of motivation-Is a state where lack of intention to act. People leave theirself “go on the wave”.

External Adjustment – Activities are made exclusively to comply with external requests. People feel controlled.

Adjustment by introspection – Activities are carried out to get a reward or avoid a punishment, but these things are internal, for example, to avoid the blame or anxiety.

Regulation Identified – People identify themselves with the activities, which are seen as important personally.

Integrated Adjustment – Regulation identified was fully integrated in our “self”.

Intrinsic motivation – Activities that are performed only by the satisfaction of doing it.

These are some of the conditions of departure for a thorough observation of behavior of people and believe that not all that perform go as deep as desired because the energy available is not enough for a trip of this magnitude.

There is subtle but important differences between people who seek to play activities to meet its strengths, which are natural, therefore, feel competent, and people who feel enjoyment face challenges and try out new skills and that are typical of successful entrepreneurs.

If we look only situations that make us feel competent, it is likely that the age let us look bad, and it is unlikely that we have satisfaction with what we do.

People, who have managed to find competence in new skills, found, for sure, the motivation to develop more creative work and better adapted to the real needs of people.

We can’t give motivation, we can facilitate it!

 

Viajar até ao comportamento das pessoas com criatividade!

Motivado só até à competência

Ao ler um tweet de @Martin_Jordan “A capacidade da observação profunda do comportamento das pessoas é o combustível para a inovação” – Dennis Boyle da @IDEO, imediatamente subscrevi o meu acordo e pensei em quem observa o comportamento das pessoas.

A capacidade de observação é uma competência que tem naturalmente de estar residente em alguém e essa pessoa necessita de energia para ultrapassar barreiras e para se integrar num ecossistema.

É necessária a motivação para se ser criativo e a melhor direcção a tomar é percorrendo os caminhos da observação do comportamento das pessoas.

A criatividade pode ser definida como a competência de identificação de qualquer problema e na geração de ideias que nos levam à inovação.

Existe uma teoria da motivação que propõe que a motivação é baseada nos sentimentos de competência pessoal.

Segundo esta teoria a motivação aumenta quando uma pessoa realiza com sucesso uma tarefa. Mas nós sabemos que toda e qualquer organização é composta por indivíduos com diferentes motivações e competências, e as empresas mais bem sucedidas sabem como tornar as competências individuais disponíveis para o grupo.

A forma mais eficaz um negócio poder funcionar dentro de um quadro de colaboração, é tirar proveito de sucessos individuais e prosperar como um todo.

Contudo a procura de significado para a existência de respostas diferentes face a adversidades ou obstáculos, não fica por aí.

Uma outra abordagem, mostra-nos uma diferenciação entre a motivação extrínseca e a intrínseca. A motivação para ir para o trabalho é extrínseca, porque a actividade vai trazer alguma recompensa no fim. Nós estamos intrinsecamente motivados quando, procuramos o compromisso e o bem-estar nas coisas que fazemos e isso conduz-nos à criatividade.

A forma como nós utilizamos o combustível para a inovação talvez fique mais fácil de entender se tirarmos algum tempo para pensar no trabalho de Ryan e Deci!

Diferenciando motivação extrínseca em tipos que diferem no seu grau de autonomia, Ryan e Deci, classificam gradações de motivação a que chamaram teoria da auto-determinação.

Ausência de motivação -  É um estado onde falta de intenção de agir. As pessoas deixam-se “ir na onda”.

Regulação externa – As actividades são feitas exclusivamente para satisfazer solicitações externas. As pessoas sentem-se controladas.

Regulação por introjeção – As actividades são realizados para conseguir uma recompensa ou evitar uma punição, mas essas coisas são internas, por exemplo, para evitar a culpa ou ansiedade.

Regulação Identificada – As pessoas identificam-se com as actividades, que são vistas como pessoalmente importantes.

Regulação Integrada – Uma regulação identificada foi totalmente integrada no nosso “auto”.

Motivação Intrínseca – Uma actividade que é realizada apenas pela satisfação inerente ao facto de a fazer.

Estas são algumas das condições de partida para uma observação profunda do comportamento das pessoas e acredito que nem todos os que a realizam vão tão fundo quanto necessário porque a energia de que dispõem não é suficiente para uma viagem desta dimensão

Há uma diferença subtil, mas importante, entre as pessoas que procuram desempenhar actividades ao encontro dos seus pontos fortes, o que é natural, pois, sentem-se competentes, e as pessoas que sentem o gozo de enfrentar desafios e testar novas habilidades e que são típicas de empresários bem sucedidos, os empreendedores.

