Posts Tagged ‘Hidden needs’

Design Thinking – The Future is unknown?

28 de Outubro de 2010

(Texto em Português depois deste)

Jump into the unknown

As We Know,
There are known knowns.
There are things we know we know.
Also we know
There are known unknowns.
That is to say
We know there are some things
We do not know.
But there are unknown unknowns Also,
The ones we do not know
We do not know.

Donald Rumsfeld

The widespread tendency of people to produce the future based on past data, it is a reality that has caused great disappointment. When we extrapolate from the past to predict the future and given the recent experiences, we cannot think of creating a different and better future.

The hard concept that “you cannot measure it does not matter, because it cannot be managed” disrupts and prevents imagination and the creation of new ideas.

The world is full of unknown things, of hidden needs that exist but that neither we nor the companies consumers or users know or articulate.

But innovation is only possible when we challenge and question the rule that the best way is to try to find the best possible answer to a problem. Finding opportunity becomes more important than solving problems, which leads to responses that did not exist before.

What are the most sensitive points in the day-to-day lives and how to get information about it?

The opportunity to respond to the whole rather than ad hoc answers is given to us by observation of routines that allows the tacit understanding of background conditions.

This observation should be viewed more like an expedition to the lifestyle of people and companies and held a second set of tracks including the emotional world, language or body language, if applicable.

How to articulate needs in enterprises where the requirements have not been thought of?

The notion of context must be present in the observations so as to identify needs and opportunities, not on the past, but based on what are already relatively in the future.

The future can be fun and smile increasingly more people!

Anab Jain in LIFT09 presented a paper entitled “Learning to play with the Future” where she spoke of the projects they worked and here I point to promote reflection.

“The future of work“, a project for Colebrook, Bosson & Saunders, a product design and office furniture company, explored the nomadic nature of work in contemporary life. The client wanted an open-ended project that created new ways of thinking about the future of work, and opened up new spaces for product innovation. They were particularly interested in the home worker, the nomadic worker and the office worker, and in the demographic of the elderly worker.

Anab decided that the best way to find out what this future would be was to put these people in the future, and she created personas which she projected fifteen years into the future. She invented new jobs for them and placed them in a fictional space, which she called Little Brinkland. By having a new job, they needed new work places, new products and new services, which Anab chronicled about. Many practical service ideas and scenarios came out of this Project”

Anab is not alone to think ahead because, about six months later,  Jamais Cascio wrote:

“I’ve sometimes called futures thinking a “wind-tunnel,” a way of testing plans and ideas. Now I think that’s a bit limited. Futures thinking is perhaps better understood as an immune system for our civilization. By examining and testing different possible outcomes–potential threats, emerging ideas, exciting opportunities–we strengthen our collective capacity to deal with what really does transpire. Thinking about the future, and doing so in a careful, structured, open and collaborative way, makes us a stronger civilization. Focusing only the challenges of the present may seem imperative, especially when those challenges are massive and frightening. But without a sense of what’s next, a capacity for understanding connections and horizons, and a vision of what kind of world we want, our efforts to deal with today’s problems will inevitably leave us weakened, vulnerable, and blind to challenges to come.”

And about the future? What do you think?

Design Thinking – O Futuro é desconhecido

Saltar para o desconhecido

 

As we know,
There are known knowns.
There are things we know we know.
We also know
There are known unknowns.
That is to say
We know there are some things
We do not know.
But there are also unknown unknowns,
The ones we don’t know
We don’t know.

Donald Rumsfeld

A tendência generalizada das pessoas para produzir o futuro, com base nos dados do passado, é uma realidade que já tem causado grandes dissabores. Quando se extrapola do passado para prever o futuro e face às recentes experiências, não podemos pensar em criar um futuro diferente e melhor.

A concepção dura de que “se não se pode medir, não interessa, porque não pode ser gerido” atrapalha e impede a imaginação e a criação de novas ideias.

O mundo está cheio de coisas desconhecidas, de necessidades ocultas, que existem mas que nem nós nem as empresas, os consumidores ou utilizadores conhecemos ou sabemos articular.

No entanto inovação só é possível quando desafiarmos e questionarmos a norma de que o melhor caminho é tentar encontrar a melhor resposta possível para um problema. Encontrar oportunidade torna-se mais importante do que a resolução de problemas, o que leva a respostas que não existiam antes.

Quais os pontos mais sensíveis no dia-a-dia das pessoas e como obter informações?