Se nós procurarmos apenas situações que nos fazem sentir competentes, é provável que a idade nos deixe ficar mal, e é improvável que tenhamos satisfação com o que fazemos.

As pessoas que conseguiram procurar a competência em novas habilidades, encontraram, por certo, a motivação para desenvolver mais trabalho criativo e melhor adaptado às verdadeiras necessidades das pessoas.

A motivação não se dá, facilita-se!

The role of diversity and emotions in Organizations

9 de Junho de 2010

(Texto em Português depois deste)

 

If we are happy we may be overly generous!

Cognitive dissonance suggests that our actions seem to be higher than the conditions in which decisions were taken.

When we face a situation our mind does a previous search without taking into account the emotions of the moment passed.

This means we do not “deduct” the effects caused by emotions in decision making carried out before and therefore we are influenced positively or negatively in the new situations we face.

In organizations, emotions cover areas of study such as theory of humor, emotional work and the theories of affective events and emotional intelligence. The evolution of these four areas has significant implications for organizational behavior.

Organizational structures are now less rigid and more dynamic. The interactions extend outside the physical boundaries of organizations through social networks and others, where emotions are showed bounded to different cultures.

Workplace emotions are now a major area of development thinking and practice of management.

The future, which is today, brings more and more emotions that have a special role in creativity and innovation.

Are we seeing a new renaissance?

“Thanks to the Medici family and a few others like them, sculptors, scientists, poets, philosophers, financiers, painters and architects converged on the city of Florence. There, they met, learned from each other, and broke down barriers between disciplines and cultures. Together, they forged a new world based on new ideas – what became known as the Renaissance. As a result, the city became the epicenter of the creative explosion, one of the most innovative eras in history. “
Frans Johansson The Medici Effect

In our days Internet is a virtual Florence, where diversity reigns, where we report emotions and where we communicate new experiences, successes, mistakes and failures.

The sage and researchers who were confined in their fields are now forced to strip their wax coating and share their joys and sorrows, but also their successes and failures, i.e., knowledge.

Research is more emotional when shared in interdisciplinary teams, providing greater flow of creativity and giving timely responses.

Experts cheer with its vertical and horizontal growth, i.e. more and more its dominance is consolidated by the intersection of different perspectives. But also more and more are no longer isolated gaining a general knowledge that hitherto was deficient.

The language moves toward globalization removing barriers and codices.

“When you step on an intersection of fields, disciplines or cultures, you can combine existing concepts in an extraordinary number of new ideas.” – Frans Johansson

 

 

O papel da diversidade e das emoções nas organizações

 

Se estamos felizes, podemos ser excessivamente generosos!

A dissonância cognitiva sugere que as nossas acções parecem ser maiores do que as condições em que as decisões foram tomadas.

Quando enfrentamos uma situação a nossa mente procura um precedente sem levar em conta as emoções do momento passado.

Isto significa que não “descontamos” os efeitos causados pelas emoções em tomadas de decisão efectuadas antes e somos influenciados positiva ou negativamente nas situações novas com que nos deparamos.

As emoções nas organizações abrangem áreas de estudo como a teoria do humor, trabalho emocional, a teoria dos eventos afectivos, e inteligência emocional. A evolução destes quatro domínios tem implicações significativas no comportamento organizacional.

As estruturas organizacionais são hoje menos rígidas e mais dinâmicas. As interacções estendem-se para fora das fronteiras físicas das organizações através das redes sociais e outras, onde as emoções se revelam vinculadas a diferentes culturas.

No local de trabalho as emoções são agora, uma das principais áreas de desenvolvimento do pensamento e da prática de gestão.

O futuro, que é já hoje, traz mais e mais emoções que têm um papel especial na criatividade e inovação das empresas.

Estaremos a assistir a um novo Renascimento?

“Graças à família Medici e alguns outros como eles, escultores, cientistas, poetas, filósofos, financiadores, pintores, arquitectos convergiram sobre a cidade de Florença. Ali, encontraram-se, aprenderam uns com os outros, e quebraram as barreiras entre as disciplinas e culturas. Juntos, forjaram um novo mundo baseado em novas ideias – que ficou conhecido como o Renascimento. Como resultado, a cidade se tornou o epicentro da explosão criativa, uma das eras mais inovadoras na história.”
Frans Johansson, O Efeito Medici

A internet é uma Florença virtual, onde a diversidade impera, se relatam emoções e se dão a conhecer novas experiências, sucessos, erros e fracassos.

Os sábios e investigadores que viviam enclausurados nos seus domínios são hoje obrigados a despir o seu revestimento de cera e a partilhar as suas alegrias e tristezas, mas também os seus sucessos e insucessos, isto é, conhecimento.

A investigação é mais emotiva quando partilhada em equipas interdisciplinares, trazendo maior fluxo de criatividade e dando respostas mais atempadas.

Os especialistas rejubilam com o seu crescimento vertical e horizontal, isto é, cada vez mais o seu domínio é consolidado pela intersecção de diferentes perspectivas. Mas também cada vez mais deixam de estar isolados ganhando um conhecimento generalista que até agora não possuíam.

A linguagem caminha para a globalização.

“Quando se pisa uma intersecção de domínios, disciplinas ou culturas, é possível combinar conceitos existentes num número extraordinário de novas ideias.” – Frans Johansson

Motivated by curiosity we design the future

7 de Junho de 2010

(Texto em Português depois deste)

Curiosity and exploration

Intrinsic motivation theorists say that the exploratory behavior and intellectual activity are two expressions of interest in the underlying learning.

The exploratory curiosity is quite different from intellectual curiosity.

The exploratory curiosity is the result of attracting new stimuli accompanied by lack of dread or fear, while the intellectual curiosity is embedded within the ideas and the need to think.

For example, if we look at the exploratory behavior of children, we found that this behavior does not imply that these babies, when high school students, were born with a natural curiosity for intellectual learning.

Neuroscientists have proposed a simple explanation for the pleasure of grasping a new concept: The brain is getting its fix. The “click” of comprehension triggers a biochemical cascade that rewards the brain with a shot of natural opium (like substances), said Irving Biederman of the University of Southern California

Curiosity is defined as a need, desire or thirst for knowledge and that curiosity is essential for motivation.

Teresa Amabile said the following, “There is abundant evidence of strong intrinsic motivation in the stories of creative people widely recognized. When asked what makes the difference between creative scientists and those who are less creative, the Nobel Prize winning physicist Arthur Schawlow said: “Work for Love” is an important aspect.

The most successful scientists often are not the most talented, but they are just driven by curiosity. They have to know the answer. “Albert Einstein spoke about the intrinsic motivation as” the pleasure of seeing and searching. “

We can speak of curiosity as a specific behavior or, as a hypothetical construct.

Curiosity is a prerequisite for motivation to conduct exploratory and exploitation are all activities related to gathering information on the environment.

A clear distinction between exploratory and intellectual curiosity can often not be possible.

We can see that we know people who are regularly exploiting but are not intellectually curious. That is, the prevailing operating and contemplative observation without the intention of aggregating and integrating knowledge.

On the other hand we see people who constantly seek the meaning of things, but fear risking their exploration of the unknown. The risk factor is an important factor.

The ability of the environment has in shaping our attitudes are often responsible for the direction or focus of our curiosity, hence the frequent indecision, if I’m developing my curiosity exploratory or if I’m thirsty for knowledge and the consequently developing my intellectual curiosity.

“Notice how long it is, and how long the day is. You have sixteen hours of wakefulness, three or four of which at least should be dedicated to making a silent conquest in his mental machinery. What we still need to cultivate the power of concentration peaceful, the major cause of mental breakdown, is a few hours out of sixteen, who are already enough. Let them be only hours of daily dedication.” – Sir William Osler

 

 

Motivados pela curiosidade desenhamos o futuro

A curiosidade e a exploração

Os teóricos da motivação intrínseca dizem que o comportamento exploratório e a actividade intelectual são duas manifestações de interesse, subjacentes na aprendizagem.

A curiosidade exploratória é bastante diferente da curiosidade intelectual. A curiosidade exploratória é o resultado da atracção de novos estímulos acompanhados por falta de temor ou receio, enquanto, a curiosidade intelectual está inserida no âmbito das ideias e na necessidade de pensar.

Por exemplo, se observarmos o comportamento exploratório dos bebés, verificamos que esse comportamento, não implica que, esses bebés, quando forem alunos do ensino médio, já nasceram com uma curiosidade natural para a aprendizagem intelectual.

Os neurocientistas têm proposto uma explicação simples para o prazer de agarrar um novo conceito: O cérebro está começando a sua correcção. O “clique” de compreensão desencadeia uma cascata bioquímica que recompensa o cérebro, com um tiro de ópio natural (substâncias semelhantes), disse Irving Biederman, da Universidade do Sul da Califórnia

A curiosidade é definida como uma necessidade, sede ou desejo de conhecimento e essa curiosidade é fundamental para a motivação.