A oportunidade de responder ao todo em vez de pontualmente encontrar respostas é-nos dada pela observação de rotinas que permite a compreensão contextualizada de situações tácitas.

Essa observação deve ser vista mais como uma expedição ao modo de viver das pessoas e empresas e realizada segundo um conjunto de pistas que incluem o mundo emocional, linguístico ou corporal, se for o caso.

Como articular necessidades nas empresas quando os requisitos ainda não foram pensados?

A noção de contexto deve estar presente nas observações de forma a poder identificar necessidades e oportunidades, não com base no passado mas com base naqueles que já estão, relativamente, no futuro.

O futuro pode ser divertido e sorrir cada vez mais a mais pessoas!

Anab Jain na LIFT09 apresentou um trabalho intitulado “Aprender a brincar com o Futuro” onde falou de alguns projectos em que trabalhou e que aqui assinalo para promover reflexão.

“O futuro do trabalho”, um projeto de Colebrook, Bosson & Saunders, um design de produto e de mobiliário de escritório da empresa, explorou a natureza nómada do trabalho na vida contemporânea. O cliente queria um projecto aberto/acabado, que criasse novas formas de pensar sobre o futuro do trabalho, e abrisse novos espaços para a inovação de produtos. Eles estavam particularmente interessados no trabalhador de casa, no trabalhador nómada e no trabalhador de escritório, e na demografia do trabalhador idoso.

Anab decidiu que a melhor maneira de descobrir o que seria esse futuro era colocar essas pessoas no futuro, e criou personagens que ela projectava no futuro a quinze anos. Ela inventou para eles novos postos de trabalho e colocou-os num espaço fictício, que ela chamou de Little Brinkland. Por terem um novo emprego, eles precisavam de novos postos de trabalho, novos produtos e novos serviços, que Anab escreveu em crónica. Muitas ideias práticas de serviço e cenários saíram deste projecto.”

Anab não está sozinha a pensar no futuro porque,  cerca de seis meses depois,  Jamais Cascio escreveu:

“Eu às vezes tenho chamado, pensar futuros, um “túnel de vento”, uma forma de testar os planos e ideias. Agora eu acho que é um pouco limitado. Pensar Futuros é talvez melhor compreendido como um sistema imunológico para a nossa civilização. Ao examinar e testar diferentes resultados possíveis – as potenciais ameaças, novas ideias, oportunidades interessantes – reforçar a nossa capacidade colectiva para lidar com o que realmente acontece. Pensando no futuro, e fazendo isso de uma forma cuidadosa, estruturada, aberta e colaborativa, torna-nos uma civilização mais forte. Focalizando apenas os desafios do presente pode parecer imprescindível, especialmente quando os desafios são enormes e assustadores. Mas sem uma noção do que é o próximo, a capacidade de conexões compreensão e horizontes, e uma visão de que tipo de mundo que queremos, os nossos esforços para lidar com os problemas de hoje, inevitavelmente, nos deixa fracos, vulneráveis, e cegos para os desafios que virão.”

E o futuro? O que acha?

Open Innovation Design thinking and Hidden Needs

21 de Março de 2010

(versão em Português depois desta)

 

Hidden needs call for connectivity

As, companies plunge deeper into consumers’ lives, and they seek to be part of the creative process and materials design, social networks will increase their desire to participate.

The networks provide a visible picture of the systems and ecosystems that make them understandable, but also have many hidden needs.

If the existence of networks helps open up the internal silos in organizations and to the acceptance of open innovation can also create diversity without control. Lindegaard says that we must create a management system that values diversity, disagreement and difference as much as conformity, consensus and cohesion.

The important thing is how a system should be treated. Systems cannot be static and therefore have the ability to change and learn from experience and it is in this dynamic that the connections must be made.

As Tim Kastell said “Don’t try to compile more ideas, focus instead on making more novel connections, because that’s the fundamental creative act in innovation”

We must be aware of these social and cultural structures that are complex systems, i.e., the non-different but interrelated. Social structures are presented, or are seen as a whole, not highlighting particular aspects.

There are the common points that give the plot to the novel.

One of the purposes of open innovation is the market expansion of the use of innovation beyond the borders of organizations, allowing the outside to identify needs and propose solutions combined.

Many of these needs are hidden and the opening to the exterior amplifies the detection, clarifies and validates those needs, through the connections.