Teresa Amabile disse o seguinte, “Há abundante evidência de forte motivação intrínseca nas histórias de pessoas criativas amplamente reconhecidas. Quando perguntado sobre o que faz a diferença entre cientistas criativos e aqueles que são menos criativos, o Nobel premiado físico Arthur Schawlow disse: ” O trabalho por amor” é um aspecto importante.

Os cientistas mais bem-sucedidos, muitas vezes não são os mais talentosos, mas os que são apenas impelidos pela curiosidade. Eles têm de saber qual é a resposta. ” Albert Einstein falou sobre a motivação intrínseca como “o prazer de ver e de pesquisar.”

Podemos falar de curiosidade como um comportamento específico ou, como uma construção hipotética.

A curiosidade é um pré-requisito de motivação para o comportamento exploratório, e a exploração são todas as actividades relacionadas com a recolha de informação sobre o meio ambiente.

Uma distinção clara, entre curiosidade exploratória e intelectual pode, muitas vezes, não ser possível.

Podemos verificar que conhecemos pessoas que são regularmente exploradoras mas não são curiosas intelectualmente. Isto é, prevalece uma exploração e observação contemplativa sem a intença de agregar e integrar conhecimento.

Por outro lado podemos observar pessoas que buscam incessantemente o significado das coisas, mas com temor arriscam a exploração do desconhecido. O factor risco tem um peso importante.

A capacidade que o meio ambiente tem em moldar as nossas atitudes é, muitas vezes, responsável pela direcção ou foco da nossa curiosidade. Daí que seja frequente a indecisão se estarei a desenvolver a minha curiosidade exploratória ou se estarei com sede de conhecimento e consequentemente a desenvolver a minha curiosidade intelectual.

“Perceba quanto tempo existe, e quão longo o dia é. Você tem dezasseis horas de vigília, três ou quatro das quais pelo menos deveriam ser dedicadas a fazer uma conquista silenciosa na sua maquinaria mental. O que falta, para cultivar o poder de concentração pacífica, a maior causa de colapso mental, são algumas horas fora das dezasseis, que já bastam. Deixe-as apenas serem horas de dedicação diária.” Sir William Osler

Percepção com emoção!

20 de Abril de 2010

A percepção e as emoções!

A inteligência emocional é definida como a capacidade de reconhecer sentimentos, pensar que os sentimentos são apropriadas e em que situações, e comunicar esses sentimentos de forma eficaz.

Ser inteligente poderia ser possuir a capacidade de controlar emoções e não assumir papeis que poderiam ser considerados inadequados. Claro que qualquer que seja a interpretação dada ao conceito criado por Goleman, o próprio autor evolui em relação aos seus pontos de vista iniciais, ser inteligente em qualquer coisa, é bom!

Num teste de inteligência emocional são avaliadas algumas qualidades, como por exemplo:

- Estar consciente de seus sentimentos.

- Lidar com as emoções sem ser comandado por elas.

- Não permitir que a adversidade e a decepção nos façam descarrilar.

- Canalizar os sentimentos para nos ajudar a alcançar os nossos objectivos.

- Ser capaz de compreender, como os outros se sentem.

- Ouvir os nossos sentimentos e os dos outros para aprender com eles.

- Ter um forte sentido de optimismo, mas realista.

Uma boa cotação num teste com estas características, significa que as pessoas que estão emocionalmente aptas, que conhecem e gerem os seus próprios sentimentos bem, e que lêem e lidam eficazmente com os sentimentos das outras pessoas, estão em vantagem em qualquer domínio da vida, seja profissional seja vida privada.

As pessoas que não conseguem algum controlo sobre sua vida emocional, travam batalhas internas que destroem a sua capacidade concentração e de pensamento claro.

Esta era em 1995 a opinião de Goleman.

Mais recentemente em “A Nova Inteligência” (Daniel Pink), mostra que o futuro e o sucesso pessoal e profissional pertencem a um novo perfil de pessoas:

Os designers, os inventores, os criativos, contadores de histórias, ou seja, todos aqueles cujo raciocínio privilegia o lado direito do cérebro. São pessoas imaginativas, intuitivas, capazes de gerar empatia e emoções.

Mas desengane-se quem, pensa que não nasceu criativo ou não é um pensador design, pois essas coisa aprendem-se e qualquer um de nós poder ser portador da nova inteligência do século XXI.

E mais do que ser criativo, qualquer um de nós pode e deve procurar o equilíbrio entre o racional e lógico e o intuitivo. Desta forma os nossos dois hemisférios cerebrais funcionam como um todo.

Vejamos um pormenor do nosso dia-a-dia! A nossa noção de tempo, é alterada pelas nossas emoções, de tal forma que o tempo parece que voa quando estamos a divertir-nos e prolonga-se quando estamos aborrecidos.

Se o nosso relógio interno, funcionar como um despertador emocional, podemos produzir aumentos e diminuições na distribuição do tempo de atenção e consequentemente alterar o nosso estado emocional.

Essa noção do tempo está de alguma forma relacionada com a nossa percepção das coisas (estímulos que desencadeiam emoções). Por outras palavras, as emoções afectam a percepção, mas principalmente as percepções que ocorrem ao mesmo tempo do evento ou imediatamente após a ocorrência do estado emocional.

Este efeitos da emoção na percepção, tendem a diluir-se com o tempo, donde, para perceber sem as vantagens da emoção, devemos aguardar um pouco, e esperar que a percepção seja servida “fria”.

Assim se constroem momentos sem sabor nem aroma!

Quer comentar?

Redes sociais- Imitação e o elogio da diferença

31 de Março de 2010

Comportamentos de imitação e de diferença

Entre os comportamentos aprendidos os que melhoram a sobrevivência são imitações.

São notórios os comportamentos de imitação que observamos quando alguém sente que a sua vida está em risco. Se uma pessoa foge de algo que considera perigoso, logo um grande número de pessoas imita o comportamento e foge também, sem sequer se ter apercebido do risco ou do suposto risco.

Mas há limites no comportamento de imitação quando se trata de auto-estima e prazer pessoal.

Geralmente os comportamentos são imitados se a pessoa a imitar, tem um estatuto elevado ou é portador de confiança. Nestes casos trata-se de copiar e não de imitar face ao risco.

A imitação tem que dar algum benefício e esses benefícios podem ser para aumentar a sobrevivência, o sexo, o poder, a auto-estima, ou simplesmente o gozo pessoal.

Geralmente as pessoas, como têm a capacidade de pensar, lembrar o passado e projectar o futuro, usam diversos graus de imitação para atingir os seus objectivos.

Quanto maior for o benefício, maior é a possibilidade de imitação.

As pessoa que “tendem” a viver com poça auto-estima, não são dadas a grandes imitações. Aqueles que procuram manter e reforçar a auto-estima, tendem a comportamentos de imitação, que podem passar pela aparência física e pelo comportamento, que a pessoa a imitar, tem.

À medida que a idade avança, a necessidade de imitação diminui e eventualmente é substituída pela necessidade de ser modelo. Os pré-adolescentes e adolescentes, são as faixas etárias mais vulneráveis à imitação.

Nos jovens adultos começa a desenhar-se um vontade de diferenciação, um estilo próprio, que podendo manter um conjunto de características comuns com outros, apresenta aspectos claros de diferenciação.

Os adultos tornam-se muito mais selectivos, e decidem ou não o que imitar.

A imitação só funciona se estiver ligada a um forte apelo, que é naturalmente emocional.

Hoje com as novas tecnologias e com as redes sociais, assistimos a episódios de imitação muito alargados. As pessoas por necessidade de uma maior proximidade e sem se sentirem constrangidos por censuras de proximidade, tendem a imitar comportamentos observados nas interacções que estabelecem.

Há então dois caminhos a seguir, para quem quer diminuir comportamentos de imitação:

Encontrar uma identidade própria e desenvolvê-la no sentido de criar um patamar de auto-estima seguro e mantendo um equilíbrio com o meio envolvente ou,

Procurar cultivar a diferença e, possivelmente evoluir para modelo a imitar, seja ele a que nível for aceitando os papéis que criou ou que foram postos à sua disposição.

Imite e escreva!

Perguntas nunca são de mais?

9 de Março de 2010

Porquê fazer perguntas?

As perguntas,  são o pontapé de saída dos processos de integração e de generalização e, portanto, é importante compreender quais as condições que nos levam a fazer perguntas.

Quase todos nós aceitamos que internamente fazemos perguntas e que esperamos uma resposta de nós próprios. E digo quase toda nós, porque há pessoas que teimam em não aceitar isso, como desculpa pra, um estado não consciente.

A memória sabe onde colocar qualquer resposta que encontra. Mas a memória é suficientemente obsessiva, para não prestar atenção à informação, se essa informação não for uma resposta a qualquer pergunta que possa conservar em si.

Há três tipos de perguntas de que a memória gosta:

A primeira surge quando uma pessoa tem uma meta e precisa de algumas informações para a ajudar a alcançar essa meta.

A segunda é o interesse intrínseco, isto é, as pessoas podem apenas querer saber alguma coisa, porque estão curiosas sobre essa coisa.