The emotional security, our individual worth, our identity, the need to create the need for power and love and be loved, and the meaning of our roots and the fear of death, all these are hidden needs that cannot be satisfied with the unique internal working of an organization.

It’s the networks that will bring us, the plain meaning of the needs and cultural integration of solutions, the best and fastest means of satisfaction and validation of our proposals.

It is the role of the future, according Venesse Miemis, helps people to anticipate, predict and adapt to change. “This means identifying emerging trends and sees how they fit into the general framework for forecasting and different scenarios for what could turn out to be next.”

These combinations of perspective can facilitate innovation, leverage open innovation with different purposes and allow projects focusing on the needs of people, creating wealth and social development.

“But I am also reminded of my teaching quantum physics at the University who taught me that the particles exist in a kind of” wave of possible positions, until it is observed at which point the wave breaks down at a specific location. I think business networks and business innovation in a similar way. There are several potential collaborations, connections, marriages, divorces are at any time, but not stand up to analysis and measurement of each. Most attempts of organization or government to support or develop networks fall, in my experience, because they are almost certainly very formal. “Roland 100open

Meanwhile do you want to comment?

 

 

Inovação aberta pensar design e necessidades ocultas

À medida que, as empresas mergulham mais profundamente na vida dos consumidores, e estes pedem para ser parte do processo de criação e concepção de materiais, as redes sociais reforçam o seu desejo de participar.

As redes oferecem um retrato visível dos sistemas e dos ecossistemas que os tornam compreensíveis, mas também possui muitas necessidades ocultas.

Se a existência de redes contribui para a abertura dos silos internos nas organizações e permite a aceitação da inovação aberta, também pode criar uma diversidade descontrolada. Lindegaard refere que devemos criar um sistema de gestão que valoriza a diversidade, o desacordo e a divergência tanto como a conformidade, consenso e a coesão.

O importante é como, um sistema deve ser tratado. Os sistemas não podem ser estáticos e, portanto, possuem a capacidade de mudar e aprender com a experiência e, é nessa dinâmica que, as conexões devem ser realizadas.

Como diz Tim Kastelle “ Não tente compilar ideias, em vez disso faça uma novela de conexões, porque esse é o acto criativo fundamental em inovação”

Devemos estar atentos a essas estruturas sociais e culturais que são sistemas complexos, ou seja, vários elementos, diferentes, mas interligados. As estruturas sociais são apresentadas, ou são vistas como um todo, não destacando aspectos particulares. São os pontos comuns que dão a trama à novela.

Um dos propósitos da inovação aberta é a expansão do mercado do uso de inovação para fora das fronteiras das organizações, permitindo ao exterior identificar necessidades e propor soluções combinadas.

Muitas dessas necessidades são ocultas e a abertura ao exterior amplifica a detecção, clarifica e valida essas mesmas necessidades, através das conexões estabelecidas.

A segurança emocional, o nosso valor individual, a nossa identidade, a necessidade de criar, a necessidade de poder e de amar e ser amado, bem como o significado das nossas raízes ou o medo da morte, tudo isto são necessidades ocultas que não podem ser satisfeitas com o exclusivo trabalho interno de uma organização.

São as redes que nos vão trazer, o significado claro das necessidades e a integração cultural das soluções, os melhores e mais rápidos meios de satisfação e a validação das nossas propostas.

É o papel do futuro, segundo Venesse Miemis, ajudar as pessoas a antecipar, a prever e adaptar-se à mudança. “Isto significa identificar as tendências emergentes e ver como elas se encaixam no quadro geral de previsão e cenários diferentes para o que poderiam vir a ser em seguida.”

Estas combinações de perspectiva podem facilitar a inovação, alavancar a inovação aberta com propósitos diferenciados e permitir projectos centrados nas necessidades das pessoas, criando riqueza e desenvolvimento social.

“No entanto também estou lembrado das minhas aulas de física quântica da Universidade que me ensinou que as partículas existem em uma espécie de “onda de posições possíveis, até que é observado em que ponto a onda entra em colapso num local específico. Acho que as redes de negócios ou trabalho de inovação de forma semelhante. Existem várias colaborações em potencial, conexões, casamentos, divórcios que existem em qualquer momento, mas não resistem a uma análise ou medição de cada um. A maioria das tentativas de organização ou de governo para apoiar ou desenvolver redes caem, na minha experiência, por serem, quase certamente, muito formais.” Roland 100open

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