A terceira é a falha de expectativa baseada em questões explicação. Quantas vezes, encaramos o fracasso e procuramos explicações para o acontecido, na esperança de que não volte a acontecer. A nossa amiga memória está lá para nos ajudar.

O não hábito de fazer perguntas leva quase sempre ao armazenamento de conhecimento sem valor e sem vida. O conhecimento inerte.

Conhecimento inerte é simplesmente o conhecimento que é mal posicionado, e a única maneira de criar a indexação a algo útil é, fazer perguntas. Estas situações surgem quando estudamos um assunto e não questionámos as ligações do assunto com outros assuntos ou casos.

Por experiência própria, nós facilmente constatamos que, uma parte do nosso raciocínio, é baseado em casos e não baseado em regras.

Quando resolvemos problemas, frequentemente nos lembramos de problemas anteriores que enfrentamos. E o que nós fazemos nestes casos é perguntar ao repositório, que casos há em stock.

Mas, nem sempre é fácil, fazer perguntas, como são as situações de pessoas com pensamentos negativos. Nestes casos aconselham-se alguns passos para educar os nossos pensamentos:

Encontre-se a si próprio – A maioria das pessoas nem sequer reconhecem, quando estão a ter um pensamento negativo, porque esse pensamento está tão enraizado no seu padrão de pensamento, que nem sequer o percebe, como negativo.

Reconheça que está pensando o pensamento – Pensar sobre o pensamento dá uma sensação de liberdade e satisfação, dá objectividade e independência de perspectiva.

Conscientemente liberte a energia negativa ou emoção que está associado ao pensamento.

Substitua o pensamento negativo, com um mais positivo, mais verdadeiro.

Sinta a energia positiva ou emoção associada, ao novo pensamento e depois coloque o foco, de forma consciente, nesse novo pensamento durante o máximo de tempo possível.

E agora! Acha que vale a pena fazer perguntas? Diga lá?

Estados emocionais negativos

8 de Março de 2010

Gerir emoções dá trabalho!

Todos, alguma vez, já experimentamos esconder, esta ou aquela palavra ou expressão facial. O que procurámos com isso é não fornecer dados sobre o nosso estado emocional.

Fazer a gestão de estados emocionais, não é fácil, principalmente quando são estados emocionais negativos. 

Por exemplo, a gestão construtiva dos estados emocionais negativos que surgem inevitavelmente em relações românticas, pode ser uma faceta crítica de lidar com o mundo.

 Ela pode ser crítica porque foi construída com esse sentido. Estas relações normalmente servem como refúgios emocionais das tensões do mundo do trabalho.

 E por vezes “sai o tiro pela culatra”. As relações aumentam o stress em vez de o diminuírem, e quando isso acontece, passam a existir comportamentos problemáticos, tais como o excesso de alimentação ou abuso de substâncias.

 

“Quando activado no contexto de intensa emoção, parece que o córtex frontal, ajuda a controlar a intensidade das emoções negativas que emergem nas relações sociais. Quando essa região do cérebro não é eficiente activada ou quando a intensidade do conflito é muito grande, as pessoas precisam aprender estratégias comportamentais para lidar com a resposta emocional. Para algumas pessoas, esta estratégia pode ser tão simples como contar até 10 antes de fazer algo de que se possa arrepender mais tarde. ”  – Dr. John Krystal, editor da Biological Psychiatry,

As estratégias cognitivas e comportamentais podem ser componentes importantes no controle da intensidade de emoções negativas.

De facto, é possível criar estratégias capazes de facilitarem a gestão das emoções e evitar o desgaste em ambos os campos da nossa interacção, trabalho e relação “romântica”.

Ainda segundo Krystal, os resultados “sugerem que a imagem pode fornecer informações potencialmente úteis sobre quem pode estar vulnerável ao humor e problemas de comportamento após um evento stressante.

São certamente imagens comuns no nosso recordatório, as situações de stress vividas no trabalho e a incapacidade de as desligar ao estabelecer contacto no ambiente familiar. O inverso também parece verdadeiro.

A nossa capacidade de gestão das emoções, no trabalho, depende do nosso estatuto como colaboradores, nas organizações.

Gerir emoções no trabalho é psicologicamente angustiante para os indivíduos, quando se aumenta a sensação de estranheza em relação aos seus sentimentos verdadeiros. Passa-se pela angústia da incompreensão que pode gerar revolta e a assumpção do papel de vítima.

Mas se contar até dez pode ser uma estratégia para algumas pessoas, outras estratégias encontraremos para, ao gerir as nossas emoções com o auxílio do córtex frontal, encontrar o equilíbrio nas nossas relações “românticas” e de trabalho.

É o córtex frontal? Diga lá!

Criatividade, arte e paixão!

14 de Fevereiro de 2010

 

A cara da criatividade

Criatividade é como uma ave recém-nascida, requer um período de incubação. As pessoas precisam de tempo, para se embrenharem num problema, e deixar que as ideias resplandeçam.

Quando estamos motivados para a realização de determinadas tarefas e se esse é o nosso quotidiano, é muito provável que depois de passar um dia satisfeito e feliz, o dia seguinte seja uma floresta de ideias.

Se fazemos parte de uma equipa, uma equipa “quente”, a criatividade flui com maior felicidade quando se compartilham ideias e o debate é emotivo, sem conflitos de personalidade. Quando as pessoas entram em competição pelo reconhecimento, não partilham informações e a fluidez da criatividade baixa muito. O ninho não chega para todos!

Nas organizações a criatividade é fortemente influenciada pela baixa do negócio, no entanto, as pequenas e médias empresas, muitas vezes, ultrapassam essas adversidades com a criatividade. As aves mais audazes aprendem a conquistar o seu espaço.

Os alicerces da criatividade são construídos com o conhecimento, a experiência, talento, atitudes proactivas, e capacidade de explorar o lado oculto das coisas. Para que o edifício, seja uma obra concluída, é necessário, muita motivação intrínseca, isto é, a energia gerada pela responsabilidade e gosto pelo trabalho. O primeiro voo requer coragem, os outros advêm da persistência.

A criatividade depende de muitas coisas, tais como: da experiência, incluindo conhecimento e habilidades técnicas, do talento, de uma capacidade de pensar em novas formas, e de avançar com rumo desconhecido. Nos últimos anos, as organizações têm dado mais atenção à criatividade e à inovação do que em qualquer outro momento. A floresta está em transformação.

As recompensas financeiras por desempenho criativo não são uma boa aposta. Desde que as pessoas tenham uma remuneração justa, isto é, correspondente ao normal desempenho, é criando condições para a motivação intrínseca, com responsabilização, autonomia e respeito, que a criatividade floresce. Cai a penugem, surgem as penas e asas para voar.

A arte da criatividade

Howard Gardner, diz : “Cada pessoa tem determinadas áreas em que ele ou ela tem um interesse especial”… “Poderia ser o seu modo de ensinar uma lição ou vender algo. Depois de algum tempo, eles conseguem ser tão bons, como qualquer outro.”

Há outras pessoas para quem simplesmente ser bom, nalguma coisa, não é suficiente, eles sentem necessidade de serem criativos. Nesses casos o melhor, para facilitar a criatividade e alavancar motivação é, definirmos pequenos desafios para nós próprios, como elaborar um menu diferente para o dia dos namorados, ou tentar cruzar duas variedades de tomateiros. O mais provável é, não ficarmos nos livros de recordes, ou não registar a patente, mas ficou dado um passo importante, aceitamos desafio. Saímos da zona do conforto e sentimos o sabor e o aroma da criatividade. E tudo isto é arte!

 

Paixão pela criatividade

Grande parte dos empresários, tem sacos cheios de ideias e com alguma sorte, entram em competição no mercado. Contudo, com frequência, ou pela comodidade que o sucesso traz, ou porque não conhecem a noção de sustentabilidade, muitos empresários assumem o papel mecânico de gestor do já realizado.

Quando isso acontece, uma boa ideia é convertida rapidamente numa lista interminável de razões, pelas quais ela nunca vai funcionar.

Se o empresário responde com uma lista de razões pelas quais a ideia irá falhar, então é melhor esquecer a ideia. As ideias precisam de ser acarinhadas, mesmo que adoptadas, e precisam de uma boa dose de atenção e respeito. Elas são a “menina dos nossos olhos”! Elas requerem dedicação constante e refinamento, elas são o futuro com quem vamos viver! Isso é paixão!

Essa paixão é o denominador comum dos empreendedores de sucesso!

Ainda sente essa paixão? Então porquê?

Motivado pela competência?

9 de Fevereiro de 2010

A competência e a motivação

Existe uma teoria da motivação que propõe que a motivação é baseada nos sentimentos de competência pessoal. Segundo esta teoria a motivação aumenta quando uma pessoa realiza com sucesso uma tarefa.

Nós sabemos que toda e qualquer organização é composta por indivíduos com diferentes forças e competências, e as empresas mais bem sucedidas sabem como tornar o conhecimento individual disponível para o grupo.

A forma mais eficaz um negócio poder funcionar dentro de um quadro de colaboração, é tirar proveito de sucessos individuais e prosperar como um todo.

Mas a procura de significado para a existência de respostas diferentes face a adversidades ou obstáculos, não fica por aí.

Uma outra abordagem, mostra-nos uma diferenciação entre motivação extrínseca e intrínseca. A motivação para ir para o trabalho é extrínseca, porque a actividade vai trazer alguma recompensa no fim. Nós estamos intrinsecamente motivados quando, procuramos o compromisso e o bem-estar nas coisas que fazemos.

Esta simples dicotomia entre a motivação intrínseca e extrínseca faz a teoria de difícil aplicação.

Diferenciando motivação extrínseca em tipos que diferem no seu grau de autonomia, Ryan e Deci, a classificam gradações de motivação a que chamaram teoria da auto-determinação.

Ausência de motivação -  É um estado onde falta de intenção de agir. As pessoas deixam-se “ir na onda”.

Regulação externa – As actividades são feitas exclusivamente para satisfazer solicitações externas. As pessoas sentem-se controladas.

Regulação por introjeção As actividades são realizados para conseguir uma recompensa ou evitar uma punição, mas essas coisas são internas, por exemplo, para evitar a culpa ou ansiedade.

Regulação Identificada – As pessoas identificam-se com as actividades, que são vistas como pessoalmente importantes.

Regulação Integrada – Uma regulação identificada foi totalmente integrada no nosso “auto”.

Motivação Intrínseca – Uma actividade que é realizada apenas pela satisfação inerente ao facto de a fazer.

A motivação não se dá, facilita-se!

Há uma diferença subtil, mas importante entre as pessoas que procuram desempenhar actividades ao encontro dos seus pontos fortes, o que é natural pois, sentir-se competentes, e o gozo de enfrentar desafios e testar novas habilidades e que são típicas de empresários bem sucedidos, os empreendedores.

Se nós procurarmos apenas situações que nos fazem sentir competentes, é provável que a idade nos deixe ficar mal, e é improvável que tenhamos satisfação com o que fazemos. As pessoas que conseguiram procurar a competência em novas habilidades, encontraram, por certo, a motivação para desenvolver mais trabalho e melhor.

Não sei qual a sua idade, mas pense nisto! Escreva!

Redes de conhecimento

14 de Janeiro de 2010

 

São redes, senhor, são redes!

A auto-confiança no conhecimento que possuímos pode deixar-nos numa zona de conforto que é inimiga da curiosidade e portanto do crescimento enquanto indivíduos.

Nós aprendemos ao longo da vida através da nossa experiência, aprendizagem informal e das instituições formais, chamadas escolas.

Hoje a “moda” são as redes, sejam elas sociais ou de outra natureza.

Na procura de coisa novas, inovação, para dar respostas às solicitações dos novos meios ambientes, os novos ecossistemas de conhecimento, utilizamos dois tipos de redes:

 

Redes informais que são formadas organicamente e tendem a ser mais inovadoras. São constituídas, geralmente, por pessoas que se reúnem informalmente e têm alguma paixão compartilhada, mas não necessariamente objectivos comuns. São altamente motivados para discutir, compartilhar e conectar-se em soluções para os seus diferentes problemas, embora análogos.

Redes formais, quase sempre carregadas de burocracia, com regras bem explicitadas e com objectivos claros. Carregam sempre um fardo pesado, chamado orçamento

O problema é que as organizações formais que têm uma organização global, onde o mundo é plano, com necessidades e objectivos, são altamente eficazes ao nível informal, nível este criado e sustentado para satisfazer objectivos e motivações individuais e não um objectivo comum partilhado.

Ou seja é necessária uma colaboração em direcção a um objectivo comum.

Infelizmente, as redes informais tendem a desfazer-se quando pressionadas para colaborar num objectivo externo partilhado

Dado o carácter informal, não há incentivo para se manter em ligação, quando o grupo deixou de satisfazer suas necessidades individuais.
As necessidades individuais, objectivos e motivações parecem ser a chave para a partilha de conhecimentos eficazes.

É pela fundamentalmente pela experimentação que constatamos a existência destas redes mas é através da reflexão que podemos criar qualidade no processo de aprendizagem e na aplicação da informação recebida.

É o pensamento crítico, que consiste em comparar e contrastar e sintetizar o que aprendeu, que nos traz resultados.

É necessária uma grande quantidade de conhecimento antes que se possa começar a reflectir sobre seu significado e a procurar explicações.


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